Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Na calha da atualidade informativa futebolístico-nacional… para bom entendimento!

Além das campanhas do costume, tem servido ao sistema a recente notícia do falecimento dum futebolista, mais um antigo jogador de futebol de um dos clubes desportivos historicamente maiores de Lisboa. Caso que naturalmente entristece qualquer pessoa e se lamenta. Mas que logo leva a ter de reparar, em cotejo ao habitual em ocasiões similares quando com outros de outros lados. Pois, para quem tem memória normal e não vai atrás do que outros pretendem sempre, tem de se reparar e fazer comparações. Ou seja: -Tudo bem. Mas quando foram jogadores históricos do FC Porto que faleceram houve idênticas tentativas de transfusões sanguíneas gerais em comunicação influente na opinião pública...? Nem é preciso pesquisar muito!

- Como foi aquando do falecimento destes grandes senhores do futebol portista dos anos 60 e 70, por exemplo - falecidos em anos ainda não muito distantes?

Ora, como quem não se sente não é filho de boa gente, cá onde começou a Portugalidade ainda continuamos de olhos abertos e sentidos bem experimentados.

Costuma-se dizer que os atos ficam com quem os pratica. Ou seja, depois, como diz o povo sabedor, vão andar esses fazedores de opinião de má-fé, conotados com o regime, a tolher o universo em expiação de seus pecados…?!

Armando Pinto

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sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Efeméride da vitória de Mário Silva no II Grande Prémio de Ciclismo do FC Porto/Robbialac Portuguesa em 1964 – em tempos áureos das equipas lutarem na estrada, longe ainda do sistema atual de perseguição à melhor equipa portuguesa de ciclismo!

 

A 5 de agosto de 1964 chegava à meta final a segunda edição do Grande Prémio de Ciclismo do FC Porto, nesse ano com o nome do clube organizador e da firma patrocinadora – o II Grande Prémio do FC Porto/Robbialac Portuguesa. Cuja prova foi ganha por Mário Silva, ciclista do FC Porto que havia vencido a Volta a Portugal de 1961 (na sua estreia na Volta, contrariamente ao que alguém escreveu num livro dos que têm erradamente servido de matriz a informações das páginas informáticas de entidades oficiais).

Ora, fazendo exceção ao desinteresse motivado pelo atual estado enganador do ciclismo português, desta vez recorda-se a vitória de Mário Silva precisamente e apenas por esse ciclista ser um dos grandes ídolos da infância do adepto do ciclismo que agora evoca a efeméride correspondente. Estando-se nos dias que correm a assistir a uma autêntica perseguição iniciada em 24 de abril do corrente ano à equipa portuguesa que era superior a tudo e todos, além de nos dias recentes ter havido tentativas de limpar certas imagens com a safa de investigação a uns poucos ciclistas de outras equipas, mas curiosamente não a todas as mesmas e outras equipas, afinal à totalidade para não haver dúvidas como os pingos da chuva em que passaram certos personagens ao longo do tempo. Estando algumas pessoas que vivem à custa do ciclismo a matar a modalidade em Portugal, quase fazendo com que deixe de haver interessados puros entre adeptos e patrocínios.

Sobre a prova de 1964, em modo de registo memorial, deita-se mão de parte do que foi na época publicado no jornal O Porto, nesse tempo órgão informativo e historiador do FC Porto. 

Assim sendo, aqui e agora, apenas fica a rememoração da vitória de Mário Silva, e também coletivamente pelo FC Porto na classificação por equipas, nesse tempo em que até os clubes organizavam provas, como foi o caso do Benfica na Volta a Portugal e do FC Porto em provas de Grandes Prémios. Sobre cuja existência já foi e está feito o devido historial em anteriores artigos neste blogue.

Armando Pinto

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segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Partilha de difusão duma “Carta Aberta de Adriano Quintanilha”

Circula na internet uma “Carta Aberta” de Adriano Quintanilha, entretanto difundida por páginas informáticas de alguns jornais, que pelo seu conteúdo merece ser difundida também por este meio particular, em respeito aos seguidores do blogue MEMÓRIA PORTISTA e grupos relacionados.

Embora continue a haver confusão em certos meios, pois a suspensão foi com a "Calvário Várzea Clube de Ciclismo" e não com a W52, que continua a ser parceira do FC Porto no ciclismo, como entretanto veio a público... e  fazendo uma exceção, aqui e agora, pois enquanto a W52-FC Porto não participar em provas oficiais não será dado qualquer lugar ao ciclismo nestes espaços pessoais... aqui fica entretanto a atualização desse prisma:

« Patrão da W52-FC Porto defende-se em carta aberta

Adriano Quintanilha, patrão da Associação Calvário Várzea Clube de Ciclismo, veio a público esclarecer, através de carta aberta, a sua posição após a suspensão do contrato de naming e licenciamento da marca W52-FC Porto, na sequência da suspensão de oito ciclistas e dois mecânicos por práticas dopantes.

Eis a carta na íntegra:

«Felgueiras, 1 de agosto de 2022

Caro Leitor: Tendo em conta os muitos equívocos e perplexidades em torno dos relatos sobre o caso de doping que assola a equipa Calvário Várzea Clube de Ciclismo e que acabou por conduzir à suspensão provisória da sua licença UCI e à consequente inibição de participar em provas desportivas, julgo ser importante esclarecer o que na verdade se passa.

O cuidado e a preocupação com os nossos patrocinadores, staff e atletas assim o justificam, e é o que me move neste assunto, levando-me ao seu encontro. Entrei no mundo do ciclismo em 1989, de onde me retirei em 2001. Regressei em 2014, tendo em 2016 celebrado o atual “Contrato de Naming e Licenciamento de Marca” com o FC Porto, inicialmente através da Vintage Podium e, posteriormente e até à presente data, através da Associação Calvário Várzea Clube de Ciclismo. Não sou, nem nunca fui um profissional do ciclismo. 

Toda a minha vida tem sido dedicada, ao mundo do vestuário, trabalhando árdua e diariamente nas minhas empresas. Por tal facto, deleguei funções em profissionais com o objetivo de ter uma equipa vencedora, dotada das melhores condições possíveis, apenas comparáveis às das equipas que correm ao nível do circuito Mundial World Tour, honrando dívidas por mim não criadas perante atletas e a UCI, e contratando aqueles que me pareciam ser os melhores profissionais, sempre cuidando que agissem em estrito cumprimento de todas as regras desportivas, designadamente do fair play e do não uso de substâncias dopantes.

Foi, pois, com a maior surpresa e estupefação que, em abril último, fui confrontado na minha própria casa, onde me encontrava a descansar, pelos meus atletas e demais staff, dando-me conta da existência do processo judicial em curso de inquérito. Vendo o estado de desespero de alguns atletas, logo tratei de me constituir assistente no mesmo, o que me veio a ser negado. Não obstante, acreditando nas suas palavras e no facto de as análises efetuadas terem sido negativas, fiz o que qualquer ser humano com o mínimo de princípios faria: defender os meus atletas, o que continuarei a fazer até prova em contrário. Claro está que todo aquele que tiver comprovadamente prevaricado, deve um pedido de desculpas formal e público, quer a mim próprio quer ao Clube e aos seus patrocinadores. Quem minimamente me conhece sabe que pugno pelos valores da verdade, honestidade e respeito pela palavra, valores esses que recebi de meus pais, pessoas humildes, mas gente de bem, razão pela qual não me revejo nesta tentativa de assassínio de caráter de que sou alvo juntamente com os meus patrocinadores.

Aceito que podemos e devemos fazer sempre melhor: Clubes, Federação Portuguesa de Ciclismo e Autoridade Antidopagem de Portugal (ADOP). Por isso, na minha equipa, dei e continuarei a dar instruções para que a transparência e a tolerância zero sejam regras conhecidas de todos. Foi nessa linha de atuação que implementámos um Código de Conduta interno, ajustado à mais recente legislação antidoping.

Finalmente, desejo que esta carta possa ajudar cada leitor a aproximar-se da verdade que todos desejamos. Verdade que o ciclismo português exige e merece, sendo certo que não desistirei tão depressa deste propósito, estando já a preparar o futuro conjuntamente com os nossos principais parceiros.

Cordialmente, Adriano Quintanilha»

(Partilhado por Armando Pinto)

domingo, 31 de julho de 2022

Efeméride do 1.º Título Internacional do FC Porto – nos 40 anos da conquista da Taça das Taças da Europa de Hóquei em Patins em 1982

ALERTA: No sábado dia 30 de julho o FC Porto venceu a Supertaça nacional de futebol. Contra a vontade dos aziados... o FC Porto ganha mais uma taça, a Supertaça de 2022, a 23ª do largo record do FC Porto na prova  e nem precisou de bicicleta...!

No dia seguinte, este domingo dia 31, perfaz 40 anos da 1ª vitória internacional em provas oficiais do FC Porto, através de rodas… do hóquei em patins !

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31 DE JULHO DE 1982  Taça das Taças da Europa de Hóquei em Patins de 1982: - o primeiro título internacional do FC Porto, com cunho da equipa de hóquei em patins chegou finalmente na época desportiva de 1981/1982 e foi conquistado cerca de três meses depois de Jorge Nuno Lima Pinto da Costa ter assumido a presidência do clube. 

Naturalmente fruto do trabalho anterior, também, em que estiveram envolvidos grandes dirigentes como Sampaio Mota, João Baldaia e Ilídio Pinto, entre quem formou a equipa desde a época iniciada anteriormente. Culminando já com Pinto da Costa a Presidente, há 40 anos  que se completam nesta data de 31 de Julho, em 2022.

Como foi deveras importante a reformulação da secção de hóquei com a revitalização operada através de boa fornada de reforços na equipa principal, convirá recordar que foi em 1981 o grande passo de patins para o sucesso. Com o regresso de José Fernandes, a contrabalançar experiência com a juventude que estava a chegar, como foram os casos de Vitor Hugo, Alves e outros, para fortalecer a equipa em que sobressaíam Castro, Domingos, Vale, Reis, etc. Mais a entrada de João de Brito como treinador, em retorno ao clube onde antes foi guarda-redes internacional. 

Com efeito, no dia 31 de Julho de 1982 o FC Porto alcançou o primeiro troféu internacional de hóquei em patins a nível de provas europeias de clubes na história do FC Porto, ao bater o Sporting na final da Taça das Taças por 20-12 no conjunto das duas mãos.

Ora, no último dia do mês de Julho do ano da primeira gerência presidencial de Nuno Pinto da Costa, em 1982, o FC Porto foi a Lisboa e ao pavilhão da (antiga) nave de Alvalade defrontar o Sporting, em jogo a contar para a 2.ª mão da final da Taça das Taças da Europa, mas jogando então “descansado” perante o resultado obtido na 1ª mão, no Porto. Onde, no pavilhão as Antas, o FC Porto havia infligido uma goleada por 13-4. 


Então, sem deixar o adversário pôr patim em ramo verde, descontraidamente aconteceu um jogo de parada e resposta, sem deixar o resultado desnivelar-se, acabando numa derrota pela margem mínima, por 8-7, naturalmente vantajosa para as cores azuis e brancas, pois o total de 20-12 favorável aos hoquistas do FC Porto não deixou margem para quaisquer dúvidas. Tendo os Dragões conquistado o primeiro título da história do hóquei em patins portista e primeiro europeu do palmarés do ecletismo do grande FC Porto.


Entrava então finalmente o hóquei patinado portista no caminho dos êxitos mais salientes, depois das transformações operadas por Sampaio Motta como Seccionista, sobremaneira com autêntica refrescadela que trouxe para o plantel gente jovem que se revelaria importante, junto com Ilídio Pinto na chefia da Secçãonuma obra depois continuada após a chegada a presidente de Nuno Pinto da Costa.


Dessa primeira conquista testemunha o feito uma camisola de um hoquista dos que conquistaram esse feito: camisola esta que donairosa enriquece a riqueza pessoal guardada pelo autor deste blogue. Tal como uma medalha das que na época foi possível obter (e está colocada, no escritório do autor, junto a um setique dum dos Campeões Europeus da Seleção Nacional de juniores de 1969). 


Era então, aquando da conquista da Taça das Taças da Europa, a equipa do hóquei em patins orientada pelo treinador João de Brito, antigo guarda-redes internacional, sendo o plantel constituído pelo eterno guarda-redes José Castro, acompanhado por Domingos Guimarães, Vale, Fanã e David Reis, vindos de anteriores temporadas, mais José Fernandes, e ainda os jovens António Alves, Vítor Bruno e Vítor Hugo, que haviam entrado no clube provindos do Valongo e Académica de Espinho, respetivamente.


De tão apreciável e sobretudo histórica conquista do FC Porto ficou esse feito registado no jornal O Porto, em sua edição de publicação seguinte – de cujas páginas para aqui se transpõe a imagem de primeira página (mais ao cimo) e pequena reportagem correspondente.


Também de um outro jornal, no caso externo e com redação em Lisboa, o Gazeta dos Desportos, ao tempo existente, se recortam algumas imagens e uma crónica, mais declarações na cabine portista.


De tão apreciada conquista do FC Porto, quão apetível vitória, ficaram algumas recordações possíveis também na posse do portista entudiasta do hóquei azul e branco que agora recordo este facto histórico. 


Armando Pinto
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sábado, 30 de julho de 2022

Comunicação de abre olhos a quem não interessou ler bem... a propósito do COMUNICADO DO FC PORTO sobre a atualidade do ciclismo!

Em jeito de comunicação, como que a abrir melhor os olhos a quem não interessou ler bem o que ficou expresso no COMUNICADO DO FC PORTO sobre a atualidade do ciclismo, perante os casos acontecidos e a realidade por estes dias... o Diretor da Comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques, colocou numa sua página um esclarecimento... bem esclarecedor. 

Do qual, dispensando desnecessário preâmbulo mais longo, se passa ao conteúdo assim publicado, em  29/07/2022: 

Francisco J. Marques
@FranciscoMarkes

Esclarecimento para quem propositadamente lê mal. O FC Porto suspendeu o contrato com a Associação Calvário Várzea Clube de Ciclismo e com mais ninguém. Quem noticia um cancelamento com a W52 está a inventar, como é hábito quando o assunto está relacionado com o nosso clube.



quarta-feira, 27 de julho de 2022

Acervo pessoal de cadernetas de cromos, livros e álbuns de imagens coláveis e autocolantes de temática portista – da coleção pessoal


História e Património:

Caderneta “FC PORTO 1893-1996 - COLECÇÃO OFICIAL”, de cromos de colar, edição MAGIC BOX INTERNACIONAL com coordenação do Departamento Editorial do FC Porto, de 1996.


Ciclismo:

- Caderneta-álbum de pranchas de banda desenhada “OS HERÓIS DA ESTRADA”, edição dos JORNAL DE NOTÍCIAS e jornal O JOGO, de 1986. Em recortes de colar.


- Álbum de imagens autocolantes “VOLTA A PORTUGAL – HERÓIS DA ESTRADA”, edição do JORNAL DE NOTÍCIAS – 2016.


- Álbum de imagens autocolantes “À VOLTA DA VOLTA A PORTUGAL – HERÓIS DA ESTRADA”, edição do JORNAL DE NOTÍCIAS - 2018.


Futebol:

- Álbum de imagens autocolantes “FC PORTO FOTOBIOGRAFIA DO TRI”, edição O JOGO, 1997.


- “O PENTA Ilustrado”, livro, composto com imagens coláveis, edição O COMÈRCIO DO PORTO e Quidnovi, 1999. 


- "FOTOBIOGRAFIA DO CAMPEÃO 2006/2007", edição O Jogo, 2007.


- “TETRAMAGNÍFICOS”, Álbum de imagens autocolantes do Título de 2008/2009, na soma do Tetracampeonato (incluindo total dos Campeonatos Nacionais de 2005/06, 2006/07, 2007/08 e 2008/09). Produto oficial licenciado FC Porto, edição da Editora QUIDNOVI e distribuição d’ O Jogo.


- “FC PORTO 2010/2011 COLECÇÃO ESTRELAS D´O JOGO”, álbum de início da Época, distribuído a 26 de setembro de 2010, edição comemorativa “O Jogo 25 anos”.


- “CAMPEÃO NACIONAL 2010-2011”, álbum de imagens autocolantes, edição O JOGO, 2011.


ARMANDO PINTO

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terça-feira, 26 de julho de 2022

“Cromos de coleção” de “craques” do futebol Portista entre ídolos de gerações recentes

No colecionismo sobre temas desportivos e, no caso, particularmente do FC Porto, um dos casos mais salientes e apreciados é o acervo de cromos de jogadores de futebol, bem como de outras modalidades e inclusive de temática histórica e patrimonial. Mas não só de antigos atletas e ocorrências de eras distantes, mas também de tempos ainda recentes. Sendo na circunstância pessoal interessante ter cromos de estimação relacionados com Portismo. Sem contudo haver preocupação de juntar a esmo resmas de cromos do género, nem muitas cadernetas completas (ainda que também tenha algumas, embora mais de campeonatos ganhos e de ciclismo sobre Voltas a Portugal), porém e apenas alguns dispersos cromos, dentro do possível, sobretudo de factos e atletas mais admirados e de maior ligação à história pessoal vivida no seguimento do clube. Só colecionando coisas do FC Porto, obviamente (dos outros não me interessam para nada). Como, além de outros e tantos antigos, também alguns dos mais recentes. Tal o facto de ter alguns cromos de “craques” do FC Porto de gerações de épocas ainda próximas.

Armando Pinto

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