Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Épica Vitória de João Rodrigues e da W52-FC Porto-Reconco na internacional “Algarvia” em versão de papel jornalístico – reportagem d’ O Jogo

Ecoando nos sentidos do entusiasmo, o dia seguinte da épica vitória portista na Volta ao Algarve leva a registar neste espaço de Memória Portista tal retumbante triunfo azul e branco em versão de jornal desportivo diário, desta feita através de recortes da reportagem publicada no jornal O Jogo de segunda-feira, dia 10 deste maio das flores e dos amores.

Com chamada ao cimo da 1ª página, embora em espaço mais redizído que a área dedicada ao futebol, o ciclismo desta vez mereceu lugar assinalável n’ O Jogo, comparativamente com outros jornais similares.

Assim, continua aqui na ordem do dia o feito em apreço do ciclismo do FC Porto, com respigos da edição de papel do referido jornal, sob título "João Rodrigues faz História":


Armando Pinto

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domingo, 9 de maio de 2021

Grande vitória portuguesa na Internacional Volta ao Algarve. João Rodrigues e a equipa W52-FC Porto-Reconco os grandes triunfadores da prova portuguesa de maior cartaz internacional! Ah Grandes Dragões das bicicletas!

O portista João Rodrigues (W52-FC Porto) venceu, na tarde deste domingo 9 de maio, a Volta ao Algarve de 2021, depois de ter terminado a última etapa, que ligou Albufeira ao Alto do Malhão, na segunda posição, com o mesmo tempo de Élie Gesbert (Team Arkéa-Samsic).

A W52-FC Porto-Reconco também saiu vencedora desta competição na geral por equipas, tendo ultrapassado, nesta última etapa, a Team Arkea - Samsic.

Esta é a terceira vez oficial (embora possa ser a quarta, como adiante se refere) que um ciclista do FC Porto vence a Algarvia, como é conhecida esta grande prova corrida no Algarve, e a primeira vez que um ciclista nascido no Algarve vence a mesma prova, que se disputou pela primeira vez em 1960. Também, desde 2006, que um português não vencia a corrida. O último tinha sido João Cabreira, então a correr pela Maia-Milaneza, depois de no ano anterior ter sido Hugo Sabido, pelo Paredes- Rota dos Móveis.

Com efeito, «desde a criação dos Circuitos Continentais da UCI, em 2005, que a Volta ao Algarve faz parte da UCI Europe Tour, dentro da categoria 2.1, é apenas pela segunda vez que vence um Ciclista e uma Equipa de Portugal.»

Foi um grande trabalho de equipa, mais uma vez, a proporcionar a vitória a um dos elementos do esquadrão portista, além do triunfo por equipas também, estando de parabéns o coletivo deste forte e coeso grupo de ciclistas portugueses.

Com este resultado João Rodrigues passa a ser o único corredor nacional deste século a ter no palmarés a Volta ao Algarve e a Volta a Portugal.

A história desta famosa competição Algarvia tem memórias antigas algo ténues já, havendo referências dispersas de ter tido ainda edições nos anos 30 e 40, porém sem constarem em dados de atualização recente. Bem como, além do que está em quadros normalmente referidos, consta nos arquivos internacionais ter havido 3ª edição em 1963, enquanto nos registos que têm sido difundidos em Portugal consta a 3ª edição apenas em 1977. Contudo por norma o que está em Cycling Archives de anos recuados costuma ter validade. Assim sendo, antes disso tudo e puxando o filme da história, depois do início dessa competição em 1960 e seguintes edições em 1961 e 1963, só à terceira vez da corrida, em 1963, um ciclista com a camisola do FC Porto, Azevedo Maia, havia vencido. Mais tarde, e após intromissão dum interregno longo sem ter sido organizada, voltou em 1977 a haver vitória portista, com repetição até poucos anos depois; como aconteceu através de Belmiro Silva, em 1977 e 1981 (o qual ainda venceria uma terceira vez também, em 1984, mas já quando o FC Porto deixara de ter equipa de ciclismo e ele então representava a Ovarense).  Decorrendo seguidamente todo o vasto rol sucedido ao longo dos anos, até que agora em 2021 o FC Porto voltou a ter nesta importante prova um ciclista e toda a equipa a ir ao pódio como vencedores.

João rodrigues fez toda uma prova destacável ao longo dos dias, tendo ao segundo dia alcançado a camisola azul do Prémio da Montanha, que inclusive defendeu bem, tal como a sua posição de 2º da geral, no contra-relógio do penúltimo dia. 

Até que na escalda final alcançou a camisola amarela, por fim. 

O ciclista algarvio do FC Porto João Rodrigues, que entrou para a última etapa a 12 segundos da liderança, atacou na subida final, até ao Alto do Malhão, e conseguiu bater a concorrência. Kasper Asgreen, que também estava na luta pela vitória na Algarvia, ainda deu luta, mas acabou por sucumbir no final. Já o camisola amarela Ethan Hayter ficou para trás logo no início da subida.

João Rodrigues fez a subida acompanhado pelo colega também algarvio, Amaro Antunes, que terminou a tirada na 5ª posição.

No que diz respeito à Classificação Geral, Rodrigues acabou por terminar com 9 segundos de vantagem sobre Ethan Hayter e 28 sobre Kasper Asgreen.

No Top10 houve espaço para mais um português, Jóni Brandão, também da W52-FC Porto, que ficou a 1m 40s da liderança.

Com esta vitória, João Rodrigues consegue somar vitórias nas duas principais competições de ciclismo em Portugal: a Volta a Portugal, em 2019, e, agora, a Volta ao Algarve.

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Para um filme da corrida atente-se na descrição contante na página da Federação Portuguesa de Ciclismo (fpciclismo.pt), onde é feita uma descrição do final da prova, assim:

«JOÃO RODRIGUES CONQUISTA A VOLTA AO ALGARVE COM EXIBIÇÃO DE FORÇA NO MALHÃO

O português João Rodrigues (W52-FC Porto) é o vencedor da 47.ª Volta ao Algarve em Bicicleta, graças ao segundo lugar na quinta e última etapa, ganha pelo francês Élie Gesbert (Team Arkéa-Samsic), no alto do Malhão, Loulé, ao cabo de 170,1 quilómetros, percorridos desde Albufeira.

Com Ethan Hayter (INEOS Grenadiers) a partir de amarelo, mas debilitado pela queda de ontem, coube à Deceuninck-Quick-Step e à W52-FC Porto o trabalho de endurecimento da corrida, na tentativa de destronar o britânico.

A formação belga, sem homens talhados para a montanha, apostou no desgaste da concorrência durante a fase mais plana da viagem. Para isso colocou Sam Bennett e Michael Morkov no grupo de 13 fugitivos que se adiantou ao pelotão com menos de 30 quilómetros percorridos. Este grupo foi responsável pela velocidade vertiginosa das duas primeiras horas de corrida. O objetivo era claro: desgastar os trepadores mais puros no terreno plano batido pelo vento.

Já quando se entrou no encadear de montanhas da fase final, Bennett e Morkov recuaram ao grupo dos candidatos, selecionados por ação de Kasper Asgreen, terceiro na geral à partida, na curta mas íngreme subida de Alte. Só que antes da entrada no Malhão Asgreen já não tinha companheiros de equipa.

Foi a vez de a W52-FC Porto fazer uma demonstração de força pouco vista. Num grupo já curto havia seis portistas na aproximação à subida final. Os colegas de João Rodrigues endureceram o início da subida e deixaram a nu a incapacidade de Ethan Hayter para segurar a Camisola Amarela Turismo do Algarve.

A 1500 metros do final, Amaro Antunes, João Rodrigues e Élie Gesbert destacaram-se. Os dois últimos conseguiriam manter-se na dianteira. O francês venceu a etapa, com 4h10m10s (média de 40,797 Km/h). João Rodrigues chegou com o mesmo tempo e Joni Brandão, também da W52-FC Porto, foi terceiro, a 9 segundos. Asgreen cedeu 19 segundos e Hayter perdeu 21.

“Foi uma etapa disputada a alta velocidade desde a partida. Sentia-me bem hoje e já conhecia a chegada e acreditamos que poderíamos discutir a etapa. Nos momentos decisivos tomámos as rédeas da corrida e a vitória sorriu-nos na chegada”, afirmou Élie Gesbert.

Feitas as contas, João Rodrigues é o vencedor da Volta ao Algarve, que completou em 19h 03m 56s, menos 9 segundos do que Ethan Hayter e menos 28 do que Kasper Asgreen, que completaram o pódio. A força da W52-FC Porto ficou ainda plasmada na conquista da classificação coletiva.

“É uma alegria imensa, uma grande vitória, foi algo magnífico que acabamos de fazer. Esta vitória deu muito trabalho e agora é a parte de desfrutarmos deste esforço. É uma vitoria do coletivo, eu apenas consegui rematar da melhor forma possível e melhor presente não podia dar à minha equipa. Ganhar em casa é sempre magnífico, tenho cá a minha família e amigos. Não foram cinco etapas perfeitas, mas conseguimos rematar da melhor forma no dia mais importante. A equipa esteve muito bem, o Amaro fez um trabalho espetacular e por isso é que estamos aqui a celebrar. Estamos de parabéns. Não nos interessava discutir qualquer outra posição que não o primeiro lugar por isso iriamos atacar”, congratulou-se João Rodrigues.

Sam Bennett (Deceuninck-Quick-Step) conquistou a Camisola Verde Crédito Agrícola, dos pontos. Luís Fernandes (Rádio Popular-Boavista) amealhou na fuga de hoje os pontos suficientes para ser coroado rei dos trepadores e vencer a Camisola Azul Lusíadas. O estadunidense Sean Quinn (Hagens Berman Axeon), 14.º da geral, foi o melhor jovem e leva na bagagem a Camisola Branca IPDJ.»

Pois, assim sendo, em suma, O FC Porto pelas grandes corridas de seus ciclistas alcançou então uma saborosa e importante vitória, mais a mais sendo a Volta ao Algarve a competição portuguesa que tem merecido mais interesse das melhores equipas, contando com ciclistas estrangeiros de nomeada, além de fazer parte do calendário do ciclismo internacional de alto nível. De modo que esta vitória, a todos os níveis, atinge ponto alto no panorama do ciclismo português.


Como que em apoteose, regista-se aqui, por fim, a crónica da página oficial da W52-FC Porto-Reconco (w52fcporto.com) sobre esta épica vitória da turma azul e branca:

«João Rodrigues vence Volta ao Algarve

Estava escrito que ganharíamos esta prova. Depois de várias Voltas a Portugal, Grande Prémios estava a faltar a vitória na Algarvia. João Rodrigues venceu a 47ª Volta ao Algarve ao terminar a etapa em segundo e ganhar 9 segundos a Ethan Hayter (Ineos Grenadiers) no Alto do Malhão.

Foram 170 quilómetros de etapa entre Albufeira e o Alto do Malhão (Loulé) que começaram com algumas tentativas de fuga, mas só aos 30 quilómetros se formou a fuga do dia, com 13 elementos.

Só nos Prémios de Montanha perto do final a fuga foi alcançada. Os 5 Prémios de Montanha a partir dos 100 quilómetros fizeram a separação do pelotão em vários grupos.

Conseguimos levar a equipa quase completa até ao penúltimo Prémio de Montanha que conseguimos passar na frente e assim manter até à subida final.

Na subida final começamos na frente até que surgiram ataques em que o João Rodrigues e Amaro Antunes responderam prontamente. Só não conseguimos anular o ataque de Élie Gesbert (Team Arkéa-Samsic) que venceu a etapa com o tempo de 4h10m10. João Rodrigues passou em segundo e em terceiro Joni Brandão.

João Rodrigues conseguiu garantir vantagem suficiente para triunfar na prova, foi uma vitória de toda a equipa que demonstrou estar ao nível de grandes equipas do top mundial e venceu o prémio colectivo.


Classificação Etapa – W52 – FC Porto – Reconco

2º João Rodrigues -mt

3º Joni Brandão +9s

5º Amaro Antunes +15s

12º José Neves +23s

44º Ricardo Mestre +2m30

59º Daniel Mestre +4m08

97º Samuel Caldeira +11m18

 


Classificação Geral final

1º João Rodrigues 19h03m56

9º Joni Brandão +1m40

11º Amaro Antunes +2m01

19º José Neves +3m39

46º Ricardo Mestre +13m05

55º Daniel Mestre +15m20

81º Samuel Caldeira +23m50

 


Geral Equipas

1º W52 – FC Porto – Reconco

 


Geral Pontos (Camisola Verde)

3º João Rodrigues


Geral Montanha (Camisola Azul)

2º João Rodrigues »

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Uma vitória a toda a linha, da equipa que corre em cima das bicicletas, bem como dos responsáveis e dos que trabalham no apoio logóstico, em prol da meta vitoriosa!


Armando Pinto

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quinta-feira, 6 de maio de 2021

Efeméride: Vitória de Aniceto Bruno, do FC Porto, no 2º Circuito de Felgueiras/Feira de Maio, em 1951

A 6 de maio de 1951 decorreu em Felgueiras, no âmbito da anual Feira de Maio, o II Circuito de Felgueiras. Prova de ciclismo então dentro do programa festivo dessa tradicional festividade concelhia da terra do Pão de Ló de Margaride, a seguir na roda da corrida que já tivera 1ª edição no ano anterior, essa a 7 de maio de 1950. Estando em disputa de ambas as vezes a Taça Câmara Municipal de Felgueiras para o vencedor individual, e outra taça para a equipa vencedora da classificação coletiva.

Ora, nessa prova que dava a volta ao concelho felgueirense, em diversas voltas, com saída e chegada à nesse tempo vila de Felgueiras, por entre alas do povo romeiro dessa festa de grande feira de ano, triunfou então em 1951 o ciclista Aniceto Bruno, do FC Porto. Enquanto na soma classificativa por equipas o FC Porto também venceu coletivamente (tal como vencera em 1950, coletivamente, conquistando aí a “Taça do I Circuito Ciclista de Felgueiras", de "Maio-1950").

Com a dupla vitória em 1951 o FC Porto recebeu a “Taça Câmara Municipal de Felgueiras” do 2º Circuito de Felgueiras (6-5-951) – conforme consta do relatório anual do FC Porto de 1950-1951. No qual estão também registadas as classificações dos restantes ciclistas do FC Porto em ambos os anos.

E assim Aniceto Bruno terminava em beleza sua longa carreira, pois desse modo no ano de sua despedida e ainda antes de pousar a bicicleta (que aconteceria após a Volta a Portugal), ele venceu esse 2º Circuito de Felgueiras, na ao tempo ainda vila de Felgueiras, em pleno Douro Litoral e interior do distrito do Porto, ficando marcado em seu percurso de ciclista a data de 6 de maio do ano de 1951.

 Equipa do FC Porto de Ciclismo de 1951, participante na XVIª Volta a Portugal em Bicicleta - da esquerda para a direita: Dias dos Santos, Fernando Moreira de Sá, Luciano Moreira de Sá, Amândio Cardoso, Joaquim Costa, Onofre Tavares, Amândio de Almeida, Aniceto Bruno e Joaquim Sá.

Nas páginas do referido relatório de Gerência do FCP estão também enumeradas as taças que ficaram na posse do clube nesse período, constando os trofeus do Circuito de Felgueiras. Como se pode ver pelos números 788 e 852 da lista respetiva. Além de se poder verificar como na época proliferavam os circuitos realizados por muitas terras do país.





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Nota: O conhecimento pessoal deste apontamento sobre o Circuito de Felgueiras, como está subentendido, foi e é através do referido Relatório de Gerência de FC Porto de 1950-51, que como tal regista apenas as classificações relativas ao clube. 

Armando Pinto

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terça-feira, 4 de maio de 2021

Ao Jorge Câmara, num amplexo hoquista com e sem patins…!

Todos os atletas que vestiram e honraram a sagrada camisola azul e branca do FC Porto sempre foram dos nossos, merecendo nosso respeito e admiração por terem representado esse algo especial que é o nosso clube Dragão. Podendo-se dizer que todos, mesmo os que só conhecemos por jornais, livros ou por transmissões televisivas, além dos que vimos nos estádios e nos pavilhões (nas modalidades de bola) e até pelas estradas (como no caso dos ciclistas) são como se fossem de nossa família, por terem jogado e corrido por nós, pelo que sentimos. Havendo, além disso, entre vários desses, por oportunidades surgidas, alguns ainda tido maior ligação pessoal por via de amizade comum granjeada. Estando nesse lote, dos que ainda mais nos fazem sentir o bem da estima, o antigo hoquista Jorge Câmara.

Para além de ser atleta, Jorge Pestana Câmara também ajudou a formar jogadores, tendo participado nas escolas de patinagem como treinador, ao sábado de tarde, e depois mais tarde, quando alguns miúdos já patinavam bem, passou também a utilizar o domingo de manhã para que aqueles que já patinavam tivessem contacto com stique e bola. Foi também treinador das equipas B de Juvenis e de Juniores. Nunca recebendo um único cêntimo quer como jogador ou treinador. E além disso por vezes ainda desempenhou missão de espécie de relações públicas da secção. Como aconteceu em 1972 num sábado de maio proporcionado pelo Seccionista sr. Sampaio Motta a um adepto entusiasta do hóquei portista, seguidor da atividade do hóquei patinado portista à distância de largos quilómetros (para a época), que o Jorge acompanhou como cicerone amigo durante toda essa tarde até ao jogo da noite, como me recordo bem…

O Jorge, entre diversos momentos de boas lembranças que teve na sua carreira de hoquista, por entre participações na equipa principal portista (como se recorda pela imagem que encima este artigo e pela crónica da imagem supra), também alcançou títulos no FC Porto. Tendo, já como sénior, alcançado até triunfos pela Equipa B do FCP, porque nesse tempo o hóquei portista tinha praticamente duas equipas quase idênticas. Sendo de uma dessas ocasiões a imagem seguinte, com o Jorge numa das equipas seniores do clube, no caso a equipa FC Porto B que venceu o Torneio de Abertura de 1973 da II Divisão. 

Da esquerda para a direita: em cima - Graça, Hernâni, Brandão e Jorge Câmara; em baixo - Pinto Ferreira, Frias, Zé  Manuel e Augusto.

Ora, o grande amigo Jorge entra agora também no clube dos aniversariantes deste ano, ao completar a soma que faz sessenta e nove (de idade entenda-se…). De modo que fica desde já à porta do grupo dos setentas. Como tal, e com muito gosto, aqui lhe deixo os meus Parabéns, com desejos sinceros de muitos anos de vida.

Como a distância física de residência ainda é relativa, desta vez tem de ser mesmo por esta via o envio duma lembrançazita de parabéns, assim. Juntando aqui mais uma página da minha pasta de arquivo de meu tempo juvenil. Na ligação desses tempos em que, ele de patins e eu só com atento entusiasmo, mas sem patins, fomos ganhando a amizade que o mundo do grande clube FC Porto proporciona.

Armando Pinto

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