Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Revista “Dragões” de Maio/2014


Salta às vistas nos escaparates o número deste mês de Maio da revista oficial do F C Porto, com a cara do novo treinador principal na capa.

Na nossa habitual apresentação mensal da Dragões, desta feita, em vez de aqui nos cingirmos a uma vista corrida pelo sumário, damos destaque a mais uma crónica memorial, como é a interessante peça sobre uma curiosidade ligada ao antigo presidente do F C Porto e depois ainda diretor do jornal O Porto, Dr. Paulo Pombo.

Quem não conhece a melodiosa mensagem estudantil contida na canção dos estudantes, uma cantiga mista de valsa, tango e balada, por assim dizer, com que se identificam os estudantes e mais até pessoas sensíveis, por quanto encerra em carisma romanceado. Ora, essa canção heróica tem ligação ao referido antigo presidente do F C  Porto. Pois, com efeito o Dr. Paulo Pombo, por via disso, tem marca sua no mundo académico como autor da letra dessa cantiga orfeónica, entoada pelas tunas académicas, o chamado hino universitário “Amores de Estudante” -  uma canção clássica saída como tal do meio cultural da Invicta (sendo a musica do Dr. Aureliano Fonseca, um personagem mais conhecido por esse facto, também, no universo da cultura portuense). Sendo assim, porque a autoria da letra é do mesmo antigo presidente do Futebol Clube do Porto, isso leva a revista “Dragões” a apresentar como tal o Dr. Paulo Pombo, também matemático, engenheiro, escritor e jornalista que conduziu os azuis e brancos ao título nacional de futebol de 1959.


Isso e o resto é melhor ler… na própria revista!


Armando Pinto

sábado, 10 de novembro de 2012

F. C. Porto – Académica : Praxe de jogos com encanto azul e branco… Mais Homenagem ao Presidente "orfeonista" Dr. Paulo Pombo!


Aí está no horizonte, no panorama dos folguedos deste fim de semana de S. Martinho, um típico período de Outono, caraterístico de tempo já sob auspícios da hora de inverno. Num período que, para o panorama Portista, tem felizmente decorrido em ambiente anímico prazenteiro, tal a posição invicta e cimeira da equipa principal de futebol do F. C. Porto nas provas europeias e nacionais.


Em tal atmosfera chega mais um jogo do F. C. Porto com a Académica de Coimbra, cujo historial dos encontros retrata no tempo uma alegre bonomia, associada ao espírito académico de capa a nossos pés, para honras ante a passagem Portista. Num fundo de realce assentando arraiais para os lados do Porto, qual ambiente propício às tradicionais praxes, só que ditosas de encanto azul e branco.


Nesta envolvência, em tal amoroso atrativo de elo das capas com a simbologia da liberdade, de eterna ligação à Invicta (sem esquecer que a letra da canção-hino "Amores de Estudante" teve lavra dum antigo Presidente do F. C. Porto, Dr. Paulo Pombo), recorde-se o mais recente embate das equipas seniores do F. C. do Porto e da Académica de Coimbra, de que resultou a conquista recente da Supertaça Nacional, no início desta época desportiva. E, quanto à cronologia mais antiga, se pode também relembrar anteriores embates (clicando sobre) uma visão memoranda aos jogos Porto-Académica… 

Armando Pinto

~~~ * ~~~

A propósito, como homenagem ao referido grande e culto Presidente Portista Dr. Paulo Pombo de Carvalho, refira-se que foi em 1937 que o Dr. Paulo Pombo, em co-autoria com Aureliano da Fonseca, parceiro da então Tuna do Orfeão do Porto, compôs aquele que viria a tornar-se um Hino da Academia do Porto: "Amores de Estudante".  Cuja letra é um canto energicamente glorioso:

São como as rosas de um dia,
Os amores de um estudante
Que o vento logo levou.
Pétalas emurchecidas
Deixam no ar um perfume,
De um sonho que se sonhou.

Capas negras de estudante,
São como asas de andorinha
Enquanto dura o Verão.
Palpitam sonhos distantes,
Alinhados nos beirais
No palácio da ilusão.

Refrão:
Quero
Ficar sempre estudante,
P’ra eternizar
A ilusão de um instante.
E sendo assim,
O meu sonho de Amor
Será sempre rezado,
Baixinho dentro de mim.

Os amores de um estudante
São frágeis ondas do mar,
Que os ventos logo varreram.
Pairam na vida um instante
Logo descem, depois morrem
Mal se sabe se nasceram.

Mocidade, Oh! Mocidade,
Louca, ingénua e generosa
E faminta de ilusão
Que nunca sabe os motivos
De quanto queira o capricho
Ou lhe diga o coração.