Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

segunda-feira, 22 de abril de 2024

Lembranças Portistas de tempos difíceis… de esquecer!

 

Quem passou pelos tempos da longa espera dos 19 anos sem o FC Porto ganhar o Campeonato Nacional de futebol, apenas com a Taça de Portugal de 1968 conseguida pelo meio, como eu passei e tenho memória, sabe o que é ser Portista e ter lembranças de tempos difíceis. Quando era com o ciclismo que conseguíamos ter alegrias, esperando pelo verão para os corredores das camisolas azul-brancas ganharem a Volta a Portugal e outras grandes provas velocipédicas em estrada e pistas, superiorizando-se aos do Benfica, Sporting e demais. Tal como, depois de já se ter sabido o que era ser campeões de futebol sénior, viemos a passar pelos tempos difíceis do verão quente de 1980 e era seguinte de divisões entre o mundo portista de 1980 a 1982, pelo menos. Assim como na vida normal viemos a passar em 2020 até pelo menos 2022 com o chamado Covid-19, a pandemia que levou inclusive um Título Nacional de futebol, o da época de 2019/2020, conquistado pelo FC Porto em tempo de distanciamento social, a ser festejado com as bancadas vazias, devido às medidas oficias de restrição e distanciamento, pela necessidade de confinamento geral, nessa época inevitavelmente marcada pela pandemia da COVID-19 que obrigou o futebol a parar e depois a recomeçar sem público nos estádios. Além de todos termos usado máscaras de proteção, nesse tempo e durante larga temporada. 

Ora, como lembrança desse tempo, ficaram também umas máscaras de proteção com o emblema do FC Porto. Como algo que apenas se quer recordar, porque já passou. Como daqui em diante se quererá apenas lembrar os tempos recentes, de má gestão diretiva, financeira e desportivamente, como algo que passou e melhorou com a mudança que se espera venha a suceder, para bem do FC Porto.


Obs.: As duas máscaras foram e são duma bela oferta dum amigo, Telmo Esteves, também antigo colaborador do jornal O Porto. Que sabendo que gosto de colecionar o que me é possível angariar do mundo portista, me presenteou com esta apreciável recordação, que me deixa deveras agradecido pela gentileza e amizade. 

Armando Pinto

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domingo, 21 de abril de 2024

(Mais) Um jornal para a história do FC Porto – para ter, ler e guardar!

O jornal O Jogo deste domingo, 21 de abril, tal como já fez com os outros candidatos às eleições do FC Porto, dedica desta vez espaço à candidatura de André Villas-Boas. Desta feita numa edição que dará para ficar para a história, como será com a entrevista deveras sintomática com André Villas-Boas, que atrai boa leitura, com entendimento apropriado, e será para guardar para memória presente e futura. Mais um exemplar para a coleção documental sobre História do FC Porto.

Armando Pinto

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sábado, 20 de abril de 2024

Efeméride da reviravolta da eliminatória da “Taça” decidida na Luz… em 2011!

 

A 20 de abril de 2011, a equipa principal do FC Porto, treinada por André Villas-Boas, regressava ao Estádio da Luz dias depois da festa noturna da “Luz apagada”. Estando ainda bem na memória tal feito, de quando a equipa azul e branca provocou o inesquecível apagão no recinto vermelho e ali aconteceu a festa do Campeonato e consequente (re)conquista do título nacional, que havia sido perdido na época anterior. Tendo depois e de permeio havido uma surpresa, quando em jogo para a Taça de Portugal, o Benfica veio ao estádio do Dragão obter uma vitória contra a corrente do jogo, na 1ª mão dessa eliminatória, de modo que colocou o favoritismo do lado dos lisboetas. Então, a 2.ª mão das meias-finais da “Taça” tinha tudo para ser uma tarefa hercúlea para os Dragões, mas vencer o Benfica era já um hábito particularmente enraizado naquela época, além da moralização que Villas-Boas conseguira incutir no plantel azul e branco. Então, contrariando prognósticos e teorias, a equipa de André Villas-Boas foi ao estádio da Luz vencer novamente, por resultado que deu a reviravolta na soma da eliminatória. Com João Moutinho, Hulk e Falcao a serem os goleadores que colocaram a marca final no triunfo sobre os jogadores do emblema da águia, vencendo concludentemente por 3-1. Nesse que foi o quarto de cinco jogos em 2010/2011 em que os Portistas derrotaram os Benfiquistas. Tendo assim os Dragões reservado lugar no Estádio do Jamor – onde viriam a erguer a Taça de Portugal, na final em que sem Falcao (impossibilitado de jogar), mas com todos os intervenientes portistas com grande desempenho, aconteceu a célebre goleada ao Vitória de Guimarães por 6-2, culminando essa época de sonho da máquina trituradora de Villas-Boas.

Dessa célebre noite da reviravolta da Luz recorda-se mais essa grande festa, no então chamado “salão de festas”, por meio de testemunho documental bibliográfico de fonte insuspeita. Deitando mãos e olhos a correspondentes páginas do livro “O ANO DE OURO DO DRAGÃO Época 2010/2011”, edição A Bola.

Armando Pinto

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terça-feira, 16 de abril de 2024

A dias dos 50 anos do 25 de abril… os Generais sem medo de antes e agora!

Aproximando-se a comemoração da passagem de 50 anos do 25 de abril de 1974 e de seguida também ao dia D, do 25 de abril de 2024 no FC Porto, com a chegada das eleições no dia 27 imediato, apraz vincar: 

Nas semelhanças, de nos anos anteriores à chegada da democracia ter havido o chamado “General sem medo”, Humberto Delgado, que se opôs ao regime salazarista...

... agora temos André Villas-Boas como General dos Associados do FC Porto sem medo, enfrentando a situação, para que o clube possa ser devolvido aos Sócios. 

Dois Generais sem medo, cada um em seu campo e seu tempo, como exemplos da Liberdade.

- Viva o FC Porto!

Armando Pinto

segunda-feira, 15 de abril de 2024

Tertúlia de “Conversas à Moda do Porto” sobre História do FC Porto – uma honra sem igual…!

Com muito gosto e grande emoção estive no domingo dia 14, entre amigos, em plena tarde domingueira de meio deste ridente abril, na sede da candidatura de André Villas-Boas, a integrar o painel do dia, das "Conversas à Moda do Porto". Tertúlia em que se falou sobre a História do nosso grande Clube: «Um passado repleto de conquistas, alegrias e boas memórias. Um passado que queremos honrar e levar para a construção do futuro do FC Porto.»

Com sala cheia, repleta, mesmo contendo gente por todos os lados e todos os lugares, sentados e de pé, foi uma honra ali estar e sentir o interesse geral, de princípio a fim, mesmo perante o calor da tarde soalheira, em agradável ambiente, à escala da paixão portista. Onde só se falou bem do FC Porto, sem precisar de criticar quem já faz isso por sua conta... Enquanto quem ali esteve sentiu que, além de revermos algo do passado, estávamos a escrever a História Portista do presente e futuro, em tons de conversa da família azul e branca. Tendo sido, mesmo, uma tarde bem passada, com muito Porto!

Sob lema anunciado d’ “A História do FC Porto – um conjunto de honra e vitórias sem igual!” decorreu então essa tertúlia, diante de grande assistência. Tendo como participantes aqui o autor destas linhas do blogue “Memória Portista”, mais três amigos portistas também apoiantes de Villas-Boas: o Paulo Jorge Oliveira, grande colecionador de material portista e conhecido por muitas fotos publicadas na sua página pessoal do Facebook; o Rogério Paulo Almeida, que tem um blogue importante, o site “FC Porto-Memória” e é grande especialista em estatísticas da história do FC Porto; mais o sr. Professor César Santos Silva, autor de diversos livros relacionados com história da cidade do Porto e como tal versado na ligação do FC Porto à cidade. Conversando com a moderadora Cristina Villas-Boas (prima do candidato a futuro presidente e locutora de grandes recursos, como eu senti e até em tempos demonstrou no Porto canal), quão para tanta gente interessada, ali, sem se importar com o calor da tarde. Tendo assim eu ali estado, embora à minha maneira pessoal sem me sentir muito à vontade a falar em público, diante de muita gente. Mas não podia dizer que não, pela amizade e admiração que tenho pelo meu amigo André Villas-Boas, pois como tal, em boa verdade, não podia deixar de participar, correspondendo à solicitação de mais essa ligação a este projeto que anseio possa fazer revitalizar o FC Porto e devolver ao Clube os Valores Portistas em que me revejo.

Dá gosto estar envolvido, dentro do possível, no decurso desta campanha para a eleição de André Villas-Boas!

Então lá estive. Ainda a pensar para mim como uma das boas coisas da vida foi e é ter conhecido pessoalmente o André, tê-lo como amigo, poder dar largas à admiração que desde que ele foi treinador do FC Porto me contagiou em maior entusiasmo portista. E está a ser enriquecedora toda esta caminhada rumo à eleição dele para Presidente do FC Porto.

Ora, então ali ainda absorto, dei comigo a lembrar-me como desde os tempos em que, criança ainda, eu ouvia os relatos de futebol junto à cama da minha avozinha (paralítica no leito e com quem assim eu cresci a ouvir suas histórias e a ouvir os relatos do Porto no rádio de sua mesinha de cabeceira) e de ter começado a gostar do Porto pelos corredores de ciclismo que eu via passarem nas estradas e me davam alegrias com tantas vitórias, bem como conhecimento inicial de tudo o que era Porto pelos cromos das cadernetas, etc. e tal… como tudo evoluiu até eu estar ali, para falarmos do FC Porto. Tendo sido um dia em cheio, nessa tarde que vale por muitos dias. 

Acrescido isso e mais da possibilidade de ter contactado com tanta gente e sobretudo ficar a conhecer pessoas que acompanhavam já o meu blogue ou publicações do Facebook. Inclusive outros que se lembravam de ter lido artigos de quando eu escrevia no jornal O Porto (há quantos anos…!). Tal como até um antigo futebolista do FC Porto, o Penteado, com quem muito gostei de conversar. Até colegas, podemos dizer assim, de blogues da blogosfera portista, como os amigos Paulo Moreira e António Jorge Lucas.  Em suma, foi uma tarde bem passada de domingo, de melhor maneira até que o que há muitos anos (como quem é desses tempos entende e sabe, entre quem passou pela travessia dos 19 anos) então cantava o romântico brasileiro Nelson Ned, quanto ao que era melhor fazer ao domingo à tarde…!

Armando Pinto

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sexta-feira, 12 de abril de 2024

Editorial do Semanário de Felgueiras / SF Felgueiras Jornal – sobre as Eleições de 2024 no FC Porto

 

Além da parte de reportagem sobre as apresentações das duas candidaturas que recentemente se apresentaram no auditório da Biblioteca Municipal de Felgueiras, quanto aos debates que tiveram os candidatos diante do público assistente a essas sessões, o jornal SF dedicou às próximas eleições do FC Porto o próprio Editorial de seu número de sexta-feira, 12 de abril. Algo que pela particularidade expressa se assinala, no texto esclarecido da Diretora Dr.ª Susana Faria.  

Armando Pinto

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terça-feira, 9 de abril de 2024

Efeméride do falecimento de Joaquim Vidal Pinheiro (1892-1918) tombado na Batalha de La Lys – um portista e português incluído no livro “Foot-ballers al frente – storie di calciatori (e di un tifoso) nella grande guerra”

No dia 9 de Abril de 1918 o Tenente de Artilharia Joaquim Vidal Pinheiro, histórico jogador de futebol do FC Porto, tombou em combate nas trincheiras da Flandres, já perto do final da primeira guerra mundial, em plena batalha de 9 de abril em La Lys (França), integrado no Corpo Expedicionário Português. Vidal Pinheiro, que estava já no quadro de honra dos vencedores da Taça José Monteiro da Costa pelo FC Porto, passou depois também a integrar o quadro de honra dos desportistas e sócios o FC Porto falecidos na Grande Guerra, colocado no antigo Museu do FC Porto. E, muitos anos mais tarde, foi incluído no livro sobre homens do futebol mortos durante a 1ª Grande Guerra Mundial – livro italiano intitulado “Foot-ballers al frente – storie di calciatori (e di un tifoso) nella grande guerra”, no qual há um capítulo sobre ele, pela fonte bibliográfica do blogue "Memória Portista".

Com efeito, ficou na memória histórica o recontro da célebre Batalha de La Lys. Uma das tristes páginas do grosso historial da I Grande Guerra Mundial, com o CEP-Corpo Expedicionário Português como interveniente, martirizado nas trincheiras e por fim no campo de batalha, como é dos livros pelo menos. E nessa grande razia mundial também o Futebol Clube do Porto teve heróis. Salientando-se em tal epopeia sangrenta da Primeira Guerra Mundial esse então jovem Joaquim Vidal Pinheiro, ao tempo reconhecido jogador de futebol, tendo antes até ajudado a conquistar para o FC Porto a Taça José Monteiro da Costa, o primeiro título da história do clube azul e branco da Invicta.


Curiosamente esse herói foi atingido e tombou em combate quando fazia sete anos que, em 1911, alinhara no jogo em que o FC Porto conquistou aquela Taça José Monteiro da Costa, ao bater o Leixões na última jornada dessa prova, a 9 de abril daquele ano seguinte à implantação da República em Portugal.


Vidal Pinheiro como militar foi Tenente de Artilharia, e fora mobilizado para a frente na 1ª Guerra,  e consequentemente viria a ser uma das vítimas mortais da Batalha de La Lys, entre as baixas no exército portugês provocadas em massa pelo bombardeamento dos alemães.


A notícia da sua morte seria conhecida em Portugal em Maio. Quando saíra do Porto rumo à expedição militar, os seus companheiros de equipa, ao despedirem-se do bravo oficial do exército para que tantas vitórias contribuiu, prometeram ao capitão de equipa, Vidal Pinheiro, que depois à sua chegada como herói, haveriam todos de dar grande festa em sua honra. O destino, implacável, frustrara a promessa. E quando, por fim, no campo surgiu o jornal com a notícia, fria, chocante, da sua morte, todos os que por cá ficaram, sofrendo também, verteram lágrimas de saudade e comoção. E nem o facto de ter «morrido ao serviço da Pátria» calou alguns desabafos de revolta. (Conforme foi narrado por Rodrigues Teles, na sua História do FC Porto.)


Dele ficou a constar no Memorial aos Mortos da Grande Guerra: Nome - Joaquim Vidal Pinheiro
Naturalidade - Bonfim, Porto
Posto - Tenente
Unidade - 1º Grupo de Baterias de Artilharia, Regimento de Obuses de Campanha
Ramo Forças Armadas - Exército
Teatro de Operações - França
Causa da morte - Combate
Data da morte - 9 de Abril de 1918
Local de sepultura - França, Cemitério Militar de Vieielle Chapelle
Circunstâncias da morte: Na batalha de 9 de Abril, ficou gravemente ferido e gaseado, quando se dirigia para a posição da sua bateria, pelo tremendo bombardeamento com que os alemães iniciaram a ofensiva. Retirado do local por uma ambulância inglesa nela faleceu horas depois.

Tendo sido sepultado inicialmente em França, como tantos compatriotas, no Cemitério militar de Vieielle Chapelle, mais tarde, em 1921, foi seu corpo transladado para o Porto.

Repousa em seu túmulo no Cemitério do Prado do Repouso, na Cidade do Porto (como neste blogue está registado em anterior artigo, sob título "Périplo por onde jaz Gente do FC Porto…").

Entre honras devidas, a Câmara Municipal do Porto atribuiu seu nome a uma rua na freguesia de Campanhã.


Antes, ainda no princípio desse ano de 1918, a 2 de janeiro, «a Assembleia-geral do FC Porto aprovara massivamente a criação e implementação de um Quadro de Honra na sua sede, em homenagem aos associados mártires da Primeira Guerra Mundial». (Ainda antes do falecimento do popular futebolista Vidal Pinheiro). Pois, já então o FC Porto tinha perdido "mais de duas dezenas" de sócios nos campos de batalha. Tendo depois o nome do Tenente Joaquim Vidal Pinheiro sido incluído, naturalmente acrescentado, como outros mortos mais entretanto.


A propósito desta efeméride e sua envolvência, acrescente-se que anteriores crónicas relativas ao tema, neste cantinho de  memória portista, tiveram certo eco até bem distante, havendo sido motivo do caso do referido heroi-mártir do FC Porto na Grande Guerra de 1914-1918 ter constado num livro publicado em Itália. Volume esse de que se junta de seguida imagem da própria capa.


Com efeito, no final do ano de 2015, mais precisamente em novembro, quando perfazia sensivelmente um século da entrada da Itália na I Grande Guerra, foi dado à estampa em Itália um livro sobre a ligação do futebol à memória dessa guerra mundial travada nas valas de terrenos entrincheirados da Europa. Tratando-se de um bom trabalho histórico-literário a memorizar tão importante protagonismo no curso da humanidade, mais particularmente com histórias de jovens, ao tempo, que então passaram dos campos de futebol para as trincheiras da Grande Guerra. Através de cuja paixão pelo jogo da bola, o futebol regressou vivo, graças à força bélica de homens atléticos. Entre atletas que também não puderam voltar, permanecendo contudo a sua memória.

Um livro, esse, sobre os jogadores que participaram na Primeira Guerra Mundial, contendo um capítulo referente a Joaquim Vidal Pinheiro, um dos homens que vestiram a camisola do F C Porto e foram chamados ao Corpo Expedicionário Português que rumou aos campos de batalha onde se travaram as lutas dessa guerra. Tendo ali morrido no campo de batalha. Enquanto os outros representantes do F C Porto regressaram, como felizmente aconteceu com Floriano Pereira e Harrison. Havendo depois o corpo de Vidal Pinheiro regressado, enfim, aquando da vinda também do corpo do soldado desconhecido, para a homenagem honorífica com que ficou perenemente imortalizado o Peito Lusit
ano.

= Imagem da Contra-capa =

Esse volume historiador é efetivamente um livro italiano com histórias de futebolistas tornados heróis na 1ª Grande Guerra mundial, obra da autoria de Giorgio “Acerbis” Ciriachi, em publicação da editora Urbone Publishing, sob título e subtítulo “Foot-ballers al frente – storie di calciatori (e di un tifoso) nella grande guerra”. (Traduzindo:) “Futebolistas na Frente /  histórias de jogadores (e de um apoiante) na Grande Guerra”.

De particular atenção, mencionamos o facto por então, depois de ter sido pedida autorização ao autor, na respetiva publicação haver ligação dum curioso pormenor: No livro, que de Portugal refere a representatividade do F C Porto, é feita menção ao blogue Memória Portista na parte da “Bibliografia”. Bem como, na página dos agradecimentos (“Ringraziamenti”), tem referência ao autor deste blogue, por «…senza di lui il capitolo su Joaquim Vidal Pinheiro non avrebbe mai visto la luce…» («…sem ele o capítulo sobre Joaquim Vidal Pinheiro nunca veria a luz»).


É sempre um orgulho quando podemos dignificar o nome e representatividade do F C Porto, como neste caso e àquele nível. Sendo um livro, este, que honra o F C Porto, o desporto português e a memória portista e portuguesa. Como, de todo o modo, pese o contraste, é também honroso o FC Porto estar ligado à heroicidade de representantes seus em serviço da Pátria, como foi no caso de Joaquim Vidal Pinheiro e outros. Com orgulho de isso ser reconhecido além-fronteiras.

Armando Pinto
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