O F C Porto, contra as expetativas da aliança sulista e elitista,
empatou na capital política do império mouro, sem fazer até um grande jogo, em plenitude, entenda-se - a não ser o guarda-redes Fabiano que esteve impecável. Jogando a equipa azul e branca, porém, quanto bastou perante uns arrogantes mas inofensivos leõezitos sem
juba…
Ora, para a taça da Liga, que tem sido ganha através de
decisões polémicas das arbitragens, ao longo das edições acontecidas,
entretanto, desta feita nem com essas ajudas e outras artimanhas o gato teve
quaisquer veleidades. Tão só terminou o jogo sem expulsões, tal a
agressividade, por favor de um árbitro
que apenas quis retirar do campo um elemento importante do F C Porto, para este
e mais jogos, sabe-se lá a ideia. Numa decisão com natural interferência no
desenrolar do encontro e possivelmente no futuro próximo, algo que a opinião
pública ditada pela comunicação social está a branquear, mais uma vez, como
fogem de analisar a prepotência sportinguista de não deixar os adeptos do F C
Porto levarem bandeiras… para o estádio decorado como qualquer casa de banho -
ou talvez por isso…
De qualquer forma, em suma, como refletiu publicamente um
amigo, «...o Leonardo Jardim e o Sporting de Lisboa (do rapaz que quer ser
conhecido como dirigente arruaceiro), decididamente, estão talhados para
jogarem contra equipas da sua igualha, ou seja, equipas menores, pois quando
levam com uma equipa forte como é o FC PORTO e outra que se aproxima, jogam
como nunca e perdem como sempre. Desta vez não perderam, mas é a mesma coisa. Continuam
pequeninos e verdes… (como) clube de pobres perdedores, devedores e corruptos
(ver caso Cristóvão/Cardinal), o Sporting de Lisboa continua a ser o Quase de
Portugal...quase que ganham, quase que são campeões e quase que se riem...»
Enfim, com um resultado que se aceita, sem golos, houve um empate, com foguetes próprios da quadra de fim de ano, contudo sem espumante, à falta de motivos para demasiados festejos. Importando que tiramos o pio a um leãozeco pasmado com a grandeza dos outros, diante de quem sente inveja e não consegue imitar...!
AP
