Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Jorge Costa: 1 ano de saudade e constante recordação - 05/8/2025 - 2026…!

Passada uma volta solar, perfaz um ano que faleceu Jorge Costa, o “Bicho” e “Capitão” eterno do FC Porto, distinto portista que foi grande como jogador de futebol e depois como dirigente. Um caso especial de ter sido dos mais carismáticos rostos do FC Porto, como futebolista primeiro, e mais tarde como diretor do futebol nos inícios da presidência de André Villas-Boas.

Sendo que neste dia e nesta oportunidade, do primeiro aniversário de seu falecimento, há e haverá diversas crónicas e muitas referências sobre seu currículo desportivo e sobretudo portista, assim como sobre as cerimónias que o FC Porto lhe prestou e presta, evocamo-lo aqui com algumas lembranças particulares.

Em seu tempo de atleta já não havia livros populares com biografias dos jogadores, senão teria tido lugar certo entre os célebres Ídolos do Desporto e outas publicações que tais. Mas ainda teve direito a ser biografado em livros contemporâneos, como dois sobre ele mesmo…


… e num sobre os melhores defesas centrais na coleção ONZE + do jornal O Jogo.



Como jogador, foi vencedor nato, desde ter sido campeão júnior pelo FC Porto e pela Seleção Nacional até Campeão Europeu dessa categoria, como de seguida como sénior foi campeão nacional e vencedor de praticamente todas as provas nacionais e nas internacionais também Campeão Mundial/vencedor da Taça Intercontinental de 2004, Campeão Europeu com a Liga dos Campeões de 2004 e Vencedor da Taça UEFA de 2003, pelo FC Porto. Como treinador deixou escola e diversas conquistas de realce, no pouco tempo em foi responsável por algumas equipas. E por fim como dirigente voltou a vencer a Supertaça Nacional Cândido de Oliveira, já em tempo do novo e atual troféu correspondente, porque no seu tempo de jogador ainda vigorava a antiga primeira taça.

Nessa categoria de ter sido atleta e depois dirigente, distinguiu-se sobremaneira, também. No FC Porto tinha havido anteriores casos, como por exemplo Cesário Bonito foi jogador, embora por pouco tempo enquanto jovem, e mais tarde presidente; Soares dos Reis, o primeiro guarda-redes de futebol internacional do FC Porto, mais tarde foi diretor do futebol e do ciclismo, com grande influência na aquisição de jogadores e no acompanhamento aos ciclistas nas grandes provas das bicicletas; bem como Hernâni, um dos maiores futebolistas de sempre, depois foi diretor do futebol, embora sem ter podido estar muito tempo no lugar por, como defensor dos interesses do FC Porto, ter sido vítima do sistema BSB. E Jorge Costa foi o que se sabe, grande apoiante e braço direito do presidente André Villas-Boas, terminou por morrer no seu posto de diretor de futebol a acompanhar os trabalhos da equipa.

É pois o “Bicho-Capitão” uma constante recordação, um vulto eterno da História do FC Porto.

Curvando-nos diante de sua memória, lembramo-lo, mais uma vez, desta feita com algumas imagens sugestivas, que dispensam legendagem.

Armando Pinto

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"Colecção Ídolos do Desporto” respeitante a Atletas do F. C. Porto

Coleção de resumos biográficos e curriculares da carreira de atletas portugueses, a "Ídolos do Desporto" era publicada em Lisboa. Sendo essa famosa «Colecção Ídolos do Desporto» uma publicação de exemplares de pequenas revistas, em formato de livro de bolso, muito popular desde meio da década dos anos 50 até ao início dos anos 70, do século XX, que publicava biografias profusamente ilustradas dos grandes desportistas nacionais. Foi uma das primeiras publicações de imprensa desportiva em Portugal que tinha por objetivo formar uma coleção com os livrinhos publicados a historiar os desportistas conhecidos do grande público, segundo a ideia do promotor, E. Carradinha. Reuniram-se nessa coleção as biografias de vários homens e algumas mulheres que se destacaram no futebol, em patinagem, hóquei em patins, atletismo, ciclismo, entre outras modalidades desportivas. Sendo as revistas vendidas como literatura de cordel (conforme se dizia), postas à venda penduradas em cordéis nos pontos de vendas, como nas tabacarias e em quiosques, junto com jornais e revistas de cow-boys, cinema e espetáculos, por exemplo, como era usual e visual na época.

Como era editada em Lisboa, publicou muito mais biografias dedicadas a atletas dos clubes de Lisboa e arredores, de todas aquelas modalidades referidas, ao passo que do FC Porto tiveram lugar futebolistas em muito menor número que os dos rivais; e das outras modalidades apenas 2 ciclistas foram lembrados. Teve, contudo, o condão de registar e guardar à posteridade imagens que de outro modo não chegariam aos vindouros tempos, assim como dados biográficos que ficaram conhecidos desse modo.

Iniciada em 1956 e tendo tido 7 séries até 1972, a histórica “Colecção Ídolos do Desporto” teve primeiro número dedicado a alguém do FC Porto no seu número 6 da 1.ª série, referente a Hernâni, e o último em 1972 com o n.º 21 da 7.ª Série, dedicado ao F. C. Porto equipa e clube, até ao início da presidência do Dr. Américo Sá, incidindo sobre a época da equipa de futebol sénior e de passagem com alguns dados estatísticos das modalidades principais. 

Entre os futebolistas do F. C. Porto alguns tiveram maior saliência, com mais que um número da coleção, tendo sido biografados e suas carreiras descritas em dois desses pequenos livros, com alguns anos de distância entre um e outro. Como aconteceu com Hernâni, em 1956 e 1963; Américo, em 1964 e 1968; Pinto (Custódio Pinto), em 1964 e 1970; Nóbrega, em 1964 e 1969; e Rolando (José Rolando), em 1968 e 1972.

Essa mesma coleção, dos números de jogadores de futebol e ciclistas do FC Porto, faz parte da biblioteca pessoal aqui do autor deste blogue, completa. Como se ilustra com imagem de todos os pequenos livros desses "Ídolos”.

Armando Pinto

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terça-feira, 4 de agosto de 2026

Efeméride da Inauguração e Benção do Mausoléu do FC Porto - a 4 de AGOSTO de 1968!

Estava-se em 1968, quando no primeiro domingo do calorento mês oitavo do calendário, a 4 de Agosto, decorreu a cerimónia da inauguração oficial do Mausoléu do FC Porto, a sepultura onde desde aí passaram a repousar Glórias do Futebol Clube do Porto, no cemitério de Agramonte, junto à rotunda da Boavista, na cidade do Porto. Numa obra edificada na presidência de Afonso Pinto de Magalhães, que, ele próprio, após ter sido retirada a bandeira que cobria a estátua e benzido o mausoléu, sobre a tampa do mesmo ali depositou uma coroa de flores em nome do FC Porto.

Desse cerimonial, recorda-se o acontecimento por ilustração de alguns momentos marcantes do ato oficial da inauguração. Através de sequência de fotografias ilustrativas, desde a marcha de atletas do clube em direção ao cemitério, com a tocha olímpica acesa nas Antas e de seguida levada em mãos por desportistas de várias modalidades; até à deposição de terra dos campos da história do clube, lançada por relicário das mãos do então futebolista Alberto Festa, que jogara na saga dos Magriços.





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A estátua que engrandece a arquitetura simbólica da sepultura, através de um anjo, simbolizando a vitória sobre a morte, foi da autoria do escultor Charters de Almeida. 

(Na preparação da obra, o escultor fez primeiro uma pequena estatueta; cujo original foi depois oferecido pelo escultor ao Presidente Afonso Pinto de Magalhães. Atualmente essa estatueta, que deu origem à estátua grande do mausoléu do clube, está na posse da família do antigo Presidente Honorário Pinto de Magalhães.)

Desde então o Mausoléu de Agramonte do FC Porto está referenciado na História do FC Porto - como é descrito no livro "F. C. Porto 100 anos de história 1893-1993", de Álvaro Magalhães e Manuel Dias.

(Indica-se como Mausoléu de Agramonte do FC Porto, porque o FC Porto tem no cemitério de Paranhos um outro mausoléu, mais antigo e mais pequeno, onde repousa o antigo treinador Jorge Orth, mais sua esposa, erigido para esse fim com subscrição dos sócios do clube, em 1962/1963.)

A cerimónia da inauguração do Mausoléu de Agramonte, em 1968, decorreu então no âmbito das comemorações do clube, no tempo em que o aniversário era assinalado em agosto. Em cujo programa, nesse domingo, houve também na antiga sede do Clube uma homenagem aos campeões de 1921/22, com entrega de medalhas aos 5 ainda vivos, na ocasião; bem como foi inaugurada a Galeria dos Internacionais do FC Porto, em exposição de quadros fotográficos referentes aos futebolistas seniores e juniores que até esse tempo tinham jogado na Seleção Nacional A e B, mais na de Juniores. Sendo desta vez lembrado o caso do Mausoléu, porque sobre a Galeria dos Internacionais já foi feito anteriormente um artigo alusivo (assim como a galeria deixou de existir, como mostra pública, desde a transferência da antiga sede para o Museu das Antas). Incidindo agora sobre a parte do Mausoléu alguns recortes da página dedicada ao acontecimento no Jornal de Notícias de 5 de agosto de 1968.



Com o impacto que teve, numa jornada de saudade e reconhecimento, a inauguração do mausoléu do FC Porto foi uma dotação singular, que mais nenhum clube desportivo possui em Portugal.


Como recordar é viver, já nesse tempo se deu assim uma boa maneira de recordar as glórias do passado, com forte desejo de fortalecimento do futuro. O FC Porto tem História e recomenda-se!

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Atualmente, como lembrança eterna, existe assim o Mausoléu do Futebol Clube do Porto. Algo sublime a honrar o sentimento clubista, denotando que os que serviram e valorizaram o F C Porto jamais serão esquecidos. Embora em número reduzido, até agora, já que na maioria dos casos as famílias preferem ter seus defuntos junto a outros familiares, mesmo assim ali repousam alguns valores do passado como exemplos referenciais em qualidade significativa. Aí estão notáveis atletas, treinadores e dirigentes, lado a lado: Acácio Mesquita, atleta de futebol e outras modalidades; Avelino Martins, futebolista “cara de aço”; João Lopes Martins, atleta mais eclético (tendo praticado sete modalidades) do clube; João Augusto Silva, dirigente; Pinga e Pavão, futebolistas carismáticos; Soares dos Reis, grande guarda-redes internacional e dirigente; Joaquim Pereira Lopes (o sr. Lopinhos), massagista; mais José Maria Pedroto, futebolista e treinador Mestre. (Tendo os primeiros a ficar ali sepultados sido por trasladação, como aconteceu com os restos mortais de Pinga, que havia falecido em 1963 e foi então trasladado em 1968 para o mausoleu do clube. Os mais recentes, sepultados aquando de suas exéquias fúnebres, até agora, foram José Maria Pedroto, em 1985,  Manuel Soares dos Reis, em 1990 e João Lopes Martins, em 1995.)


 Desses ilustres Portistas estão seus nomes numa placa colocada ao lado do mausoléu, como legenda identificativa, a assinalar as respetivas datas. 


Armando Pinto

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domingo, 2 de agosto de 2026

Aviso à navegação (amigos e leitores):

Agora e por tempo indeterminado, não vai ser possível dar conhecimento de publicações de novos artigos, como até agora se noticiava pelo Facebook. Visto a minha página de Facebook ter sido pirateada, por alguém de fraca gente e como tal enquanto não conseguir recuperar a página ou tiver de criar uma nova, não vai haver possibilidade de dar conhecimento de novas publicações. De modo que quem gostar de ler futuras e próximas publicações deve seguir diretamente o blogue, através do link

https://memoriaporto.blogspot.com/

ou fazer-se seguidor ou por busca no Google.

Aproveito para acrescentar que quaisquer publicações surgidas proximamente no Facebook não serão minhas, portanto, até aviso meu em contrário. Ou pedidos como por vezes acontece em casos similares.

Armando Pinto

FC Porto vence a Supertaça de 2026, a 25.ª Supertaça Cândido Oliveira do historial portista e passa a somar 88 provas totais - mais 2 que o Benfica!

Futebol Clube do Porto vence a Supertaça de 2026, a 25.ª Supertaça Cândido Oliveira do historial portista e passa a somar 88 títulos totais - mais 2 que o Benfica, contrariamente ao que os do regime mentem, querendo juntar uma supertaça oficiosa…! Sendo a diferença atual verdadeira de 88 para 86 títulos ganhos, entre o mais titulado e o segundo!

O FC Porto é o vencedor da Supertaça Cândido de Oliveira de 2026. Na final de início da nova época entre os vencedores do Campeonato da 1.ª Liga e da Taça de Portugal da época anterior. Vencendo na final o Torreense, que estava ali por ter derrotado o Sporting na final da Taça.

Com esta vitória o Presidente André Villas-Boas em dois anos de presidência junta 2 Supertaças e 1 Campeonato da Liga no futebol sénior. Com Farioli a juntar já as duas provas por uma vez, de cada uma.

Conseguiu assim a equipa do FC Porto superiorizar-se na final e superar as manobras mais uma vez acontecidas, como com o relvado do estádio em péssimas condições, sabendo-se que isso prejudicaria a equipa mais tecnicista. Sendo de tal modo que o resultado por um golo pode considerar-se satisfatório por ter sido jogado num campo cheio de buracos de falta de relva e erva solta. Sendo assim, por mais que haja quem não goste, os SUPER CAMPEÕES - como está na página oficial do FC Porto:

FC Porto venceu o SCU Torreense (1-0) e juntou a 25.ª Supertaça ao 31.º título nacional

O FC Porto venceu o SCU Torrense por 1-0 e juntou a 25.ª Supertaça Cândido de Oliveira ao 31.º título nacional. Em Coimbra, onde já haviam erguido o troféu por três vezes, os Campeões Nacionais bateram os detentores da Taça de Portugal com um golo de Victor Froholdt e isolaram-se ainda mais como o mais titulado dos clubes portugueses: a partir de agora, passam a ser 88 os troféus expostos no Museu FC Porto.

Francesco Farioli promoveu duas alterações na equipa titular no jogo de apresentação - Diogo Costa rendeu Cláudio Ramos, Alberto Costa rendeu Alan Varela e Pablo Rosario subiu para o meio-campo -, mas foi a formação de Torres Vedras quem entrou melhor, ao visar a baliza portista em duas ocasiões nos primeiros instantes do encontro - Diogo Costa travou ambas as tentativas.

Alertados para os perigos da oposição e do relvado, os Dragões partiram para cima do adversário e responderam de imediato, criando três oportunidades flagrantes nos 20 minutos seguintes: na primeira, André Silva cabeceou à figura de Adriel Ramos; na segunda, Alberto Costa cruzou e o avançado internacional português não deu a melhor sequência; na terceira, Pepê serviu William Gomes de forma exímia, só que o camisola 7 atirou por cima com o pior pé.

As ameaças concretizaram-se antes do intervalo. Na sequência de um lance construído desde trás, Pepê tirou mais um cruzamento perfeito e Victor Froholdt marcou de cabeça o primeiro golo da temporada (1-0). Em cima do descanso, Diogo Costa voltou a dizer “presente” e fechou os caminhos da sua baliza com uma mancha decisiva.

Jan Bednarek apresentou queixas logo ao sexto minuto e acabou substituído por Alan Varela ao intervalo, depois de sofrer um estiramento no joelho direito devido ao mau estado do “relvado” do Estádio Cidade de Coimbra. À passagem da hora de jogo, André Silva viria a testar novamente os reflexos de Adriel Ramos na cobrança de um livre direto, antes de sair por troca com Deniz Gül juntamente com William Gomes, que deu a vaga a Borja Sainz.

Inbeom Hwang rendeu Gabri Veiga aos 73 minutos, Martim Fernandes fez o mesmo a Alberto Costa aos 83 e o internacional sul-coreano esteve perto de fazer o gosto ao pé nos derradeiros instantes do encontro, quando rematou de longa distância com o pé esquerdo e obrigou o guardião torreense a intervir. Após o apito final de André Narciso, a festa fez-se pelos 20 mil portistas que pintaram as bancadas de azul e branco.

VICTOR FROHOLDT ELEITO MVP DA SUPERTAÇA

Médio dinamarquês assinou o golo da vitória do FC Porto contra o SCU Torreense (1-0) e foi considerado o HOMEM DO JOGO.

Victor Froholdt, autor do golo na vitória do FC Porto frente ao SCU Torreense (1-0), foi eleito o Melhor Jogador da Supertaça Cândido de Oliveira.

O médio internacional dinamarquês junta o galardão entregue pela Federação Portuguesa de Futebol aos prémios de MVP e de Jovem do Ano da Liga Portugal 2025/26.

Com este triunfo o FC Porto aumenta a diferença do total de títulos alcançados no futebol sénior.

Eis a lista de vencedores da Supertaça Portuguesa, conforne consta na página da FPF, indicando o FC Porto com 25, o Benfica com 9 oficiais, tal como o Sporting com 9, o Boavista 2 e o Vitória SC de Guimarães 1. Havendo 2 não oficiais, ou oficiosas, 1 do Boavista e 1 do Benfica, que obviamente não contam. Portanto é abusivo e desonesto o que aparece em certos locais desinformativos, pelos que andam a querer somar mais uma ao Benfica.



VENCEDORES

Supertaça Cândido de Oliveira

2026       FC Porto

2025      SL Benfica

2024      FC Porto

2023      SL Benfica

2022      FC Porto 

2021      Sporting CP

2020      FC Porto

2019      SL Benfica

2018      FC Porto

2017      SL Benfica

2016      SL Benfica

2015      Sporting CP

2014      SL Benfica

2013      FC Porto

2012      FC Porto

2011      FC Porto

2010      FC Porto

2009      FC Porto

2008      Sporting CP

2007      Sporting CP

2006      FC Porto

2005      SL Benfica

2004      FC Porto

2003      FC Porto

2002      Sporting CP

2001      FC Porto

2000      Sporting CP

1999      FC Porto

1998      FC Porto

1997      Boavista FC

1996      FC Porto

1995      Sporting CP

1994      FC Porto

1993      FC Porto

1992      Boavista FC

1991      FC Porto

1990      FC Porto

1989      SL Benfica

1988      Vitória SC

1987      Sporting CP

1986      FC Porto

1985      SL Benfica

1984      FC Porto

1983      FC Porto

1982      Sporting CP

1981      FC Porto

1980      SL Benfica (prova oficiosa)

1979      Boavista FC (prova oficiosa)







- Vitória na Supertaça de 2026, a 1 de agosto. Entrando na nova época mesmo a...gosto!

Armando Pinto

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