Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

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sábado, 23 de novembro de 2019

Os primeiros Dragões de Honra


Depois de ter sido instituído em 1985, quando na presidência de Jorge Nuno Pinto da Costa o Conselho Cultural do FC Porto tinha supervisão de Alexandre José Magalhães, então vice-presidente da Direção, e quando o trofeu já detinha feição aprovada, tal galardão Dragão de Ouro teve os primeiros galardoados em 1986. Em cerimónia decorrida na cidade do Porto, no Hotel Infante de Sagres.


Desse acontecimento consta a respetiva memória descritiva em reportagem do jornal O Porto, que então ainda existia (embora já com a revista Dragões a ganhar espaço para a substituição que se verificou depois). Dando conta, em edição especial de 5 de fevereiro, do que se passou então a 17 de janeiro. Enquanto na revista houve posterior reportagem, na edição de fevereiro, também


Entre os primeiros vencedores, além naturalmente do Presidente Pinto da Costa, lá estava também naturalmente o goleador Bota de Ouro Fernando Gomes, o treinador Artur Jorge, o hoquista Cristiano, as atletas Aurora Cunha e Fernanda Ribeiro, o senhor Armando Plácido (a título póstumo), o nadador Rui Borges, o seccionista Antero Rebelo, o dirigente Válter Morais e o médico Dr. Espregueira Mendes como sócios do ano, e o Varzim como filial, conforme se pode ver e relembrar nas imagens e pela reportagem do ao tempo jornal oficial do clube. 


Agora e a propósito da recente entrega dos Dragões de Ouro de 2019 na gala decorrida também na cidade do Porto, desta feita no Super Bock Arena/Pavilhão Rosa Mota, recordamos o início dessa outorga de reconhecimento aos que se vão salientando no seio do FC Porto e têm escolha de quem dirige o clube e o extensivo Conselho Cultural.


Armando Pinto
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sexta-feira, 13 de julho de 2018

Efeméride: Célebre “Caravana da Saudade”


"Aconteceu" – 13 de julho (de 1949)

«Há 69 anos, o FC Porto partiu de Lisboa no navio Império rumo a uma digressão em África, que ficaria conhecida como Caravana da Saudade (título de um livro de Delfim Pinto da Costa, dirigente do clube que participou na viagem). Durante quase três meses, a equipa principal de futebol viajou por Angola e pelo Congo Belga, participando em dez encontros particulares e vencendo todos. Mais importante do que os jogos e os resultados foi o contacto direto que foi proporcionado entre a comitiva e os milhares de portistas que viviam na maior colónia portuguesa.»
(“Dragões Diário”)

= Pose da equipa do FC Porto em Sá da Bandeira - Angola / 1949. Com o guarda-redes Valongo como titular, em virtude de Barrigana não se ter podido deslocar, devido a lesão sofrida dias antes  =

Como é bem lembrado na newsletter diária do FC Porto, foi realmente algo de realce essa longa digressão do FC Porto a terras da então África Portuguesa e região próxima de acolhimento de muitos portugueses também. Tão importante que levou inclusive a que, do relatório entregue à direção do clube pelo responsável da delegação portista, resultou a publicação de um livro, pela necessidade de salvaguardar a memória de quanto representou esse abraço levado aos compatriotas e consócios residentes naquela província ultramarina, por quanto foi traduzido no fervor então sentido e vivido de parte a parte.

Como nota memorial, ao assinalar-se mais esta efeméride, no caso sobre o início dessa viagem em que o FC Porto se fez representar tão bem por aquela embaixada, juntamos imagem da capa do importante livro que é um marco na literatura sócio desportiva, feito por aquele dirigente do clube que também foi redator do antigo jornal O Porto, Delfim Pinto da Costa – hoje com nome apelativo pela natural relação que essa ordem dos apelidos pode chamar a atenção, sem contudo ter nada a ver com o atual presidente Pinto da Costa, a não ser pelo Portismo comum. Mas aí também o autor destas linhas é Costa Pinto, mudando apenas a ordenação de nomeada (e o presidente Nuno Pinto da Costa até teve um tio de nome Armando Pinto, outro e naturalmente muito mais velho). Não que haja confusão, a sério, mas porque pode haver.

= Presença memorial da deslocação da Caravana da Saudade, através da valiosa Taça Salvador Correia de Sá e outras recordações, em vitrine do Museu FC Porto By BMG. =

Armando Pinto
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terça-feira, 26 de junho de 2018

Basquetebol e Andebol no ecletismo do FC Porto – a propósito dumas memórias curiosas…


Em tempo de defeso desportivo, chegada época de veraneio e os dias a convidarem para idas à praia ou passeios de descompressão e aculturação vivencial, para quem pode e quer, até convívios e tudo o mais, com a bola dos desportos a dar lugar à bola de creme (chamada popularmente de Berlim, embora saboreada por estes lados portugueses), apetece também uns salpicos de maresia clubista, quais ressaltos refrescantes.

Terminada a época desportiva da temporada de 2017/2018, com o título nacional máximo do futebol de novo a pertencer ao FC Porto e a estar nos corações de pulsação portista, sendo que o desempenho da equipa principal do futebol é a mola real do sentimento clubista, há também lugar para o afeto aos resultados dos restantes escalões e das outras modalidades. Ficando na sensibilidade portista o que foi possível ser conquistado pelo hóquei em patins e pela época menos frutuosa do andebol e do basquetebol, entre as equipas azuis e brancas dos desportos de pavilhão. Para lá do que já nos começamos a habituar com as notícias chegadas das carambolas do bilhar e braçadas da natação, mais algum conhecimento sobre a existência do pugilismo e do desporto adaptado. Ah, e com desejos sempre do levantar de braços vitoriosos nas pedaladas dos ciclistas com camisolas representativas do FC Porto.


É pois oportunidade, desta feita, dum vislumbre apreciativo ao ecletismo do FC Porto, como que a aflorar a realidade do mundo alvi anil comportar tudo o que representa o mesmo FC Porto. Embora o ecletismo no FC Porto já não tenha a amplitude de outros tempos, quando o clube dragão chegou a ter cerca de duas dezenas de modalidades e mesmo mais secções (como por exemplo houve um departamento de campismo, um grupo de teatro e outras atividades, por exemplo). Sendo que essa profusão de apêndices, por assim dizer, teve um tempo que marcou o Portismo de muitos portistas, marcando alguma diferença no ambiente da coletividade. Inclusive então com tais modalidades jogadas inicialmente em recintos de terra batida (campos pelados, como se diz) e depois em pisos de cimento, nalguns casos, tais eram os rinques de antigamente. Na realidade desses tempos, algo que hoje em dia se revela diferente. Porque nos dias que correm, com a maior grandiosidade que o FC Porto atingiu nas décadas de diminuição eclética, melhoria de instalações e atualização de regras e hábitos, o clube na verdade deve ter representação em modalidades cujas equipas possam manter esse estado grandioso. Já que o FC Porto pode não vencer sempre e estar na mó de cima em tudo, mas deve competir com possibilidades de vencer, sempre.

= Andebol de Onze - 1956 =

Não vindo ao caso pormenorizar o que fica subjacente, recorda-se aqui apenas umas meras imagens de tempos antigos, relacionando aos casos das modalidades de pavilhão, como amostra dessas eras de antanho, quando o clube nem era ainda associado ao dragão que há muito tinha no emblema identificativo. Então, tempos houve que o FC Porto se via em dificuldades para vencer a nível regional, quase que distanciado do panorama nacional nalgumas modalidades. Quando no tempo presente se estranha quando não vencemos o campeonato das modalidades ainda existentes. O que, afinal, mostra como o Futebol Clube do Porto cresceu e está maior.

= Basquetebol - 1970 =

Sem necessidade de muitas explicações, por as próprias imagens transcenderem a ideia subjacente, juntamos algumas gravuras de fases diferentes e distanciadas, através de parcelas do jornal O Porto de 1956 e 1970. Quase dum tempo em que nas praias se usavam fatos de banho abastados e depois já os biquínis estavam na moda, embora ainda longe de outras modas posteriores. Como que a querer dizer que antigamente o que havia dava para contentar qualquer um e mais tarde já não, enquanto agora nem tudo satisfaz a todos.

1956 ...

... e 1970 
=Basquetebol e Andebol de Sete =
Armando Pinto
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domingo, 24 de junho de 2018

Curiosidade histórica dum “Referendo” também no FC Porto... Há muitos anos!


Estando na ordem do dia a “Assembleia destuitiva” do Sporting que, em pleno dia e noite de arraiais da festa popular do S. João, teve lugar em Lisboa, com clareza de resultados, vem a propósito uma lembrança, visto a mesma, porém, contrariamente ao que aparece em certos quadrantes, não ser historicamente com a maioria que anda referida, como sendo a maior diferença de sempre entre clubes. Obviamente que teve grande afluência de associados sportinguistas, segundo os números verificados e pelo que toda a gente se apercebeu durante o dia em que os canais televisivos se fartaram de fazer campanha, mas há que dar lugar também à verdade, em tudo.


Naturalmente situações do género não são boas, no fim de contas, e o que se passa num clube deveria só dizer respeito às pessoas afetas ao mesmo clube. Ficando a sensação de haver algum gato escondido com rabo de fora ("aqui há gato"!), como se diz popularmente, tal o interesse do caso ter sido maioritariamente comentado na comunicação social por adeptos adversários. Mas com isso podemos nós, os doridos que se doam, como se diz também. Vindo para aqui esta referência, apenas, por motivo de comparação histórica.


Vem assim a talhe lembrar uma ocorrência passada há já muitos anos no FC Porto. Quando, após o que aconteceu em 1969, ainda vivo na memória dos conhecedores da história do clube, pairou algum ambiente de crítica entre a massa associativa portista, dividindo-se em certa medida as opiniões nos adeptos e simpatizantes, com os sócios a terem sido chamados a manifestarem se queriam ou não a continuidade da Direção. Estava-se em 1970, dentro do chamado período da primavera marcelista no país. Acontecendo então o “Referendo” que ficou para a história, com concludente vitória da Direção presidida por Afonso Pinto de Magalhães. Que se manteve então à frente dos destinos do FC Porto mais algum tempo, até não se ter recandidatado mais tarde, vindo posteriormente a ser substituído pelo Dr. Américo Sá em 1972.


É claro que a afluência às urnas do Sporting na época sanjoanina de 2018 foi superior, por números concludentes, mas enganando na prática – por no clube leonino (tal como no Benfica, em modo do antigo sistema BSB) os votos não contarem por pessoa mas por número de anos de filiação, em vez de ser como na lei do país e pelos estatutos do FC Porto, por exemplo, em que cada cidadão eleitor e cada sócio, respetivamente, vale um voto por pessoa e todos têm direitos iguais. Contudo em percentagem, que é o que vem ao caso, a diferença no Referendo do FC Porto de 1970 foi de 92, 5 % !

Como ilustração e documentação anexa-se imagem e página do livro “O Homem-A Obra” e extensivamente juntam-se excertos da primeira e última página do jornal O Porto de 11 de abril de 1970, na edição seguinte ao referido plebiscito portista do dia 4 desse mês.


ARMANDO PINTO
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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Remembrança Portista: A Taça de Portugal de 1956


A história universal humanamente refaz memoração de antes e depois de Cristo. Como a portuguesa, embora com origens de diversos povoamentos, começou obviamente com o Condado Portucalense. Assim como a história do FC Porto teve inícios com Nicolau de Almeida e ganhou raízes com Monteiro da Costa. Enquanto a Memória Portista pessoal retém nos olhos da lembrança tempos já mais de meio do século XX, naturalmente, embora sabendo do que dos antepassados já vinha e vem, desde 1893, começado no século XIX, pois que passagens por três séculos contemplam a vida do FC Porto nos 125 anos de existência do grande clube dragão. Advindo memórias inesquecíveis a fazerem parte da memória portista coletiva.  


Nesse aspeto na memória pessoal, do autor destas linhas, conta naturalmente de modo particular o tempo em que tudo o que enobrece o próprio sentimento portista foi sentido já plenamente com sentidos apurados. De modo que para ser recordado tem de ser mesmo na primeira pessoa, remetendo à minha vida depois de já ser portista.


No ano em que eu nasci o FC Porto, entre diversas ocorrências dignas de maior nota, teve uma jornada histórica ao ter ido vencer a Lisboa na inauguração do antigo estádio da Luz, ao tempo conhecido e referido publicamente ainda por estádio de Carnide. Algo de que obviamente só tomei conhecimento muito depois, quando me comecei a interessar por conhecer a história do clube que desde cedo despertou paixão em minha vida. Assim como ainda daria primeiros passos há pouco tempo quando o FC Porto em 1956 venceu o Campeonato Nacional de futebol e de seguida triunfou na Taça de Portugal, fazendo a primeira dobradinha da história do futebol portista. Em tempo que ainda não havia televisão em Portugal e era então considerada a refundação do FC Porto para efeitos aniversariantes do clube.



Ora, "in illo tempore", sendo que essa Taça de Portugal fora a primeira conquistada pelo FC Porto, tal primeira vez portista da obtenção do segundo trofeu mais importante do futebol português merece perpetuação, no caso. Como dá gosto rememorar, desta feita, deitando mãos dos olhos do apreço clubista às páginas do jornal O Porto, em seu número seguinte à conquista da Taça de 1956. Apesar de também aí constar algumas notas à margem e comentários sobre ocorrências costumeiras dos jogos do FC Porto na área de Lisboa. Importando porém reter mais, para memorização portista, a narrativa relevante sobre a ditosa conquista, como no órgão informativo do clube teve lugar. Através de cuja reportagem, referente a tal sucesso, se fica com imagens e descrição desse feito.


Essa foi então a primeira Taça de Portugal ganha pelo FC Porto depois de eu nascer, mas sem me lembrar, a não ser pelo que depois li e pude ver posteriormente; bem como no caso da seguinte, em 1958; das quais tive conhecimento quando comecei a ter idade para isso. Outra depois viria, mais tarde, como primeira de que me lembro bem… e como tal foi bem sentida. A de 1968, para sempre especial.

Armando Pinto
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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Curiosidades e reflexões de outrora, em recordações episódicas – recuando a 1916 através de calendário de 1950…


O título com que aqui se encima este artigo já diz quase tudo. Atendendo ao que foi publicado no jornal O Porto em 1950, na data precisa correspondente a esta lembrança. Então, também numa terça-feira, fazendo memória de respigos de curiosidades desportivas de 1916.

Nesse tempo ainda a sede do FC Porto, onde também estava a redação do jornal do clube, era, como foi durante muitos anos, ao lado do edifício da Câmara Municipal do Porto, embora com nomes diferentes; sendo ao tempo Praça Sidónio Pais a que mais tarde passou a ser Praça do Município e desde os anos setentas é Praça General Humberto Delgado, enquanto o número se manteve o mesmo da histórica porta nº 325 da "Praça", como sempre foi referida.

Traz-se assim aqui, neste nosso cantinho de “Memória Portista”, de novo a público algo interessante do que foi publicado no órgão informativo do FC Porto aos 17 dias de mês de Outubro de 1950. Dando para recordar algumas reflexões já pertinentes nos princípios do século XX e relançadas a meio do mesmo século passado, que ainda continuam praticamente na ordem do dia. Além de uma outra evocação, perante uma rubrica entre os espaços d’ O Porto, ao segundo ano de sua publicação, cujo item proporciona memorização também de um antigo jovem valor do clube.

Tudo como se pode presenciar agora através de recortes que para aqui transpomos:  


Armando Pinto
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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

A Volta a Portugal do “Zeferino do Porto”!


O tempo corre, como nas bicicletas de corrida flui a grande velocidade, qual sopro do ar sob impacto do movimento das rodas e veloz recordação perante mecanismo da memória aos “Ases dos pedais”, os ciclistas heróis das estradas. Tal apraz recordar, quando está prestes a começar a “Volta” de 2017, enquanto já (como é lembrado em “Dragões Diário”) «passaram exatamente 36 anos desde a vitória de Manuel Zeferino na edição de 1981 da Volta a Portugal em biclicleta. Considerado um dos melhores ciclistas portugueses de todos os tempos, o poveiro conquistou a camisola amarela na primeira etapa para não mais a largar até à consagração, em Gouveia, impondo-se a Venceslau Fernandes (2.º) e ao colega de equipa Fernando Fernandes (3.º). Ao triunfo individual, a equipa portista juntou a vitória na classificação coletiva.»


Vem assim a talhe relembrar esse grande feito do ciclismo do FC Porto, conforme ocorreu em 1981 numa das épocas áureas em que o FC Porto passeou vitoriosamente as camisolas azuis e brancas no desporto dos pedais. Calhando a preceito publicar aqui, a propósito, algumas imagens relacionadas, sobretudo de uma cassete de áudio, da capa artesanal e vista da mesma cassete contemporânea do acontecimento, gravada e guardada pelo autor destas linhas, a qual contém gravações de reportagens radiofónicas de relato da vitória e entrevistas alusivas. Acrescendo, como ilustração, alguns trechos e gravuras da coeva reportagem jornalística d’O Porto, com algumas curiosidades colaterais…


Armando Pinto
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terça-feira, 4 de outubro de 2016

S. Francisco de Assis: Tema de página cultural portista, in O Porto…!


Neste dia 4 de outubro, dia de São Francisco de Assis, como é dedicado pela Igreja no calendário litúrgico ao santo dos estigmas sagrados, vem a talhe lembrar uma crónica feita há muitos anos, numa evocação especial escrita nos primeiros tempos de colaboração do autor n’ O Porto, ao tempo órgão oficial do FC Porto. Tendo então, através desse artigo, correspondido a apelo do diretor do mesmo, o antigo presidente Dr. Paulo Pombo, que estava a dar um rumo também cultural ao jornal do clube.

Assim, recordamos agora, por meio de recortes desse texto inserto em O Porto, corria o ano de 1975, o artigo de fundo histórico-cultural que dedicamos ao fundador da Ordem Franciscana e patrono dos Frades Capuchinhos. Santo que nos é muito querido, por assim dizer, sendo um dos mais admirados, com uma aura especial na simpatia de devoção pessoal, também.


ARMANDO PINTO

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