Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Recordação clubístico-pessoal… Portista!


Corria o ano de 1999, no mês de Maio, quando, com cerca de um ano e meio de atraso, o autor deste blogue recebeu a roseta de prata a que fazia jus a pessoal conta de 25 anos de associado do F. C. Porto. 

Com efeito, entretanto, houvera um interregno de cerca de dois anos na realização da entrega das rosetas aos sócios do F. C. Porto. Motivo porque nesse ano foram cerca de 2.500 os sócios que receberam as respetivas rosetas. Dos quais, naturalmente, eram em muito maior número os da jubilação de prata, com 25 anos de filiação, que totalizaram número acima de 2.100; enquanto os que perfaziam as bodas de ouro eram coisa de trezentos e tal. Resultando que, para o efeito, decorreram as entregas durante toda uma semana, em sucessivas cerimónias com lugar nas noites de segunda até sábado, da segunda semana de Maio de 1999.


Desse ato, realizado nas instalações do F. C. Porto, num dos espaços por baixo da arquibancada do estádio das Antas e ao lado do departamento de futebol, juntamos algumas das recordações físicas que ficaram, à falta de imagens - pois não houve fotógrafo oficial (pelo menos no dia da receção correspondente ao autor, estando-se ainda distante da era das pequenas máquinas digitais), talvez derivado ao elevado número de pessoas galardoadas, tendo as entregas sido efetuadas em séries seguidas.

Tais cerimónias, de permeio, tiveram animação através de atuações de diversas tunas académicas, à vez cada uma por dia, após inicial introdução personalizada pela voz do hino do clube, entoado em presença diária por Maria Amélia Canossa. 


Assim, testemunham essa recordação, como aqui orgulhosamente fixamos, o ofício que serviu de missiva e, junto ao coevo cartão de sócio, também o emblema alusivo à oficial roseta recebida. 

Armando Pinto 

=== Clicar sobre as digitalizações, para ampliar ===


2 comentários:

  1. Também tenho as minhas recordações desse dia, alguns anos depois do seu que conta com a sua boa escrita. Entendo o que deixa pelo meio, sem criticar nem se queixar, mas percebendo-se que a cerimónia devia ter sido menos impessoal. O Porto é grande e superior a tudo.

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  2. Também recebi a minha já faz tempo... Agora as coisas são diferentes, mais para quem recebe a roseta de ouro.

    Abraço

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