Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Contas À Moda do Porto – A propósito de efeméride da construção do Estádio das Antas


É da tradição o Porto ser de boas contas, generalizando-se no termo Porto as gentes e instituições sérias. Como é da história haver honestidade em tudo o que é Porto. Quer monetariamente como em caráter, na rigidez granítica própria da região portuense e nortenha do litoral e interior duriense. Como ouro sobre azul, na imagem do clube mais representativo de todo o mundo associado a Porto – “palavra exata, nunca ilude. Renasce nela a Ala dos Namorados”!


É pois sobre contas à Porto que vem a propósito rememorar a efeméride do dia, desta vez reavivada na missiva oficial “Dragões Diário”:

«... A 16 de julho de 1950, era dia de pegar na máquina de calcular e fazer contas às obras iniciais da construção do Estádio das Antas, exatamente seis meses depois de terem arrancado. As faturas da primeira fase do projeto ascendiam aos 500 mil escudos, 2.500 euros na moeda atual, e eram liquidadas na hora. O sucessor do Campo da Constituição começava, passo a passo, a ganhar forma, com a prestimosa ajuda das centenas de sócios e adeptos do FC Porto que as campanhas de captação de verbas movimentavam. A Campanha do golo, Quando todos ajudam nada custa e o Cortejo dos Materiais foram decisivas para que, em menos de dois anos, o recinto fosse inaugurado para se tornar, durante seis décadas, um monumento de referência da cidade e da região.»


Ao tempo andavam no ar algumas sugestões de possíveis nomes a dar ao estádio, desde Monteiro da Costa a Artur Pinga. Mas afinal iria ficar, depois, oficialmente chamado Estádio do Futebol Clube do Porto, embora popularmente fosse e ficasse conhecido por Estádio das Antas, em associação à zona da cidade em que ficou implantado (comparativamente com o anterior campo, sempre conhecido por Constituição, relacionado à rua da frontaria do recinto).


Recordando o andamento das obras iniciais, juntamos imagem histórica de março de 1950 (depois das obras de movimento de terra terem começado pouco tempo antes) e a seguir da evolução imediata da obra e do cortejo de angariação entretanto realizado.


Armando Pinto

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