quarta-feira, 19 de março de 2014

“Curtição” Portista: Sentimento de Pessoas de Bem...!


Curtido numa simbiose de alegrias e tristezas, o sentimento de afeto ao F C Porto alimenta-se de tudo o que ajude ao fortalecimento clubista, numa amálgama de suportes afetivos. Tal o que identifica coletivamente este nosso baluarte, desde a bandeira que esvoaça no cume do pensamento, o emblema que chama a atenção estimativa, a equipa diretiva que defende os interesses de tão grandiosa agremiação, a equipa representativa que é nossa voz no extravasar de especial razão da vida. Formando tudo isso a dignidade conjunta de quem gosta de vencer com justiça e superioridade, como Pessoas de Bem – a Família Portista, composta por elementos da sociedade sócio-desportiva irmanada em torno do F C Porto.

Sim, pessoas de bem, e não como aqueles que não olham a meios para atingir fins, quer diretores sulistas e elitistas que procuram fazer os outros cair para se poderem erguer, e adeptos que só vêm para a frente da testa, não interessando como...

Em harmonia à nossa mística Portista, na verdade, a essência do clube foi e é definida também por regras, num espírito estatutário. Ora, de acordo com originais regulamentos que foram dando ser à coletividade, é curioso verificar, pelo menos como protótipo histórico, que diversas alterações foram sendo implementadas, em transformações acontecidas e evoluções realizadas, embora nalguns casos também por meras estratégias  de mercado  e até simples esquecimentos, na voragem dos tempos.

Como mero exemplo, recuando um pouco no tempo, recordamos desta feita um trecho dos Estatutos do F C Porto, numa das versões não antigas por demais, tratando-se do caso da respetiva reorganização consentânea com o período de abertura do regime do Estado Novo pós-Salazar, em finais dos anos sessentas (sabendo-se que toda a regulamentação oficial tinha de ter aprovação governamental e nesse tempo os Estatutos do FCP foram aprovados por Despacho do Ministro da Educação Nacional em 25 de Novembro de 1968, seguido de publicação no então Diário do Governo de 13 de Dezembro também de 1968).

Nesse quadro e em todo o sentido acima vincado, foca-se somente e sobretudo, para o efeito desta evocação, uma parte do capítulo da identidade física e humana.

(CLICAR sobre a imagem digitalizada, para AMPLIAR)

Armando Pinto

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