Hoje o nosso guarda-redes Helton completa 36 anos. Precisamente quando passam 3 anos da vitória na Liga Europa em 2011, conquistada em dia de aniversário de Helton, nesse dia então duplamente de parabéns.
Nascido a 18 de Maio de 1978, em Alcântara, do Rio de Janeiro,
no Brasil, Helton da Silva Arruda tem defendido em grande estilo e com muita
regularidade a baliza do F C Porto, preenchendo o espaço entre os postes e a
trave com muita elasticidade e valor, nas suas medidas de 1, 89 m (1 metro e 89
centímetros) de altura, mais 80 quilos de peso, e sobretudo com muito tino
sobre os ombros e massa cerebral dentro da cabeça, aliando saber de experiência
feito. Representou no Brasil o Vasco da Gama, clube de grande implantação entre
a comunidade portuguesa, e onde venceu 1 Torneio do Rio de Janeiro-São Paulo, 1
Campeonato Carioca, 1 Copa América e 1 Copa Mercosul; vindo depois para Portugal
através do União de Leiria, ate ter ingressado no F C Porto, onde se mantém e
ao serviço do qual já conquistou 7 Ligas Portuguesas / Campeonatos Nacionais, 4
Taças de Portugal, 6 Supertaças nacionais e 1 Liga Europa.
Vítima de arreliadora lesão que não permitiu que acabasse a época
no ativo, Helton encontra-se presentemente em fase de recuperação. Estando a
ser substituído pelo também eficiente Fabiano, e, sabendo-se que a fase de
tratamentos ainda terá algum tempo pela frente, deverá começar a preparação
mais adiante do início da próxima época. Contudo será sempre em nossa simpatia
e no apreço da família Portista o guarda-redes que muito defendeu o F C Porto,
o nº 1 da conquista da Liga Europa em 2011 e de muitas outras conquistas, em muitos
jogos que com sua voz de comando, desde a sua área, incentivou e chamou a
atenção aos colegas de equipa.
Helton está assim na galeria dos grandes guarda-redes que
vimos defender a retaguarda do F C Porto, dos de maior influência na orientação
da defesa e espicaçar do ânimo da equipa, tal como o elástico e destemido Américo
(com seu vozeirão a empurrar os demais, num tempo em que a equipa não era tão
completa em todos os setores); depois Mlynarczik (o polaco Joseff, muito
concentrado e pouco dado a espetáculo, mas muito eficaz); mais o vistoso Victor
Baía (que enchia a baliza e dava confiança a toda a equipa e apoiantes); até ao
agora titular Fabiano, em quem depositamos muita confiança e ao futuro
promissor do ex-academista Ricardo e do sempre nosso Kadú. Permanecendo na
nossa retina memorial o Helton com sua feição sorridente, ele que é músico
também, a reger a banda com seu jogo de pés e mãos.
Parabéns Helton, Força Capitão !!!
Armando Pinto
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