Luís César Rodrigues Teixeira, de seu nome completo, nasceu
no Porto, na freguesia de Santo Ildefonso, a 21 de fevereiro de 1944. Depois
viveu em Santa Cruz da Trapa, perto das Termas de S. Pedro do Sul, de onde ainda
jovenzinho foi viver para cidade do Porto. Atualmente reside em Santa Cruz da
Trapa-Viseu e Porto, em diferentes períodos de tempo.
Luís César: antigo secretário-técnico do departamento de futebol do FC Porto e mais tarde diretor do departamento de futebol do FC Porto futebol SAD.
Antigo jogador de Rugby (Râguebi) no FC Porto, quando o Clube teve prática dessa modalidade, nos princípios da década dos anos 60. Depois jornalista, diretor da secção desportiva do histórico jornal O Comércio do Porto, como entretanto esteve na formação de um chamado “Jornal do Desporto”. Fez relatos de futebol e de hóquei em patins no Quadrante Norte dos Emissores do Norte Reunidos, bem como colaborou nos jornais O Norte Desportivo e O Porto. Entretanto integrou os quadros da revista Equipa e colaborou também com a coleção da (nova) revista Ídolos-Desporto. Entre outras mais publicações. Também dirigiu as Tardes Desportivas na Renascença. E foi ainda vice-presidente do Orfeão da Foz do Douro e secretário da Associação de Futebol do Porto, assim como também presidente da Federação Portuguesa de Voleibol. Até que ingressou na estrutura do FC Porto. Mais recentemente foi ainda colaborador da revista Dragões.
De seus tempos de Secretário-Técnico do futebol portista é
uma entrevista que deu à revista “Chuto”, em 1979 (que para aqui se transpõe, digitalizada.
Com uns riscos que foram colocados quando em 2012 esse revista foi por mim emprestada
ao Museu do FC Porto, tendo aí sido feita a imagem da sua capa que consta no
mesmo museu do FC Porto, inaugurado em 2013):
Esteve ao serviço do FC Porto no futebol desde 1976/77, com
um interregno depois do “verão quente das Antas”, em que num curto período
esteve nas mesmas funções no Belenenses. Regressou depois ao clube em
1982 e manteve-se em funções até sua aposentação, em 2008. Era um funcionário
polivalente, sendo considerado enciclopédico nesse mister. Segundo opinião geral,
era elemento destacável pela organização e capacidade de trabalho, com método
organizativo apreciável. Recebeu em 1995 o galardão do clube “Dragão de Ouro de
Funcionário do Ano”; e em 2016 outro, o “Dragão de Ouro de Recordação do Ano”.
Após
sua reforma, além de continuar como colecionador de histórias, que vai anotando
nas suas agendas com acontecimentos desportivos e efemérides, bem como se
mantém conservador de recordações alusivas ao FC Porto, mais das viagens,
ofertas de clubes e de dirigentes, livros, revistas e fotografias que marcaram
o clube, assim como camisolas, medalhas, taças, galhardetes, botões de punho,
garrafas comemorativas, e outros objetos de memorização azul e branca... por
fim regressou aos locais de infância, havendo voltado a Santa Cruz da Trapa. E
aí, em sua casa, guarda todas essas lembranças museológicas e afetivas.
Atualmente vive entre o Porto (no Inverno) e em Santa Cruz da Trapa entre Abril e Outubro. Ali instalou a sua CASA DE MEMÓRIAS, em Santa Cruz da Trapa, onde tem residência e uma unidade hoteleira, a Quinta do Pendão, distante cerca de duas dezenas de quilómetros de Viseu.
Luís César faz parte também do grupo de Colaboradores do antigo jornal O Porto que se tem reunido em encontros de confraternização, como nos
temos encontrado nesse convívio que para já está a acontecer duas vezes por ano.
Ora, aproveitando a efeméride da data de seu nascimento
(quando são escritas e publicadas estas anotações), enviando também por este
meio os devidos ”Parabéns de Feliz Aniversário”, é assim feita esta
simples mas sincera homenagem de apreço, que o amigo senhor Luís César merece,
neste espaço de Memória Portista.
Armando Pinto
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