Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

sábado, 11 de julho de 2026

Evocando a Vitória do FC Porto na Taça Nacional de Iniciados de 1976/77: mais algumas imagens da final - em julho de 1977 !

Já aqui foi lembrada esta vitória, da final de 1977 em que o FC Porto se sagrou novamente Campeão Nacional no escalão de Iniciados, por meio dessa então chamada Taça Nacional, correspondente ao Campeonato Nacional dos mais jovens, como também era apelidada a prova. Lembrança aquela, anterior, numa referência publicada a propósito do recente título de Sub-15, que completou o Pleno desta época de 2025/2026. Vindo agora a calhar um acrescento, com mais dados e sobretudo imagens da final inédita entre o FC Porto e o Louletano, através da reportagem ao tempo impressa na revista “Equipa”, em Julho de 1977.


Armando Pinto

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Obs.: Recorde-se o anterior artigo com a ligação do título nacional de 2026 com o de 1977, podendo rever-se a constituição da equipa em que estavam nomes como Bandeirinha, Quinito, Jaime Magalhães, João Pinto, etc. (clicando) em  

https://memoriaporto.blogspot.com/2026/06/fc-porto-campeao-nacional-de-iniciados.html

AP

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Lembrando… de vez em quando…. ATRACA - um Algarvio que foi “Jogador à Porto”, de garra portista!

 

Neste dia, de julho ainda sem futebol a sério com as sagradas camisolas do FC Porto em campo, é dia propício para recordar um valor do futebol portista de outros tempos, a propósito de ser data correspondente como efeméride de seu nascimento - tal o caso de Atraca, antigo futebolista do FC Porto nos anos 60, nascido em 1940 a 10 de julho. Um futebolista que era tido verdadeiramente como “jogador à Porto”, tal a forma como jogava, com raça a marcar em cima os opositores, a ponto de, apesar da sua pequena estatura física, se elevar bem alto sobre quaisquer adversários altos que lhe aparecessem pela frente na proximidade ou dentro das áreas do FC Porto. Como ficou célebre por seus duelos com o bom gigante Torres do Benfica, que Atraca suplantava normalmente (e por isso originava que esse alto avançado benfiquista se via muitas vezes a tentar fugir por outros lados onde Atraca não estivesse). 


Como ponto alto de sua carreira, Atraca foi um dos futebolistas da inesquecível vitória da Taça de Portugal de 1968. 

E, apesar de ter falecido novo, em 1973, esse raçudo Atraca é dos jogadores desse tempo mais recordado nas boas memórias desses futebolistas que passaram com a camisola do FC Porto a fase mais acirrada do sistema BSB.

De nome completo João Eleutério Luísa Atraca, com nome de ficha futebolística como Atraca, conforme era e ficou mais conhecido, nasceu no dia 10 de Julho de 1940 no Algarve, em Faro. Iniciado nas lides da bola de futebol na sua região, em plena juventude de sua carreira desportiva começou por ser conhecido no futebol, verdadeiramente, quando em 1961/62 abandonou o SC Farense e ingressou no Futebol Clube do Porto. Tendo passado a evoluir na equipa de Reservas (atualmente Equipa B), em adaptação e integração no plantel, contando que por esse tempo apenas jogavam os 11 que entravam de início nos jogos, sem haver substituições de jogadores de campo (apenas podendo ser substituído o guarda-redes em caso de lesão). Depois Atraca teve estreia oficial na equipa principal com a camisola dos Dragões a 26 de Maio de 1963, no Campo de Santana em Matosinhos, em jogo que o FC Porto venceu em casa do rival Leixões por 2-0, a contar para a 2.ª mão da 3.ª eliminatória da Taça de Portugal da época de 1962/63. E, após sucessivos anos que contam na memória dos anais azuis e brancos, como resistência às manobras de bastidores que iam sendo feitas pelo mandão regime facioso do sistema BSB, em 1968 Atraca fez parte da histórica equipa do FC Porto que conquistou a Taça de Portugal de 1967/68, vencendo na final do Jamor o Vitória de Setúbal por 2-1. Enquanto, de permeio, conquistou ainda também a Taça Associação de Futebol do Porto por quatro ocasiões, de 1962/63 até 1965/66.

Atraca esteve incluído nos trabalhos de preparação da Seleção dita nacional para a ida ao Mundial de 1966, como um dos 7 do FC Porto que estiveram no estágio de pré-convocatória (Atraca, Almeida, Jaime, Nóbrega, Festa, Pinto e Américo, mas dos quais apenas os 3 últimos foram na caravana dos 22 escolhidos e depois simplesmente Festa jogou… Como na memória ficou, por exemplo, que com Américo na baliza Portugal teria feito muito melhor que o 3.º lugar alcançado… qual sina que teima de acontecer com a dita Seleção Portuguesa ao longo dos tempos). Enquanto, com essas e outras, Atraca apenas chegou a ser Internacional pela Seleção Militar (existente pelos anos 50 e 60 com torneios internacionais, sobretudo entre países da NATO), pois, apesar de ter por diversas vezes estado nos treinos dos trabalhos da Seleção principal, nunca teve chances de jogar oficialmente pela tal Seleção Nacional A.

No fim de contas, conforme consta dos números conhecidos, em jogos da equipa principal do FC Porto, nos oito anos que Atraca esteve no FC Porto, disputou 170 jogos oficiais pela equipa principal, marcou 3 golos e venceu 5 Títulos (1 nacional, a Taça de Portugal, e 4 regionais da Associação de Futebol do Porto). Tendo por fim em 1969/70 voltado ao Farense, passando depois ao Odemirense, clube que representava quando em 1973 faleceu, vítima dum acidente de viação.

Armando Pinto

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quinta-feira, 9 de julho de 2026

Entre curiosidades… de vez em quando - UM ENCONTRO DE OUTROS TEMPOS COM A COMUNICAÇÃO SOCIAL…

Terminara a época desse tempo e o FC Porto havia vencido o Campeonato Nacional de futebol da 1.ª Divisão de 1978/79, o Bi-Campeonato alcançado em 1979. Então, no rescaldo da temporada a Direção do F.C. Porto, na presidência do Dr. Américo Sá, convidou para um encontro de confraternização os representantes da comunicação social que haviam acompanhado a carreira da equipa portista recém-sagrada Campeã. Sendo isso uma interessante ocorrência normal para a época, visto que o F.C. Porto em nada foi ajudado pelos órgãos da comunicação escrita, falada e visionada, antes pelo contrário, até, mas apenas por cortesia, tendo assim havido esse ato que à mesa serviu para homenagar a dita comunicação. Algo que nos dias que correm faria correr muita tinta, como soe dizer-se, mas hoje a tinta que ainda se nota é do que veio publicado no jornal O Porto, em JULHO de 1979. Enquanto agora simplesmente se anota isto pela curiosidade, visto já nem ser preciso tinta para se ler, como por aqui neste espaço de memorização portista.

Sobre isso atente-se na narrativa que se pode ver do jornal O Porto, pela pena do então chefe de redação Arq. Carvalho Couto.

Armando Pinto

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quarta-feira, 8 de julho de 2026

Evocação memorial da 1.ª Taça de Portugal de Basquetebol ganha pelo FC Porto - em 1979!

A oito de JULHO de 1979 o Futebol Clube do Porto venceu pela primeira vez a Taça de Portugal de Basquetebol, na presidência do Dr. Américo Sá, com Eduardo Matos Pacheco a responsável da secção e tendo Jorge Araújo como treinador.

Então, em pleno ambiente de veraneio, nesse dia o FC Porto conquistou a Taça de Portugal pela primeira vez, na sequência de um triunfo histórico frente ao Sporting, por 93-86, em Tomar.

Iniciado em 1926 no FC Porto, o basquebol portista é anterior à criação do organismo máximo português da modalidade, visto ter sido em 1927 que foi fundada a Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB). Após o que, volvidos uns anos, passou a ser disputado o primeiro campeonato português de basquetebol, em 1932/33. Tendo o FC Porto conseguido vencer essa prova maior na categoria de seniores em 1951/52. Havendo de seguida, no então Campeonato Nacional da 1.ª Divisão, repetido o feito em 1952/53. Algo que depois só foi novamente possível em 1971/72, já na era de Dale Flash Dover, até que a partir de finais dos anos 70 isso já foi sendo mais usual, desde 1978/79, passando por 1979/80 e 1982/83, como no sucessor Campeonato da Liga Profissional se foram sucedendo títulos, desde 1995/96 até ao presente, sendo o FC Porto o atual Campeão com o título de 2026. Somando o FC Porto até agora 13 títulos de Campeão Nacional. Enquanto isso, na Taça de Portugal de Basquetebol, segunda competição mais importante organizada pela Federação Portuguesa de Basquetebol, começada a ser disputada na época desportiva de 1943/44, foi em 1978/79 que o FC Porto a venceu pela primeira vez, fazendo tal cesto vitoriosamente inicial nessa competição que depois venceu entretanto por 16 vezes, já.

Dessa arrancada final da época de 1978/79, para a conquista da Taça de Portugal, em 1979, ficou tal epopeia devidamente registada nesse tempo no jornal O Porto, em crónica alusiva da lavra de Amílcar Mendes, colaborador do jornal do FC Porto com a modalidade do Basquete (e atualmente elemento do Grupo dos Colaboradores do antigo O Porto). 

A narrativa impressa, na ocasião, englobou também notas de reportagem, anotadas pelo mesmo colabrador d´O Porto, com curiosidades relacionadas, sob parangona de “Lances-Livres”.

Na mesma fase final da Taça despediu-se da modalidade o basquetebolista Mário Costa - que se havia já antes despedido do público do Pavilhão das Antas, em festa de consagração havida anteriormente, durante o festival comemorativo do título nacional conquistado em junho. E, por fim, na final e em plena glorificação da conquista da Taça, em Tomar, teve publicamente o merecido adeus vitorioso.

Armando Pinto

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terça-feira, 7 de julho de 2026

Imagens de equipas históricas da Seleção Nacional de futebol de tempos idos…

 

Passada a participação portuguesa no Campeonato do Mundo de seleções de 2026, apraz recordar algumas das equipas de futebol da camisola com simbologia das quinas que em tempos recuados fizeram história. Remirando as respetivas equipas de seleções de antanho, recuando desde as primeiras participações em jogos entre seleções, desde 1921, até tempos algo recentes de 1979, apenas, sem chegar assim a tempos mais próximos dos últimos anos.

- Equipa da Seleção do 1º jogo, em 1921 - particular com Espanha e equipa da Seleção da 1.ª vitória duma Seleção Portuguesa, em 1925, sobre a Itália.


- Equipa da Seleção Nacional dos Jogos Olímpicos de Amesterdão - 1928.


- Equipa da Seleção de 1935.


- Equipa da Seleção de 1938.


- Equipa da Seleção da 1.ª Vitória sobre a Espanha, em 1947.


- Equipa da Seleção do Campeonato do Mundo de 1966 (jogo da fase de apuramento).


- Equipa da Seleção da Mini-Copa “Independência do Brasil” - 1972.


- Equipa da Seleção de 1978/79.


Armando Pinto

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sábado, 4 de julho de 2026

Evocação do 4.º Campeonato de Portugal conquistado pelo F.C. Porto em 1937!

 

A 4 de julho de 1937, o FC Porto bateu o Sporting por 3-2 em Coimbra e conquistou pela quarta vez o Campeonato de Portugal de futebol. Os comandados do austríaco François Gutkas venceram então graças aos golos de Lopes Carneiro (aos 8 minutos de jogo), de Carlos Nunes (60 m) e de Vianinha (76 m), este de grande penalidade, acrescido da confiança atrás proporcionada pela espetacular exibição de Soares dos Reis e o bom desempenho dos restantes elementos. Assim o treinador Gutkas ergueu aí o primeiro troféu ao cabo de apenas um mês de trabalho ao serviço do FC Porto. Nesse tempo em que, além da equipa principal, o mesmo responsável técnico orientou a escola de futebol dos Dragões (onde também deixou marca como massagista; e enquanto professor de futebol, foi nesses idos tempos o primeiro a ensinar José Maria Pedroto, quando o Mestre tinha apenas nove anos).


O Campeonato de Portugal desse tempo, o antigo, portanto, foi antecessor da Taça de Portugal, sendo disputado em eliminatórias, ao jeito popular de "deita fora", do vencido sair e o vencedor continuar em prova. Havendo lugar a esta explicação de lembrança porque atualmente, nestes anos iniciais do século XXI, o nome de Campeonato de Portugal na prática corresponde ao campeonato da antiga 3.ª Divisão Nacional. Enquanto nesses tempos idos chegou a ser disputdo no mesmo ano o Campeonato de Portugal e o Campeonato Nacional. Sendo o Campeonato de Portugal, num enquadramento de época, ao género da Taça de Portugal posterior.

Ora, voltando ao Campeonato de 1937: Depois de ultrapassar ao longo da prova, por eliminatórias, o Leixões com duas vitórias de 5-0 e 5-1, nas duas mãos, mais o Boavista por outras duas vitórias de 5-2 e 6-1, e o Belenenses por 0-1, única derrota  depois superada com concludente vitória de 4-0, o FC Porto chegou à final para disputar com o Sporting, cuja equipa saíra vitoriosa da série de seus jogos (enquanto as outras equipas se foram eliminando entre si, até terem jogado com os dois clubes que chegaram a finalistas). Acabando o FC Porto por vencer por 3-2 na final.


Ora, depois de em 1921/22 ter sido disputado pela 1.ª vez uma prova futebolística de abrangência nacional, o Campeonato de Portugal, que o FC Porto logo venceu e como tal foi o primeiro campeão português, repetindo a graça depois em 1924/25 e ainda em 1931/32; bem como depois de em 1935 se ter intrometido a realização da Liga (mais tarde apelidada de Liga Experimental, por ter voltado a ser chamado de Liga o Campeonato Nacional muitos anos depois), que o FC Porto também venceu, manteve o FC Porto a tradição de primeiro vencedor e continuou em 1936/37 a saga no Campeonato de Portugal, que o então Campeão do Norte voltou a vencer, tornando-se Campeão de Portugal.  

Foi essa uma façanha que entusiasmou as gentes portuenses, a pontos da receção na cidade do Porto ter sido triunfal. Como dão testemunhos imagens da época, tal o exemplo que se recorda:  Na chegada à estação de São Bento. no Porto, em camioneta de caixa aberta. (Com uma legenda escrita pela mão de Soares dos Reis: "Ao lado a ofertante do coelhinho"... referindo-se à admiradora  que lhe ofereceu o célebre coelho com que ele se treinava a lançar-se para agarrar as bolas)!

É pois sobre essa autêntica epopeia de 1937 a eterna lembrança que apraz avivar. Deitando mãos e olhos da memória por publicações narrativas e historiadoras da época. A registar o acontecimento.

Do jornal O Primeiro de Janeiro:

Da Revista “Stadium”: imagens da chegada dos Campeões ao Porto!


E da mesma revista, uma galeria dos Campeões!


Armando Pinto
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quinta-feira, 2 de julho de 2026

Efeméride do último jogo internacional ibérico antes da 2.ª Grande Guerra Mundial - com vitória do FC Porto - em homenagem ao FC Porto Campeão Nacional de 1938/1939

A 2 de JULHO, em 1939, como consagração ao FC Porto Campeão Nacional de 1938/39, realizou-se no Campo da Constituição um festival desportivo organizado pelo jornal O Século, de encerramento da época e homenagem à equipa do FC Porto que se sagrara campeã, sendo convidada a congénere equipa campeã espanhola, para o efeito: um jogo F.C. do Porto-Alavés. Contando com dignidade simbólica da presença de convidados ilustres como representantes de Portugal e Espanha, mais dos respetivos clubes e outras entidades. Num programa em que o jogo de futebol foi antecedido por jogos de voleibol e andebol (de onze, como existia ao tempo). 

= Foto de conjunto das duas equipas, com os do F.C. Porto de branco e os espanhóis às riscas...

Então, no prélio de cartaz, jogo grande de futebol, os Campeões de Portugal receberam os espanhóis do Deportivo Alavés, no Campo da Constituição, e, depois de terem estado a perder por 0-2, impuseram grande reviravolta vencendo por 5-2, com 2 golos de Nunes e 1 de Pinga, Lopes Carneiro e Costuras. Nessa altura ainda não existiam provas internacionais de caráter oficial, como não houve ainda até muitos anos depois, por isso era habitual haver jogos particulares com clubes estrangeiros visitantes, como também o F.C. Porto tinha por hábito disputar em organizações de entidades ligadas ao futebol, mas ainda por iniciativa própria por vezes, além de organizações referentes a digressões de equipas estrangeiras que passavam por Portugal. Algo que deixou de ser possível nos seis anos seguintes, porque a 1 de setembro imediato a Alemanha invadiu a Polónia e então começou a Segunda Guerra Mundial, envolvendo grande parte do mundo mais desenvolvido. Tendo por isso esse referido jogo entre o F.C. Porto e o Alavés de Espanha sido o último internacional, entre clubes campeões dos dois países da Península Ibérica, antes da 2.ª Grande Guerra.

Desse jogo o organizador jornal O Século publicou em sua edição do dia uma crónica em que tudo ficou devidamente registado e, como tal, ali se pode ver e aprofundar muito mais, numa reportagem descrita à maneira clássica. Ficando-se a saber que nessa tarde de 2 de julho de 1939 estava  muito calor, sem isso esmorecer o muito entusiasmo que pautou o acontecimento. Tendo os jogadores do F.C. Porto equipado de branco, por os da equipa adversária vestirem camisolas idênticas às normais dos portistas. Como se pode ler, na respetiva reportagem jornalística deveras completa e sugestiva.

Armando Pinto

Nota: - Imagens e recorte jornalístico do arquivo do guarda-redes internacional Soares dos Reis, por acesso aos álbuns do mesmo, graças à amabilidade e amizade do sobrinho e afilhado sr. Neca Soares dos Reis (também antigo guarda-redes dos juniores e seniores do F.C. Porto, Soares dos Reis III, mais tarde guarda-redes consagrado do Aves, Salgueiros e Chaves, entre outros clubes por onde passou, inclusive por França).

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