Em maré de aniversários de confrades colaboradores do antigo jornal O PORTO, calha nesta data ser aniversariante mais um, o amigo José Cunha. Também em tempos jornalista e atualmente escritor com obra publicada. Enquanto a nível portista é autor de um livro ainda recente – “Memórias de um Dragão”.
José da Cunha, amigo correligionário Portista que em tempos foi colaborador do jornal O Porto, antigo órgão informativo oficial do Futebol Clube do Porto; e, além de jornalista nalguns órgãos de comunicação nacional, também escritor com alguns livros publicados, de contos, romances e memórias, entre os quais o referido livro que enriqueceu a literatura de teor portista. Cuja apresentação, no passado mês de maio (de 2025), versou temas do mundo dragão, desde notas do historial, até recordações extensivas.
Ora, José da Cunha, antigo jornalista e atualmente escritor, teve percurso no jornalismo passado pelo jornal O Porto, como por alguns jornais e revistas de âmbito nacional e áreas diversas; a ainda na área radiofónica. Ao passo que como escritor tem já diversos livros publicados, tais como: “Contos sem Amarras”, “Fintou o Destino” e “E Tudo o Vento Mudou”. Um de contos e dois romances. Mais o referido e ainda recente de “Memórias de um Dragão”, com memórias de sua ligação ao FC Porto, como portista, antigo colaborador do jornal O Porto, ex-órgão oficial informativo e historiador do Clube.
Ao José da Cunha, além da ligação sentimental portista, une também fazermos parte do grupo de amigos formado por antigos colaboradores do jornal O Porto, outrora órgão oficial do FC Porto, em cujo âmbito temos reunido através da organização de nosso Encontro de Colaboradores do Jornal O PORTO, num amplo formato de almoço de convívio, quão tem sido em duas vezes por ano. Num bom grupo de sobreviventes, ainda, que conseguimos formar equipa, pelo número que chega e passa de uma equipa de futebol clássico, mais pela sintonia à mesa e fora dela.
Como Curriculum Vitae pode ser acrescentado:
José da Cunha Oliveira nasceu em 1949, em Atães, Gondomar, e vive na cidade do Porto desde os 16 anos. Aos 19 anos ingressou na Força Aérea como voluntário, com o objetivo de evitar a sua participação em confrontos armados em caso de mobilização para a guerra do Ultramar. No entanto, devido a uma desobediência de cariz administrativo, foi obrigado a desertar da Base Aérea da Ota, após um ato libertário e de insubordinação que lhe valeu alguns dias de prisão, a expulsão da Força Aérea e a quase certa mobilização, no âmbito do serviço militar obrigatório, para um teatro da guerra colonial. Para fugir a tal inevitabilidade, foi a salto para França, donde viria a regressar mais tarde. A Revolução de Abril de 1974 marcou a sua vida, a ele, que se considera incapaz de respirar sem liberdade. De religião não precisa, pelo que não segue nenhum credo.
Gosta de ler e escrever, de comunicar e de viajar, de praticar desporto e de criar amizades sinceras para toda a vida. O conceito família é-lhe também muito caro.
Como cidadão empenhado, foi presidente da Assembleia de Freguesia da Sé e deputado na Assembleia Municipal do Porto.
Apresentou trabalhos como autodidata em diversas exposições coletivas de Pintura e Escultura. No jornalismo, escreveu, entre outros, para os jornais O Porto, O Norte Desportivo, Primeiro de Janeiro, Gazeta dos Desportos, Jornal de Notícias, revista Bancada (em que foi chefe de redação), Jornal Lagoa Transmontana (que fundou e foi seu diretor), mais Rádio Placard (Porto).
Além de suas ligações afetivas, de naturalidade e residência, a Gondomar e Porto, tem também ligações pessoais e familiares a Lagoa (aldeia do Nordeste Transmontano, de onde sua esposa é natural, do concelho de Macedo de Cavaleiros), onde costuma passar férias retemperadoras, e até já apresentou publicamente seus livros, também.
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Ora, a ocasião é assim propícia para lembrar mais um homem de letras de ligação portista. De modo a recordar, a quem em tempos leu o jornal O Porto e ia lendo os nomes dos autores dos textos, tal como aos mais novos dar a conhecer, alguns dos colaboradores do entretanto extinto jornal O PORTO, que eram totalmente graciosos, escrevendo para o jornal do Clube sem nada receberem, apenas querendo dessa maneira servir o FC Porto.
Pois, assim sendo, aqui fica este registo como homenagem na data de seu aniversário. Com um abraço de Parabéns e votos de Feliz Aniversário. Ao amigo Cunha, sem precisar de meter cunha para o nosso conhecimento.
Armando Pinto
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