Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Homenagem a Luís César: Bi-Dragão de Ouro!

 

Luís César Rodrigues Teixeira, de seu nome completo, nasceu no Porto, na freguesia de Santo Ildefonso, a 21 de fevereiro de 1944. Depois viveu em Santa Cruz da Trapa, perto das Termas de S. Pedro do Sul, de onde ainda jovenzinho foi viver para cidade do Porto. Atualmente reside em Santa Cruz da Trapa-Viseu e Porto, em diferentes períodos de tempo.

Luís César: antigo secretário-técnico do departamento de futebol do FC Porto e mais tarde diretor do departamento de futebol do FC Porto futebol SAD.

Antigo jogador de Rugby (Râguebi) no FC Porto, quando o Clube teve prática dessa modalidade, nos princípios da década dos anos 60. Depois jornalista, diretor da secção desportiva do histórico jornal O Comércio do Porto, como entretanto esteve na formação de um chamado “Jornal do Desporto”. Fez relatos de futebol e de hóquei em patins no Quadrante Norte dos Emissores do Norte Reunidos, bem como colaborou nos jornais O Norte Desportivo e O Porto. Entretanto integrou os quadros da revista Equipa e colaborou também com a coleção da (nova) revista Ídolos-Desporto. Entre outras mais publicações. Também dirigiu as Tardes Desportivas na Renascença. E foi ainda vice-presidente do Orfeão da Foz do Douro e secretário da Associação de Futebol do Porto, assim como também presidente da Federação Portuguesa de Voleibol. Até que ingressou na estrutura do FC Porto. Mais recentemente foi ainda colaborador da revista Dragões.

De seus tempos de Secretário-Técnico do futebol portista é uma entrevista que deu à revista “Chuto”, em 1979 (que para aqui se transpõe, digitalizada. Com uns riscos que foram colocados quando em 2012 esse revista foi por mim emprestada ao Museu do FC Porto, tendo aí sido feita a imagem da sua capa que consta no mesmo museu do FC Porto, inaugurado em 2013):

Esteve ao serviço do FC Porto no futebol desde 1976/77, com um interregno depois do “verão quente das Antas”, em que num curto período esteve nas mesmas funções no Belenenses. Regressou depois ao clube em 1982 e manteve-se em funções até sua aposentação, em 2008. Era um funcionário polivalente, sendo considerado enciclopédico nesse mister. Segundo opinião geral, era elemento destacável pela organização e capacidade de trabalho, com método organizativo apreciável. Recebeu em 1995 o galardão do clube “Dragão de Ouro de Funcionário do Ano”; e em 2016 outro, o “Dragão de Ouro de Recordação do Ano”.

- Outorga do Dragão de Ouro de 1995, entregue no princípio de 1996.

Após sua reforma, além de continuar como colecionador de histórias, que vai anotando nas suas agendas com acontecimentos desportivos e efemérides, bem como se mantém conservador de recordações alusivas ao FC Porto, mais das viagens, ofertas de clubes e de dirigentes, livros, revistas e fotografias que marcaram o clube, assim como camisolas, medalhas, taças, galhardetes, botões de punho, garrafas comemorativas, e outros objetos de memorização azul e branca... por fim regressou aos locais de infância, havendo voltado a Santa Cruz da Trapa. E aí, em sua casa, guarda todas essas lembranças museológicas e afetivas.

- Entrega do Dragão de Ouro de 2016.

Atualmente vive entre o Porto (no Inverno) e em Santa Cruz da Trapa entre Abril e Outubro. Ali instalou a sua CASA DE MEMÓRIAS, em Santa Cruz da Trapa, onde tem residência e uma unidade hoteleira, a Quinta do Pendão, distante cerca de duas dezenas de quilómetros de Viseu.

Luís César faz parte também do grupo de Colaboradores do antigo jornal O Porto que se tem reunido em encontros de confraternização, como nos temos encontrado nesse convívio que para já está a acontecer duas vezes por ano.

Ora, aproveitando a efeméride da data de seu nascimento (quando são escritas e publicadas estas anotações), enviando também por este meio os devidos ”Parabéns de Feliz Aniversário”, é assim feita esta simples mas sincera homenagem de apreço, que o amigo senhor Luís César merece, neste espaço de Memória Portista.   

Armando Pinto

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