Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Lembrando Pavão - na data de seu nascimento e a propósito do seu falecimento aos 26 anos com a camisola do FCP vestida…


Pavão, o célebre Dragão Transmontano que se tornou num dos símbolos da mística portista, nasceu a 12 de agosto, em 1947. Nado e criado em Chaves, de onde rumou ao Futebol Clube do Porto para se transformar num dos grandes nomes do futebol português.

Vem assim a talhe de forma no tempo, neste dia, evocar sua memória, a propósito da data de seu aniversário natalício, que ele só teve oportunidade de festejar em vida durante 26 anos, mas que continua permanente pelo tempo além. Sendo ele, Fernando Pascoal Neves, mais conhecido pelo epíteto famoso de Pavão, no mundo do futebol, um dos nomes míticos da história azul e branca. Jogou nos escalões jovens do clube da terra e mudou-se em 1965 para o FC Porto. Manteve o brasão portista ao peito até 16 de dezembro de 1973, quando ao minuto 13 de um jogo contra o Vitória de Setúbal caiu e morreu em pleno relvado das Antas, a jogar com a camisola do FC Porto colada ao corpo. Foi um dos médios mais brilhantes da sua geração e é recordado com saudade por todos os portistas.

Nesta ocasião, em vez de se repetir textos e evocações relativamente a seu currículo e à carreira desportiva (embora nesse caso com indicação das fontes, como deve ser obviamente), aludimos ao tema através de um artigo publicado no número especial do jornal O Porto aquando da sua morte, em 1973. Repescando uma bela crónica do então chefe de redação Carvalho Couto, sem precisar de maiores encómios.

Armando Pinto

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