Hoje é o consagrado Dia do Pai, uma data tocante para quem sente seus descendentes bem chegados e tem presente a heroicidade terna da imagem ascendente, a quem cultiva a eternidade da lembrança, na saudade eterna.
Nesta ocasião, enquanto nos envolvemos no sentimento paterno, filial e paternal em uníssuno, chega-nos uma outra vertente dum ditado alusivo. Pois, quando eramos crianças, habituamo-nos a dizer que não havia pai para o nosso pai, tal a distância com que víamos essa figura tutelar que nos abraçava de corpo e alma. Hoje já mais espiritualmente, mas sempre com o mesmo sentimento de que ninguém chega a nosso pai... e nada era como aquilo que víamos nessa perspetiva...
Essa máxima, com os tempos, tem sido associada à grandiosidade duma dimensão que supera tudo, por assim dizer, em diversos aspetos. Tal o que se passa nos casos de entusiasmo por algo ou alguém, mais, como nos temas de foro social, por exemplo.
Nesta fase da vida, ao chegar a Primavera e na atualidade do Dia do Pai, depara-se-nos na comunicação a novidade que o F C Porto passa a ser o clube desportivo com mais adeptos nas redes sociais. Algo de relevo, atendendo a que, durante muito tempo, houve quem tentasse inventar uma diferença substancial de apoiantes de clubes lisboetas perante o maior clube de fora de Lisboa, o que afinal, conforme se comprova facilmente, não é bem assim.
Repare-se então na nota noticiosa hoje difundida no Jornal de Notícias:
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Assim sendo, a propósito, até apetece dizer. - Não há pai pró Porto! Ninguém chega a este nosso F C Porto!!!
Armando Pinto

