O FC Porto como algo especial que é, sendo um clube mais que
desportivo, é um mundo de laços ternos e eternos, de apaixonado pulsar de
sangue que nos corre nas veias e apaixonante chega ao coração. Sendo que quem engrandeceu e
eleva o FC Porto é como se fosse de nossa família, de veias azuis e espaço espiritual azul e
branco, precisamente pelo ritmo do sangue que aflui ao peito.
Assim, entre pessoas que são mesmo nossos familiares sentimentalmente,
não por sangue mas pelo coração, estão nossos ídolos portistas de
infância e juventude, mais os grandes nomes do historial azul, quais valores humanos que se nos
afiguraram e simbolizam seres superiores, os que pela vida adiante representaram o
FC Porto e, como tal, jogaram, correram e trabalharam por nós no que sempre queremos pelo nosso
Porto.
Assim sendo, em homenagem memorial a alguns desses nomes
referenciais, queremos fazer memória deles, através de alguns, como que tomando
o todo pela parte. Por quanto simbolizam na memória perene do FC Porto. Por
meio dum género de périplo pelos locais de seus túmulos, numa viagem virtual por onde estão sepultados. Não como lembrança triste, mas tributo honroso e grato. Em modo de continuarem vivos na memória, como há e enquanto houver quem os lembre. Qual vitória sobre a morte, também. Na
ideia de memorial recordatório, quão fazer memória corresponde a uma oração
sentida. Numa prece à eternidade, em ação de graças mistificada à comunhão dos
tempos em que nos revemos, na união de tudo e todos que são e somos FC Porto.
A ideia de dar atenção aos sítios de referências tumulares onde estão relíquias físicas portistas, tem sentido atendendo à relação existente do FC Porto com o nome resultante do próprio espaço tido por Antas, de ancestrais enterramentos coletivos dentro de monumentos funerários balizados por pedras altas em elevações cobertas com terra, sob grande tampa de laje granítica. Tendo o FC Porto, depois de primeiras corridas atrás duma bola em terrenos centrais da urbe portucalense, pelos sítios do atual Museu Soares dos Reis, depois por ali perto passado para o antigo Campo da Rainha e posteriormente andado mais tempo no histórico Campo da Constituição, foi contudo na zona das Antas que se implantou com mais significativa imponência, no estádio das Antas, e agora ali ao lado no estádio do Dragão, orgulhando o nome da cidade que ostenta. Sendo o morro das Antas um topónimo a remeter a antiquíssimos habitantes da cidade (inclusive evocado num monumento em jardim da zona norte da cidade), enquanto os mortos do Porto têm seus sítios de sepulturas familiares e coletivas em locais próprios.
A ideia de dar atenção aos sítios de referências tumulares onde estão relíquias físicas portistas, tem sentido atendendo à relação existente do FC Porto com o nome resultante do próprio espaço tido por Antas, de ancestrais enterramentos coletivos dentro de monumentos funerários balizados por pedras altas em elevações cobertas com terra, sob grande tampa de laje granítica. Tendo o FC Porto, depois de primeiras corridas atrás duma bola em terrenos centrais da urbe portucalense, pelos sítios do atual Museu Soares dos Reis, depois por ali perto passado para o antigo Campo da Rainha e posteriormente andado mais tempo no histórico Campo da Constituição, foi contudo na zona das Antas que se implantou com mais significativa imponência, no estádio das Antas, e agora ali ao lado no estádio do Dragão, orgulhando o nome da cidade que ostenta. Sendo o morro das Antas um topónimo a remeter a antiquíssimos habitantes da cidade (inclusive evocado num monumento em jardim da zona norte da cidade), enquanto os mortos do Porto têm seus sítios de sepulturas familiares e coletivas em locais próprios.
Em tal sentido lembramo-nos de fazer uma visita de reconhecimento e recordação pelos sítios onde jaz eternamente Gente do FC Porto. Num roteiro de reconhecimento sentimental aonde estão no descanso eterno salientes vultos do passado glorioso do grandioso FC Porto.
Para o efeito, porque o autor destas linhas reside
relativamente distante da urbe portuense e doutras localizações de sepultamento
de pessoas gradas do FC Porto, para obter fotografias atuais nos locais próprios, socorremo-nos de um amigo residente na cidade do
Porto (o correligionário portista Paulo Jorge Oliveira, conhecido do autor pelos
contactos derivados da pessoal atividade pró-FC Porto na blogosfera portista, através da
rede facebook de temática dragoniana, como mais acentuadamente a partir que nos
encontramos pessoalmente, há alguns anos, no anual encontro do chamado Dia do
Clube). Assim como, no caso de locais mais distantes da cidade Invicta, deitamos mão a outros contactos, através de mensagens com familiares e conhecidos de antigos ases portistas, tendo conseguido também outras imagens relacionadas.
Ora, por esses meios, juntam-se fotografias de sepulturas térreas e capelas fúnebres, campas simples ou jazigos
monumentais, onde repousam antigas Estrelas do FC Porto, na soma de fotos amealhadas. A cujas imagens
acrescentamos alguns dados descritivos e naturalmente nosso cunho de labor
afetivo.
Assim, começa-se pelo Mausoléu do FC Porto, em que repousam “Glórias
do FC Porto”.
Nesses outros espaços e dentro da mesma linha, a gratidão portista está assinalada nas campas do refundador do clube, em jazigo da família de José Monteiro da Costa, e também no jazigo da família do fundador António Nicolau de Almeida.
Bem como, na campa de Miguel Siska, lá está uma bola alusiva.
Tem o F C Porto com efeito seu mausoléu, onde, precisamente,
repousam Glórias do FC Porto. Como
lembrança eterna, existe assim no citadino cemitério de
Agramonte, na cidade do Porto, o Mausoléu do Futebol Clube do Porto, inaugurado em 1968, numa feliz
iniciativa da presidência de Afonso Pinto de Magalhães. Algo sublime a honrar o
sentimento clubista, denotando que os que serviram e valorizaram o F C Porto
jamais serão esquecidos. Embora em número reduzido, até agora, já que na
maioria dos casos as famílias preferem ter seus defuntos junto a outros
familiares, mesmo assim ali repousam alguns valores do passado como
exemplos referenciais em qualidade significativa. Aí estão notáveis atletas,
treinadores e dirigentes, lado a lado: Acácio Mesquita, atleta de futebol e
outras modalidades; Avelino Martins, futebolista “cara de aço”; João Lopes
Martins, atleta mais eclético (tendo praticado sete modalidades) do clube; João Augusto Silva, dirigente; Pinga e Pavão, futebolistas
carismáticos; Soares dos Reis, grande guarda-redes internacional e dirigente;
Joaquim Pereira Lopes (o sr. Lopinhos), massagista; mais José Maria Pedroto, futebolista e treinador Mestre.
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A propósito é de recordar, por imagens, alguns momentos marcantes do ato oficial da inauguração do Mausoléu do Futebol Clube do Porto, em 1968. Através de sequência de fotografias ilustrativas da marcha de atletas do clube em direção ao cemitério, com a tocha olímpica acesa nas Antas e de seguida levada em mãos por atletas de várias modalidades; até à deposição de terra dos campos da história do clube, lançada por relicário das mãos do então futebolista Alberto Festa, que jogara na saga dos Magriços.
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No mesmo cemitério de Agramonte encontram-se também as sepulturas de António Nicolau d'Almeida e José Monteiro da Costa, fundador e refundador do clube respetivamente, mais a do antigo guarda-redes Siska. E ainda a do Presidente dos históricos "6 Anos de Progresso na Vida Gloriosa do FC Porto" e Presidente Honorário Afonso Pinto de Magalhães (este em jazigo de família, no talhão do Carmo).
= José Monteiro da Costa
Nesses outros espaços e dentro da mesma linha, a gratidão portista está assinalada nas campas do refundador do clube, em jazigo da família de José Monteiro da Costa, e também no jazigo da família do fundador António Nicolau de Almeida.
= António Nicolau d' Almeida
= De Nicolau de Almeida - com placa de sinalética informativa
= Miguel Siska
Também em Agramonte se situa o monumental sepulcro da família
Santos Dumont, onde está sepultado Dumont Villares (sobrinho do aeronauta Santos Dumont). Eduardo Dumont Villares, que foi um dos primeiros
futebolistas do FC Porto, integrante da equipa que recebeu pela primeira vez um
clube estrangeiro em Portugal, também praticante de atletismo e natação no
clube, tendo mais tarde sido Presidente da Assembleia Geral e depois Presidente
da Direção do F.C. Porto.
= Dumont Villares
A segunda lápide (a contar da esquerda para a direita) é a
do Eduardo Dumont Villares.
= Jorge Orth
Também no cemitério do Prado do Repouso há um jazigo que diz muito ao sentimento portista. Estando ali o monumental túmulo do Tenente
Joaquim Vidal Pinheiro, heroico português da I Grande Guerra. Oficial de Escola
do Exército e jogador de futebol do FC Porto que seguiu no Corpo Expedicionário Português, como Tenente de Artilharia, e tombou em combate, morto a 9 Abril de 1918 na Batalha de La Lys.
Jaz assim no romântico cemitério do Repouso, na Cidade do Porto. A Câmara
Municipal do Porto atribuiu-lhe nome de Rua, na Freguesia de Campanhã.
= Joaquim Vidal Pinheiro
Também no cemitério do Prado do Repouso repousa o célebre
Presidente Dr. Urgel Horta, que presidia aos destinos do FC Porto aquando da inauguração
do estádio das Antas. Encontra-se em campa de família, com respetiva lápide com
seu nome mais conhecido, Urgel Horta (sendo de nome completo Urgel Abílio
Horta). Ao lado da sua lápide e mais ao centro está uma outra ali colocada em homenagem
do FC Porto.
Ainda no mesmo cemitério do Prado do Repouso encontra-se o
jazigo-capela do antigo presidente do FC Porto Nascimento Cordeiro, em jazigo
de família no nome do próprio José Maria Nascimento Cordeiro.
= Nascimento Cordeiro
= Valdemar Mota
Jazigo este do Valdemar Mota, célebre futebolista e primeiro olímpico do FC Porto (junto ao qual o amigo Paulo Jorge posou com uma "separata", como antigamente se chamava às gravuras agora conhecidas por "posters").
No mesmo cemitério do Bonfim, também está o Dr. Sousa Nunes
(em sepultura sem foto na lápide dele, Dr. Alfredo Sousa Nunes), médico do
clube durante muito tempo e sobretudo celebre por ter sido da época do Campeonato
de 1958/59, do caso-Calabote. Na campa da esquerda, tendo à direita a dos seus
pais.
= Dr. Sousa Nunes
Em tal caminhada de romagem, também no cemitério da Lapa há um jazigo com alguém especial do FC Porto. Estando nesse cemitério clássico o Hernâni, o senhor General do futebol Hernâni Ferreira da Silva, em jazigo de família.
= Hernâni Silva
Assim ali, na Lapa, junto à igreja onde está guardado o coração que o rei D. Pedro IV doou ao Porto, o cemitério da Irmandade da Lapa, campo santo mais romântico por excelência da cidade do Porto,
cuja monumentalidade é patente em capelas
funerárias de silhueta artística e peças esculturais, onde se encontram tumulados personagens de renome como
os vultos das letras Camilo Castelo Branco e Ramalho Ortigão, mais o famoso musicólogo e compositor sacro Padre Luís
Rodrigues, entre tantos, também acolhe o corpo do célebre futebolista Hernâni Silva.
Ainda na cidade do Porto, no cemitério de Ramalde estão
sepultados, entre outros, naturalmente, Hassane Ally e o Engenheiro Armando
Pimentel. Mais o Dr. Adriano Pinto da AFP. Desses três nomes portistas, com diferença de anos e funções
dentro do FC Porto, e não só, juntam-se imagens de suas sepulturas.
Hassane Ally, um dos jogadores ultramarinos do plantel do FC
Porto do tempo de Yustrich, jaz em jazigo de família. Com foto correspondente
na lápide respetiva, evocando esse que foi um futebolista da geração dos anos
cinquentas, que, embora sem ter jogado oficialmente em jogos de campeonato pela
equipa principal, fez parte do plantel (aparecendo por vezes referenciado como Hassan-Aly)
e alinhou em jogos de reservas.
= Hassane Ally no jazigo de família.
No mesmo cemitério repousa também o Eng.º Armando Pimentel, esse
que foi um diretor acompanhante do início das presidências de Pinto da Costa e
incluiu ainda também a SAD do FC Porto, cuja gerência interrompeu depois por
ter assumido cargo de Vereador da Câmara Municipal do Porto.
= Jazigo da Família Pimentel
Ainda no mesmo cemitério está a sepultura do Dr. Adriano
Pinto, antigo Presidente da Associação de Futebol do Porto. Um bom portista, que
exerceu durante muitos anos funções na A.F.P. como representante do Boavista, do Ramaldense e do Lousada, sendo sobretudo conhecido como também adepto do FC Porto, o qual por seu mérito
foi entretanto eleito presidente dessa Associação que em seu tempo chegou a ser
detentora de maior representatividade de clubes nacionais. Um ilustre cidadão ainda, Adrianio da Silva Pinto, reconhecido oficialmente pela Presidência da República Portuguesa com a
Comenda da Ordem de Mérito, daí ser referenciado como Comendador.
= Jazigo de família do Dr. Adriano Pinto
Dentro da família portista, além das jazidas nos campos
santos da cidade do Porto, naturalmente espalham-se também pelas diversas
regiões do país as sepulturas em que se encontram restos mortais de ilustres personagens
da vida do FC Porto.
Entre tantos e tantos exemplos, obviamente, apraz incluir
aqui alguns casos de sepulturas de Gente do FC Porto em cemitérios fora da
urbe portuense. Nesse âmbito, através de circunstâncias que tornaram possível o
conhecimento do facto e especialmente a angariação de imagens relacionadas,
através de receção de fotos, a pedido do autor e para este efeito, por meio de familiares ou pessoas amigas.
Assim sendo, merece referência que em Braga, no cemitério de Monte d' Arcos, está sepultado o guarda-redes Armando Silva, o guardião Armando que defendeu
as balizas do FC Porto e no Sporting de Braga. Futebolista que foi galardoado
com a Medalha de Comportamento Exemplar da Federação Portuguesa de Futebol por
nunca ter tido algum castigo disciplinar desportivo ao longo de sua carreira.
= Armando Silva
Igualmente, indo para o concelho de Gaia, no cemitério de
Arcozelo está sepultado em jazigo de família o célebre Presidente da Assembleia
Geral do FCP Dr. Sardoeira Pinto. O grande portista Senhor Doutor Fernando
Sardoeira Pinto que em tempos foi redator do jornal O Porto, mais tarde
dirigente e inclusive como representante do FC Porto esteve na presidência da
Associação de Futebol do Porto e por fim desempenhou desde o início da
presidência diretiva de Jorge Nuno Pinto da Costa o cargo de Presidente da Mesa
da Assembleia Geral do FC Porto.
= Dr. F. Sardoeira Pinto
Repousando o mesmo (também autor dos livros “Dragão
de Causas” e “Apitos Finais, Dourados… E algo mais!”) ali nesse campo santo
vizinho à capela da popularmente conhecida por Santa Maria Adelaide, em cujo
espaço museológico de ex-votos se encontra a camisola com que Juary jogou em
Viena e marcou o golo da vitória na Taça dos Campeões Europeus de 1987.
Ainda nos arredores do Porto, no cemitério da Maia, jaz António
Teixeira, que foi futebolista conhecido da geração dourada dos anos cinquenta do FC Porto e mais tarde treinador, também.
= António Teixeira
= Zé Beto
= João Nova
Ainda na região do Grande Porto, ou seja dentro da Área
Metropolitana do Porto, embora já no distrito de Aveiro, repousa em Vale de
Cambra um dos símbolos portistas representados com um busto também nas instalações
do estádio do Dragão – Rui Filipe. Ali, em plena região Norte e sub-região de
Entre Douro e Vouga, da antiga Beira Litoral, está assim esse memorando
futebolista valecambrense e portista, onde jaz no cemitério de Vila Chã, de
Vale de Cambra. Rui Filipe, futebolista que faleceu muito jovem, mas que já muito
estava na história do FC Porto. O qual ali tem seu corpo, em jazigo-capela de
família. De cujo espaço são as imagens que se juntam aqui, em diversos ângulos
e pormenores do respetivo interior da Capela onde está o Rui Filipe.
= Rui Filipe
Ainda no mesmo cemitério de Vila Chã, de Vale de Cambra, está António Baptista (António Baptsta da Costa, nascido a
1 de janeiro de 1913 e falecido a 28 de maio de 1949), histórico futebolista do
tempo de Pinga, Soares dos Reis; António Santos, Gomes da Costa, Costuras,
Carlos Pereira, Vianinha, Sacadura, Ângelo Silva, etc.
Ainda nas cercanias da área portuense, mais para baixo do mapa nacional, no concelho de Santa Maria da Feira, no cemitério de São João de Ver, estão sepultados os antigos ciclistas Joaquim Sousa Santos (pai) e Mário Sá. Nomes que durante bons anos andaram entre os que levaram em grande estilo as camisolas azuis e brancas pelas estradas, como grandes ciclistas que fizeram sobressair o equipamento das duas listas azuis aos olhos de multidões vibrantes com as vitórias sobre rodas.
= Sousa Santos
= Mário Sá
Ainda pela zona da Beira Litoral, repousa no Cemitério Sul de
Aveiro o valoroso e multifacetado atleta Fernando Perdigão, campeão nacional no
FC Porto quer em futebol como atletismo. Tendo ajudado em 1952 à conquista do
Campeonato Nacional de Atletismo, raridade que conseguiu intercalar um título
nortenho na costumeira série de Lisboa nessa modalidade de corridas, saltos e
outras especialidades. Culminando depois com dois títulos nacionais em futebol,
através de dois Campeonatos Nacionais ganhos, em 1956 e 1959, este onde foi um dos heróis
que suplantaram a batota dessa vez reconhecida no caso-Calabote, assim como integrou as equipas vencedoras de duas Taças de Portugal, em 1956 e 1958.
= Fernando Perdigão
A talhe do local da sepultura de Perdigão, valoroso extremo
que fez parte da geração dourada da década dos anos cinquentas (com Hernâni,
Virgílio, Monteiro da Costa, Pedroto, Carlos Duarte, Arcanjo, Acúrcio, etc,
etc.) e ainda alinhou na transição inicial da década de sessenta (junto com Américo, Azumir, Pinto,
Jaime e outros), encima o portal do mesmo campo santo, da terra dos doces ovos moles, um frontão com legenda lapidar: “ MORS ULTIMA RATIO”, em latim, significando “Morte,
razão final”. Sendo na verdade a morte um derradeiro argumento, poderoso fim da vida e princípio da eternidade.
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Posto isto, sem alongar demasiado a lista, nesta espécie de caminhada mental em afetiva visita à memória de Gente do FC Porto, paramos por aqui, segundo o que foi possível rememorar por este meio, numa homenagem ao descanso justo de quem faz parte do imaginário portista.
Está assim feito um pequeno roteiro pelas edificações sepulcrais
onde estão restos mortais de algumas pessoas importantes da História do FC Porto, de
modo a dar a conhecer alguns dos locais onde jazem eternamente nomes tão
queridos do ambiente portista. Sítios de construção referenciais, merecendo
preservação não só espiritual mas também material. Relembrando por este meio
sua mística histórica, sendo que são nomes eternizados por terem sido do clube dragão, numa prova da eternidade memorial do FC Porto.
Por entre tudo isto, como representa a escultura que engrandece a memória eterna portista no Mausoléu do FC Porto, última morada de repouso de Glórias do FC Porto, na Rua da Meditação da cidade do Porto: Ó morte, onde está a tua glória? – Havendo pessoas assim, como Gente do FC Porto, cujas almas da lei da morte se libertaram pelo que foram em vida e são lembrados ainda agora e sempre.
Por entre tudo isto, como representa a escultura que engrandece a memória eterna portista no Mausoléu do FC Porto, última morada de repouso de Glórias do FC Porto, na Rua da Meditação da cidade do Porto: Ó morte, onde está a tua glória? – Havendo pessoas assim, como Gente do FC Porto, cujas almas da lei da morte se libertaram pelo que foram em vida e são lembrados ainda agora e sempre.
ARMANDO PINTO
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