O céu é azul, visto da terra na amplitude do firmamento. E,
azul é a cor do Futebol Clube do Porto, combinando com o branco da virtude,
sendo azul e branca a camisola portista cujo padrão sagrado é de duas listas
azuis de reforço ao branco restante, enquanto azul é o tom dominante do campo
retangular da bandeira representativa, em duas bandas nas margens laterais à
faixa central branca. Qual imagem poética celebrada no poema Aleluia:
«E azul e branca essa bandeira avança…
Azul, branca, indomável, imortal.
Como não pôr no Porto uma esperança
Se “daqui houve nome Portugal”»?!
Assim, com grande esperança e fé temos aí diante de nós o
presente e o futuro, sem esquecer o passado glorioso, na passagem de mais um
aniversário portista, festejando mais um ano de Vida do FC Porto. Com pecúlio acrescido de grande triunfo obtido pela equipa principal do FC Porto no Principado do Mónaco, como que a atualizar mais um título, mais elevando o FC Porto à consideração de autêntico Principe Europeu.
Na exalação da vida, entre a ascensão a algo que faz olhar
para o céu, havendo vapores terrestres que sobem ao infinito, há também
perfumes exalados a espalhar indícios de eternidade. Tal como um fumo prosaicamente
dispersa odores, enquanto uma elevação de incenso inebria sensibilidade algo
celestial. Assim mesmo é como sobe em espirais de incenso a glorificação da
existência do grande F. C. do Porto, cuja realidade se não dilui nem evapora na
passagem do tempo, mas se torna densamente atraente no encanto apaixonante de tanta gente que sente tal essência institucional. Na duração da coletividade já
existente há 124 anos, soma a perfazer agora, em 2017, contabilizada desde o respetivo
surgimento a 28 de Setembro de 1893, como noticiou o “Diário Ilustrado” de
Lisboa, à data, que então se fundou «no Porto um clube denominado Football Club
do Porto». Daí em diante transfigurado no Dragão crescido na constelação de estrelas da própria história.
Numa vida longa, assim, vai-se alongando entretanto, também,
o que um simples mas atento adepto foi e vai vivenciando na extensão de toda a
decorrente relação, pela vida do clube e paralela atenção pessoal. Numa vida
particular que vai nas seis décadas de acompanhamento clubístico, recordando
ocorrências derivadas, desde os festivais noturnos com que ao tempo do
presidente Afonso Pinto de Magalhães eram assinalados os atos comemorativos de
aniversários, passando por convívios festivos na quinta do presidente honorário
Sebastião Ferreira Mendes, até aos mais recentes acontecimentos que com Pinto
da Costa ficaram a marcar vincadamente a data aniversária, com relevo à
inauguração oficial (na abertura inicial para convidados) do Museu do FC Porto
by BMG.
Sem nunca se dissociar de tudo isso os programas tradicionais, incluindo cerimónias de hasteamento da bandeira do clube no estádio e restantes instalações, como antes era no campo da Constituição e no estádio das Antas, nos ginásios, lar dos jogadores, mais edifício-sede, etc.; e como hoje ocorre no estádio do Dragão; ao mesmo tempo que representações do clube se reúnem em diferentes e complementares ritos de homenagem evocativa nas sepulturas de diversos valores eternos do clube e romagem de saudade ao próprio mausoléu do FC Porto. Havendo anos que no âmbito das celebrações aniversárias do FC Porto é incluída a celebração de uma missa em memória de sócios, atletas e dirigentes portistas falecidos, na igreja das Antas.
Sem nunca se dissociar de tudo isso os programas tradicionais, incluindo cerimónias de hasteamento da bandeira do clube no estádio e restantes instalações, como antes era no campo da Constituição e no estádio das Antas, nos ginásios, lar dos jogadores, mais edifício-sede, etc.; e como hoje ocorre no estádio do Dragão; ao mesmo tempo que representações do clube se reúnem em diferentes e complementares ritos de homenagem evocativa nas sepulturas de diversos valores eternos do clube e romagem de saudade ao próprio mausoléu do FC Porto. Havendo anos que no âmbito das celebrações aniversárias do FC Porto é incluída a celebração de uma missa em memória de sócios, atletas e dirigentes portistas falecidos, na igreja das Antas.
Vem a propósito recordar uma dessas ocasiões, para recuperar
determinada apreciação que, passados anos, continua na ordem do dia – como se
pode constatar, na comparação possível, passados tempos e perante pouca
diferenciação cronológica, pela quase idêntica situação oficial verificada (conforme
respigo duma reportagem correspondente). Pois, neste espaço de memória, vem a
calhar fazer-se assim memória de tempos antecedentes do “VAR” (vídeo-árbitro)
que, como antes nas formações dos conselhos de arbitragem, só funciona a
preceito a favorecer o clube do regime e a prejudicar o FC Porto. Sem esquecer
que o mesmo acontece contra o FC Porto diante de outros clubes, tal como está
de fresco o sucedido, em futebol, com golos apontados à mão por adversários,
ainda na época passada, por entre inúmeros exemplos.
Ao além, também, mas além das fronteiras portuguesas, chega
a superioridade do FC Porto, tanto que em território estrangeiro o FC Porto
consegue manifestar melhor a sua grandeza, sendo que é o clube português com
melhor palmarés internacional, através dos cinco títulos europeus e mais dois mundiais
conquistados, em Equipas Principais, além de mais uma taça internacional entre Equipas B. Chegando ainda agora ao aniversário com mais um retumbante
triunfo obtido em território franco-monegasco, com a espetacular vitória no
Mónaco, diante do campeão francês, por três golos sem resposta, na repetição do
mesmo resultado da final da Liga dos Campeões de 2004.
Não é para qualquer um… tão legalmente... quão só o Porto e mais nenhum... português, faz disto!
Armando Pinto
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