Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Um olhar ao porvir do F C Porto, mirando o passado e o presente...


Neste tempo de Primavera envergonhada, em que tanto faz sol como vem chuva, para lá da crise político-monetária que faz padecer o país em que vivemos e o povo ter de levar por tabela, enquanto as classes privilegiadas assobiam para o lado, também o desporto português sofre de profunda mesquinhez organizativo-arbitrária, imperando regras déspotas, de sistemas antigos a vir ao de cima.

É perante este panorama que o F C Porto tem de rever tudo, visando que sua organização não seja engolida pelos tentáculos malévolos e consequentemente o clube e respetiva SAD não se deixem ultrapassar, para que os dirigentes da estrutura azul e branca não sejam comidos por lorpas.

Quem não se lembra de na década de oitenta, do século XX, o F C Porto ter sido nº 1 mundial?!


De muito antes, como lembra aqueles tempos em que sabíamos os nomes dos jogadores todos pelos cromos dos rebuçados, em que vinham embrulhados. Recordo-me que, pelos inícios dos anos 60's, mais coisa menos coisa (pois ainda não andava na escola), o primeiro cromo que me saiu, logo que pude arranjar uns tostões, foi um tipo que me pareceu muito feio, de tez morena e cara de poucos amigos, que vim depois a saber (pois ainda não sabia ler) que era um fulano chamado Coluna, um gajo do Benfica. Ena, como fiquei de cara à banda, pois queria mas era um jogador do Porto… e logo tratei de o trocar, conseguindo de um amigo de brincadeiras uma troca por um de cara com ar mais agradável e com a camisola linda de que eu gostava, calhando ser o Serafim. Mas depois, quando consegui mais uns trocos para comprar uma mão cheia deles, apareceu-me finalmente o Américo, de quem já gostava, de tanto se falar bem dele… Depois o Pinto, mais o Azumir, que custava a sair. E outros, que mais tarde me apercebi serem de misturas de equipas, pois nesses cromos apareciam por vezes futebolistas que já nem jogavam na equipa, com outros posteriores. E foi assim que me veio ainda ter às mãos um, cujo nome eu ainda não conhecia, um tal Nóbrega. Jogador que na gravura aparecia quase sem pés, pois que aquilo era um género de arranjo gráfico (conforme se pode verificar na gravura, passando diante dos olhos imagens dessas eras). 

*
Ora, criança ainda, lembro-me que andavam uns pedreiros amigos a restaurar uma casa, aqui pelas minhas paragens, e eles todos os dias gostavam de puxar por mim para falar do Porto, de modo a passarem o tempo de costas mais direitas, nesses entretantos. Apesar de alertado para o facto, eu, criança mas não de olhos tapados, aparava-lhes o jogo porque também gostava de falar do Porto… Mas um dia, vendo o tal “macaco” (como chamávamos aos cromos de jogadores), com pés quase achatados, um desses amigos disse-me que aí entendia porque é que no jogo anterior, o Porto não tinha ganho, dias antes, porque o Nóbrega parecia que tinha os pés tortos… Ouvida tal coisa, desandei num instante e não mais os ajudei a passar o tempo. Dali em diante, por mais que me chamassem quando passava pela obra em que trabalhavam, fazia de conta e eles não tinham outro remédio senão continuar a trabalhar, para castigo.

*

Nunca gostei de me deixar levar, como se costuma dizer, nem gosto que tentem iludir e ludibriar algo com que me identifique e me toque, Como é o caso do F C Porto. Esperando que dentro do clube se empertiguem mais, ainda, de modo a não nos comerem a moleirinha.

= Uma formação da seleção portuguesa, com Américo...

Vê-se como tratam os nossos quando, entre outros exemplos, se deparam ocasiões de representações nacionais, em momentos importantes, como sucedeu com Américo e Pinto no Mundial de 1966, Baía no Euro 2004 e agora com Quaresma... não selecionado para o Mundial do Brasil, incompreensivelmente, ele que foi um dos expoentes da equipa do F C Porto e figura do campeonato...


Neste estado a que chegou o mundo desportivo indígena está-se em período de defeso, mas não de acalmia, verificando-se como lá pelo reino da capital do antigo império vão fazendo as coisas, não olhando a meios para atingir fins. Tal o que se constata no caso da Liga, a que os clubes do sistema ditatorialmente se agarram e não querem largar o poder, mesmo que tenham de usar, como aconteceu, artimanhas de bastidores. Deparando-se no horizonte nuvens medonhas, de escuridão sistemática.

Ora, depois de tudo o que foi acontecendo ao longo da época desportiva, tendo havido fatores extra a contribuir para o que se sabe, a temporada culminou com um final algo penoso, em que se misturaram culpas alheias com erros próprios, entenda-se – porque sabemos ver e reconhecer as situações e não vemos só uma cor como os touros…

Não só no futebol, mas até nas modalidades de pavilhão. Ainda no passado domingo, dia 8 de Junho, para cúmulo do estado de podridão que se verifica, também no jogo da final da Taça de hóquei em patins, entre o FC Porto e o Benfica, houve mais uma violação da verdade desportiva, gravíssima, ao ter sido permitido ao SLB utilizar um jogador expulso na véspera; enquanto depois e durante o jogo foi um chorrilho de habilidades arbitrárias, com aquilo que se viu de penaltis, livres diretos e expulsões sempre em prejuízo do mesmo ou seja do FC Porto. A pontos de Tó Neves ter apelidado aquilo mesmo como a Taça da vergonha.


Aliás, recorde-se (como aparece, unicamente, referido na comunidade informática Portista) «nos últimos três anos, a Federação Portuguesa de Patinagem tudo fez para retirar a hegemonia azul-e-branca, em busca de alterar os números com um título do SLB...que como se sabe, no jogo decisivo entre SLB e FCP terminou com bastante tempo ainda por jogar. Mesmo com o protesto do FCP, o campeonato foi "homologado". E este ano...em vésperas de decisão do campeonato...nomearam o mesmo árbitro para os jogos Candelária-FCP e o SLB-Valongo (jogado no dia seguinte!). Então agora, no passado fim de semana, na final four da Taça...reuniram de urgência para "despenalizar" um jogador do SLB que de outra forma nem poderia jogar. Lembram-se destes temas serem apresentados na comunicação social do regime? …Nós não.»

Pois nisso é que se vê o fito com que se cosem as pontas, pensando eles, os tais do sistema desportivo, que assim poderiam acabar com a prática do hóquei patinado no F C Porto, diante da possibilidade de acontecer uma possível tomada de posição como no basquetebol… Então não é que, com essa esperança, qual jogada de antecipação, em tentativa psicológica, procuraram cozinhar algo do género, através de violação informática, tendo sido pirateada a página do F C Porto na Internet com uma falsa notícia, a tentarem lançar confusão e sabe-se lá mais ou menos o quê…

Assim sendo, tem que se contar com tudo. Às tantas estavam a ver se, futuramente, atacando mais forte e feio o F C Porto também no futebol, não conseguiriam que o clube desistisse de se manter ao mais alto nível no desporto-rei…

Como nos recorda o tempo da dupla Pedroto-Pinto da Costa, quando foi travada luta acesa para alterar o sistema BSB…

É tempo de cerrar fileiras e, como um exército de ativos e elementos de retaguarda, voltarmos a ter comandantes audazes e valentes, especialmente, como tem sido até anos ainda de fresca memória, para que o nosso general forte faça mais forte a sua e nossa gente.

O tempo agora corre mais calmo, lentamente, sem tantas novidades inventadas na comunicação, por mor de haver muito com que encher páginas e programas com o Mundial de futebol.  Em cujo certame o F C Porto só tem na equipa portuguesa o extremo Varela, mas está bem representado em diversas seleções com mais oito valorosos arietes...

Enquanto por cá, dentro, a trilogia dos equipamentos novos do F C Porto prenda alguma atenção, diante da camisola principal um pouco parecida com a histórica, ao que diz a literatura oficial, numa aproximação do passado ao futuro, enquanto dos alternativos o azul de listas enviesadas do segundo se aceite e o terceiro escapa só por não ser vermelho.


Contudo, o mais importante é o que vai acontecer com esses equipamentos vestidos pelos nossos representantes, dentro do campo. Enquanto os nossos diretores terão de estar atentos, vigilantes e cuidadosos diante do que pode acontecer. Contando sobremaneira com a preparação e organização atempada e tudo o que seja inerente a uma boa campanha.

Então poderá e deverá ser mesmo a ligação do passado ao futuro, no engrandecimento clubista e fortalecimento da mística Portista.

Nestes comenos, assim, temos de pensar no porvir. Que futuro será possível neste presente?

Uma estrofe popular canta assim:

"Porque os meus olhos se afastem
Dos teus, não lhes queiras mal.
Que as andorinhas que partem
Voltam ao mesmo beiral"

É isso, queremos que volte o passado vitorioso ainda recente, ao futuro. Ao nomeado beiral, em que se aninham triunfos, em colheitas triunfantes.

Armando Pinto
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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Historial Eclético do F C Porto


Segundo estudo recente, que tem sido divulgado a nível mundial, graças às redes sociais da Internet, há números concretos quanto ao volume humano das simpatias clubistas pelo mundo fora, dentro dos seguidores da grande corrente informática que é o “Facebook”. Pese nem todos os adeptos andarem pela Internet, contudo na noção que é já uma parte significativa. Ficando-se a saber, enfim, que em Portugal, afinal, não é nada como ao longo dos tempos quiseram fazer crer a comunicação social e a difusão de meios afetos aos clubes lisboetas. Resumindo tudo no que tem andado nas parangonas, porque tudo isso mais não era que um “mito do «mais maior grande» do mundo, do invejado clube de aldeia, e claro, o mito de grandeza e superioridade dos viscondes chorões”.

Pois então, olhando aos dados de “Seguidores facebook”, com data de 2/11/2013, e fora os grandes colossos europeus de países grandes em tamanho e população, detentores dum grande poder económico e político (que não referimos para não alongar o espaço e, a bem dizer, por pouco interessar ao caso), olhando-se aos clubes deste Portugal pequenino e encolhido na ponta da Península Ibérica, o F C Porto está já com uma boa presença na tabela respetiva, entre portentos mundiais e acima de outros grandes ainda, até já a pouca distância do clube do regime vermelhusco lusitano dos tais falsos seis milhões de pessoas e a ver o zbording a ficar para trás. Sendo então assim as respetivas posições: … em 32º - S. L. Benfica, de Portugal, com 1.409.988; em 36º - F. C. Porto, também de Portugal, com 1.203.488; e muito lá para o fundo da tabela (sem indicação do lugar) o Sporting, naturalmente de Portugal, com 659.162”.


Sabendo-se que para isto contribuiu essencialmente o futebol portista dos últimos 25 a 30 anos, essencialmente, com as grandes conquistas das taças europeias e mundiais que foram alcançadas a partir de 1987; e a regular longevidade de campeonatos e outras provas em Portugal, cujos títulos nacionais têm sido conquistados em séries regulares desde 1985, sensivelmente; há que ter em conta que, para que o clube se mantivesse em lugares cimeiros do panorama português durante longos períodos de anos em que nada se ganhava no futebol, foram as modalidades amadoras que captaram atenções e conquistaram apoiantes.

Atento o facto, damos aqui continuidade à colocação de páginas de história antiga do clube. Daí a colocação ilustrativa da cimeira vista parcial duma camisola ancestral do clube, das usadas pelos anos cinquenta e sessenta, pelo menos – retirada da Internet pelo grande Portista e "bloguer" Pedro Cardona – em comparação com uma atual, mais abaixo já com símbolo de reconhecimento europeu. De modo a explanarmos mais uma publicação, possibilitando exposição e partilha de mais algumas páginas do pequeno livro “Passado, Presente, Futuro”, desta feita com rememorações da importância das modalidades amadoras que muito enobreceram o ecletismo Portista, noutros tempos.

Assim sendo, ponha-se os olhos numa interessante comunicação pública feita em 1980, por um estudioso, Custódio Moreira de Castro, que estava a escrever (mas não chegou a publicar) a História do F C Porto em livro:







Armando Pinto

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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Verificação histórica


Nestes tempos em que se torna necessário uma verificação de validade numa grande maioria das situações, perante o estado a que chegou a era contemporânea, contrária à compreensão real, salvam-se casos de seriedade afetiva, como é a existência de agremiações de grande vitalidade e vínculo sacramental comunitário, tal como o F C Porto. Cuja subsistência apenas necessitará de verificação como apreço, diante da grandeza e funcionamento estrutural conseguido.

Nesta afetividade e dado o interesse que merece, colocamos à verificação apreciativa o passado histórico deste grandioso clube, permitindo acesso a um resumo feito há já alguns anos, mas que abre horizontes, porque sem passado nunca haveria presente e futuro.


Eis aí, então, umas páginas (apenas quatro, por ora) duma alocução proferida em inícios da década dos anos oitenta, do século XX, a que deitamos mão agora por haver tido publicação num opúsculo intitulado “PASSADO, PRESENTE, FUTURO”, da lavra do publicista portista Custódio Moreira de Castro.


Armando Pinto

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