Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

sábado, 17 de outubro de 2026

49.º Aniversário Natalício do Presidente do F. C. do Porto André Villas-Boas: Feliz dia e feliz continuidade à frente do nosso Porto!

Hoje faz anos o nosso Presidente, o Presidente do FC Porto e dos Portistas, André Villas-Boas. Que foi e é o melhor que aconteceu ao FC Porto nos últimos anos. Um jovem Presidente mas com muito saber e muita cabeça, conforme tem já demonstrado ao serviço da causa Portista.


Nasceu ele, então, há 49 anos, num período marcante, quão curiosamente nascido (a meio de outubro) pouco tempo depois de eu me casar (em finais de setembro), nesse outono de 1977. Estava ainda o FC Porto sem ganhar o Campeonato Nacional de futebol maior há 18 anos, desde 1959, era que eu vivi desde que me lembro de ter memória de começar a sentir meu Portismo pelos inícios da década dos anos 1960. E como tal foi já em seu tempo de vida que, em 1978, ao fim de 19 anos de espera, o FC Porto venceu finalmente o tão desejado título nacional da então 1.ª Divisão Nacional de futebol, quando poucos dias depois nasceu o meu filho. Coisas da vida, desta vida de Portista. Agora tendo o Presidente do FC Porto como figura máxima do nosso Clube.

Grande abraço de Parabéns, amigo Presidente do nosso Futebol Clube do Porto! Com votos sinceros de muita felicidade, com muitos anos de vida, dos quais muitos à frente do nosso Porto!

Armando Pinto

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O meu Dragão de Ouro junto aos meus Dragões anteriores... também de estimação!

Pois é… Com o Dragão de Ouro recebido, tenho agora 3 Dragões, três estatuetas do Dragão, sendo que este Dragão de Ouro de Sócio que tenho, agora, obviamente ultrapassa tudo. Estando comigo junto aos outros, que antes também representaram muito quando os passei a ter. 

Na verdade, o meu Dragão de Ouro de Sócio do Ano do Futebol Clube do Porto é algo especial que tenho e muito me orgulho de ter. Facto que não é demasiado reter, e se entende, pois qualquer sócio portista gostava de receber, e até agora sócios eleitos ainda só houve e há três, desde que começou a ser por eleição entre nomeados, ou seja nos últimos três anos. Além do mais, ter sido eleito por votação e mais votado pelos sócios do FC Porto representa muito, mesmo algo bem significativo, mais a mais como eleito entre um universo de coisa de 187.000 sócios do FC Porto. Sendo assim um Portista Dragonado.

Antes tinha os outros dois, claro. E verdadeiramente não contava vir a ter um dourado do galardão oficial do clube, visto que no tempo da anterior Direção do FC Porto era por escolha de um só e normalmente entregue diretamente a alguém VIP, como se sabe. Bem como, depois que passou a ser por votação entre os nomeados que por algum motivo se foram distinguindo, também pensava que não conseguiria por haver sócios com mais gente conhecida no ambiente dos nossos estádio e pavilhão, enquanto na minha zona habitacional não há muitos sócios, sendo que a votação é naturalmente apenas por e para sócios. De modo que só em sonhos imaginaria. Mas afinal aconteceu, penso que por meu blogue (com endereço de memoriaporto para melhor proteção, já que um anterior foi anulado da internet por adversários…), este “Memória Portista” publicado desde 2012, ter muitos seguidores, além dos amigos e conhecidos que também vou tendo no mundo portista, em reconhecimento do que tento ir fazendo pela memorização da história azul e branca (Memória Portista) e fortalecimento do Portismo que nos corre nas veias.

Assim sendo, antes tinha dois, um oferecido por meu filho, num dia dum meu aniversário em que meus filhos me ofereceram cada qual uma prenda portista, sendo uma dessas o Dragão (enquanto de minha filha recebi um quadro de gesso pintado, com vistoso distintivo do FC Porto e legenda “O meu Clube”). Sendo esse Dragão, de porcelana sobre base de madeira, uma peça comemorativa de Campeão Nacional de 1989/90, oferecido pelo meu filho no dia de meu 37.º aniversário, em 1991. E o outro, oferecido por minha esposa como prenda de Natal, em 1999, foi e é um Dragão de cinco cabeças, representativo da conquista do Pentacampeonato do FC Porto, com cada uma das cabeças simbolizando os títulos das épocas 1994/95, 95/96, 96/97, 97/98 e 1998/99. Então tinha muito gosto neles e em os ter. Sem contar que ainda viria um outro, o do Galardão do Clube, que obviamente gostaria de um dia ter. E não é que agora tenho mesmo?!

Tenho assim 3 Dragões. Aplicando-se bem no caso o dito que três é conta que Deus fez!

Armando Pinto

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quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Falecimento de José da Cunha - outrora colaborador do antigo jornal O Porto e escritor/autor do livro “Memórias de um DRAGÃO”

Faleceu na quarta-feira, dia 14, o amigo José da Cunha, membro do grupo dos Colaboradores do antigo jornal O Porto - que assim fica mais reduzido, com menos um elemento.  Irá a sepultar sexta-feira, dia 16.

O Cunha era um grande portista, adepto do FC Porto que chegou a servir na função de redator e colaborador do jornal O Porto, órgão oficial noticioso e historiador do FC Porto existente até 1986. E mais tarde, depois de como escritor ter publicado livros de contos e romances, foi autor de um livro de memórias portistas, intitulado “Memórias de um DRAGÃO”, publicado em 2025.

Eis a informação fúnebre:

JOSÉ DA CUNHA OLIVEIRA

Nascido a 22/02/1949 - falecido a 14/10/2026

De 77 anos         

Morada: Lugar de Atães - JOVIM, GONDOMAR, PORTO

Naturalidade: Jovim, Gondomar

Velório; Capela Mortuária de Jovim - Quarta-feira, dia 14 de Outubro de 2026 - Chegada do corpo às 19:00 Horas

Funeral: Igreja Paroquial de Jovim - Sexta-feira, dia 16 de Outubro de 2026, pelas 15:00 Horas

Cemitério: Jovim

Cerimónias: Missa de 7.º Dia na igreja paroquial de JOVIM, GONDOMAR, PORTO - Terça-feira, dia 20-10-2026, às 19:00 Horas

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Como homenagem, recorda-se seu percurso curricular:

José da Cunha, amigo correligionário Portista que em tempos foi colaborador do jornal O Porto, antigo órgão informativo oficial do Futebol Clube do Porto; e, além de jornalista nalguns órgãos de comunicação nacional, também escritor com alguns livros  publicados, de contos, romances e memórias, foi então autor do referido livro que enriqueceu a literatura de teor portista. Cuja apresentação ocorreu em maio de 2025, versando temas do mundo dragão, desde notas do historial, até recordações extensivas.

Ora, José da Cunha teve percurso no jornalismo passado pelo jornal O Porto, como por alguns jornais e revistas de âmbito nacional e áreas diversas; a ainda na área radiofónica. Ao passo que como escritor publicou diversos livros, tais como: “Contos sem Amarras”, “Fintou o Destino” e “E Tudo o Vento Mudou”. Um de contos e dois romances. Mais o referido “Memórias de um Dragão”, com memórias de sua ligação ao FC Porto. 

O José da Cunha, além da ligação sentimental portista, integrava também o grupo de amigos formado por antigos colaboradores do jornal O Porto, outrora órgão oficial do FC Porto, em cujo âmbito temos reunido através da organização de nosso Encontro de Colaboradores do Jornal O PORTO, num amplo formato de almoço de convívio, quão tem sido em duas vezes por ano. Num bom grupo de sobreviventes, ainda, que conseguimos formar equipa, mais pela sintonia à mesa e fora dela. 

Como Curriculum Vitae pode ser acrescentado:

José da Cunha Oliveira nasceu em 1949, em Atães, Gondomar, e viveu na cidade do Porto desde os 16 anos. Aos 19 anos ingressou na Força Aérea como voluntário, com o objetivo de evitar a sua participação em confrontos armados em caso de mobilização para a guerra do Ultramar. No entanto, devido a uma desobediência de cariz administrativo, foi obrigado a desertar da Base Aérea da Ota, após um ato libertário e de insubordinação que lhe valeu alguns dias de prisão, a expulsão da Força Aérea e a quase certa mobilização, no âmbito do serviço militar obrigatório, para um teatro da guerra colonial. Para fugir a tal inevitabilidade, foi a salto para França, donde viria a regressar mais tarde. A Revolução de Abril de 1974 marcou a sua vida, a ele, que se considera incapaz de respirar sem liberdade. Recentemente voltou a residir em Jovim-Gondomar.

Gostava de ler e escrever, de comunicar e de viajar, de praticar desporto e de criar amizades sinceras para toda a vida. O conceito família era-lhe também muito caro.

Como cidadão empenhado, foi presidente da Assembleia de Freguesia da Sé e deputado na Assembleia Municipal do Porto.

Apresentou trabalhos como autodidata em diversas exposições coletivas de Pintura e Escultura. No jornalismo, escreveu, entre outros, para os jornais O Porto, O Norte Desportivo, Primeiro de Janeiro, Gazeta dos Desportos, Jornal de Notícias, revista Bancada (em que foi chefe de redação), Jornal Lagoa Transmontana (que fundou e foi seu diretor), mais Rádio Placard (Porto).

Além de suas ligações afetivas, de naturalidade e residência, a Gondomar e Porto, tem também ligações pessoais e familiares a Lagoa (aldeia do Nordeste Transmontano, de onde sua esposa é natural, do concelho de Macedo de Cavaleiros), onde costumava passar férias retemperadoras, e até apresentou publicamente seus livros, também.

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Recorde-se que aquando do lançamento de seu livro de memórias portistas o FC Porto esteve representado (a 24/5/2025) pelo Presidente da Assembleia Geral, Dr. António Tavares.

 

Cuja presença honrou o ato, na respetiva sessão que teve lugar na sede da Associação dos Jornalistas e Homens de letras do Porto. Estando à mesma hora a decorrer no Dragão Arena um clássico do Andebol e a Direção do FCP assoberbada com diversos compromissos também no mesmo dia, mesmo assim o Clube não deixou de marcar presença, com o representante dos Associados do FC Porto a dignificar o evento.

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Ora, já anteriormente lembrado aqui aquando de seu aniversário, e entretanto por ocasião do lançamento de  seu livro portista, volta desta feita a ser evocado o José da Cunha, embora por motivo de seu desaparecimento físico. Mas continuará a ser recordado, entre os colaboradores do também desaparecido jornal O PORTO, que eram totalmente graciosos, escrevendo para o jornal do Clube sem nada receberem, apenas querendo dessa maneira servir o FC Porto. 

Até sempre amigo Cunha!

Armando Pinto

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Carvalho Brochado: redator-colaborador do antigo jornal O Porto - de parabéns como aniversariante do dia!

  

Caminhando a meio no calendário o mês de Outubro, e como no meio está a virtude, como se costuma dizer, há que assinalar que este mesmo mês, precisamente a meio de seus dias, em 1949 teve a vinda à terra de um rapaz na cidade do Porto, de nome Manuel, chegado no ambiente das cegonhas maternais do hospital da maternidade portuense - que veio a ser um dos homens que ajudaram a escrever algo da história do Futebol Clube do Porto através do jornal O Porto, antigo órgão oficial do clube azul e branco em que colaborou esse então jovem Manuel Maria e mais conhecido por seus apelidos familiares de Carvalho Brochado, que foi redator-colaborador d’ O Porto bastante tempo, desde finais da década dos anos 1960’s até aos inícios dos 1980’s.

O Carvalho Brochado foi cara deveras conhecida das páginas do jornal O Porto, como me habituei a ver, por suas crónicas de acompanhamento aos jogos da equipa principal de futebol do FC Porto, como fazia junto ao relvado do estádio das Antas, de permeio com suas crónicas de análise a factos da vida azul e branca, além das crónicas sobre o Hóquei em campo portista, que ele representara como atleta e depois manteve em ligação estreita. Como comecei a apreciar sua conjugação portista e por fim estamos juntos no grupo dos resistentes colaboradores do jornal O Porto que nos reunimos em convívio de vez em quando.

Ora, o Carvalho Brochado, de nome completo Manuel Maria Carvalho Brochado, nasceu a 15-10-1949 na Maternidade de Júlio Dinis, pertencente à freguesia portuense de Cedofeita. E viveu muito de seu tempo na cidade Invicta, fora o período de serviço militar passado em diversas localidades e por fim em Macau. Enquanto atualmente sua vivência é partilhada entre o Porto e Mirandela, afeiçoado aos valores portucalenses, no coração do Douro Litoral, mas também aos idílicos recantos paisagísticos do Nordeste Transmontano da Princesa do Tua.

Em seu percurso de vida Carvalho Brochado começou a trabalhar aos 14 anos na antiga Mercedes, na Via Rápida. Um ano depois passou a laborar nas oficinas da Carcereira dos “S.T.C.P.”. Já era então, desde 1968, colaborador do jornal O Porto. E manteve-se nos “S.T.C.P.” até Agosto de 1970, altura em que ingressou na vida militar, que o levou até Macau. Aí, foi redator desportivo em dois jornais locais, Notícias de Macau e O Clarim. Tendo ainda sido correspondente pela primeira vez do jornal ”O Norte Desportivo”, levando e trazendo de um lado e outro notícias e saudades, desde a antiga província portuguesa de Macau até ao continente português, entre Agosto de 1971 a 1973.

» Instantâneo captando Carvalho Brochado como repórter de O Porto, junto ao relvado. Foto registada pelo saudoso Fernando Timóteo, no antigo estádio das Antas. Em jogo do F. C. do Porto com o Leixões, de seu primeiro trabalho sobre o futebol para o jornal do clube. Também se vendo no banco do F. C. do Porto o então suplente Ricardo e o médico Dr. José Santana. Enquanto na jogada o defesa Vieira Nunes finta um adversário leixonense.

Ora, então anteriormente já Carvalho Brochado colaborava com o jornal “O Porto”, desde 1968, na secção de hóquei em campo. Modalidade em que se havia iniciado nos juniores do Leixões. Mas depois, um ano volvido e a convite de Pinto da Costa, ao tempo diretor das modalidades amadoras, ingressou no F.C do Porto, passando a evoluir na equipa de Reservas. Entretanto tinha ainda sido aluno na Escola Industrial Infante D. Henrique, no curso de serralheiro à noite, até 1969. Enquanto se mantinha desportista com a camisola do FC Porto vestida. 

Mas, intrometendo-se pelo meio o tempo de tropa, foi interrompida essa vida, tendo rumado até Macau fardado de militar, até voltar à chamada Metrópole, no regresso à vida civil. Após esse seu regresso de Macau, em agosto de 1973, trocou os S.T.C.P por novo emprego, indo para rececionista da VIAUTO, do seu amigo Jorge Vieira (naquele tempo diretor do departamento de futebol do F.C. do Porto).

Continuou com sua ligação ao jornal O Porto, ao mesmo tempo que se ligou ainda a outras publicações, como foi o caso da revista “Chuto”. Mais tarde foi vendedor de livros, na Variante do colega do jornal Rui Aires (já falecido). Seguidamente passou ainda pela “ENGIGÁS” até 2005. Época em que abraçou a carreira de angariador imobiliário, na “Re/Max”, durante 20 anos, de onde se reformou. Num percurso de vida em que também constituiu família, sendo pai de dois rapazes, os gémeos Rui Brochado e Miguel Brochado, ambos atualmente ao serviço do FC Porto, como colaboradores profissionais da atual Direção do nosso Clube.

= Quadro Técnico d' O Porto em Maio de 1978

Imagem acompanhante de um artigo de Carvalho Brochado no O PORTO

= Ficha Técnica d' O Porto em Agosto de 1979

Dado assim um relance à volta de seu currículo, ao sabor da admiração que a ligação às páginas d’ O Porto solidificou, aproveita-se a ocasião do seu aniversário, na ocorrência desta data, para o homenagear por esta via, neste espaço da memória Portista. Sendo o facto bem propício para trazer acima da memória mais um antigo colaborador do “jornal do Porto” ("O PORTO"), na linha de dar a (re)conhecer os outrora colaboradores que escreveram no jornal portista existente em tempos idos. Entre os que se sabe estarem ainda vivos e como tal integram o atual Grupo dos Colaboradores. Desta vez na calha de homenagear o amigo aniversariante Carvalho Brochado.


» Presente nos Encontros dos Colaboradores do Jornal O Porto

Posto isto, aproveitando a efeméride da data de seu nascimento (quando são escritas e publicadas estas anotações), envio também por este meio os devidos ”Parabéns de Feliz Aniversário”, em modo de simples mas sincera homenagem de apreço, que o amigo Carvalho Brochado merece, neste espaço de Memória Portista. 

Com um abraço amigo do

ARMANDO PINTO

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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Evocação de quando Soares do Reis ficou guarda-redes principal do FC Porto !

- 14 de OUTUBRO de 1934: Siska definitivamente substituído por Soares dos Reis.

Nos inícios da ligação do guarda-redes Manuel Soares dos Reis ao FC Porto a sua atividade desportiva ainda se dividia pelo Futebol e pelo Andebol (Handball, como se escrevia). Porque na equipa de futebol portista estava à sua frente o grande "Keeper" Miguel Siska. Até que, entrando e jogando mais vezes na equipa azul e branca de futebol, Soares dos Reis acabou por tomar conta do lugar de vez em 1934. 

Ora, o guarda-redes Soares dos Reis já alinhara por diversas vezes na baliza do FC Porto e inclusive já fora Campeão do Campeonato Regional do Porto em 1933/34, mas então Siska ainda não saíra de vez da frente das balizas, intervalando por vezes. Até que no princípio do Campeonato do Porto de 1934, na época de 1934/35, Soares dos Reis ficou mesmo em definitivo com a camisola de guarda-redes do FC Porto.

Na Tábua Biográfica da Fotobiografia do Futebol Clube do Porto (publicada em 1987, em edição das Publicações Dom Quixote e da autoria de Rui Guedes) lá está: «1934-10-14 - Siska é definitivamente substituído por Soares dos Reis». Tendo nesse dia o FC Porto defrontado e vencido o Boavista por 3-1, no Campo da Constituição.

Com efeito, nesse Campeonato do Porto, que no final o FC Porto venceu invicto, sem derrotas e só com vitórias, o primeiro jogo foi precisamente esse, do FC Porto como anfitrião diante do Boavista. Em jogo que até a equipa Boavisteira foi a primeira a marcar (como se pode ver em imagem coeva), mas depois o conjunto portista deu a volta e triunfou sem apelo nem agravo por três golos contra um. Sendo os golos portistas marcados por Lopes Carneiro, Pinga (também referido por Artur de Sousa) e António Santos.

Desse jogo fica-se com uma ideia descritiva por meio da crónica desse dia (enviada por telefone), saída no jornal Sports, de Lisboa. Dando para ver que o FC Porto jogou quase todo o tempo apenas com 10 jogadores, por Valdemar Mota se ter lesionado. E como não havia substituições, ele ainda reentrou mais tarde mas quase a fazer figura de corpo presente e, como tal, houve troca de posições na linha avançada, para colmatar a situção.

Ilustrando esta memória, a propósito, junta-se na imagem cimeira o cartão da inscrição de Soares dos Reis nessa temporada ainda como desportista de Andebol. Quão, em testemunho do tempo dessa passagem de testemunho de Siska para Soares dos Reis, se afixa esse cartão de atleta do guarda-redes Soares dos Reis, passado pela respetiva "Associação de Handball do Porto".

Armando Pinto

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terça-feira, 13 de outubro de 2026

Visita ao “Museu Nelinho”- um grato encontro rodeado de simbologia portista!

 

Segunda-feira 12 de OUTUBRO, ao final da tarde, correspondendo a honroso convite, rumei a Perafita, em terras de Matosinhos e com o aeroporto de Pedras Rubras por perto, para visitar o chamado “Museu Nelinho”, do senhor Manuel, mais conhecido por Nelinho. Acompanhado por meu sobrinho que havia combinado a visita com o proprietário e autor desse espaço museológico portista, mais com meu filho e dois cunhados. 

Então, diante da amabilidade do anfitrião e cicerone, pude ver e apreciar tudo o que ali está exposto, por cima do café do sogro do Nelinho. Com olhos rasos de tanta coisa a versar sobre o FC Porto. Num interessante e grato encontro portista. Em agradável sensação azul, tal como o ambiente das luzes das duas salas carregadas de artefactos e adereços azuis e brancos.

Foi com muito gosto que ali estive, como pude manifestar por escrito no livro de honra dos visitantes. Dando meus parabéns ao Nelinho, deixo nas diversas imagens fotografadas a lembrança de tal visita. Sabendo que o Nelinho apreciou a minha presença como Dragão de Ouro de Sócio do Ano do FC Porto, junto ilustração acrescida da folha recebida de agradecimento do curador do mesmo museu. Com a alma portista fortalecida.

Abraço Nelinho e continue, pois esse seu museu merece crescer e com mais espaço ainda ganhar amplitude à medida do seu grande portismo.







Armando Pinto

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segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Dragão de Ouro de Sócio do Ano até brilha no meu recanto doméstico!


Já está bem aconchegado, entre outros objetos de estimação, o meu Dragão de Ouro de Sócio do Ano, colocado no meu escritório, espaço onde escrevo, pesquiso e guardo objetos de apreço. Após arrumação de livros e adereços para ganhar espaço, com a remodelação precisa está tudo agora já com os novos ornamentos e galardões. E o meu Dragão, colocado de modo a ser visto logo à entrada e para eu o ver sempre, até brilha aqui, comigo.








É um orgulho ter um Dragão de Ouro e ser Sócio Dragão de Ouro.

O FC Porto é algo especial e não se explica, sente-se.

= Obs.: A imagem cimeira foi-me enviada por um amigo, o sr. Artur Barros, a quem agradeço a boa ação e aqui coloco por a mesma sintetizar bem tudo, colocando-me com o Dragão nas palmas das minhas mãos!

Armando Pinto

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