Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Início da Taça de Portugal de 2026/27 com o União de Paredes - clube fundado por 2 históricos portistas e de origem dum internacional de renome (Padre Marcelino, Delfim Costa e Araújo)…

 

No sorteio oficial realizado esta segunda-feira, com vista à 4.ª eliminatória da Taça de Portugal de futebol destinada ao fim de semana de 21 e 22 de novembro, ficou a saber-se que o início da prova para o FC Porto será no Estádio do Dragão, tendo como visitante o União de Paredes, que calha vir jogar com o FC Porto para a eliminatória em que entram na competição os clubes que disputam as provas europeias.

Entretanto, «antes de marcar encontro com os Campeões Nacionais, o conjunto primeiro classificado da Liga 3 afastou o Ermesinde 1936 (1-3), o SC Maria da Fonte (5-1) e o FC Famalicão (1-0) da prova rainha». Muito antes ainda, no tempo e na memória, deitando olhos à história «o único jogo oficial entre FC Porto e USC Paredes realizou-se a 4 de fevereiro de 1990, nos 16 avos de final da Taça de Portugal. Nessa data, os Dragões de Artur Jorge venceram por 5-0 no Estádio Municipal das Laranjeiras, com golos de Rui Águas (três), Paulo Pereira e Geraldão.

Em caso de vitória, os Dragões visitam o vencedor do duelo entre a UD Leiria e o Leça FC nos oitavos de final, marcados para os dias 15, 16 ou 17 de dezembro. Em determinadas circunstâncias, os clubes envolvidos nas competições europeias poderão jogar em datas alternativas.» - conf. “fcporto.pt”.

Ora esse jogo de 1990 teve a particularidade de, na ocasião, o FC Porto ter homenageado António Araújo, antigo internacional do FC Porto que se iniciara no Paredes e depois jogou no FC Porto, tendo rumado ao Porto por interferência do Padre Marcelino da Conceição, ao tempo diretor do FC Porto - como se ilustra com imagem da entrega duma estatueta dum Dragão de porcelana, que Araújo recebeu das mãos de Jorge Nuno Pinto da Costa. Sendo de acrescentar que o Padre Marcelino da Conceição, antes de ter vivido no Porto, foi um dos fundadores do mesmo clube de Paredes, quando era pároco precisamente nessa então vila. Tal como ficou ligado à mesma fundação um outro personagem comum aos dois clubes, como foi Delfim Pinto da Costa, que mais tarde chegou a ser cronista no jornal O Porto e ficou célebre como autor dum livro importante entre factos históricos do FC Porto, o “Caravana da Saudade” (de narrativa, em género relatório, da digressão da equipa de futebol do FC Porto a Angola, em 1949).  

Pois então, nesta oportunidade e em vista da ocorrência da próxima eliminatória da Taça de Portugal, recorde-se o anterior jogo, realizado em fevereiro de 1990, em Paredes - através da respetiva reportagem publicada na revista Dragões, incluindo imagens da homenagem da Direção do FC Porto a António Araújo.


Posto isto, há que recordar que António Araújo foi um futebolista lendário, deveras importante, que em seu tempo chegou a ser o único jogador do FC Porto a jogar pela Seleção Nacional, à época, a pontos de então se dizer que a chamada equipa das quinas era uma Seleção de Lisboa mais Araújo, tal como o FC Porto era Futebol Clube do Porto de Araújo. Representou o FC Porto entre 1942 e 1952, sagrando-se melhor marcador do campeonato nacional em 1947/48 com 36 golos. Jogou no clube da Constituição e das Antas em 168 jogos oficiais pela equipa principal e marcou 137 golos. Não tendo jogado mais por ter sido vítima de prolongadas lesões, que provocaram longas paragens de inatividade desportiva. Na seleção fez 9 jogos e marcou 6 golos, 2 dos quais na primeira vitória de Portugal sobre a Espanha (4-1) em 1947, nesse tempo de poucos jogos internacionais.

Convém referir ainda que do concelho de Paredes são também os mais recentes e históricos Valdemar Pacheco e Rui Barros, naturais de Lordelo, mas de ligação ao Aliados de Lordelo na sua formação, sem terem representado o clube da sede do seu concelho, União de Paredes. Ambos já reportados neste mesmo blogue, anteriormente.

Acresce que, quanto aos 3 personagens do caso, da ligação do Clube de futebol de Paredes ao FC Porto, sobre Araújo já aqui no blogue Memória Portista está o mesmo referenciado num artigo, assim como Delfim Pinto da Costa é referido na alusão à digressão de 1949 e sua obra da Caravana da Saudade, enquanto o Padre Marcelino da Conceição será o próximo a ser evocado.  

Armando Pinto

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domingo, 25 de outubro de 2026

INAUGURAÇÃO DA NOVA ACADEMIA DE BILHAR DO FC PORTO - em atualização bilharista !

 

25 DE OUTUBRO DE 2026 - BILHAR do FC Porto - INAUGURADA A NOVA ACADEMIA DE BILHAR DO FC PORTO - Espaço localizado na Rua da Constituição acolheu um torneio amigável e uma homenagem aos atletas Campeões Europeus e Nacionais.

A Secção de Bilhar do FC Porto, modalidade do ecletismo portista que, depois dos títulos europeus do Hóquei em Patins e Futebol, foi a terceira a conquistar a honra de fazer o FC Porto Campeão Europeu, está agora com nova e mais ampla instalação, mediante a nova Academia de Bilhar, inaugurada este domingo.

Com efeito: «A nova Academia de Bilhar do FC Porto abriu portas este domingo, na Rua da Constituição, e marca o início de uma nova etapa da modalidade no Clube e a conclusão do processo de mudança de instalações.

A inauguração foi assinalada com um torneio quadrangular amigável que reuniu as quatro equipas presentes na fase final do último Campeonato Nacional: FC Porto, Leça FC, SL Benfica e Centro Bilharista da Amadora. Depois de ultrapassarem o CBA nas meias-finais, os Dragões marcaram encontro com o Leça FC no jogo decisivo e acabaram por vencer pela margem máxima, graças aos triunfos de Rui Manuel Costa, José Miguel Soares, Luís Pinto e Gonçalo Santos nas respetivas mesas (4-0). O programa incluiu encontros entre as quatro melhores formações do país e terminou com a entrega de lembranças de participação às equipas, seguindo-se um momento de reconhecimento dos atletas Campeões Nacionais e Europeus de bilhar pelo FC Porto.

A abertura do novo espaço conclui um processo de mudança que passou pelas instalações do Estádio do Dragão e pelas Piscinas de Campanhã, culminando agora no número 1292 da Rua da Constituição.

A nova casa do bilhar do FC Porto representa mais um passo na continuidade do trabalho desenvolvido pela secção, com o objetivo de promover o crescimento da modalidade e contribuir para o sucesso desportivo do Clube.» - conf.  página oficial “fcporto.pt”


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Recorde-se que ainda na semana anterior a equipa de Bilhar do FC Porto conquistou a 24.ª Supertaça de Bilhar às 3 Tabelas, disputada na sala do Leça FC. Tendo aí a equipa de Bilhar do FC Porto às três tabelas vencido o Leixões SC por 4-0.

Entretanto, uns dias antes, também o dirigente José Soares, da secção de Bilhar do FC Porto, recebeu o “Dragão de Ouro Seccionista do Ano". 

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Está assim mais enriquecida em diversos aspetos essa Secção do FC Porto, de tal modalidade que, embora sem ser de grande público, quanto a presenças de assistência pública, é contudo apreciada por muitos sócios e adeptos que acompanham a vida do FC Porto e, colocando o Clube acima de tudo, rejubilam com os êxitos de tudo que faz parte do mundo azul e branco.

Armando Pinto

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A histórica carta do célebre convite para o que veio a ser o 1.º Porto-Lisboa

Em 1893, a 25 de OUTUBRO, António Nicolau d’Almeida convidou o Club Lisbonense a “solenizar a definitiva instalação do Foot-Ball Club do Porto”. Na carta, assinada pelo fundador do Futebol Clube do Porto e datada de 25 de outubro de 1893, era lançado o repto aos “valentes e adestrados jogadores” da capital para organizarem “um eleven do team” e darem resposta ao “vivo desejo de estreitar relações de franca camaradagem” entre as duas cidades. O presidente alfacinha aceitou o desafio, mas não na data prevista: em vez de “na quarta-feira próxima”, o duelo Porto-Lisboa viria a realizar-se em março do ano seguinte com o alto patrocínio do rei D. Carlos.

Desse tema, vincando o facto, relembra-se alusiva documentação existente e que não deixa margem para dúvidas à luz clara da História memoranda.

Então, em 1893, depois da fundação do Futebol Clube a 28 de setembro, noticiada pela imprensa da época, com destaque para o Diário Ilustrado, de Lisboa, e Jornal de Notícias, do Porto, assim como dos primeiros jogos inter-sócios fundadores do FC Porto, como foi também noticiado no JN a 8 e 15 de outubro seguinte, houve depois  os primeiros contactos para alargar o horizonte. Tendo a 25 de outubro sido escrita a carta histórica do fundador do FC Porto, com vista à disputa de um jogo com um clube de Lisboa.  

Assim sendo, há que revisitar na história essa ocorrência:  

Assim António Nicolau d’Almeida convidou o Club Lisbonense a “solenizar a definitiva instalação do Foot-Ball Club do Porto”. E desenrolou-se a história pelos tempos seguintes.

Desses primeiros tempos e iniciais chutos na bola de couro, quão se passou então na realidade sócio-desportiva da época, presta-se como ilustração uma imagem da recriação alusiva existente no Museu do FC Porto by BMG, assim como algumas páginas de créditos firmados da Fotobiografia do Futebol Clube do Porto, de Rui Guedes, mais do volume 1 da coleção Dragão Ano 111, de Alfredo Barbosa e publicado pel’ O Comercio do Porto, bem como do Anuário 2004 – O Dragão no Mundo, livro dedicado às filiais e delegações do FCP, numa edição do Conselho das Delegações e Filiais, em 2004.

Armando Pinto

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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Lembrando… De vez em quando… O azulejo comemorativo da inauguração do Estádio do Dragão.

 

Entre várias e boas recordações portistas, uma boa lembrança é o histórico azulejo feito para assinalar a inauguração do Estádio do Dragão, em 2003, da autoria do famoso pintor mestre Júlio Resende. Então produzido como peça comemorativa, na linha de ter sido do mesmo pintor a autoria dos painéis de azulejos decorativos de áreas interiores do estádio do FC Porto. E como tal o pequeno azulejo, em imagem de miniatura do azulejo grande com o mesmo motivo, faz parte de artigos de estimação dos sócios do FC Porto.

Assim sendo, a propósito de nesta ocasião (em que se recorda o facto e a lembrança física desse azulejo) passar a data que foi do nascimento em 1917 do pintor em apreço, Júlio Resende (falecido em 2011), lembra-se o referido azulejo, que faz parte das boas memórias pessoais, também.

Armando Pinto

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quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Convívio pessoal com grupo Campeoníssimo de antigos hoquistas campeões do FC Porto

 

- 21 de OUTUBRO DE 2026 - Dia de quarta-feira soalheira, ainda com sol ameno a dourar as horas da entrada do Outono, recebi a grata visita de amigos antigos hoquistas campeões do FC Porto e com eles tive um animado convívio, num almoço com que me homenagearam pelo Dragão de Ouro de Sócio do Ano. Um bom reencontro que merece ser registado entre factos salientes da Memória Portista, pelo que representa a amizade e admiração que andam unidas em torno do emblema do FC Porto, no caso também pelo eco dos patins a rodarem nos rinques de outros tempos, enquanto ecoa na memória ainda a algazarra dos setiques a baterem nos pisos dos pavilhões onde jogava a equipa do Hóquei em Patins do Futebol Clube do Porto, no tempo de Magalhães, Cristiano, Hernâni, Castro, Fernandes e C.ª   

Com efeito, esse grupo, formando um conjunto de amigos antigos hoquistas do FC Porto, demandou a minha zona de residência, tendo vindo fazer-me uma amável e muito agradável visita de homenagem, em congratulação pela recente atribuição do galardão máximo de honra portista. Sendo o grupo formado por hoquistas Campeões do FC Porto, desde representantes e resistentes Campeões do primeiro título de Campeão Regional do FC Porto de 1960, ao primeiro título do Campeonato Metropolitano de 1969 e títulos de Campeões Nacionais de 1982 até aos de 1984 e 1985, incluindo o primeiro título de Campeão Europeu de 1986 e o segundo de 1990. Sendo o grupo, formado por 10 hoquistas desses tempos dos anos 60 aos 80: Alexandre Magalhães, Cristiano, Castro, Zé Fernandes, Vale, Hernâni, Sobral, Paulo Carvalho, Valentim e Rui Caetano. Totalizando então comigo 11 convivas, quão formamos uma boa equipa. E não tendo podido vir outros mais, como por exemplo Leite, Brito, Orlando e Júlio, uns por motivos de saúde e outros por variados de ordem particular, senão o grupo seria maior ainda.

Então, depois de peripécias normais da deslocação da cidade do Porto até à minha região de interior nos limites do Distrito do Porto, decorreu um animado convívio, à mesa de um restaurante em plena encosta da freguesia de Rande, com o cenário do vale da Vila da Longra por fundo visual, até ter atingido momento especial com a entrega de uma camisola alusiva à comemoração dos 50 anos do Campeonato de 1969, que me foi oferecida e guardo com estimação. Convivendo ali presencialmente a momentos de boa disposição própria de bons tempos idos, ao género do que era passado no ambiente do tempo desses hoquistas, desde quando nas Antas sabiam que havia um rapazinho que vivia longe mas seguia com entusiasmo o hóquei azul e branco, mais tarde que sobre eles também escreveu “coisas” no jornal O Porto e ali estava a ser homenageado por eles mesmos, vitoriando a conquista do Dragão de Ouro do amigo. Completando-se depois o encontro já em minha casa, passando por meu escritório doméstico, onde guardo minhas estimações, com o Dragão de Ouro a chegar à vista e às mãos dos antigos hoquistas, quando por fim puderam pegar nessa estatueta dourada de grande impacto.


Da ocorrência, derivada da honra do galardão Dragão de Ouro ter vindo para a Longra, ficando dentro do ser concelhio de Felgueiras, qual base para esta vinda dos antigos hoquistas Campeões Portistas para este belo encontro de convívio e homenagem, dão conta as imagens captadas na ocasião e que, como ilustração, permitem registar tão grata visita, quão aqui assinalo com gosto.














Armando Pinto

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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Ademir - autor do golo que valeu o Título Nacional de futebol em 1978 !

 

Ademir, como ficou para a história o brasileiro Ademir Vieira, é nome sempre recordado pelo golo do célebre empate que soube como vitória, no sempre lembrado jogo FC Porto-Benfica de 28 de Maio de 1978, em que um auto-golo logo no início quase estragava tudo, mas já perto do fim, finalmente, apareceu o inesquecível golo do empate, através de remate certeiro de Ademir. Ecoando ainda nos ares da memória o brado de Gomes Amaro a descrever isso no relato radiofónico dos Emissores do Norte Reunidos, mais tarde gravado em disco de vinil: Ádémir…  Ádémir! Tendo entretanto no jornal O Porto sido colocado em parangona que esse golo podia valer um campeonato. E depois, no final do Campeonato… valeu mesmo - tal a importância no Título Nacional de futebol de 1977/1978 conquistado pelo FC Porto!

Obviamente todos os golos foram importantes e contaram para a soma dos pontos que na classificação final colocaram o FC Porto em 1.º lugar... mas sem esse golo tudo se teria perdido e com ele a justiça foi reposta.

Ora, Ademir Vieira, nascido a 21 de Outubro de 1951 em São Paulo, no Brasil, está de parabéns nesta data de seu aniversário. Então, como tal, recorda-se essa memória que perdura - com devidos parabéns, desde Portugal até ao Brasil onde ele continua em forma!

Armando Pinto

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terça-feira, 20 de outubro de 2026

Lembrando… o regresso de Cristiano ao FC Porto, em 1976

 

A 20 de OUTUBRO, em 1976 (conforme é recordado pelo Museu do FC Porto na sua página informática) o hoquista «Cristiano Pereira regressava ao Futebol Clube do Porto, depois de uma passagem pelo SPV Viareggio, de Itália, dando continuidade à sua carreira de azul e branco» como hoquista de grande cartaz, sendo como era por esses tempos o maior representante do Hóquei em Patins do FC Porto, incluindo então por norma ser o único hoquista portista que costumava ser selecionado para a Seleção Nacional A (salvo raras exceções, como aconteceu por exemplo com as chamadas dos guarda-redes Brito e Castro, em anos diferentes).

Então, passada uma época, da transferência para a primeira experiência numa equipa do estrangeiro, Cristiano regressou ao FC Porto.

Além da Seleção Nacional, este histórico avançado portista também por diversas vezes fez parte da "Seleção Mundial", no caso da chamada "Seleção do Resto do Mundo" que participou em jogos condizentes pelo estrangeiro - como no caso da foto que completa esta memorização.


Desta participação de Cristiano numa Seleção do "Resto do Mundo", em 1970, pode rever-se tal ocorrência pelos apontamentos manuscritos que o autor aqui deste blogue anotou, em arquivo pessoal (ainda com letra desse tempo) em 1970.



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Ainda sobre a transferência de Cristiano para Itália, em 1976, em Fevereiro anterior, do mesmo ano, no jornal O Porto foi dado conhecimento do facto, num curioso artigo de José Viana (em que por acaso até eu fui referido, então) - conforme me recordou o amigo Paulo Jorge Oliveira, colecionador de jornais O Porto e como tal me enviou uma imagem a propósito, de recorte do jornal, que acrescento a este artigo.

Armando Pinto

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