Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Quinito: Eterna “Promessa” na Simpatia Portista


Estamos habituados agora ao F C Porto ser normal candidato ao título nacional de futebol. Permanecendo normalmente o F C Porto nos lugares cimeiros, até alcançar o lugar primeiro. Com futebolistas e treinadores que são mais ou menos admirados, mas mais tarde serão sempre recordados.

= Equipa principal do F C Porto num dos jogos em que Quinito alinhou de início, então junto (a partir de cima e desde a direita) com Eurico, Lima Pereira, Inácio, Fernando Gomes, João Pinto, Zé Beto, Frasco, Vermelhinho, Quim e Futre. =

Numa História como a do F C Porto, onde cabem variados factos e nomes dignos de perene memória, há também constante recordação de valores que ficarão por longos tempos na simpatia clubista. Daqueles que, além de constarem em listas de campeões, também porque, a seu tempo, foram considerados prometedores e para sempre ficaram na afeição dos adeptos fieis.

Ora, assim sendo, quase como familiares que viram seus meninos crescer e os mantiveram mentalmente assim, ainda estreitados a si, também os apoiantes Portistas têm certos jogadores como promessas eternas. Tal é, para nós, o caso de Quinito, o jovem futebolista que deu nas vistas ainda nas camadas jovens do F C Porto e começou a evoluir no plantel sénior na época do título nacional de 1978/79. Quando o F C Porto conseguiu soltar-se de antigas amarras e passou a poder lutar pelas posições classificativas de cima.


Desse Bi-campeonato ganho pelo F C Porto de assentada, tirando a barriga de misérias de modo consecutivo, em seguimento do célebre título de 1977/78, juntamos uma página evocativa. Por quanto diz respeito à memória relacionada com a memorização que, desta feita, dedicamos ao Quinito, admirado virtuoso dos toques na bola, que parecia colar-lhe aos pés e daí sair teleguiada, na construção de jogadas deveras aplaudidas.

Sobre Quinito, ficou descrito resumidamente, assim, no livro “ F C Porto / figuras & factos / 1893-2005”, por J. Tamagnini Barbosa e Manuel Dias:

Com efeito, como sénior, Quinito foi duas vezes Campeão Nacional pelo F C Porto, constando honrosamente na Galeria dos Campeões Portistas. Tendo sido lançado na alta roda do futebol pela mão de Pedroto, com quem ainda andou na equipa até ao malfadado verão quente de 1982, e posteriormente após a chegada de Pinto da Costa à presidência diretiva e consequente regresso de José Maria Pedroto, sendo dos elementos ativos no período anterior à maléfica doença que afastou o Mestre Pedroto.


Depois, com Artur Jorge foi novamente Campeão, ajudando a mais um título nacional, então na época de 1984/85 – como agora aqui se recorda, ainda, com alusiva passagem e a capa da revista / número especial  “Ídolos do Desporto”, de 1985.


Passaram já muitos anos, e bem sabemos que a carreira de Quinito não chegou a atingir o ponto alto que desejávamos, todos nós Portistas; mas chegou a estar em ponto de rebuçado, sem contudo ir além, por variadas razões em que o futebol é fértil. Poucos foram e são, entre tantos, os futebolistas que conseguem manter-se por muitos anos em elevado estado, no seio das grandes formações. Quinito depois ainda andou por outras equipas. Mas ficou sempre na Memória Portista, como uma constante recordação e um simpático valor do passado eterno do mundo azul e branco.


Como diz uma cantiga, O Porto é o maior e o resto é conversa. E todos juntos é sempre uma festa. Festa essa de tanta gente… que celebra com cálices de Porto – como com Quinito se celebrou em dois Campeonatos e uma Taça.


Armando Pinto

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2 comentários:

  1. Como transmite, todos nós Portistas gostamos e lembramo-nos do Quinito. Mas só o Armando Pinto soube transmitir isso desta forma, da qual gostei. O Quinito devia ter conhecimento deste post que não deixa ficar esquecido como tantos.

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  2. É mais um jogador, não tão conhecido como outros, mas que foi importante na conquista de títulos para o F.C. Porto.
    A história do clube também é feita através desses jogadores menos conhecidos.

    Abraço

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