quinta-feira, 30 de julho de 2015

A “Volta” ganha por José Pacheco do F C Porto


Já está em andamento pelas estradas, a percorrer serras e vales por este nosso país além, a Volta a Portugal em bicicleta. Pese no início esta importante competição ciclista estar ainda sem grande mediatismo, quando o futebol continua a ganhar por larga margem mesmo neste período de pré-época, com jogos de preparação. Nomeadamente por o ciclismo ter perdido atenções, sobretudo a partir do afastamento dos clubes grandes do desporto português.

Entretanto, porque o ciclismo foi uma modalidade que captou muita paixão entre a massa apoiante do F C Porto ao longo dos anos; e o clube azul e branco da Invicta, depois de ter deixado de ter equipa de ciclistas há muitos anos, ainda ser detentor do maior número de conquistas na história da grande corrida nacional, a Volta a Portugal; continuamos aqui a recordar algumas parcelas do rico historial do desporto das bicicletas enquanto teve representações das camisolas das listas azuis e brancas. Agora focando a memória na Volta a Portugal de 1962.


Assim, na linha de anteriores apontamentos evocativos, desta vez detemos uns vislumbres numa das vitórias portistas em tão carismática competição. No caso a "Volta" ganha por José Pacheco, enquanto ciclista do F C Porto. Através dalgumas imagens: ao cimo mais uma de arquivo pessoal; depois uma captada da coleção Ídolos do Desporto (também da biblioteca particular do autor destas linhas e do blogue), com Festa e Atraca, futebolisdtas do F C Porto da década dos anos sessentas, a dar apoio ao amigo do mesmo clube que, vestindo a camisola amarela, estava prestes a triunfar na classificação final da maior corrida portuguesa; de seguida alguns respigos do livro "História da Volta", de Guita Júnior...




...e, por fim, uma sequência digitalizada do álbum “OS HERÓIS DA ESTRADA”, edição Jornal de Notícias/O Jogo – onde fica ilustrada mais essa vitória individual dum ciclista portista e coletivamente também do F C Porto.


Armando Pinto

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Faleceu Gualter, um dos históricos números 2 do Futebol Clube do Porto


Faleceu Gualter, defesa direito de prestígio pelos idos finais dos anos sessentas, até meados dos anos da década de setenta.

Manuel Gualter Martins da Costa havia nascido a 6 de Agosto de 1945, em Oliveira-Guimarães.

A morte de Manuel Gualter deu-se ontem, quarta-feira, encerrando o seu fio de vida aos 69 anos de idade, vítima de doença prolongada. E logo correu nos meios informativos a triste notícia, da morte desse que foi um conhecido futebolista do F C Porto entre os anos de 1969 e 1974.

Depois de ter feito algumas épocas no Vitória de Guimarães, Gualter transferiu-se para o F C Porto no verão de 1969. Tendo então o clube das Antas conseguido desviar tal defesa das pretensões do Benfica e do Belenenses, havendo estado alguns dias hospedado em casa de Sebastião Ferreira Mendes, presidente honorário do F C Porto, até conclusão dos trâmites da sua transferência.


Internacional pelas seleções Militar e de Esperanças, jogou também pela seleção da Associação de Futebol do Porto. Entre o que era possível, à época, perante o estado do tempo de presidências federativas do sistema BSB... 

Segundo dados transmitidos em notas informativas publicadas através de diversos meios, nos cinco anos de azul e branco Gualter fez 105 jogos e marcou um golo. Durante essas cinco temporadas seguidas foi o dono do lado direito da defesa do F C Porto, jogando depois no F C Famalicão e no F C da Lixa.

Conforme informação da página informática do F C Porto, o funeral do antigo jogador dos Dragões realiza-se esta quinta-feira, pelas 10 h 30, na Igreja de São Mamede, em Guimarães.

Paz à sua alma. Mais uma estrela fica a brilhar no Infinito, no universo celeste azul.


Armando Pinto

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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Camisola de Pavão emoldurada


Sem necessidade de muitas palavras, aqui fica um post de atualização: 

- Entre recordações contidas em relíquias e objetos de afeto e estimação, eis a camisola do "Pavão do Porto" que há muito o autor deste blogue tem e se orgulha naturalmente de possuir. Agora devidamente emoldurada, como se pode ver nas imagens juntas, conforme temos no nosso remanso, em recanto particular, do escritório doméstico. 


Armando Pinto

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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Mundo Azul e Branco


É sabido que tudo o que gira em torno do Futebol Clube do Porto – do que é o grande clube com símbolo encimado pelo flamejante Dragão e personifica o colosso desportivo que albergou valores desportivos como uns Pinga, Hernâni, Virgílio, Barrigana, Pedroto, Américo, Cubillas, Fernando Gomes, João Pinto, Madjer, Deco, Vítor Baía, etc. e agora conquistou a preferência dum Casillas super estrela mundial e do Maxi Pereira que trocou o vermelho do clube protegido do regime português, pelo azul portista de carácter invicto, tal como este nosso F C Porto é universo com muitos e bons apoiantes e tudo mais – é tido por mundo azul e branco. E todos sabemos que o céu é azul, como vemos e apreciamos a abóboda celeste. Mas há mesmo o próprio mundo, o globo terrestre, com a mesma tonalidade, como por estes dias foi confirmado pelos especialistas das viagens pelo espaço.

Com efeito, neste mês de Julho de 2015 (43 anos depois da captação da fotografia mais conhecida da Terra, tirada em 1972 durante a missão da NASA Apollo 17; e após mais recentes imagens feitas por naves japonesas), a agência espacial norte-americana voltou a mostrar ao mundo como ele é a uma distância de 1,6 milhões de quilómetros do solo terrestre. Captado numa só imagem por uma câmara localizada no satélite Deep Space Climate Observatory (DSCOVR), o nosso planeta volta a revelar os seus tons de azul como há quatro décadas.

Essa fotografia tecnológica de um satélite meteorológico foi alcançada no dia 6 de Julho e a Terra, vista a distância suficiente, surge aos olhos humanos bem linda, em tonalidade azul e branca .

Como não pôr os olhos nisso, perante tal amplitude, se tudo o que paira sobre nós é azul…?!


Armando Pinto

domingo, 19 de julho de 2015

Umas recordações e curiosidades, de vez em quando…


« Há 11 anos, na sequência da histórica época 2003/2004, Vítor Baía, Ricardo Carvalho e Deco integram a equipa do ano para a UEFA. O FC Porto tinha-se sagrado campeão europeu há menos de dois meses e os jogadores do FC Porto eram naturalmente destaque nos balanços da temporada » – conforme é relembrado em “ Dragões Diário”.


Vem a propósito, na mesma linha, recordar também: Vítor Baía, que é ainda o futebolista português mais titulado, com 33 títulos conquistados, foi considerado pela UEFA o melhor guarda-redes europeu do ano de 2004. E, ele mesmo, tem a honra de ter sido incluído na “capsula do tempo”, enterrada pela UEFA para memória futura, com um par de luvas com seu autógrafo; assim como na mesma, além disso, o F C Porto, como único clube português considerado digno dessa glória, está representado por uma bola autografada pelo plantel que venceu a Liga dos Campeões Europeus em 2004. Tal como Deco, o “Mágico”, foi considerado pela UEFA o melhor jogador no ano 2004. E Ricardo Carvalho, depois, protagonizou um record nos números de sua transferência, a nível de futebolistas portugueses de um clube nacional para o estrangeiro, sendo a sua ida para o Celsea de Inglaterra, por 30 milhões de Euros, no defeso de 2004, uma das maiores de sempre.


Algumas outras curiosidades de marca perene, em dados estatísticos de jogos de séniores: João Pinto, antigo defesa lateral direito pelos anos oitenta e noventa do século XX e um dos célebres números 2, entre a honrosa lista de famosos defesas que vestiram a camisola com esse número, tendo disputado 407 jogos oficiais, foi o futebolista com mais jogos feitos ao longo dos tempos ao serviço do F C Porto. Bem como Fernando Gomes, avançado portista dos anos setenta, oitenta e princípios de noventa, é ainda o melhor goleador de sempre ao serviço do F C Porto, com 318 golos, entre 1974 até 1991.


(Estatísticas constantes do livro " 300 FACTOS - F C PORTO - PARA OS MAIS APAIXONADOS ", publicado em 2012. Produto Oficial F C Porto.)

Armando Pinto

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sexta-feira, 17 de julho de 2015

José Bastos "Bastinhos": Um pioneiro na lista de futebolistas famosos transferidos do Benfica para o F C Porto


Está viva a saída do Benfica para o F C Porto do aguerrido defesa uruguaio Maxi Pereira, ainda bem fresca que é a ferida causada nas hostes benfiquistas com a presente e sensacional transferência, resultando num autêntico golpe tal aquisição máxima para o F C Porto.

Essa nova realidade, com que ninguém contava até há pouco tempo, não é porém caso virgem em mudanças desde o clube de Carnide para o ambiente das Antas, rumo ao Porto. Dando azo, por isso, a uma rememoração apropriada, atendendo ao rol de futebolistas famosos que trocaram a camisola encarnada do Benfica de Lisboa pela azul e branca do F C Porto.

Apesar da tradicional rivalidade entre os dois clubes, e pela competitividade entre ambos não haver normalmente conversações de mútuo interesse para trocas ou aquisições, ainda é substancial e significativa a galeria de futebolistas de primeiro plano que jogaram no Benfica mas depois preferiram alinhar no F C Porto. Remontando o começo dessa saga aos inícios da década dos anos 20, do século XX.


= Alguns valores do tempo de Bastinhos no F C Porto - segundo a inicial História do F C Porto, escrita por Rodrigues Teles e publicada em 1933. =

Conforme rezam memórias escritas, o pontapé de saída foi dado em 1921 por José Bastos e Artur Augusto, que no Porto enfileiraram com escol de grandes valores, entre os quais Tavares Bastos – motivo porque José Bastos passou a ser conhecido por Bastinhos, para diferenciação. Enquanto Artur Augusto, como se sabe (e já recordamos neste blogue) foi então o primeiro futebolista do F C Porto Internacional A, por ter feito parte da equipa considerada a primeira seleção nacional sénior de Portugal.

Ora, em diversos espaços de dados tem aparecido alguma confusão entre Tavares Bastos e o José Bastos “Bastinhos”. A pontos que a transferência incontornável de Maxi para o F C Porto deu lugar a diversas crónicas, em jornais, mesmo na televisão e na blogosfera, referindo Tavares Bastos como o primeiro. Quando se trata de outro, José Maria Tavares Bastos (Bastinhos). Tendo havido realmente um Tavares Bastos, assim mesmo conhecido, mas outro, natural do concelho de Gaia e que ficou com auréola famosa (inclusive referido por não ter sido chamado à tal primeira seleção, assim como também o então guarda-redes Lino Moreira, apenas pelo faciosismo de sempre - o que levou a público diferendo na imprensa, à época). O qual jogou diversos anos no F C Porto, enquanto o que veio de Lisboa jogou poucas épocas somente.

Em virtude desse e destes factos, juntamos algumas fotografias do Bastinhos do F C Porto, em virtude de haver imagens de Tavares Bastos a confundir as informações difundidas. Deitando mãos, neste caso, a imagens dos livros da História do F C Porto, de Rodrigues Teles, quer da edição de 1933, como dos posteriores volumes editados pelos anos da década de cinquenta.

= Equipa do F C Porto em Agosto de 1922. Incluindo (a partir da esquerda), de pé: Armando Moura, Mota, Alexandre Cal, Bastinhos, João Nunes, Hall, Velez Carneiro e Lino Moreira, sentados – Floriano Pereira, Balbino e António Lopes Carneiro.

Na pertinência do caso, respigamos, com a devida vénia, o que explanou o site informático “Zerozero”:

« Confirmada a contratação de Maxi Pereira pelo FC Porto, o uruguaio é o 14.º jogador a deixar o Benfica e a ingressar, diretamente, no rival portista.

Em toda a história do futebol português há 14 nomes que deixaram a Luz e rumaram ao Dragão. Os dois primeiros foram José Bastos e Artur Augusto, na temporada 1921/22 e só 50 anos depois essa mudança se repetiu quando Abel Miglietti (1970/71) fez o mesmo caminho.
No final dos anos 80 (1988/89) Dito e Rui Águas também passaram a vestir de azul e branco, algo que os russos Yuran e Kulkov (1994/95) também fizeram.
Seguiu-se Pedro Henriques, na temporada 1997/98, mas que não chegou a jogar pelo FC Porto, acabando por ser emprestado, depois, ao Vitória de Setúbal.
Um ano depois, Panduru também fez os cerca de 300 quilómetros entre Lisboa e a Invicta, tal como Maniche e Jankauskas, na temporada 2002/03, na qual acabariam por vencer a Taça UEFA em Sevilha.
Tomo Sokota, na temporada 2005/06 e Cristián Rodríguez, em 2008/09, são os mais recentes exemplos desta troca entre rivais, seguindo-se-lhes (o agora oficializado) Maxi Pereira.»

De Maxi a Bastinhos é assim histórica a linha que se estende no tempo e na afeição, justificando um aceno de apreço a esses bons valores que souberam que no Porto se faz das tripas coração, apesar do poderio capitalista lisboeta.

Armando Pinto

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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Grandes aquisições - dois grandes nomes para dois lugares míticos do F C Porto


Sensacionalmente o F C Porto obteve mais dois grandes futebolistas, agora em dois casos mediáticos já famosos. Ninguém imaginava mas está concretizada a vinda para a equipa principal de futebol do F C Porto do guarda-redes mais laureado do mundo, o espanhol Casillas, campeão do mundo e europeu pela seleção espanhola e campeão mundial, europeu e espanhol pelo Real Madrid; e o uruguaio Maxi Pereira, campeão sul-americano pela seleção uruguaia (junto com o então portista Álvaro Pereira) e português pelo clube do regime nacional. O que, no caso de Maxi, é uma bofetada nos adeptos encarnados, que o tinham como seu símbolo, passando agora a ser jogador à Porto; enquanto Iker Casillas causa sensação no mundo ao preferir jogar no F C Porto, grandioso clube de Portugal, apesar de não ser da capital político-desportiva do país.

Vêm estes dois astros para dois lugares com grande folha histórica dentro do clube Dragão e no panorama português. Iker Casillas Fernández e Victorio Maximiliano Pereira Páez, conforme sua identidade, para que não fiquem dúvidas.

Maxi Pereira, defesa direito, passa assim a enfileirar na bela galeria de defensores que vestiram a camisola 2 do F C Porto, como foram, entre outros, uns Virgílio, Festa, João Pinto, Jorge Costa, Bruno Alves, até ao brasileiro Danilo; ao passo que na defesa da baliza azul e branca, além dos mais antigos Siska, Soares dos Reis e outros, esse posto teve grandes valores entre os postes, nomeadamente Barrigana, Acúrcio, Américo, Armando, Rui, Tibi, Fonseca, Zé Beto, Mlynarckzyk, Vítor Baía, até ao Helton e a partir de agora "San Iker"… Casillas.


Vem assim a propósito uma rememoração paralela, sendo que, em cada uma dessas posições, além de outros e bons, dois houve com especial saliência, como foram Virgílio Mendes e Américo Lopes. Dois vultos que são superiormente continuados pelos dois recentes reforços do F C Porto. Sobre Casillas e Maxi todos sabemos seu currículo e tudo o mais. Calhando a preceito recordar o “Leão de Génova” Virgílio Mendes e o “Baliza de Prata” Américo, mediante recortes dum trabalho de Rodrigues Teles, em 1967, sobre a galeria de Internacionais do F C Porto. 


Virgío faleceu já e entretanto até foi homenageado com seu nome numa rua de sua terra natal, no Entroncamento. Sendo atualmente representante mais famoso do respetivo lugar, e um dos símbolos portistas de viva memória, o "Capitão de Viena" João Pinto - a pontos que, como tal, esteve presente na receção privada a Casillas, à sua chegada para visitar pela primeira vez o estádio do Dragão. Américo felizmente está vivo e recomenda-se, neste mundo, e bem vivo no apreço dos seus admiradores e conhecedores da história do F C Porto.

Armando Pinto


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sexta-feira, 10 de julho de 2015

De volta o entusiasmo do Futebol Azul-branco… e reforço à grandiosidade Portista!


Após uma época desportiva de retiro, provocado pelo retorno das jogadas de bastidores dos agentes do futebol português afetos ao clube mais favorecido pelo regime, o Benfica, obviamente… aí está o futebol de novo, começando a bola a rolar nos campos onde se desenrolam as preparações para o próxima campanha, tal como nos órgãos de comunicação difusores do fenómeno desportivo e em palcos de promoção das imagens de marca relacionadas. Como se ouvia há anos nos relatos do Quadrante Norte, emitido por Ilídio Inácio, dos emissores do Norte Reunidos, e pela voz do Amaro: “salta a bola no gramado” –  para alegria do golo que nos dá mais ênfase à vida.


Naturalmente, enquanto isso, é certo que continuam algumas manobras mafiosas dos agentes sulistas e elitistas, como se vê no caso do manda-chuva da arbitragem e seus acólitos, na tentativa de manterem o atual estado de podridão das nomeações de árbitros, contra a vontade da maioria dos clubes que aprovaram em sede da Liga a retoma do sorteio anterior; mas há que confiar que pode haver ainda um assentar da razão. Havendo porém noção que tem de haver sempre um pé atrás, não vá a Direção do F C Porto, no que nos interessa e toca ao caso, deixar-se ir na onda silenciosa que levou à vergonha que foi o campeonato da época finda.


De permeio, retorna, para já, o entusiasmo do futebol portista, com as vindas de novas caras e sobretudo anseios. Casillas é um caso especial, a pontos que levou os detratores de sua aquisição a ficarem eufóricos com recentes notícias de possível recuo… e faz com que até camisolas de guarda-redes, que antes se não viam nos adeptos, agora passem a ter já grande atenção e procura, além de pôr meio mundo de olhos no Dragão. A par com o luto que vão ser obrigados a fazer os benfiquistas ao verem o Maxi Pereira de azul e branco vestido… mesmo sabendo que, a partir de agora, se vai ver que ele não terá proteção arbitrária como tinha com a camisola encarnada no corpo. Mas isso, ai "Jasus"... até o outro vai saber como é...! 


Aí temos então de novo o futebol portista a entusiasmar, dando esperanças aos portistas puros e criando nervos mal disfarçados aos infiltrados comentadores de redes sociais, tal qual azia a adeptos adversários e agentes futeboleiros de quadrantes variados.  Ainda estamos em período de defeso futebolístico, mas com a bola a correr por esse país e mundo fora, conhecendo as camisolas que vão tornar o ambiente mais apetitoso, etc. e tal. A pontos que julgamos que a apresentação oficial da equipa do F C Porto este ano merece ter um ponto especial, que seria uma receção efusiva ao Casillas, através duma homenagem pública, em pleno relvado e diante da massa apoiante, a antigos guarda-redes históricos do F C Porto, dos que já deixaram as balizas e ainda estão vivos (como Américo, Armando, Rui, Tibi, Fonseca, Mlynarczyk, Rui Correia e Vítor Baía), para mostrar como Casillas entra bem na galeria notável de históricos guardiões do F C Porto.


Entretanto, verificamos que o F C Porto cada vez se mostra mais forte, quão engrandecedora foi a festa pública da apresentação dos novos equipamentos. O que leva alguma gente a tremer e até intrometer histórias de ficção, como a inventona relacionada com Sara Carbonero, mesmo sabendo-se que ela, a companheira do famosíssimo guarda-redes, tem seu emprego no mundo televisivo espanhol. Entre peripécias caricatas, mas definidoras de mentalidades e estados de espírito.

Sinal que somos grandes, pois dos fracos não reza a história.

E corra a bola nos nossos sentimentos, como o sangue que percorre as veias azuis que ligam ao coração.


Armando Pinto