Pavão é alguém eterno na História do FC Porto. Quão sobre ele
há factos bem conhecidos e outros nem tanto, alguns dos quais merecedores de
nunca poderem ser esquecidos. Como o facto que o levou, em 1972, a ter pedido então
para deixar de ser o capitão da equipa do FC Porto.
= Pavão na “Colecção ONZE +” publicada pelo jornal O Jogo em
2008
Ora, tendo Pavão, o eternamente lembrado Fernando Pascoal
Neves, sido homenageado mais uma vez pelo FC Porto, agora a propósito da data
de seu aniversário natalício, como foi com a colocação de uma coroa de flores
junto ao monumento que o honra em frente ao Estádio do Dragão - esta passada quarta-feira,
dia 12 de agosto, em que perfazia 79 anos que ele nasceu - propicia-se
estender ainda mais a lembrança com uma outra memória, que deve ser de conhecimento
perpétuo.
Tal o caso que se revê na legenda de uma sugestiva foto,
publicada no jornal O Porto em 1973, aludindo ao caso passado em 1972, dum
exemplo das manobras arbitrárias de sempre contra o Futebol Clube do Porto.
Fica o registo, na partilha, para conhecimento de sempre.
Armando Pinto
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