Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

José da Cunha: Literário do Grupo dos Colaboradores do jornal O PORTO

  

Em maré de aniversários de confrades colaboradores do antigo jornal O PORTO, calha nesta data ser aniversariante mais um, o amigo José Cunha. Também em tempos jornalista e atualmente escritor com obra publicada. Enquanto a nível portista é autor de um livro ainda recente  “Memórias de um Dragão”. 

José da Cunha, amigo correligionário Portista que em tempos foi colaborador do jornal O Porto, antigo órgão informativo oficial do Futebol Clube do Porto; e, além de jornalista nalguns órgãos de comunicação nacional, também escritor com alguns livros  publicados, de contos, romances e memórias, entre os quais o referido livro que enriqueceu a literatura de teor portista. Cuja apresentação, no passado mês de maio (de 2025), versou temas do mundo dragão, desde notas do historial, até recordações extensivas.

Ora, José da Cunha, antigo jornalista e atualmente escritor, teve percurso no jornalismo passado pelo jornal O Porto, como por alguns jornais e revistas de âmbito nacional e áreas diversas; a ainda na área radiofónica. Ao passo que como escritor tem já diversos livros publicados, tais como: “Contos sem Amarras”, “Fintou o Destino” e “E Tudo o Vento Mudou”. Um de contos e dois romances. Mais o referido e ainda recente de “Memórias de um Dragão”, com memórias de sua ligação ao FC Porto, como portista, antigo colaborador do jornal O Porto, ex-órgão oficial informativo e historiador do Clube. 

Ao José da Cunha, além da ligação sentimental portista, une também fazermos parte do grupo de amigos formado por antigos colaboradores do jornal O Porto, outrora órgão oficial do FC Porto, em cujo âmbito temos reunido através da organização de nosso Encontro de Colaboradores do Jornal O PORTO, num amplo formato de almoço de convívio, quão tem sido em duas vezes por ano. Num bom grupo de sobreviventes, ainda, que conseguimos formar equipa, pelo número que chega e passa de uma equipa de futebol clássico, mais pela sintonia à mesa e fora dela. 

Como Curriculum Vitae pode ser acrescentado:

José da Cunha Oliveira nasceu em 1949, em Atães, Gondomar, e vive na cidade do Porto desde os 16 anos. Aos 19 anos ingressou na Força Aérea como voluntário, com o objetivo de evitar a sua participação em confrontos armados em caso de mobilização para a guerra do Ultramar. No entanto, devido a uma desobediência de cariz administrativo, foi obrigado a desertar da Base Aérea da Ota, após um ato libertário e de insubordinação que lhe valeu alguns dias de prisão, a expulsão da Força Aérea e a quase certa mobilização, no âmbito do serviço militar obrigatório, para um teatro da guerra colonial. Para fugir a tal inevitabilidade, foi a salto para França, donde viria a regressar mais tarde. A Revolução de Abril de 1974 marcou a sua vida, a ele, que se considera incapaz de respirar sem liberdade. De religião não precisa, pelo que não segue nenhum credo.

Gosta de ler e escrever, de comunicar e de viajar, de praticar desporto e de criar amizades sinceras para toda a vida. O conceito família é-lhe também muito caro.

Como cidadão empenhado, foi presidente da Assembleia de Freguesia da Sé e deputado na Assembleia Municipal do Porto.

Apresentou trabalhos como autodidata em diversas exposições coletivas de Pintura e Escultura. No jornalismo, escreveu, entre outros, para os jornais O Porto, O Norte Desportivo, Primeiro de Janeiro, Gazeta dos Desportos, Jornal de Notícias, revista Bancada (em que foi chefe de redação), Jornal Lagoa Transmontana (que fundou e foi seu diretor), mais Rádio Placard (Porto).

Além de suas ligações afetivas, de naturalidade e residência, a Gondomar e Porto, tem também ligações pessoais e familiares a Lagoa (aldeia do Nordeste Transmontano, de onde sua esposa é natural, do concelho de Macedo de Cavaleiros), onde costuma passar férias retemperadoras, e até já apresentou publicamente seus livros, também.

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Ora, a ocasião é assim propícia para lembrar mais um homem de letras de ligação portista. De modo a recordar, a quem em tempos leu o jornal O Porto e ia lendo os nomes dos autores dos textos, tal como aos mais novos dar a conhecer, alguns dos colaboradores do entretanto extinto jornal O PORTO, que eram totalmente graciosos, escrevendo para o jornal do Clube sem nada receberem, apenas querendo dessa maneira servir o FC Porto. 

Pois, assim sendo, aqui fica este registo como homenagem na data de seu aniversário. Com um abraço de Parabéns e votos de Feliz Aniversário. Ao amigo Cunha, sem precisar de meter cunha para o nosso conhecimento.

Armando Pinto

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sábado, 21 de fevereiro de 2026

Homenagem a Luís César: Bi-Dragão de Ouro!

 

Luís César Rodrigues Teixeira, de seu nome completo, nasceu no Porto, na freguesia de Santo Ildefonso, a 21 de fevereiro de 1944. Depois viveu em Santa Cruz da Trapa, perto das Termas de S. Pedro do Sul, de onde ainda jovenzinho foi viver para cidade do Porto. Atualmente reside em Santa Cruz da Trapa-Viseu.

Luís César: antigo secretário-técnico do departamento de futebol do FC Porto e mais tarde diretor do departamento de futebol do FC Porto futebol SAD.

Antigo jogador de Rugby (Râguebi) no FC Porto, quando o Clube teve prática dessa modalidade, nos princípios da década dos anos 60. Depois jornalista, diretor da secção desportiva do histórico jornal O Comércio do Porto, como entretanto esteve na formação de um chamado “Jornal do Desporto”. Fez relatos de futebol e de hóquei em patins no Quadrante Norte dos Emissores do Norte Reunidos, pertenceu aos quadros dos jornais O Norte Desportivo e O Porto. Entretanto integrou também a revista Equipa e colaborou com a coleção da (nova) revista Ídolos-Desporto. Entre outras mais publicações. Também dirigiu as Tardes Desportivas na Renascença. E foi presidente da Federação Portuguesa de Voleibol. Até que ingressou na estrutura do FC Porto. Mais recentemente foi ainda colaborador da revista Dragões.

De seus tempos de Secretário-Técnico do futebol portista é uma entrevista que deu à revista “Chuto”, em 1979 (que para aqui se transpõe, digitalizada. Com uns riscos que foram colocados quando em 2012 esse revista foi por mim emprestada ao Museu do FC Porto, tendo aí sido feita a imagem da sua capa que consta no mesmo museu do FC Porto, inaugurado em 2013):

Esteve ao serviço do FC Porto no futebol desde 1976/77, com um interregno depois do “verão quente das Antas”, em que num curto período esteve nas mesmas funções no Belenenses. Regressou depois ao clube em 1982 e manteve-se em funções até sua aposentação, em 2008. Era um funcionário polivalente, sendo considerado enciclopédico nesse mister. Segundo opinião geral, era elemento destacável pela organização e capacidade de trabalho, com método organizativo apreciável. Recebeu em 1995 o galardão do clube “Dragão de Ouro de Funcionário do Ano”; e em 2016 outro, o “Dragão de Ouro de Recordação do Ano”.

- Outorga do Dragão de Ouro de 1995, entregue no princípio de 1996.

Após sua reforma, além de continuar como colecionador de histórias, que vai anotando nas suas agendas com acontecimentos desportivos e efemérides, bem como se mantém conservador de recordações alusivas ao FC Porto, mais das viagens, ofertas de clubes e de dirigentes, livros, revistas e fotografias que marcaram o clube, assim como camisolas, medalhas, taças, galhardetes, botões de punho, garrafas comemorativas, e outros objetos de memorização azul e branca... por fim regressou aos locais de infância, havendo voltado a Santa Cruz da Trapa. E aí, em sua casa, guarda todas essas lembranças museológicas e afetivas.

- Entrega do Dragão de Ouro de 2016.

Atualmente, intervalando com episódicas deslocações ao Porto, vive em Santa Cruz da Trapa, onde tem sua residência e uma unidade hoteleira, a Quinta do Pendão, distante cerca de duas dezenas de quilómetros de Viseu.

Luís César faz parte também do grupo de Colaboradores do antigo jornal O Porto que se tem reunido em encontros de confraternização, como nos temos encontrado nesse convívio que para já está a acontecer duas vezes ao ano.

Ora, aproveitando a efeméride da data de seu nascimento (quando são escritas e publicadas estas anotações), enviando também por este meio os devidos ”Parabéns de Feliz Aniversário”, é assim feita esta simples mas sincera homenagem de apreço, que o amigo senhor Luís César merece, neste espaço de Memória Portista.   

Armando Pinto

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

De vez em quando - uma lembrança… Quando o então ex-treinador do FC Porto André Villas-Boas visitou o Museu FC Porto By BMG em 2014 e a revista Dragões registou o ato.

 

À distância e perante as transformações entretanto ocorridas, é interessante relembrar o caso da primeira visita oficial do antigo treinador portista ao Museu FC Porto By BMG. O Museu do Clube que havia sido inaugurado em 2013 e ele visitara a nível particular, com seus sobrinhos, anteriormente. Mas dessa vez foi em caráter oficial, mais institucional, no âmbito duma ação de solidariedade. Estando ao tempo ele numa pausa de sua função de treinador da equipa do Zenit, por paragem de inverno do campeonato russo. Recordando então o inesquecível feito alcançado em 2010/2011 com as vitórias do FC Porto na Supertaça Portuguesa, mais Campeonato da Liga Portuguesa, Taça de Portugal e Liga Europa. Como deu conta a revista Dragões, em sua edição de DEZEMBRO DE 2014 e agora aqui se recorda, pela curiosidade e apreço.


Armando Pinto

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Lembrando Yustrich: a propósito da passagem da efeméride de seu falecimento, em 1990

A 16 de fevereiro de 1990 faleceu Yustrich, célebre treinador brasileiro que foi dos mais carismáticos e polémicos condutores de homens do futebol do FC Porto de que há memória. Então, nesse dia morreu Dorival Knippel "Yustrich", o homem que conduziu o FC Porto à primeira "Dobradinha", em 1956. O timoneiro do futebol portista responsável pela conquista do Campeonato e da Taça de Portugal em 1955/56, treinador que popularmente ficou conhecido como “Ustric” (em simplificação de seu apelido "Yustrich"). Apelido esse que ele tinha ganho antes, devido às parecenças físicas com um antigo guarda-redes do Boca Juniors e era uma lenda do Clube com quem partilhava o dia de aniversário - pois nasceu a 28 de setembro de 1917 no sudeste brasileiro e fez carreira entre os postes do Flamengo, do Vasco da Gama e do América. Ora, ele na década de 50 trocou desde o Brasil o banco do Atlético Mineiro pelo português das Antas e em Portugal alcançou um feito inédito que só viria a repetir-se mais de 30 anos depois, quão foi de conquistar a dobradinha das vitórias do Campeonato Nacional português e Taça de Portugal na mesma época, em 1955/56. Acabando por sair de seguida, por ter feito trinta por uma linha à Direção na deslocação ao Brasil e Venezuela, durante a digressão que o FC Porto fez como Campeão Nacional de 1956, para o Mundialito realizado com os campeões ibéricos e sul-americanos, à época.

Isso na primeira temporada em que Yustrich esteve no Porto. Enquanto depois, de despedido e readmitido por pressão da opinião pública versus campanha de adeptos, mais tarde, na segunda nem Campeonato nem Taça. Porque no Campeonato a sua teimosia e agressividade perante alguns jogadores fez com que o FC Porto perdesse o título em 1957/58 e depois nem à final da Taça foi, que o FC Porto ganhou em 1958 já com outro treinador.

Desses factos, junta-se o que foi e está publicado no livro “100 figuras do futebol português”, edição do jornal A Bola, de publicação em fascículos ao correr de 1996.



E ainda da “Enciclopédia do Desporto”, volume 15, a ficha respetiva entrada nessa edição Quidnovi, em publicação de 2003.

Armando Pinto

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NOTA: Para uma mais ampla visão sobre Yustrich, reveja-se o que anteriormente foi publicado neste blogue, (clicando) em

https://memoriaporto.blogspot.com/2022/07/efemeride-da-assinatura-do-contrato-de.html

e

https://memoriaporto.blogspot.com/2024/10/recordando-homenagem-yustrich-em.html

AP

 

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Efeméride da estreia de Cubillas em jogos oficiais pelo FC Porto

A 10 de fevereiro de 1974 aconteceu a estreia oficial de Teófilo Cubillas ao serviço do FC Porto. Em jogos oficiais, visto a estreia em jogos particulares ter sido anteriormente a 27 de janeiro. Havendo o primeiro jogo oficial em Portugal sido então nesse dia de fevereiro no Estádio Alfredo da Silva, no Barreiro, numa tarde domingueira em que a equipa portista empatou 0-0 com a da CUF, a contar para a 19.ª jornada do Campeonato Nacional de 1973/74.

Contratado ao Basileia, da Suíça, graças ao precioso contributo dos sócios que corresponderam a uma campanha de angariação de fundos, para o efeito (dando assim possibilidades do diretor Jorge Vieira fazer a contratação), começava então o famoso craque peruano a sua participação com a camisola do FC Porto. Depois da sua chegada ao Porto ter sido ocorrência digna de registo, tal a receção que até meteu espera de dirigentes e jornalistas logo à saída do avião. Nesse que foi um dos momentos históricos da presidência do Dr. Américo Sá.

Então Cubillas, que havia sido considerado o “Melhor Jovem do Mundial de 1970” e “Rei da América em 1972”, «viria a representar o FC Porto em 110 ocasiões e a marcar 66 golos com a camisola azul e branca. Durante esse período, "El Nené" guiou os Dragões à conquista da Taça de Portugal e a seleção do Perú à vitória na Copa América, acabando eleito MVP do torneio. A FIFA considera Cubillas um dos melhores futebolistas do século XX e os portistas que o viram jogar não poderiam estar mais de acordo».

Cubillas, durante a sua curta permanência no FC Porto, antes de sair ainda contribuiu em 1976 em 2 jogos da campanha da Taça de 1976/77 que o FC Porto depois conquistou, sendo assim um dos vencedores dessa mesma Taça de Portugal. Não tendo sido possível ganhar o campeonato por motivos que eram habituais também por esses tempos, como foi um caso, por exemplo, de no então decisivo Sporting-FC Porto o Sporting ter vencido com golos irregulares, o primeiro dos quais até marcado em falta claríssima do avançado leonino sobre o guarda-redes Tibi…

Na oportunidade desta lembrança, e porque em anteriores artigos sobre Cubillas (“Cubilhas”, como se lê) foram entretanto versadas outras curiosidades e respetivas imagens, desta feita ilustra-se a publicação com uma sequência de gravuras e algumas capas de revistas de arquivo pessoal.


Armando Pinto

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Nota: Para relembrar a estreia de Cubillas em jogos particulares, clicar em

https://memoriaporto.blogspot.com/2017/01/recordando-estreia-de-cubillas-com.html

Assim como outra lembrança em

https://memoriaporto.blogspot.com/2023/03/lembrando-cubillas-o-eterno-cubilhas-do.html

e da sua despedida em

https://memoriaporto.blogspot.com/2024/01/recordando-o-regresso-de-cubillas-ao.html 

AP

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Efeméride de um FC Porto-Sporting de 1948 - jogo desse clássico jogado a 8 de fevereiro…

 

Na proximidade de mais um encontro de futebol FC Porto-Sporting vem sempre a propósito lembrar alguns dos muitos jogos disputados entre os dois contendores. Mas no caso de puxar a memória a um desses que tenha acontecido no dia desta data, a 8 de fevereiro. Sendo esse o caso da efeméride deste dia, acontecido em 1948. Como ocorreu então no segundo domingo de fevereiro desse ano, por sinal de boa memória porque o FC Porto venceu concludentemente por 4-1. Em jogo do Campeonato Nacional, no Campo da Constituição, o então recinto oficial do FC Porto.

Para verificar o que aconteceu então, respiga-se da revista “Stadium” a parte respeitante à crónica do jogo. 



E ilustra-se esta memorização com imagens da mesma publicação lisboeta, do respetivo número publicado em data seguinte, a 11 de fevereiro. Cuja sequência descreve em panorâmica esse acontecimento resultante.


Faltou na reportagem, da referida revista de Lisboa, a indicação dos marcadores dos golos - que se mostram, contudo, pela ficha do jogo constante do livro REMEMORANDO.

Armando Pinto

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sábado, 7 de fevereiro de 2026

Efeméride do 1.º jogo oficial no estádio do Dragão - a 7 DE FEVEREIRO DE 2004 - e marcador do 1.º golo oficial no novo estádio.

Em 2004, a 7 (sete) de fevereiro pela primeira vez o estádio do Dragão teve um jogo oficial. Após a inauguração ocorrida em novembro de 2003, e, devido a ser necessário algum tempo de espera para a consolidação da relva do novo estádio, entretanto ainda ter sido utilizado o estádio das Antas até 24 de janeiro de 2004 no FC Porto-Estrela da Amadora (2-0) da despedida, finalmente o estádio do Dragão recebeu um jogo oficial a 7 de fevereiro, ao correr de 2004. Tendo então o FC Porto recebido o União de Leiria, em jogo a contar para a 21.ª Jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 2003/2004. Logo conseguindo aí o FC Porto a primeira vitória portista  no novo estádio em jogos oficiais, com o resultado de 2-1 a favor, por meio dos golos de Maniche e Maciel. Começando da melhor forma a campanha ainda restante dessa época, quer do Campeonato Nacional, como das eliminatórias da Liga dos Campeões Europeus.

Com efeito, nesse sábado do primeiro jogo oficial no novo estádio, Maniche foi o marcador do primeiro golo em jogos oficiais no novo recinto portista, ao abrir o marcador aos 17 minutos desse prélio. Com a curiosidade acrescida do mesmo primeiro golo ter sido marcado com Helton na baliza adversária. Visto que nesse jogo inicial do estádio do Dragão o guarda-redes Helton sofreu os dois golos do FC Porto, como era ainda o guardião da baliza da equipa de Leiria. Sendo assim ele o guarda-redes que sofreu o 1.º golo no estádio do Dragão, mas marcado pelo FC Porto (porque só mais tarde ingressou nas hostes do Clube Dragão). Golo esse primeiro então obtido por Maniche, depois de um belo trabalho de Deco e participação de outros colegas da equipa. Ficando assim para a história, tal como na inauguração do estádio do Dragão o 1.º golo em jogo particular teve autoria de Derlei, já depois o autor do 1.º golo oficial foi Maniche.

Armando Pinto

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