Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Votos de Feliz Ano Novo!


A todos os amigos e correligionários Portistas desejo aqui um auspicioso ano novo, com sinceros votos de felicidade em 2015, quanto o mesmo é almejar uma feliz época desportiva, na plenitude vitoriosa que queremos para tudo o que representa em nós o F C Porto.

Como o futebol é o barómetro de tudo, felizmente o ano terminou bem, com a vitória da equipa sénior do F C Porto em Vila do Conde, para a Taça da Liga, depois do que sucedeu mal durante o Outono e princípios do Inverno, para o campeonato. Ficando um sabor a pouco, para já, mas a fazer crescer água na boca, quanto ao que se deseja futuramente. Desde que haja bom trabalho, com cabeça e sentido das realidades. Ora, quanto a isso, o importante é o rendimento em campo, durante um jogo. Não adianta fazer bons treinos e depois não darem uma para a caixa nos jogos...  Tal como serem muito bem comportados quanto ao que passa na imagem pública e depois se revelarem uns zeros à esquerda no recinto de jogo... Temos ideia que há quem não esteja a ser bem aproveitado, entre os futebolistas que envergam a nossa camisola, por exemplo, havendo até um ou outro que estão a ser prejudicados, relativamente a alguns que são escolhidos, até para o banco como suplentes, e não fazem nada de jeito nos jogos... em que alinham, mesmo que de vez em quando ou em partes de quase todos os desafios.  Com isto apenas queremos desejar, no meio dos votos de Bom Ano, como adepto Portista: que os erros sirvam de lição e possa haver outro desempenho daqui em diante, é o que queremos.

Tudo de bom para todos nós em 2015. Que depois logo se vê…!


Armando Pinto

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Votos de Boas Festas e Feliz Natal !!!


Boas Festas, Feliz Natal - Deseja o autor a todos, amigos e leitores comentadores deste blogue, começando com um Santo Natal, bem aconchegado no regaço familiar; e um Feliz Ano de 2015, em plenitude de dons e bênçãos de Deus Menino. E que assim como os anjos cantaram "Hossana, Paz na terra",  que advenha melhores dias, quer no plano da consciência político-social, como economicamente e em justiça desportiva... sem jogadas de bastidores de branqueamentos de apitos encarnados, estorilgates, desculpas com auxiliares de arbitragens para roubos de capelas, manhosices à soares dias, falcatruas à bruno paixão e comparsas, etc. e tal! 


Armando Pinto

domingo, 21 de dezembro de 2014

F C Porto: também Património Mundial!


Recentemente, como se soube, felizmente o tradicional canto do Alentejo, o popular Cante Alentejano, foi oficialmente reconhecido pela UNESCO como Património Mundial.

Ora, a Ribeira, na baixa da cidade do Porto, tal como o centro histórico de Guimarães, a zona vinhateira do vinho do Porto, no Alto Douro, em pleno Norte de Portugal, são igualmente considerados integrantes do grupo de bens do Património Mundial. E, aqui para nós, como o Cante Alentejano, também o F C Porto é um importante elemento patrimonial do mundo, como vencedor da Taça Intercontinental, em futebol de alto nível e prova antecessora do atual Mundial de Clubes, que o F C Porto conquistou por duas vezes, em 1987 e 2004.

Assim sendo, com justa razão, na associação de elementos de estatuto mundial, o F C Porto também é cantado no timbre dessa linda melodia alentejana, como se pode ver pelas imagens de vídeo que para aqui transpomos, com o Hino do F C Porto entoado em Cante Alentejano.

... Cantado sempre que é o F C Porto aquem e além Tejo...!

(((( CLICAR sobre o "link" seguinte, em
e depois... Clicar na seta, para aceder ao próprio vídeo ))))

Armando Pinto

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

“Momento” do F C Porto



Bem sabemos que os mouros há muitíssimos anos que se não viam noutra, eles que nunca ganham nada importante e só em Portugal com os favores dos poderes de decisão conseguem alguma coisa... Ah, até pensam que têm alguns bagos de uvas para o Natal (pois as "passas" serão de mera passagem para o ano seguinte), por estarem de momento na frente do campeonato português, porque finalmente conseguiram vencer uma equipa da Liga dos Campeões... Mas temos que deixar isso de lado, pois só lutando como no tempo de Pedroto é que se conseguirá mudar a agulha. 

Aqui entre nós, só nos interessa a nossa vida, o que nos pode interessar. Ora...

Disse bem o poeta da pedra filosofal que o mundo pula e avança. Sabendo-se que o que se passou, mesmo há ainda pouco tempo, já faz parte da história. 

Não é assim descabido que num espaço dedicado a memoriar fastos e factos da História do F C Porto, ainda que de índole pessoal, se trate também a atualidade que fará e já faz parte da história, nesta fase menos feliz da vivência Portista. Porque o que se passou na noite do passado domingo, como reflexo do que tem vindo a suceder, foi desolador e não pode ser menorizado, por muito que custe.

Não vale a pena estar agora a referir pormenores dos factos acontecidos, pois de uma ou outra forma todos temos noção do que esteve mal e é preciso remediar. Bastando portanto ficar a certeza que não se pode estar com panos quentes como bálsamo, mas com panos frios para acudir à febre, de modo a atenuar as causas, antes que a temperatura atinja graduação perigosa. Tem que se arrepiar caminho, desde as cúpulas. Não é com atitudes irrefletidas, quando se deveria estar a ver onde pode haver melhoria. Num clube onde o sucesso maior começou quando deixou de haver ligações e intromissões de política, não pode haver confusões políticas com visitas a pessoas que prejudicaram muitas outras. Estou-me nas tintas para opiniões contrárias, pois tenho direito a querer que o F C Porto seja um mundo à parte, algo diferente. Embora com desculpas de ações de vida privada, contudo sabendo que têm câmaras, microfones e tudo o mais a incidir em si e, pior, no que alguém representa… Enfim, até podem dizer, com o que também concordo, que os políticos atuais são quase todos da mesma laia, que tudo isso não invalida que se possa meter política nos contornos da vida do F C Porto. O nosso clube tem de estar acima de tudo, não pode ser um clã, mas sim deve continuar a ser coletividade.

Haja uma análise profunda e escorreita à vida do F C Porto, que isso já não é pouco. O F C Porto honremos, que o F C Porto nos contempla.

Armando Pinto

sábado, 13 de dezembro de 2014

F C Porto-Benfica nalgumas memórias inesquecíveis… à atualidade da mensagem natalícia.


Está quase aí mais um clássico Porto-Benfica de futebol. Aproximando-se esse jogo do F C Porto com o Benfica, de afinação classificativa à parte final da 1ª volta do atual campeonato da Liga, num prélio de antecipação ao Natal, também quase à vista no horizonte do tempo. Jogo que muito queremos ganhar, obviamente, e chamamos desde já a atenção dos nossos representantes, os futebolistas que vão estar em campo com as camisolas azuis e brancas, para o facto, que há que ter em vista, também, de modo a que o Natal tenha mais encanto, com nosso semblante alegre de azul e branco…

Acerca-se assim este jogo por estes dias que estavam frios e agora começam também a humedecer, chegado período de alguma chuva, em tempo meteorológico incerto, de inverno instável. Mas isso só fará com que não seja necessário regar muito a relva, pois o F C Porto costuma superar tudo. Quer faça chuva, sol, ou neve. Aliás, diz um ditado que ano de nevão, é ano de pão, como que a dizer que não trará fome. Algo que no caso do futebol nos traz boas memórias, visto ter sido a meio dum mês de Dezembro que, em 1987, sobre um manto de neve, o F C Porto conquistou a primeira das nossas duas Taças Intercontinentais, dos dois títulos mundiais ganhos pelo nosso clube. Mas também tempos houve em que com chuva se nos deparavam boas indicações…

Tais factos, por outro lado, transportam a outras recordações.    

               
A propósito, no sortilégio desses embates, há sempre memórias que vêm acima nas lembranças, quando chegam estas ocasiões. Como já há tempos fizemos uma resenha memorial de jogos com algumas vitórias e factos históricos desses encontros – numa daquelas peças que muito custaram a digerir aos adversários e levaram a que alguns protótipos dos adeptos encarnados vilipendiassem o espaço cibernauta, para tentarem esconder essas verdades… como aqui foi referido ainda no artigo anterior. O que nos leva a voltar com dois exemplos de duas vitórias que nos ficaram na memória e jamais esqueceremos.

Ora, porque as célebres goleadas dos 4-0 da estocada do Lemos, mais as de chapa 5, etc. e tal, têm sido deveras relembradas e bem, recuamos algum tempo mais para lembrarmos duas vitórias do tempo em que os mais protegidos do antigo regime político-social e desportivo faziam o que queriam e ainda lhes sobrava tempo, como se sabe. Porque assim foram mais saborosas as oportunidades em que foi possível ao F C Porto vencer aquela arrogância de quem tinha as costas guardadas pelos poderes de decisão… como aconteceu, por exemplo, a meio da década de sessenta. Na idade ainda infante do autor, que, em idade escolar, era como a criança do atual "Video de Natal do F C Porto"... Num tempo, aquele antigo, em que como Eusébio e comandita costumavam ter os favores dos árbitros, acontecia que quando o jogo se disputava em tarde chuvosa (pois os jogos eram aos domingos de tarde, por norma) havia certa convicção, não sei bem porquê, que a vitória nos podia sorrir… às camisolas azuis e brancas. Tanto o que ocorreu em duas vitórias que não mais esquecemos, uma por 1-0, com golo de Naftal, em 1964/65; e outra em 1965/66 por 2-0, com golos de Naftal e Nóbrega. Duas alegrias que guardamos bem no nosso íntimo e em nossas recordações, por entre documentação do Portismo sentido já nesses tempos  – como se pode ver por alguns fragmentos jornalísticos que guardamos. Cuja visualização dispensa mais explicações e comentários.


Armando Pinto
((( Clicar sobre os recortes digitalizados, para visualização ampliada )))

... Entretanto, venha daí mais uma noite mágica – à imagem do significado do Vídeo de Natal do FC Porto, que conta com a participação de Lopetegui e diversos jogadores. Há mensagens em diversas línguas e sotaques. Em
Noites Mágicas desde 1893...!


(Clicar na seta, para aceder às imagens de vídeo)


quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Norman Hall: a propósito do Porto-Benfica, face à questão das arbitragens “limpinhas”… e jogadas de bastidores.


Aproxima-se o “clássico” F C Porto-Benfica”, do campeonato da Liga de futebol nacional, jogo que (longe vá o agoiro!) pode ter decisão arbitrária… se continuar a saga do favorecimento ao Benfica, como tem acontecido. Vendo-se e sentindo-se como o clube do regime tem sido levado ao colo. O que leva a dizer, para já, que estamos fartos de arbitragens desonestas e habilidades dos homens com poder de decisão federativa, liguista e do conselho de arbitragem. Chega de arbitragens escandalosas em Portugal, como até já há grupos de internautas a dizer basta. E não se pode tolerar mais as desonestidades dos dirigentes das cúpulas do futebol português. 

Por algum motivo é que os clubes que são favorecidos em Portugal, nas provas estrangeiras se vão abaixo das canetas, ficando fora das fases mais adiantadas da Liga dos Campeões e até da Liga Europa, por não terem árbitros nomeados em Portugal. Na senda do que vem de longe…

Nesse prisma, trazemos um caso paradigmático, desta feita, à ribalta deste espaço - que até é lido por adversários, a pontos que alguns energúmenos daqueles tanto tentaram que conseguiram tirar do espaço da internet o blogue antecessor, “Lôngara”, por não gostarem de lá estar muita verdade… verdadeira.

Mas desta vez o caso até se passou relativamente a um jogo com outro clube lisboeta, na altura colocado entre os grandes, trazendo-se apenas como exemplo de quanto o F C Porto sempre foi tratado de forma menor, pelo poder da capital do império da bola…

Passando ao assunto, há que frisar, porém, que o tema, desta vez, até nem foi escrito totalmente aqui pelo autor, mas calha a preceito, em semana de jogo importante…

Ora então atente-se nisto, respigado duma edição da revista “Dragões”, de há anos já:

« Para quem acha que foi o Pinto da Costa que inventou a "guerra" Porto-Lisboa aqui vai um pouco de cultura portista e desportista acerca de um jogador dos anos 20 do século passado.

Norman Hall - O «português» que afinal não o era.

O protagonista desta história jogou no FC Porto há (muitos) anos, o que equivale a dizer que foi inscrito na época de 1919-1920. Nasceu em Inglaterra, chamava-se Norman Hall e, juntamente com Abel D´Aquino, é o único atleta de antanho a figurar na galeria dos sócios honórarios do clube.
Numa altura em que os atletas eram inscritos por categorias (o FC Porto chegou a disputar os campeonatos de quartas categorias), Norman Hall, embora inscrito a meio da época (20/12/1919), passou desde logo a integrar a 1ª categoria, o plantel de elite, na altura constituído apenas por António Lino Moreira, José Magalhães Bastos, José Ferreira da Silva, Harrison, Joaquim Couteiro, Floriano Pereira, Hamilton, Joaquim Reis, Edward George Bull e Alexandre Cal, vindo a revelar-se um grande jogador e um excepcional desportista.
Foi seu o golo da vitória por 2-1 (de grande penalidade) frente ao Sporting, no campo de Monserrate, em Viana do Castelo, a 28 de Julho de 1925, na final do Campeonato de Portugal de 1924/25, campeonato dedicado a Velez Carneiro «half center do Foot-Ball Club do Porto» (como se escrevia na terminologia da época), morto a tiro de pistola, logo após um jogo com os espanhóis do Desportivo da Corunha, na travessa dos Congregados, para onde o atraíra um colega seu de trabalho, escriturário, casado, de seu nome Carmindo Ferreira Duarte.
Razões? Reza a história que se tratou de problemas de alcova, um crime passional, uma questão de adultério. Adiante. A história que queremos hoje contar é outra. Vem preto no branco no «Relatório e Contas do FC Porto» de 1926/27, refere-se ao jogo dos quartos de final do Campeonato de Portugal daquela época quando, a 3 de Abril de 1927, o FC Porto defrontou, em Lisboa, «Os Belenenses, e gira, à volta da utilização do nosso Norman Hall na qualidade de cidadão Português.
Este campeonato, organizado pela «Associação Portuguesa de Football Association» e disputado segundo um novo figurino, tinha no seu regulamento uma alínea que impedia qualquer equipa de alinhar com mais de dois estrangeiros.
Embora o FC Porto entendesse que Norman Hall – porque residia em Portugal desde os oito anos de idade, jogava pelo clube há 15 e pela equipa representativa do Porto-Cidade desde 1919 – era, «moralmente» um jogador português, não quis correr riscos e tendo no seu «eleven» habitual dois jogadores estrangeiros (Siska, um húgaro que o treinador Akos Tezler, seu compatriota, recrutara no Vasas de Budapeste, e Fridolf Resberg, um norueguês que, tendo abraçado a carreira diplomática no seu país e sido colocado no Consulado da Noruega no Porto, surgiu um dia na Constituição para treinar e…tornar-se num avançado de categoria) fez seguir para a Federação, via Associação de Futebol do Porto, uma exposição no sentido de saber se Norman Hall seria ou não considerado jogador português para cumprimento do regulamentado.
Apreciada e discutida a exposição em reunião do Comité Executivo do Campeonato de Portugal – à qual assistiu Manuel Mesquita, representante do FC Porto, entre outros delegados – a decisão final foi coincidente com o ponto de vista Azul e Branco, qualificando Norman Hall como jogador português.
Atingidos os quartos de final, após ter levado de vencida o já defunto «Estrela de Braga», coube ao FC Porto viajar até Lisboa para, como se disse, defrontar «Os Belenenses».
No onze ao lado de Siska, Pedro Temudo, Flávio Laranjeira, Álvaro Sequeira Júnior, António Coelho da Costa, Álvaro Pereira, Valdemar Mota, Acácio Mesquita, Resberg e António Oliveira, lá estava Norman Hall.
A vencer por 2-1 o FC Porto viria a sofrer o empate mesmo em cima do minuto 90, quando o árbitro de Beja, Flecha de sua graça, sancionou um golo em claro fora de jogo, levando o encontro para um prolongamento de meia hora, durante o qual o clube da Cruz de Cristo se colocaria na posição de vencedor (3-2), com novo golo em fora de jogo, como, de resto, unanimemente, a imprensa da época reconheceu.
Os erros foram tão flagrantes e grosseiros que o FC Porto se sentiu obrigado a protestar o jogo junto da Federação, acompanhando o protesto dos 500$00 regulamentares.
O árbitro reconheceu os erros, pelo que não parecia haver outra saída que não fosse mandar repetir o jogo. A Federação, sabendo isto, abafou o protesto, considerou sem qualquer justificação os 500$00 perdidos a favor dos seus cofres e, numa cambalhota impensável, tirou o coelho que tinha escondido na cartola. Alegou que o FC Porto tinha transgredido artº 36 Cap. IV do Regulamento ao alinhar com três estrangeiros (Siska, Resberg e Hall) e, como tal, deveria ver a derrota confirmada.
Reproduzindo o que na época foi escrito, e sempre citando o referido relatório da gerência do FC Porto, dir-se-á que a resolução do caso Hall foi uma traiçoeira armadilha preparada por habilidosos muito práticos no metier para assim terem absolutamente segura a vitória do grupo de Lisboa, visto que, em campo, e com um juiz imparcial não a conseguiriam.
Apesar da nossa Associação se ter imposto perante esta flagrante injustiça, não houve processo de fazer valer os nossos direitos, visto que a acta da reunião atrás referida tinha sido deturpada, não correspondendo à verdade da resolução tomada, motivo por que nem sequer foi assinada.
Resumindo: mais uma vez os dirigentes lisboetas da Federação Portuguesa de Football Association conseguiram os seus fins não olhando a meios».
É caso para dizer agora: decorridos (tantos) anos, o protesto genuíno ficou sem decisão e a massa sem ser devolvida!»

In «Revista Dragões», de Outubro de 2007

= Festa de Despedida de Norman Hall =

Observação: Embora conste do arquivo do autor algumas boas imagens deste futebolista em apreço, desta vez deitamos mão a fotos postadas na Internet por amigos destas andanças, derivado a momentânea impossibilidade de digitalização. Motivo porque as imagens foram copiadas, com a devida vénia: a de cima através  do blogue "Dragãodoporto"; a do meio de "Estrelas do F C Porto", do Paulo Moreira; e a de baixo de "Retalhos da História" do F C Porto, de Fernando Moreira, em Dragões de Azul Forte, no blogue "Bibó Porto, carago"!

Armando Pinto 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Encontro Natalício do Hóquei em Patins do F C Porto


Num ambiente próprio, em tempo de aproximação à quadra de Natal, decorreu no passado sábado um jantar de convívio que serviu para encontro de antigos e atuais hoquistas, mais outras pessoas ligadas ao hóquei em patins do F C Porto.

O acontecimento decorrido, numa feliz organização de Cristiano Trindade Pereira, já foi publicamente noticiado e visualizado, entretanto, através de imagens colocadas no ar, por via de reportagem do Porto Canal no programa da noite de terça-feira (“45 minutos à Porto”) sobre a atualidade do clube Dragão. Podendo acrescentar-se, como ilustração visual mais permanente, aqui para nós, umas fotografias relativas ao mesmo, como fazemos, para o efeito, com a imagem cimeira, de conjunto, e abaixo uma outra de pormenor, que agora partilhamos.


Por fim, como documentário, juntamos link da reportagem do evento, que passou no Porto Canal na passada terça-feira dia 2 de Dezembro - a partir do minuto 8,39s. - (clicando) em


Armando Pinto

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Brahimi, do FC Porto: Prémio BBC de Melhor Futebolista Africano / 2014


O Canal público inglês revelou o nome do vencedor:  Brahimi considerado o melhor jogador africano de 2014, naquele espaço mundial de difusão.

- «Nova distinção para o jogador que o FC Porto contratou no último defeso e que tem sido uma das revelações da temporada. Yacine Brahimi, do FC Porto, venceu o prémio de futebolista africano de 2014 da BBC. O anúncio foi feito pela emissora pública de rádio e televisão do Reino Unido.» Tendo a notícia sido dada através de transmissão efetuada em pleno estádio do Dragão, onde, para o efeito, veio uma equipa de reportagem televisiva da BBC. Acontecendo então com as bancadas azuis por cenário, a entrega do trofeu ao vencedor, em mão, por um representante daquela estação britânica.

Tudo isso após escolha pública levada a cabo antecipadamente. Pois «numa eleição feita através da Internet ou por mensagem escrita (e nós também votamos…), Brahimi recebeu mais votos do que o gabonês Pierre-Emerick Aubameyang (Borussia Dortmund), o nigeriano Vincent Enyeama (Lille) e os costa-marfinenses Gervinho (Roma) e Yaya Touré (Manchester City), que era o detentor do troféu.»!

«A votação encerrou às 18 horas de 24 de Novembro, mas agora, dia 1 de Dezembro,  é que foi divulgado o nome do vencedor. O prémio de futebolista africano do ano da BBC é atribuído desde 2000, tendo já sido distinguidos jogadores como George Weah, Jay Jay Okocha ou Didier Drogba.

Este é o segundo prémio individual que Brahimi recebe depois de ter sido considerado o melhor jogador africano da Liga espanhola em 2013/14, época em que atuou no Granada. Porém, o argelino ficou hoje a saber que não está na lista final de cinco atletas nomeados para o prémio de jogador africano de 2014 da Confederação Africana de Futebol (CAN).»

Ainda que não se entenda como não foi oficialmente assim considerado também, pela Confederação Africana, quase à imagem de não haver profetas em sua própria terra, realça-se o facto de o ser na Europa.

A nova distinção, ainda que apenas parcial, só confirma o que já sabíamos e ainda há pouco tempo foi realçado neste blogue “Memória Portista”, aquando da certeza de passagem do F C Porto aos oitavavos da Liga dos Campeões, nos inícios de Novembro findo  – conf. (clicando em) 


A. P.

sábado, 29 de novembro de 2014

Encontro de Gerações do Hóquei do F C Porto


Na sequência do que antes aqui procuramos divulgar, realiza-se hoje, neste sábado de final de Novembro, na cidade do Porto, um convívio de gente do hóquei patinado portista. Cujo encontro, pelo que se reveste como reunião afetiva de gerações de pessoas do hóquei azul e branco, mereceu hoje mesmo uma noticiazinha no jornal O Jogo.

Porque, conforme o próprio diário desportivo refere, estão inscritos hoquistas, treinadores e outras pessoas ligadas ao hóquei em patins desde a década dos anos sessentas, lembramos aqui e agora, a propósito, uma página de arquivo pessoal referente aos primeiros tempos em que nos despertou interesse seguir o “Hóquei do Porto” – relembrando uma entrevista de Cristiano (o agora organizador do jantar de convívio, em apreço), nos primeiros tempos de sua carreira, dada ao jornal O Porto e devidamente recortada e arquivada pelo autor deste blogue, também.


Armando Pinto


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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Hóquei do F C Porto sempre a rolar...!


Quando é firme a caminhada, não custa seguir em frente. É assim mesmo o hóquei em patins do F C Porto, que ainda este fim de semana teve mais uma jornada gloriosa, virando um resultado manifestamente adverso para uma saborosa vitória, na Liga dos Campeões. Ao vencer  o Vendrell no seu reduto, por 7-9 (depois de ter chegado a estar 7-2…), numa “remontada” digna de nota. Para a história, à terceira jornada do Grupo D da Euroliga /Liga Europeia, na fase de grupos, desta época de 2014/15, ficam os golos de Jorge SIlva (5), Caio (2), Rafa e Helder Nunes, obviamente com a comparticipação de toda a equipa, numa cavalgada que tornou possível aumentar a distância na classificação e manter o 1º lugar, com vista ao apuramento para a fase seguinte. Uma reviravolta, esta, assim operada, logo nos faz recordar o célebre jogo do Pico, diante do Candelária dos Açores, aqui há alguns anos, e anteriormente a célebre 2ª mão em Itália da final da Taça dos Campeões Europeus de 1985/86…

Pois é, o hóquei do F C Porto, ao longo dos tempos, sempre nos habituou a superar dificuldades, mantendo os hoquistas que vestiram e vestem as camisolas azuis e brancas o mesmo espírito de sempre. Conforme se vê por uma outra foto que retiramos do baú de recordações, no nosso caso como adepto seguidor, como se sabe – nessa ocasião reportando a um convívio decorrido há uns anos bons, conforme a respetiva legenda refere (na imagem de cima).

Com estas e outras, recordamos o Encontro que se aproxima do pessoal do hóquei, a decorrer no próximo sábado – conforme referimos aqui no artigo anterior (um pouco mais abaixo deste texto). E recordamos que devem contactar com o Cristiano…para confirmar as presenças!

Refira-se que o Clube de Ténis do Porto, onde se realiza o jantar, fica na Rua Damião de Góis, paralela à famosa Rua da Constituição. Não há que enganar.  

Então até sábado!!!

Armando Pinto

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Convite / Aviso – Ao pessoal do Hóquei em Patins do F C Porto


= Jantar de Confraternização do Mundo do Hóquei Patinado Portista =

Olá.
Dia 29 /11 (último sábado deste mês de Novembro), jantar no Clube de Ténis do Porto, pelas 21,00 horas.

Custo:  € 20. Ementa:  Bacalhau frito de cebolada.

= A ideia é para juntar neste evento o maior número possível de antigos e atuais hoquistas que tenham representado o F C Porto na categoria principal.

Solicita-se confirmação até ao próximo dia 24 / 11.


Devem contactar, por favor, com Cristiano Trindade Pereira, que estará ao dispor também para qualquer dúvida ou esclarecimento. (Quem não tiver o contacto do Cristiano, pode pedir diretamente, através de mensagem para a página do Facebook ou para a caixa de comentários do blogue Memória Portista, de Armando Pinto.)

Obrigatório fazer-se acompanhar da camisola do FCP ou algo semelhante e um adereço, tipo fotografia da época desportiva ou outro, para troca entre os hoquistas presentes.

Para dar umas achegas, de reforço: - Que tal recordar algo, através das imagens aqui colocadas, acima da equipa vencedora do Metropolitano em 1969, depois da primeira vez que o F C Porto esteve representado numa Seleção A de Portugal vencedora dum Europeu de hóquei, no caso em 1971, com Cristiano, por sinal o grande herói dessa conquista; e por fim uma imagem recente, da equipa dos Campeões Nacionais ainda de fresca memória…?!!!


CTP
AP

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Fernando Saúl: A Voz do Estádio do Dragão


Há pessoas que personificam uma instituição, uma coletividade, uma afetividade, uma época, acontecimentos marcantes. Falar em Jorge Nuno Pinto da Costa é associar imediatamente ao F C Porto; lembrar Pedroto é transportar aos anos do arranque da reconquista da primazia do futebol por parte das equipas do F C Porto; falar em Madjer, no “Bi-bota” Gomes e Cª é relembrar os anos oitentas da conquista da Europa e do Mundo; relembrar Hernâni, Virgílio e outros é ter conhecimento do que conseguiu a geração dourada dos anos cinquentas; nomear Pinga e Araújo é lembrar que sempre o F C Porto teve grandes valores e Pinga foi um expoente, a pontos do antigo galardão (antecedente dos Dragões de Ouro) do clube, ter tido seu nome;  recordar Américo, Pavão, Custódio Pinto, Armando e outros que tais é evocar anos do amor à camisola, do valor que era conseguido demonstrar perante o centralismo da capital e da heroicidade de lutar contra o poder lisboeta; falar em Cristiano é entrar dentro do tempo em que o hóquei em patins ganhou relevo no F C Porto e com Alexandre Magalhães, Leite, Ricardo, Castro, Brito, Fernandes, Júlio, Barbot, Jorge, etc. a paixão pelo F C Porto corria em patins com melhor apreço que no futebol; quase a par com o basquetebol do tempo de Dale Dover; como depois Vitor Hugo, Alves, Bruno, Franklim, Tó Neves, Reinaldo e Cª mantiveram o equilíbrio sobre patins mais modernos; tal qual o nome de Mário Silva, Joaquim Leão e mais nos levam pelas estradas onde as camisolas do F C Porto ganhavam corridas a eito… uns Gilberto Duarte, Hugo Laurentino, Moreira, etc, atiram para novo ciclo de campeões de andebol, como que a fazer reavivar tempos de Fabião, Campos, e tantos mais, até ao Leandro, Resende, Eduardo Filipe e outros artistas com a bola pegajosa... e a Juliana Rocha, apesar de não sermos dados a lutas físicas, até nos faz simpatizar com o pugilismo azul e branco... Assim como no futebol mais presente Baía, Jorge Costa e outros nos remetem logo para as taças europeias de 2003 e 2004; Derlei nos faz estremecer até Sevilha e, entre mais, felizmente, o nome de Kelvin nos faz saltar o peito ao minuto 92, do golo que fez ajoelhar o Jesus da águia de rapina e pôs o Dragão em delírio e pelo mundo fora todo um povo felicíssimo… Enquanto o nome de Fernando Saúl nos põe a ver e sentir o estádio do Dragão em voz coletiva e ebulição, a puxar pela equipa do F C Porto.  

- "Vamos lá, vem aí a nossa equipa, a equipa do FUTEBOL CLUBE DO PORTOOOOOOOOO"… «A expressão mais arrepiante que antecede o melhor hino do futebol mundial. Uma eterna e única Paixão. Fernando Saul, melhor Speaker do Mundo, no Melhor Estádio do Mundo! PORTO, PORTOOOOO…!


Conhecemos Fernando Saúl apenas de o ouvir pelo som do nosso estádio, antes no estádio das Antas e presentemente no Dragão. Mais recentemente através de contactos virtuais do Facebook, onde ele pugna também e bem pelo Portismo que deve existir em todos nós. Mas há muito admiramos a sua postura e quanto encarna, por quanto consegue transmitir através da instalação sonora do nosso estádio, pela vida que a sua voz empresta ao colorido ambiente do recinto de jogo. Antes até só lhe conhecíamos a voz, ouvindo-o bem e vendo-o à distância, desde as bancadas para a proximidade do relvado, e só muito mais tarde começamos a identificar a cara, passando a conhecê-lo por imagens, via blogosfera portista e rede social do Facebook, mas mais parece que o conhecemos bem, tal a familiaridade que transborda. Ele corporiza o entusiasmo que vai no nervosismo ansioso das pessoas afetas ao F C Porto, com o microfone em punho e a puxar pelas claques e público em geral.

Vimo-lo esta quinta-feira na reportagem transmitida pelo Porto Canal, no programa Cadeira de Sonho, e, como muitos também disseram, aquela transmissão fez mexer com os sentimentos. Aqui o autor destas linhas, por causa de problemas cardíacos, tem de ter cuidado… mas aquilo fez arrepiar, até parecia que estávamos no estádio, em pulgas para vibrar com a nossa equipa…

Como de outras oportunidades em que neste espaço procuramos homenagear personagens dignos de apreço na Vida do F C Porto, desta vez damos lugar ao que é Fernando Saúl dentro e fora do F C Porto: a Voz do Estádio do Dragão!

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Armando Pinto

sábado, 8 de novembro de 2014

Bons momentos em prata


Na História do F C Porto tem havido já muitos bons momentos, felizmente, a pontos de terem sido assinalados na memória da identidade portista a timbres prateados, no cunho com que ficaram marcados nas memorizações coletivas. Como aconteceu, no futebol sénior azul e branco, aquando do Tri e seguinte Tetra, feitos que ficaram perpetuados em medalhas prateadas – que aqui e agora se recordam. Bem como logo depois veio o Penta… Nessas passagens do tempo, outros ciclos advieram, estando-se presentemente numa nova fase de reconquista. Sendo assim sempre de aspirar a mais, com direito a sonhar com o infinito. Tal o que se espera continue, agora, também, em mais um marco da caminhada que se anseia vitoriosa nesta época em curso…!

Armando Pinto


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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Brahimi e Cª põem F C Porto nos "Oitavos" da Liga dos Campeões


Athletic Club Bilbao - FC Porto, 0-2 !

Em S. Mamés - Bilbau. No chamado País Basco, em Espanha.  Com golos de Jackson Martinez e Brahimi.

O Atlético de Bilbau não teve estofo para o F C Porto. Brahimi "partiu" a defesa basca e o F C Porto pôs-se em vantagem com golo do Cha Cha Cha Martínez, confirmada depois com mais um golo do caso à parte, como está a ser o argelino sucessor de Madjer. Que seja para continuar, é o que mais se deseja.

Agora, o F C Porto assegurou já a continuidade na Liga dos Campeões Europeus, mediante categórica passagem aos oitavos de final da prova, ainda com dois jogos por disputar. Uma façanha em que o F C Porto se inclui nos melhores da Europa, já apurados.


Numa noite fantástica do " Dragao", através de exibição e postura em campo que calou por completo o conhecido inferno basco, a equipa do F C Porto realizou uma partida de gala, resultando em grande vitória e fazendo transparecer o estado de equipa em evolução e fortalecimento, que não pára de crescer.

Neste jogo, além da boa exibição coletiva, sobressaiu o génio do argelino Brahimi, a fazer lembrar o seu compatriota e eterno ídolo portista Madjer.  O que leva a que demos algum destaque ao mesmo, novo craque referencial da Invicta, através de um excerto do artigo que lhe foi dedicado na mais recente edição da revista Dragões.


Contudo, o essencial, por ora, é que um objetivo está entretanto concretizado, na prova mais importante do velho continente, com apenas quatro jogos disputados, ainda; e, com mais duas jornadas por disputar, estamos nos oitavos de final da “Champions”!

Armando Pinto

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sábado, 1 de novembro de 2014

Em memória dos Fiéis Defuntos Portistas: Mausoleu e Jazigos do FC Porto, com Glórias Portistas


Neste fim de semana do princípio de Novembro lembram-se os nossos mortos, celebrando-se os dias de Todos os Santos e dos Fiéis Defuntos. Este ano em dias coincidentes, por acaso, com os presentes sábado e domingo, estando de boa disposição o semblante comum portista, perante agradável vitória da equipa principal de futebol do F C Porto e comportamentos das outras equipas concorrentes ao título nacional desta época – em virtude de copiosa derrota do Sporting e desonroso resultado do Benfica, que venceu pela diferença mínima graças à anulação de um golo que daria empate… num favorecimento mais do que tem sido norma do sistema, que já está a ser demasiado.

Então, a celebração desta data, de comemoração e lembrança, consta do rito antigo cristão, pela grande importância que antes era dado, na vida cristã, ao mistério da morte e à esperança da ressurreição; mas agora nem tanto, conforme se insere por, em cedência aos efeitos da política social, ter sido aceite a eliminação de tal efeméride dos dias santificados, deixando de ser feriado de dia santo.

Ora, neste dia 2 de Novembro celebra-se o Dia de Finados, momento de fazer memória aos parentes, amigos e pessoas de que gostamos e entretanto faleceram. Sendo assim propício, numa conjunta manifestação de afeto, ainda, para lembrar piamente os que serão nossos familiares não pelo sangue, mas pelo coração, como todos os que admiramos ao longo da vida desportiva, como representantes do F C Porto.  

Tem o F C Porto um mausoléu, onde, precisamente, repousam Glórias do F C Porto. E ainda outras sepulturas, nas quais, ao longo dos anos, ficaram sepultados mais outros valores do clube. Além de contar com a imensidão de fieis à causa azul e branca. Assim, porque a memória humana por vezes se dilui, e por isso se torna necessário sempre haver lembrança, de modo a que ninguém esqueça, existe no cemitério citadino de Agramonte, na cidade do Porto, o mausoléu do Futebol Clube do Porto, numa feliz iniciativa da presidência de Afonso Pinto de Magalhães, honrando o sentimento clubista, a denotar que os que serviram e valorizaram o F C Porto jamais serão esquecidos. Ali repousam notáveis atletas, treinadores e dirigentes, lado a lado: Acácio Mesquita, atleta de futebol e outras modalidades, João Augusto Silva, dirigente, Pinga e Pavão, futebolistas carismáticos, Soares dos Reis, grande guarda-redes internacional e dirigente; Joaquim Pereira Lopes (o sr. Lopinhos), massagista, mais José Maria Pedroto, o treinador Mestre. Mas não só, pois, dentro da mesma linha, a gratidão portista está assinalada na campa do refundador do clube, em jazigo da família de José Monteiro da Costa, e pensamos que também (senão há que fazê-lo) no jazigo da família do fundador António Nicolau de Almeida. Bem como, na campa de Miguel Siska, lá está, através duma bola alusiva. Outrotanto, também no cemitério de Paranhos existe, propriedade do F C Porto, o túmulo onde ficou o corpo de Jorge Orth, treinador célebre falecido ao tempo que comandava a equipa do futebol portista.

Pois, diante do mistério do desaparecimento físico, quer pessoal, quer social, em que Jesus Cristo ensinou a olhar a morte além da angústia, ao vencer o lado obscuro da morte, através da sua Ressurreição, aí está a questão: Onde está ó morte a tua vitória? – tal qual está escrito na sepultura-mausoléu do F C Porto. E nós reforçamos, pois os que admiramos como representantes do F C Porto continuam vivos na nossa memória!


Armando Pinto
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domingo, 26 de outubro de 2014

Goleada... com reparos!


Assim corre melhor, até nas gargantas!
Arouca, 0 - FC Porto, 5 !!!!!
- para a Liga Portuguesa, ou seja no campeonato português de futebol sénior.

Cinco a zero?! Agora os do contra - e os que tentam lançar confusões - vão dizer que era melhor guardar alguns golos... 

A verdade é que ninguém ainda conseguira dar uma uma goleada assim em Arouca!

…E ainda foram roubados 2 penaltis ao F C Porto, um quando o resultado estava 0-0 e outro já na 2ª parte, com 0-3... Ou seja, se a equipa não se tivesse superado, era mais uma vez.... um xistrema. Ah, e aquela agressão por trás quase no fim, como pode ter tido diferente tratamento, relativamente à expulsão de Maicon diante do Boavista? Enquanto nos canais lisboetas da tv até dizem que o F C Porto ainda não convence... com inveja, evidentemente. 

Mau é que nos jornais e televisões isso tudo é (será) esquecido. E o que seria se fosse ao contrário?

Armando Pinto

domingo, 19 de outubro de 2014

Ser Portista…!



Ontém e hoje, antigamente e agora, antes e depois, sempre, ser Portista é algo especial, uma crença infinita, um sentimento verdadeiro… Uma fé que até também já moveu um treinador adversário, a pontos  que acabou por se ajoelhar diante de nós, quando o clube protegido do regime sofreu um golo sobre a hora, em tempo extra, de tal forma evidente e surpreendente que não pôde ser anulado pelo árbitro… E é ainda, também, um entusiasmo que leva a suplantar historicamente em números e factos desportivos o segundo clube de Lisboa, sempre à espera de migalhas que caiem, esticando-se em falsa nobreza para esconder misérias, quão se ufana como rico pedinte, quixotescamente… Mas mais que tudo, ser Portista é já ter vivido o tal de gostinho especial minuto 92, depois de se ter visto levantar a inesquecível taça que todos agarramos em nos sentirmos como o João Pinto, tal qual foi sentir o frio de Tóquio de coração quente como o Gomes a sorrir para a Intercontinental, idem aspas na Supertaça europeia que deu volta de honra nas Antas agarrada por Gomes e Lima Pereira mais acompanhantes, tal qual fizeram Jorge Costa e Baía anos depois em Sevilha, e tudo o mais que se seguiu… E também ter sentido o que se passou de permeio, assim como atualmente.

Não serão precisas mais palavras que isto, para enquadramento. Servindo-nos do exemplo dum lapidar panfleto distribuído há uns anos largos, colocando nomes de antigos atletas e dirigentes. Como se tivesse sido noutras épocas, e anos depois, poderiam ter sido apontados nomes duns Araújo, Hernâni, Américo, Gomes, Pedroto, Baía e Pinto da Costa, transplantando o tribunal das Antas para a modernidade do estádio do Dragão, e … contando com o sangue que corre e pulsa em Portistas que se identificam nestas definições.


À atenção dos atuais timoneiros e de toda a massa adepta, em suma. Sendo preciso conhecer a História do F C Porto, para reconhecer os nomes antigos e entender o significado das respetivas associações, mas também a história recente e a permanente de quanto custa quando o Porto perde… bem como o que representa quando o Porto ganha! Enquanto uma bola pula e avança...

Armando Pinto

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

F C Porto-Sporting para a “Taça”… em fase de arranque.


Na contagem decrescente de tempo para o jogo que coloca os leões lisboetas frente ao Invicto Dragão, a ter lugar neste já muito próximo sábado outonal, no estádio do Dragão, coloca-se perante o interesse derivado desse confronto, de estatuto clássico, algumas curiosidades relativas à dimensão histórica dessa rivalidade sempre acirrada. Desta feita mais ainda instigada pelas declarações e comportamento do atual presidente leonino.

Para o efeito, de molde a recordar-se alguns dados relacionados ao rol histórico do próprio encontro, respigamos uma pequena caixa publicada no jornal O Jogo, na edição desta sexta-feira, dando conta de particularidades e factos.

Embora o mesmo texto relacione outros casos, quanto ao futuro, interessa agora mais o presente, ainda que o desafio aconteça muito cedo, quanto ao decorrer da competição. Importando assim mais continuar em frente, pois atrás virá gente… Até porque cada jogo e correspondente época têm sua história.

= Djalma - avançado reinante, no tempo =

De realce, quanto aos jogos em si, entre o F C Porto e o Sporting para a Taça, como popularmente é chamada a Taça de Portugal, há sobremaneira o facto do F C Porto estar em vantagem. O que também não significa muito mais que o que é, mas sim dá mais força e razão, pois o que conta é que o F C Porto ganhe e siga em frente. Como da última vez que tal sucedeu, com a Taça ainda no seu início, do decurso das eliminatórias, quando um golo de Bernardo da Velha apurou o F C Porto e eliminou a sua anterior equipa. Sim, porque Bernardo da Velha veio para o Porto depois de não ter tido oportunidades em Alvalade e acabou por singrar, detentor como era de apreciável polivalência, primeiro como avançado e depois na retaguarda, sempre na defesa das cores azuis e brancas que abraçou.

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Dando uma ajuda ao que é descrito na publicação do referido diário desportivo, juntamos aqui também algumas imagens ilustrativas, do tempo dessa mesma eliminatória, tal como a nota de reportagem d’ O Jogo refere - em que eram especiais cabeças de cartaz da equipa do F C Porto, entre outros, o valoroso guarda-redes Américo, o médio distribuidor de jogo (centro-campista) Pavão e o avançado-centro brasileiro Djalma.

E, com estas e outras, venha daí mais este Porto-Sporting a contar para a Taça de Portugal e para o nosso ego Portista. 

O tal ..... De Carvalho está a precisar duma boa resposta, que lhe sirva de lição, dentro do campo e com justiça, qual justa eliminação da equipa viscondal.


Armando Pinto

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Uma Curiosidade evocativa - de vez em quando…


Na temporada da foto, que desta vez damos à estampa, começava a soprar alguma brisa de progresso duns tempos mais contemporâneos, quando pelas nossas bandas se iniciavam algumas ações tendentes a apanhar a carruagem do que se via lá por fora; como na televisão surgiam multidões empunhando adereços dos mais variados géneros e feitios alusivos aos respetivos clubes, enquanto por este cantinho à beira mar plantado apenas se viam bandeirinhas calmamente pousadas ao ombro e se agitavam quando a nossa equipa entrava em campo, depois quando marcava e, por fim, ganhava… quando ganhava.

Então, a imagem em apreço, reporta ao início do uso dos cachecóis à Porto e no ambiente clubista do F C Porto, com riscas azuis e brancas, ao tempo ainda sem emblema, nem legendas. O clube ainda não se lançara a aproveitar os efeitos da sua e nossa imagem de marca. Estava-se nos primeiros anos da década de setenta, à entrada de 1973. Manuel Guedes e o louro José Rolando, dois defesas da equipa principal do F C Porto dessa época, tiveram a iniciativa, comercializando esses novos adereços, através duma espécie de sociedade formada por tal dupla empreendedora. Num dos momentos de promoção, aproveitaram a chegada de Cubillas ao Porto, já autêntico cabeça de cartaz da equipa portista nesse período, e juntaram-se a fazer uma pose para os devidos efeitos. 

Chegaram a corresponder ao interesse dos adeptos com envio do produto por correio, à cobrança pela via postal, de modo que conseguiram lançar uma campanha vasta, a pontos de enviarem as encomendas até onde fossem pedidas, para os domicílios dos interessados, além de pontos de venda junto ao estádio, em dias de jogos e treinos, inclusive. Foram assim eles que venderam os primeiros cachecóis, para apoio ao F C Porto. Eu comprei um, que guardei e ainda o tenho, original e bem preservado, depois de com ele ter vivido, à chuva e ao sol, inesquecíveis momentos de euforia, como no campeonato finalmente conquistado em 1977/78!

Por tal motivo interessante, como curiosidade histórica, aqui fica a pose memoranda (foto ao cimo), com Guedes e Rolando a ladearem o seu colega célebre Teófilo Cubillas e todos devidamente apetrechados com um cachecol. (Foto do “Livro de Ouro do F C Porto”)

Armando Pinto


sábado, 11 de outubro de 2014

Uma fotografia com história e Parabéns... a Armando Silva - guardião portista e amigo!


Ainda há tempos bailou-nos na ideia, transcrita para estas anotações, uma possível iniciativa de, quando possível, juntar alguns guarda-redes mais salientes, à luz da memória, dos que defenderam as balizas de futebol do F C Porto. E hoje lembramo-nos de um, de modo particular, neste dia em que perfaz mais um ano de seu trajeto de vida, ele que imprime sua marca em quem o conheceu e admirou – o guarda-redes Armando, que em finais dos anos cinquentas e, depois ainda, de novo, nos princípios da década dos anos setenta, defendeu a camisola nº 1 do F C Porto.

Como numa digressão por temas que falem à sensibilidade de interesse clubista, no que diz respeito a assuntos da memória coletiva portista, surge sempre qualquer motivo mais em memorações recentes. Numa toada com vez para redescobrir de histórias, daquelas que fazem lembrar sempre pessoas de estima e coração grande.

É assim que damos sequência por curiosidades históricas relacionadas com tais assuntos, através duma fotografia cuja luz refletida, na gravura, permite ainda vislumbre da captação registada. Sendo, com efeito uma foto, que sobreviveu à erosão do tempo, e desse modo permite-nos dar olhos a aspetos de sensação memoranda, na proporção do peso e medida de interesse pessoal. Quão se nos depara na imagem junta, intercalada no texto, a dar conta dum cromo de jogadores da bola, como se dizia, daquelas populares imagens de papel retangular que davam a conhecer ases do desporto, em tempos que há muito já lá vão. 

Ora, diante da gravura em apreço, retratando o guarda-redes Armando Pereira da Silva na qualidade de titular da guarda-mor às balizas do F C Porto, vêm-nos à memória recordações desses tempos. Que deixamos na nossa gaveta de memorizações, por ora, mas queremos evocar, por quanto merece apreço esse guardião que sempre foi um grande Portista.

Na pertinência desta imagem: Uma fotografia com história – a propósito do aniversário natalício do antigo guarda-redes do F C Porto Armando Silva, como motivo para lhe enviar um abraço de parabéns!


ARMANDO PINTO

domingo, 5 de outubro de 2014

Salvé... Data diamantina de Mário Silva, histórico ciclista português do F C Porto !


É nesta data o aniversário natalício de um nome que é um dos grandes referenciais históricos do F C Porto, um ídolo de nossa infância e juventude, como grande representante portista dos inícios da afeição geradora do Portismo aqui do autor destas linhas – o antigo ciclista Mário Silva. Perfazendo neste dia a soma de 75 anos de vida, uma efeméride jubilar que importa assinalar, por quanto ele, o aniversariante em apreço, representou na auto-estima de muitos portistas durante tempos em que o ciclismo foi das mais importantes modalidades no ecletismo do F C Porto.

= Mário Silva, ao sagrar-se vencedor da Volta a Portugal, em 1961. =

No calendário formal das comemorações aniversárias, celebram-se as datas respetivas com atribuição de uma denominação abrilhantadora da efeméride.  Sendo  costume classifica-las como bodas, no sentido que as comemorações inicialmente se referiam à soma de anos passados dos casamentos. Na evolução semântica, por analogia, todos as comemorações passaram a ser classificados por essa tabela e nomes correspondentes. Ora, entre as mais celebradas, como são as bodas de prata (da passagem de vinte e cinco anos) e de ouro (dos cinquenta) há depois, seguindo na distância de 25 anos entre cada qual, a outra conta jubilar dos 75 anos, normalmente conhecida por bodas de diamante, da classe brilhante. É pois assim que, na assimilação de outros factos marcantes da vida social, para assinalar cada um desses eventos se associa o nome dum material valioso representativo, calhando ser de diamante a passagem dos 75 anos. Derivando o nome diamante da palavra grega "adamas", que significa força e eternidade apaixonada. Um significado que calha a preceito no que respeita a Mário Silva, admirado e aplaudido durante os anos em que o F C Porto foi expoente no desporto das bicicletas de corrida, como popularmente se dizia.

= Com a tradicional coroa de louros, de vencedor da "Volta"! =

Mário Silva, efetivamente, foi alguém no ciclismo, no seio da grande coletividade F C Porto e no panorama do ciclismo português durante a década dos anos sessentas – como já recordamos em artigo que aqui lhe foi dedicado, conforme pode ser relembrado no link que indicamos no fim deste texto. Mas nunca será demais tributar-lhe homenagens evocativas, por quanto para sempre o recordamos, a par com uns quantos de diversas modalidades, dos que mais nos despertaram sentimentos Portistas naquelas eras em que não eram muitas as vitórias no futebol, perante o totalitarismo imposto pelo regime político-desportivo desses anos de desvios de atenções perante outros acontecimentos…enquanto noutras modalidades, como o andebol de onze dos campeoníssimos, de evidente supremacia portista, não perpassava grande impacto até sítios do interior do país, ao passo que o ciclismo chegava a quase todas as terras e passava às portas das pessoas, por assim dizer.

= Equipa do F.C.Porto de 1961. Na foto (a partir da esquerda) constam: José Pacheco, Sousa Cardoso, Carlos Carvalho, Sousa Santos, José Pinto, Ernesto Coelho, Mário Silva, Mário Sá, Azevedo Maia, Júlio Abreu e Artur Coelho. =

= Os 5 ciclistas do FCP que terminaram a Volta a Portugal de 1961 (sabendo-se do que aconteceu entretanto…). Vendo-se na pose final, a partir da esquerda: Mário Silva, Carlos Carvalho, Sousa Santos, José Pacheco e Sousa Cardoso. =

Relembre-se que o ciclismo é uma das modalidades desaparecidas das atividades do F C Porto, mas, mesmo assim, ou apesar disso, passadas mais de três décadas o F C Porto ainda detém o máximo de vitórias individuais e coletivas no historial da Volta a Portugal em bicicleta. E trinta e um anos depois de ter acabado a modalidade no clube, o ciclismo do F C Porto é ainda das modalidades mais recordadas nas memórias dos adeptos Portistas. Transportando boas recordações os triunfos como o de Mário Silva, vencedor da Volta a Portugal de 1961 e com outras boas classificações e vitórias em Voltas, Grandes Prémios e Circuitos que se seguiram durante a sua carreira distinta. Em vista disso marcamos território justificativo com algumas imagens, quer do arquivo pessoal do autor, como algumas da página do facebook do próprio Mário Silva, como ilustração.

= Equipa do F C Porto, na pista e perante o público do estádio das Antas, na hora da consagração  da vitória individual de Mário Silva e coletivamente do F C Porto, no Grande Prémio Robbialac de 1965. A partir da esquerda:  Onofre Tavares (treinador), José Pacheco, Albino Alves, Cosme Oliveira, José Pinto, Mário Silva e Joaquim Leão. =

Sintomático desta constatação é o facto de ainda recentemente, na revista Dragões, em seu número correspondente ao mês de Agosto, ter vindo uma galeria retrospetiva das vitórias individuais de ciclistas do F C Porto na Volta a Portugal – de onde se respiga a parte respeitante à Volta de Mário Silva.


A propósito, como na noite da inauguração do pavilhão Dragão Caixa houve uma homenagem pública a alguns dos que são Lendas do F C Porto, num momento que nem deu para lhes ver a cara, praticamente, por ter sido quase às escuras, como é normal na ocasião de brindar em festejos, seria de fazer algo do género agora relativamente ao museu atual, em data oportuna, por exemplo (porque não no aniversário da abertura ao público…?) de modo a juntar Estrelas da História do F C Porto naquele museu simbolizado precisamente numa estrela, qual genérico desse espaço da constelação azul e branca de sempre. 

= Momento do brinde de honra na inauguração do “Dragão Caixa”. =

Considerando-se assim, desses antigos atletas, como autênticos senhores muito importantes do F C Porto e merecedores de tal concentração de estrelas, aqui para quem se exprime por estas palavras escritas: o Mário Silva e alguns outros ciclistas salientes, naturalmente, mais uns Américo, Festa, Armando, Gomes, Oliveira, Rodolfo, João Pinto, Vitor Baía, do futebol, Cristiano, Barbot, Fernandes, Brito, Leite, Magalhães, Castro, FranKlim, Vitor Hugo, Alves, Reinaldo, etc. do hóquei, Isolina Pinhel, Carlos Carneiro, Brazeta Oliveira, Manuel Sousa, Viães Lemos, Jorge Aragão, Aurora Cunha, José Sena, Fernanda Ribeiro, etc, também, do Atletismo, Fátima Pinto, Francelina Valadares, Franqueira, Paula Santana, Teresa Figueiras, Rui Borges, Paulo Trindade e mais da natação, Leandro, Borges, Filipe, Resende, Moreira, e quantos mais do andebol, o Manuel António, o Babo e Cª do basquetebol, Juliana, do pugilismo, Rui Costa, João e outros do bilhar, e por aí adiante, dos ainda vivos, felizmente, que podem representar épocas, factos e feitos da vida gloriosa do F C Porto…

Fica a dica de lembrança, à consideração de quem de direito.

= Mário Silva em pleno esforço de trepador, à frente de Joaquim Agostinho. (Numa época em que a secção de ciclismo do FCP usou camisolas diferentes, relativamente às outras modalidades do clube, derivado à publicidade, ainda não existente nas restantes camisolas, ao tempo). Imagem de dois  grandes do ciclismo Português, de épocas distintas, que ainda chegaram a correr juntos. Aqui a foto reporta a uma etapa em que Mário Silva venceu Agostinho, na tirada Alcains-Seia, com passagem pelas Penhas da Saúde. =

Entretanto e quanto ao que nos é possível, aqui deixamos nossos efusivos votos de parabéns ao “Mário Silva do Porto”, juntando nesta data especial uma mensagem de reforço ao Portismo que corre nas veias, enquanto força simbólica que merece nosso afeto.

= Na imagem, acima: Homenagem a Mário Silva, por uma associação cultural de sua terra natal, em Caldas de S. Jorge-Feira, com a presença de Jorge Nuno Pinto da Costa, Presidente do F C Porto, em Novembro de 2005. =

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Nota: E... Confira-se (clicando no link seguinte) em “Mário Silva: um Ás dos pedais dos anos deouro do ciclismo do F C Porto

Armando Pinto