Há certas coisas que fazem a pena a vida ser vivida. Uma
dessas ocorrências, a nível das paixões particulares e na vertente apaixonante
do mundo portista, foi o Campeonato Nacional que em 1978, a meio de junho desse
célebre ano, foi enfim sentido bem intimamente, após anos em que foi sendo quase
uma quimera. Até que então, ao findar a época futebolística de 1977/78, isso
foi conseguido.
É pois essa a efeméride deste dia, muito bem recordada na
newsletter “Dragões Diário”:
«Aconteceu - Tarde de domingo de 11 de junho de 1978, o
campeonato decide-se na última jornada. O FC Porto é líder, com os mesmos 49
pontos que o segundo, o Benfica, mas com uma confortável vantagem na diferença
de golos. Recebe o Braga, tem o título na mão e não o deixa escapar. Não podia
deixar escapar. Oliveira marca o primeiro, Octávio aumenta a contagem e, na
segunda parte, apareceu o inevitável Gomes que, com um “bis”, selou a goleada
por 4-0. Festa imensa no Estádio das Antas: o FC Porto é campeão nacional 19 anos
depois. José Maria Pedroto é o treinador, Jorge Nuno Pinto da Costa o chefe do
departamento de futebol - são os mestres daquela que é a mãe de todas as
conquistas, que faz hoje 40 anos.»
Foi esse um dos dias em que nunca mais esquece, quão é sempre de lembrar, que: - Também estive lá!
Ora, numa data assim dessa efeméride quarentona, com quarenta
anos de apreço e como tal sempre interessante, é eterna a correspondente
lembrança. Sendo acontecimento perene, que temos imortalizado nos sentidos mas
também nalgumas recordações palpáveis – de cujo acervo aqui deixamos algumas
amostras.
Armando Pinto
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