«Há 50 anos, 18 de fevereiro (de 1968) também calhou a um
domingo e o FC Porto também jogava em casa com um adversário da região do Vale
do Ave. Não era o Rio Ave, era o Tirsense, que saía do Estádio das Antas
vergado a uma copiosa derrota por 9-0. O brasileiro Djalma, o goleador daqueles
tempos, assinou um hat-trick, Valdir não quis ficar atrás e imitou o compatriota,
Lisboa bisou e Virgílio (não o Leão de Génova, que há muito deixara de jogar,
mas um Tirsense desse tempo que marcou na própria baliza, ao tentar impedir uma
cabeçada de Pinto) contribuiu com um golo para aquela que seria a maior das
goleadas da edição de 1967/68 do Campeonato da I Divisão.
José Maria Pedroto era o treinador nessa época que
terminaria no Jamor, com a conquista da Taça de Portugal. O Mestre começava
aqui a ganhar a fama de papa-taças: no total, são sete os troféus no currículo,
cinco dos quais como treinador e dois como jogador. Não há nenhum português com
tantas Taças como ele» – como é recordado nesta data na newsletter “Dragões
Diário”, sendo o parêntese acrescido pelo autor deste blogue.
Dessa jornada, com imagens coevas em que aparecem Djalma e
Malagueta em ação, se recorda esta memória goleadora através de recortes do arquivo
de um jovem portista desse tempo… e atualmente ainda e sempre com o FC Porto em
todos os sentidos!
Armando Pinto
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