Estando-se com a atualidade vincada em mais uma participação
no Mundial de futebol, da seleção que vai representar Portugal, através da
equipa atual da Federação Portuguesa de futebol, vem a propósito recordar-se a
primeira prestação verde-rubra nessa prova de seleções representativas dos
países finalistas, acontecida no Campeonato Mundial de 1966, em Inglaterra.
O tema dava pano para mangas, mas não valerá muito gastar
agora mais cera com essa participação finada numa classificação que soube a
pouco, para o que se passou. Apesar do 3º lugar obtido então, na estreia, pois
tal posição poderia ter sido melhor se não tivesse havido tiros dados nos pés pelos
responsáveis da seleção nacional, como se sabe pelo jogo da meia-final, em que dois golos totalmente consentidos
impediram a presença portuguesa na final…
Porque melhor que muita matéria explicativa será a demonstrativa, colocamos aqui diverso material reportado a essa ocorrência.
Começando por apresentação dos três representantes do F C Porto, conforme o
jornal O Porto registou na ocasião; passando por referência laudatória à
prestação de Festa, o único que chegou a ser utilizado na fase final da prova, pelos
senhores feudais do sistema BSB, então vigente como se sabe; mais documentação
escrita respeitante ao maior injustiçado, Américo… que não defendeu a baliza
por ser do F C Porto. Numa cobardia do selecionador Luz Afonso e do treinador
Otto Glória, cuja asneira mais tarde foi mesmo reconhecida pelo selecionador, um Manuel que era dirigente do Benfica.
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(Isto não mais esquece. Como, volvidos muitos anos, não esqueceu ainda o que foi feito pelo "tal b...." Scolari ao Vitor Baía em 2004 e este ano pelo "Bento zbordin" ao Ricardo Quaresma...)
Como corolário de toda essa situação de 1966, no caso, da qual se faz memória
por esta via, juntamos imagens do último jogo de preparação para esse Mundial,
dias antes da entrada em prova. Tratando-se do jogo Portugal, 1 - Roménia, 0; disputado a 03/07/1966.
Repare-se como na locução do filme em vez de ser feita referência ao facto do Américo, apesar da sua grande forma, bem demonstrada no último jogo disputado antes do Mundial, não ter sido posto a jogar na guarda da baliza portuguesa, é referido ter mais tarde sido "destronado", no dizer do locutor do filme da RTP, pelo sucessor Damas anos depois, sem explicarem que Américo em 1968/69 teve de deixar a seleção e até de jogar, abandonando a carreira, mas por lesão...
Ora, deite-se porém antes os olhos ao filme. Veja-se o Américo... em jogo de prova antecedente ao Mundial
de 1966... E como foi uma injustiça não lhe ter sido permitido continuar na
guarda da baliza portuguesa, sendo ele o melhor! Repare-se como defendia...!
(CLICAR sobre a seta central, para aceder ao filme)
Armando Pinto































