segunda-feira, 22 de maio de 2017

Ciclo fechado, em vista de nova vida – Nuno Espírito Santo deixa de ser treinador do FC Porto


Factos que fazem história sucedem-se, e como se costuma dizer que quem muda Deus ajuda, aí está a mudança que se adivinhava ter de acontecer, a bem do FC Porto. É um fim de ciclo, nova vida se depara. Conforme diz a cantiga que para pior já basta(va) assim, como estava. Após a exibição quase desinteressada que aconteceu no último jogo da época, diante do treinador de cara triste de conformismo, à imagem da falta de confiança que aconteceu em muitos momentos da época, à mistura com certo fatalismo perante a roubalheira dos tentáculos do polvo vermelho, nada podia continuar assim, alguma coisa tinha de ser feita. E felizmente, conforme aqui era referido ainda ontem, em artigo escrito no términus do campeonato, foi tomada decisão célebre, sem demoras. O tempo urge, já se fazia tarde, para o planeamento da próxima temporada.

Além do mais, Nuno desiludiu, é a verdade. Esperava-se e até com redobradas esperanças, segundo o que se ouvia e lia sobre a sua faceta congregadora do balneário nos seus tempos de futebolista. Mas afinal nunca conseguiu fazer uma equipa forte, à medida do slogan Somos Porto. E, depois de tudo, aquela sua inocência, para não dizer outra coisa, de ter dado os parabéns ao Benfica pelo título de campeão, mesmo sabendo que eles só ganharam pelas ajudas das manobras de bastidores, através dos tais tentáculos do polvo vermelho… foi a estocada final. Deixou de ter apoiantes, dentro do mundo portista.

Nuno Espírito Santo, o popular NES, teve entretanto atitude louvável, digna de apreciar, mostrando que, além de reconhecer ter falhado e não ter condições de continuar, como portista que é e quer continuar a ser: - ao rescindir o contrato de mais um ano que havia, abdicou do que iria ganhar em 2017/18.Grande atitude, que não se tem visto noutros casos, obviamente.

Ora, posto isto, este treinador está finalmente fora. Deixamos de ter de ouvir o seu discurso que já não apetecia escutar, sequer. Tendo chegado a notícia ao fim da tarde. Ao ter aparecido na página oficial do clube:

« O FC Porto e Nuno Espírito Santo chegaram na tarde desta segunda-feira a um entendimento para a rescisão do contrato de trabalho do treinador por mútuo acordo.»

Eis o comunicado oficial enviado pela Futebol Clube do Porto - Futebol, SAD à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários:

« A Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD, nos termos do artigo 248º nº1 do Código dos Valores Mobiliários, vem informar o mercado que chegou a acordo com o treinador da equipa principal de futebol, Nuno Espirito Santo, para a cessação do seu vínculo contratual. Esta rescisão produz efeitos a partir da presente data.
O Conselho de Administração
Porto, 22 de maio de 2017 »

Assim sendo, agora venham melhores dias, que é quanto interessa, com o futuro que começa hoje na vida do FC Porto!

Fora isso: Já se ouvem vozes de adeptos doutros clubes a mandarem postas de pescada... Como a esses o que lhes interessa bem sabemos... até fazem rir pensando que enganam. Embora se entenda haver já nas televisões tais palpites, como se todos soubessem alguma coisa, de quem vem ou não vem, apenas com intuito de criar expetativas e clivagens. Enfim...

Armando Pinto

JOÃO RODRIGUES, ciclista do FC Porto, foi “Rei da Montanha” na Volta a Castela e Leão/2017, em Espanha


O portista João Rodrigues concluiu este domingo a edição de 2017 da Volta a Castela e Leão em bicicleta como vencedor da classificação da montanha, estatuto que o corredor da W52-FC Porto-Mestre da Cor envergou desde a primeira das três etapas da corrida. João Rodrigues somou um total de 16 pontos, mais seis do que o segundo melhor nesta categoria, o francês Jonathan Hivert (da Direct Energie), vencedor da classificação geral individual.

= João Rodrigues no começo da soma de pontos que lhe valeram a camisola de Rei da Montanha. Na imagem, ao passar na meta logo à 1ª Etapa, entre Aguilar de Campoo e Santibañez de la Peña. =


Com estas boas prestações em provas que se alongam a território espanhol, para já, bem como em parte do que tem decorrido no calendário português, o ciclismo azul e branco volta a ser uma modalidade de especial encanto, nomeadamente por proporcionar vitórias e alegrias quando o futebol no FC Porto passa por momentos menos felizes.


Também com a vitória em apreço, na pontuação do Prémio da Montanha de tal corrida internacional, o ciclista João Rodrigues dá assim um ar de sua graça, numa atuação que levou as cores do FC Porto ao pódio em mais uma prova de etapas disputada também por ciclistas de equipas portuguesas em Espanha. Facto com relevo especial, atendendo a João Rodrigues ser adepto apoiante do FC Porto desde sempre, entre outros, tal como António Carvalho, outro portista que desta vez teve atuação relevante, tendo sido o primeiro da equipa na chegada ao Alto de la Camperona na 7ª posição, seguido depois por Joaquim Silva em 8º. Tendo depois, por fim, Carvalho ficado também em 7º lugar final, como melhor ciclista do FC Porto na Geral individual.

= António Carvalho, o ciclista do FC Porto melhor posicionado na classificação geral individual da Volta a Castela e Leão =

Na tarde de domingo, último dia do percurso, após os 145,5 quilómetros que ligaram Ponferrada a Léon, Daniel Freitas, com o sexto posto, foi o melhor dos Dragões, na peugada do primeiro ciclista a cortar a meta, o espanhol Carlos Barbero (Movistar), numa chegada ao sprint após 3h37m16s a uma média de 40 quilómetros por hora.


Nas contas da classificação geral António Carvalho, no sétimo posto (+1m 14s) e Joaquim Silva, no oitavo (+1m 19s), foram os melhores do FC Porto. Juan Ignacio Pérez terminou no 51.º posto (+5m 34s), João Rodrigues no 66.º (+8m 39s), Ángel Rebollido foi 67.º (+8m 43s) enquanto Daniel Freitas foi 75.º (+10m 35s).


Armando Pinto

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domingo, 21 de maio de 2017

Fim de linha no horizonte Portista…?!


Terminou a época futebolística do escalão sénior do FC Porto, com o fim do campeonato da Liga portuguesa. Terminada efetivamente a época de competição oficial ao maior nível, pode-se agora dizer abertamente que é tempo de mudanças profundas e decisivas na vida do futebol do FC Porto, entre outros aspetos. Deixando aqui nossa ideia principal: sabendo-se que o treinador principal ainda tem mais tempo de contrato, mas como já não tem condições de continuar, se realmente sente o Porto, como queria dizer com a frase que lhe ficou associada, então que ponha o seu lugar à disposição…  

De qualquer forma, o FC Porto tem de mudar de treinador, a bem ou a mal, para bem do FC Porto; e tudo o mais tem de levar grande volta, para que se não repitam erros do passado. Desde haver maior atenção aos bastidores, para os do clube do regime não poderem andar tão à vontade a fazer as coisas por trás, e possa voltar a haver justiça desportiva, bem como internamente exista outra visão e sejam tomadas decisões consentâneas.

Em vez de gente vip que só aparece por convite em tempo de festas, há que contar com os apoiantes sempre, fazendo regressar a mística de tempos ainda não muito distantes.  

Agora que voou tudo o que já é passado, mas tem de servir de lição para o futuro, já não se pode estar com panos quentes, a amenizar feridas e dores. Enquanto durou a competição, aqui o autor destas linhas não criticou este treinador, como outros anteriores em circunstâncias passadas, porque as mudanças durante as épocas nunca deram bons resultados e quando há contestação pública quem beneficia são os adversários. Agora há que tomar medidas para alterar a situação, o futuro tem de começar já, de modo a que estas derrotas recentes sejam mães de vitórias próximas.

Que este período negro das atividades portistas, à imagem de cores de equipamentos alternativos tristes, esteja em fim de linha, é o que se fica a desejar. De modo que a vida do clube azul e branco, em tudo, tome depressa novo rumo. Com acrescento às restantes equipas e setores do clube, quer da formação do futebol, como das diversas modalidades.

Armando Pinto

Paulinho Santos: um dos “Pentas” do FC Porto e Jogador “à Porto”!


Neste ponto do campeonato do futebol português, ao virar de mais uma época da bola na segunda década do século XXI, quando a roubalheira desportiva campeia, embora sem ser caso único como se vê até na política nacional e estrangeira (inclusive com casos a Temer…), daí que os “mandas-chuvas” do futebol indígena estejam à vontade, por ora… vem à lembrança tempos em que essas mafias eram combatidas por homens com verdadeiro sentido à Porto, sem medo e com coragem, de antes quebrar que torcer, fazendo das tripas coração. Então, além dos diretores responsáveis pela logística inerente, também e especialmente contava quem andava dentro do campo. Entre os quais ficaram símbolos de jogadores à Porto, como paradigmas de representantes do FC Porto cientes que com a camisola azul e branca sempre tiveram e têm de ser muito melhores e mais esforçados que os outros, quais uns Jorge Costa e Paulinho Santos, por exemplo.

Assim sendo, é bom recordar, desta feita, um desses, a propósito duma efeméride.

Recuando coisa de 20 anos no tempo, deparamo-nos com um facto relacionado com um dos mais apreciados futebolistas da história portista. Chegando assim a «21 de maio de 1997, dia em que Paulinho Santos rubrica(va) um novo contrato com o FC Porto por três temporadas. Não seria o último assinado pelo médio contratado cinco anos antes ao Rio Ave e que acabava de se sagrar tricampeão nacional. Paulinho penduraria as botas apenas em 2002/03, após 316 jogos com a camisola azul e branca e 30 com a da seleção nacional. Em dez anos ao serviço do clube ao qual ainda hoje se mantém ligado como treinador-adjunto do FC Porto B, conquistou (como jogador) 17 títulos: sete campeonatos - cinco deles consecutivos -, cinco Taças de Portugal, quatro Supertaças e ainda uma Taça UEFA. Um palmarés de fazer inveja a muitos, como a João Vieira Pinto, por exemplo, com quem tantos duelos travou dentro do campo» - e um dos rostos de tempos atuais da Federação que serve o clube do sistema!


Como recordação a calhar, juntamos a imagem duma medalha de Paulinho Santos da coleção de medalhas de 1998 sobre os Campeões do FC Porto e, por fim, a ficha sobre ele escrita no livro “FCPorto figuras & factos / 1893-2005” – onde, apesar de ter sido esquecido um dos sete campeonatos nacionais de seu currículo ao serviço do FC Porto, mais uncirreção no número de internacionalizações, constam outras referências de sua carreira futebolística”.


Armando Pinto
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sábado, 20 de maio de 2017

Parabéns Casillas – em dia de aniversário natalício, pela longevidade e serviço no FC Porto!


Iker Casillas, o popular San Iker, tal o seu valor reconhecido internacionalmente, faz anos nesta data. Nascido a 20 de maio de 1981 em Móstoles, Espanha, perfaz então 36 anos neste dia em que lhe prestamos aqui homenagem alusiva.


Nunca antes ninguém imaginaria sequer que um guarda-redes prestigiado como Casillas, campeão europeu e mundial, recordista de diversas valências de provas espanholas e internacionais, pudesse um dia vir para o FC Porto, mas veio e cá está. Sendo uma honra o FC Porto ter um valor assim. Casillas que está associado à memória de defesas quase incríveis, como no recente jogo em que segurou a vitória frente ao Sporting no expirar do desafio, entre diversos exemplos.


Como homenagem, atendendo à glória portista de ter tradição de grandes guarda-redes, juntamos recordação dum outro guarda-redes histórico do FC Porto, Américo, ter sido considerado por Di Stefano um dos melhores que esse "monstro" do futebol espanhol viu defender.


A propósito, sendo Américo grande ídolo da infância e juventude do autor destas linhas, numa admiração em que Casillas segue na atualidade, anexamos de seguida, também, duas fotos sugestivas da imagem de um e outro enquanto lutadores pelo FC Porto…


Senhor de brilhante carreira e rico palmarés, tendo tido grande papel na ajuda a muitas conquistas do Real Madrid e seleção espanhola, Casillas veio para o FC Porto em 2015/2016, sendo na atual época de 2016/2017 totalista em jogos da Liga portuguesa, quando falta um jogo para o fim do campeonato da Liga – como se memoriza aqui, através de recorte jornalístico.


Feliz aniversário Iker!  Feliz cumpleaños!

Armando Pinto
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quarta-feira, 17 de maio de 2017

FC Porto é brilhante vencedor da “ Premier League International Cup”, prova internacional disputada em Inglaterra, ao bater na final o Sunderland


Sunderland AFC  U23s, 0 - FC Porto B, 5

Com uma grande exibição e numa autêntica confirmação de valor, a jovem equipa de futebol do FC Porto do escalão B conquista a mais importante prova internacional da categoria sub-23, para jogadores com menos de 23 anos, realizada em Inglaterra, num percurso que contou com um conjunto de clubes dos quais metade eram do país organizador e a outra metade de diversos países europeus, num lote das melhores equipas europeias. Culminando numa apoteótica vitória portuguesa, depois duma caminhada vitoriosa da turma portista que meteu pelo meio eliminação de equipas como o Manchester United e outros que tais, mostrando que no estrangeiro, onde não há árbitros a mando do clube do regime português, se consegue mostrar valor. Tanto que o FC Porto venceu a final, em jogo frente à equipa de Sub-23 do Sunderland, conquistando a taça da  Premier League International Cup e passou a ostentar o título de Campeão da edição de 2016/17 da Premier League International Cup.


A final, disputada ao fim da tarde de 17 de Maio, pelas 19 horas, teve transmissão direta para Inglaterra e para Portugal, neste caso através do Porto Canal. Sendo este dia uma data que fica a marcar tão honrosa vitória, qual feito histórico para o futebol portista e internacional, como marco da primeira vitória duma equipa portuguesa numa competição oficial de sub-23, sendo o FC Porto o primeiro a triunfar na “ Premier League International Cup”.


Estamos agora para ver se haverá jornais e revistas com "posters" da equipa campeã…  Já nem olhando aos diversos canais das televisões, pois ao menos pelo Porto Canal podemos ver e agora rever bem o jogo todo e a festa do levantar da taça que em Portugal só o FC Porto tem e passa a juntar às muitas que fazem do FC Porto o clube português com mais taças internacionais conquistadas em provas oficiais.


Ora, para a história e em conclusão, fica que o FC Porto B esmagou a equipa sub-23 dos ingleses do Sunderland, equipa que afastara o Benfica, entre outros, do percurso em que teve de ultrapassar mais equipas, conquistando assim o FC Porto a Premier League International Cup pela primeira vez na história. Ao golear o Sunderland por 5-0, na final da competição. Galeno (aos 5' e 37' minutos de jogo), André Pereira (aos 45'), Kayembe (51') e Chidozie (54') apontaram os golos que carimbaram a vitória azul e branca na prova.


Depois de na época 2014/15 ter perdido na final, diante do Manchester City (de Inglaterra), a equipa azul e branca assegurou agora a primeira Premier League International Cup da história, sucedendo assim ao Villarreal (de Espanha). Prova Internacional de equipas B que é uma espécie de Champions de equipas bês. E curiosamente esta final, disputada no estádio do Sunderlan, em Inglaterra, teve então por palco esse recinto desportivo que também se chama estádio da Luz (Stadium of Light), numa interessante curiosidade e coincidência de como o FC Porto tem por hábito festejar títulos no estádio da Luz…


Com esta vitória, noutro aspeto, há que destacar que a Equipa B do FC Porto em 3 anos conquistou um título de Campeão Nacional da 2ª Liga, ao que junta agora este ano mais um título internacional. Enquanto o treinador António Folha, depois que anteriormente foi Bi-Campeao de Juniores A, em Portugal e pelo FC Porto, também, obtém  agora na categoria de Sub-23 a Premier League International Cup.


Em jeito de registo, anotemos o que consta da história portista registada na página informática oficial do FC Porto:

«GOLEADA VALE CONQUISTA DA PREMIER LEAGUE INTERNATIONAL CUP
FC Porto B arrasou na final com o Sunderland (5-0) e ergueu o troféu pela primeira vez.

O FC Porto B conquistou a edição 2016/17 da Premier League International Cup depois de golear o Sunderland na final da prova, por 5-0. Os Dragões não deram hipóteses no Stadium of Light, em Sunderland, e construíram um triunfo que não deixa margem para dúvidas, com golos de Galeno (5m e 37m), André Pereira (45m+2), Kayembe (51m) e Chidozie (55m).

Praticamente um ano depois da conquista da Segunda Liga (2015/16), o FC Porto B voltou esta quarta-feira à rota dos títulos, desta vez internacionais, ao sagrar-se campeão da Premier League International Cup. Na tarde desta quarta-feira, os Dragões bateram a equipa de Sub-23 do Sunderland, no seu estádio (Stadium of Light), por 5-0, e levantaram o troféu depois de nas duas anteriores edições terem conseguido chegar à meia-final (2015/16) e final (2014/15).


Foi uma história praticamente perfeita aquela que os azuis e brancos escreveram nesta final, que, pode dizer-se, teve princípio, meio e fim feliz. Mandam as “regras” que as finais são para se ganhar e os jogadores de António Folha não abdicaram nem por um instante dessa máxima. Demoraram cinco minutos a prová-lo. O tempo suficiente para Fede Varela tirar o primeiro de muitos toques de classe da bota direita e Galeno tirar as medidas à baliza de Stryjek. O avançado brasileiro, que decidiu a meia-final, entrou determinado em completar o serviço e fez o 1-0, completando um belo desenho de futebol ofensivo.


Não menos esclarecido na partida entrou Fede Varela. Foi dos pés do hispano-argentino que nasceu o lance da grande penalidade cometida sobre Galeno e desperdiçada por Kayembe (29m), naquele que foi talvez o momento “menos” dos Dragões na partida, e foi também do 68 dos Dragões que se iniciou o lance do 2-0. Desta vez com Fernando como intermediário entre Fede Varela e Galeno, que bem servido pelo lateral direito, como habitualmente, não falhou.


O domínio dos azuis e brancos no primeiro tempo foi total e foi com naturalidade que ainda antes do intervalo a vantagem se alargou para 3-0. Apareceram na partida o talento de Kayembe e o sentido de oportunidade de André Pereira: o primeiro trabalhou com classe dentro da área e assistiu de, pé direito, o ponta de lança ao segundo poste para um golo fácil (47m).


A vantagem de três golos ao intervalo dava algum conforto aos Dragões, mas não retirou a esperança total aos jogadores da casa. Isso ficou patente na entrada forte que forçaram no segundo tempo em que em dois minutos, por duas vezes, estiveram perto de reduzir. Assustaram os ingleses, que acabaram por despertar os jogadores portistas para os 45 minutos que os separavam de uma inédita conquista internacional.


Tal como tinha feito no final da primeira parte, Kayembe voltou a estar em evidência. Iniciou a jogada que o próprio haveria de concluir já dentro da grande área, depois de Fernando ter inicialmente direcionado o cruzamento para o calcanhar de Fede Varela. De novo dentro da grande área e de novo de pé direito, Kayembe fez o 4-0. Isto foi aos 51 minutos, quatro antes dos portistas chegarem aos 5-0. Desta vez, de bola parada, tiveram a palavra dois defesas: Inácio bateu o livre que Chidozie desviou de forma notável para o fundo das redes, estabelecendo o resultado final.


Com 5-0, os portistas puderam finalmente descansar e até aos 90 minutos desperdiçaram ainda algumas chances para chegar à dúzia. Não o conseguiram, mas fecharam a prova com a taça na mão e com um registo notável de seis vitórias, dois empates e uma derrota, com 14 golos marcados e apenas um sofrido.

FICHA DE JOGO

SUNDERLAND SUB-23-FC PORTO B, 0-5
Premier League International Cup, final
17 de maio de 2017
Stadium of Light, Sunderland (Inglaterra)

Árbitro: P. Wright
Assistentes: L.Freeman e O.Bickle
Quarto árbitro: M.Coy

SUNDERLAND SUB-23: Stryjek, Robson, Donald Love, Thomas Beadling, Denver Hume, Greenwood, Ethan Robson, Gooch, Embleton, Joshua Maja e Joel Asoro
Substituições: Ethan Robson por Luke Molyneux (45m), Robson por Andrew Nelson (60m) e Gooch por Gamble (76m)
Não utilizados: Brotherton, Talbot, Daniel Wright, Dan Casey
Treinador: Elliot Dickman

FC PORTO B: Gudiño, Fernando, Chidozie, Rui Moreira, Inácio, Omar Govea, Francisco Ramos (cap.), Fede Varela, Kayembe, Galeno e André Pereira
Substituições: Fede Varela por Graça (64m), André Pereira por Ismael (69m) e Kayembe por Verdasca (76m)
Não utilizados: Ricardo Silva, Rui Pires, Musa e Tony Djim
Treinador: António Folha


Ao intervalo: 0-3

Marcadores: Galeno (5m, 37m), André Pereira (45+2), Kayembe (51m) e Chidozie (55m)

Disciplina: cartão amarelo a Gooch (57m) e Donald Love (59m) »


Nota: Imagens do universo da Internet

ARMANDO PINTO
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terça-feira, 16 de maio de 2017

“Veteranos” do hóquei em patins portista bem comportados (posicionados)…!


Em representação do FC Porto, estiveram no passado fim de semana vários antigos hoquistas do FC Porto a participar num torneio em Sesimbra, chamado “1º Sesimbra Cup-Hóquei em Patins”, de amplo alcance nacional. Numa jornada entre equipas de praticantes de outrora que ainda têm forças para andar de setique na mão, em boa velocidade sobre patins. Mostrando os portistas ainda com ou já sem cabelo como se joga, sendo sempre bons roladores e rematadores, como se vê pelos resultados, havendo obtido a segunda posição classificativa, por entre oito grupos concorrentes, de boa valia.


Para registar o facto, até (em minha visão pessoal) para que no clube se lembrem que os antigos também precisam de camisolas atuais, pois tudo o que seja identificável do FC Porto é igual em representatividade, damos aqui nota da ocorrência, através de conhecimento por uma das redes sociais informáticas.

Assim sendo, respigamos da página de facebook respetiva, com a devida vénia, por meio do grupo FC Porto Vintage-Hóquei em Patins, uma mensagem elucidativa:

« …Viver Hóquei em Patins, quase de forma insana, fez com que cada uma das oito equipas realizasse 5 jogos em menos de 48h. Não fomos com todos mas fomos com tudo.

Jogo após jogo, o Objetivo de chegar à desejada Final foi concretizado, todavia, mesmo termos sido a Equipa mais concretizadora com 35 golos marcados, e a menos batida com 15 golos sofridos, não foi suficiente para vencer a qualidade da Equipa organizadora do Sesimbra.

Ficamos assim num Honroso e insano 2º lugar em 8 Equipas, neste que foi um torneio de excelência na categoria +35, que reuniu vários atletas que "tatuaram" durante décadas esta modalidade.

Nota de destaque para Hugo Araújo que conquistou dois prémios Individuais: Melhor Guarda Redes e Guarda Redes Menos Batido.

O Nosso Muito Obrigado ao Sesimbra Cup-Hóquei em Patins, com menção honrosa para Vítor Ferreira pela excelente receção e organização do evento, a todos os atletas que participaram no mesmo, assim como a todos os amantes de Hóquei Patins que se deslocaram para assistir e viverem connosco de forma insana a nossa modalidade.

Do FCPorto Vintage-Hóquei em Patins participaram Hugo Araújo; Fernando Oliveira (Carrais), Rui Pedro Fernandes, Pedro Lei, Nuno Freitas, Vítor Bruno e Nuno Leal.
- Delegado: Manuel Ramalho.»

AP

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