Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Um exercício sobre Pelé… e gente do F C Porto.


Por estes dias o F C Porto está representado em Seleções A de futebol de diversas nações, tendo presentemente 11 (onze) internacionais ao serviço das seleções principais de seus respetivos países, além de outros em seleções mais jovens (sub qualquer coisa, ou seja sub-23, sub-21, sub-19, como sejam as antigamente chamadas de Esperanças, Juniores, etc.). Andando os futebolistas do F C Porto no super cosmos do mundo futebolístico, ao lado de outras estrelas do firmamento do desporto rei, em competições da Europa da bola.

Estando-se assim em tempo de acalmia competitiva de âmbito clubístico, vem a talhe relembrar ocasiões em que futebolistas do F C Porto estiveram ao lado do maior astro do mundo do futebol, como foi o chamado rei Pelé, considerado normalmente o melhor futebolista de sempre do mundo.

Ora, sabe-se de diversos futebolistas do F C Porto que chegaram a jogar diante de Pelé ao serviço da seleção portuguesa, como Hernâni, Serafim, Festa, Américo, Pinto, Nóbrega e Pavão, pelo menos. Contudo, que me lembre (indicando na primeira pessoa, para ser mais incisivo), de memória visual, na retina das recordações que tenho mais ou menos presente, não estou a ver qualquer foto que tenha sido publicada, em jornais ou outras publicações portuguesas, mostrando algum desses jogadores do F C Porto em poses com Pelé, por exemplo. Enquanto todos nos lembramos de fotos vindas na comunicação impressa e visual em que aparecem Eusébio, Vicente e outros junto de Pelé, por exemplo também.

Para se ver alguém do F C Porto junto de Pelé, será preciso rememorar visões de anos posteriores, e quase raras.

Vem assim ao caso trazer para aqui, como que a tirar do baú, umas imagens em que por acaso surgem futebolistas do F C Porto na presença do Pelé.


Tal o caso de Cubillas, primeiro, embora em fase mais tardia ao tempo em que esteve no Porto (pelos idos anos da década de setenta). Reportando-se esta pose a ocasião relacionada com uma nomeação sul-americana. Sendo que o Cubillas, que jogou no F C Porto, foi nomeado pela Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL) um dos melhores futebolistas sul-americanos de todos os tempos. Essa entidade colocou Cubillas numa lista de 20 jogadores que incluía, entre outros, Pelé (Brasil), Maradona (Argentina), Alfredo di Stefano (Argentina e Colômbia), Mário Kempes (Argentina) e Zico (Brasil).


(De permeio, é natural que Seninho, ex-F.C. Porto, então, tenha convivido mais particularmente com Pelé, devido a ter ingressado no americano Cosmos, clube que Pelé representara antes e no qual depois desempenhou cargos representativos, ao género de relações públicas. Mas sem terem jogado juntos e obviamente sem possibilidade de pose conjunta, devidamente equipados.)   

Entretanto, conforme comprova outra foto seguinte, também o extremo Costa chegou a estar com Pelé, quando o mesmo Edson Arantes do Nascimento, apelidado e mais conhecido por Pelé, jogava ainda nos Estados Unidos e o então extremo esquerdo da equipa treinada por Pedroto, o José Costa, teve oportunidade de estar junto ao Pelé num período de férias – conforme relata a legenda da foto que juntamos, como ilustração.


Fica assim feito este exercício, quanto a uma curiosidade como será a presença de Pelé, que muito admiramos pelo que representa na história do futebol mundial. Tendo presente que num país como Portugal, onde abundam referências documentais a jogadores de clubes de Lisboa em ocasiões como as referidas, não seja também dado o devido destaque aos contemporâneos futebolistas do F C Porto que tiveram iguais presenças.

Um exemplo entre muitos possíveis...!

Armando Pinto

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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Efeméride de mais uma vitória sobre o Benfica...


Ainda está de fresco na memória a recente vitória da equipa principal de futebol do F C Porto sobre o Benfica, causando aos adversários lisboetas uma das derrotas que mais lhes custa sentir e digerir... E esta quarta-feira foi no Andebol, com uma vitória por uma diferença de cinco golos. Mas muitas mais têm ocorrido, como aos poucos, como quem sorve às colherzinhas, se pode recordar.

Assim...

Em maré de efemérides, que é uma fórmula de ir folheando memórias e factos, chega oportunidade, nesta data, de evocar um jogo de “futebol de primeiras”  em que, mais uma vez, o F C Porto “cilindrou” o Benfica. Então no campo da Constituição, ainda. Onde, como o recinto era em terra, até tinha de ser utilizado um cilindro, antes dos jogos,  para alisar e endurecer o terreno… ou pelo menos não levantar muito pó – como a imagem documenta.

Com efeito, a 8 de Outubro de 1950, o FC Porto recebeu o Benfica para a 4ª jornada do campeonato nacional no Campo da Constituição e categoricamente  venceu os encarnados por 5-2. Nelo abriu o marcador aos 35 minutos, porém o benfiquista Águas empatou no minuto seguinte. Curiosamente o mesmo jogador acabaria por bisar, mas no fim e já sem alterar a copiosa derrota que aconteceu nessa tarde (pois fixaria o resultado final aos 85 minutos). No entanto e entretanto, dois golos de Monteiro da Costa e outros dois de Vital acabariam por garantir um triunfo robusto sobre os rivais sulistas.

Aqueles, autores dos golos, deram expressão ao bom jogo de toda a equipa, tendo o conjunto bons valores como eram (os restantes componentes da equipa azul e branca) Barrigana, Virgílio, Carvalho, Joaquim Machado, Alfredo, Pinto Vieira, Araújo e Carlos Vieira.


Como diz o refrão da Marcha do F C Porto, foi mais uma alegria, mais uma vitória. E esta, heem?!

Armando Pinto

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

José Sousa Barcelos – Um Presidente do F C Porto (1941/42/43)


Na galeria ilustre dos Presidentes da Direção do F C Porto figura honrosamente José Barcelos. Um dirigente antigo de quem não se sabe muito, por em seu tempo as crónicas sócio desportivas indígenas não se deterem muito na vida do F C Porto. Enquanto as histórias narrativas sobre desporto reportavam maior atenção ao futebol, incluindo atletas, e menos ao dirigismo.

Ora, através da divulgação diária do sítio informático “Dragões Diário”, o respetivo departamento do F C Porto recorda hoje a figura do Presidente José Sousa Barcelos, a propósito de nesta data perfazer 74 anos que esse senhor José Sousa Barcelos foi eleito Presidente Portista. «O FC Porto iniciava um dos períodos mais complicados da sua história, com uma grave crise financeira a precipitar uma crise desportiva. Recuperar as finanças do clube era a prioridade do presidente», um abnegado timoneiro que dirigiu o F C Porto nesse período em que o clube, no início der sua gerência, à época de 1941/42, tinha apenas 2.889 sócios efetivos.

Não havendo nenhum estudo publicado sobre os Presidentes do F C Porto, de modo aprofundado e alargado, em livro próprio (e não resumido simplesmente ou de passagem noutros, com inclusão em temas diversos ou mais de futebol), este é um dos casos em que continua a não se fazer justiça a quem serviu o F C Porto.

Diante do pouco que há sobre os máximos dirigentes do clube, transcrevemos, com a devida vénia, o que um grande portista, de bom caráter transmontano, como é Fernando Moreira, discorreu sobre o personagem em apreço, no seu trabalho historiador “Dragões de Azul Forte”, que tem tido lugar no importante blogue “Bibó Porto, carago”:

«Set.1941 – José Sousa Barcellos herdou de Pires de Lima um clube de cofres vazios e com as receitas em queda. Durante a sua presidência, com uma equipa por rejuvenescer, os resultados desportivos no futebol continuaram aquém das expectativas dos associados azuis-e-brancos. E muito longe do que o FC Porto edificara como tradição: vencer com frequência. Sem efeitos práticos, substitui no comando técnico da equipa Miguel Siska pelo austro-húngaro Lippo Hertzka. Para cúmulo dos seus engulhos, José Barcellos teve de se haver com o continuado regabofe lisboeta que sonegava os direitos aos clubes do Norte e sobretudo ao FC Porto. Sucedeu-lhe Luís Ferreira Alves, em Setembro de 1943.»

Fica assim esta singela mas sincera homenagem portista a um dos Presidentes de Direção que entretanto presidiram aos destinos do F C Porto.

Armando Pinto

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Carlos Alves - o “luvas pretas” também do F C Porto


Não é muito lembrado em certa comunicação social afeta a memorizações, mas o original “luvas pretas”, Carlos Alves (avô do antigo futebolista João Alves, do Boavista e do Benfica), alinhou também no Futebol Clube do Porto, depois de ter representado o Carcavelinhos e o Académico do Porto. Havendo jogado apenas uma época no F C Porto, por motivos de saúde.  A tempo de ter estado nos 10-1 infligidos ao Sporting, num jogo em que Carlos Nunes marcou 4 golos!

Como ilustração junta-se imagem de pose junto de dois futebolistas do F C Porto (Avelino Martins e Valdemar Mota), como colegas da seleção nacional.


Vem a talhe recordar esse facto, da passagem de Carlos Alves pelo clube ao tempo sediado no campo da Constituição, do Porto, no dia em que perfaz oitenta anos em que esse futebolista se estreou pelo F C Porto.

Com efeito, foi a seis de Outubro de 1935 que Carlos Alves, o referido “luvas pretas”, se estreou com a camisola do FC Porto. Jogou uma época no FC Porto, em 1935/36, então quase a fazer 33 anos, mas ainda foi dos jogadores mais utilizados nessa temporada. Tendo de seguida sido forçado a abandonar o futebol derivado a doença pulmonar que o atacou. Jogava a defesa e tornou-se célebre por jogar sempre de luvas pretas (como é bem lembrado no "Dragões Diário"): «tudo porque uma adepta lhe ofereceu as luvas antes de um jogo da sua equipa de então, o Carcavelinhos, com o Benfica, pedindo-lhe para as usar. Alves recusou mas ao intervalo, com o resultado desfavorável, pensou que ia dar sorte e usou-as na segunda parte. O Carcavelinhos deu a volta ao jogo e Carlos Alves passou a jogar sempre de luvas pretas.»

Luvas tais com que já aprecia  como integrante da seleção nacional no jogo de estreia de Pinga com a camisola das quinas

= Carlos Alves na Seleção Nacional que alinhou no jogo de estreia de Pinga pela equipa representativa de Portugal. Em dia que a equipa portuguesa teve vários futebolistas do F C Porto, como se pode ver pela legenda. Carlos Alves, antes ainda de ingressar no F C Porto,  figura em primeiro plano, de luvas. =

Do vigor que Carlos Alves colova na disuta do jogo da bola  há uma imagem sugestiva, publicca na capa da revista Stadium de 19 de Feveiro de 1936, em que ele, com a camisola do FC Porto nesse tempo, aparecia em disputa com um jogador do Belenenses - como se recordde seguida.


Entretanto, e por fim, anexam-se ainda extratos de duas publicações alusivas, através dum relato da história das suas luvas, duma página das Seleções Desportivas (nº 10, de Julho de 1978); e uma nota biográfica inserta na Enciclopédia do Desporto, edição Quidnovi (volume 1, editado em 2003).



Armando Pinto

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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Mário Silva – Chefe de fila referencial do ciclismo do F C Porto


Mário Pereira da Silva, foi um ciclista português que tem seu nome na lista de vencedores da Volta a Portugal em bicicleta, tendo vencido essa prova-rainha da velocipedia nacional em 1961, correndo pelo F C do Porto.

Em dia comemorativo da instauração da República em Portugal, algo agora politicamente de lado, há outras felicitações a apresentar, de âmbito particular, ao menos. Como a data em que ocorre o aniversário natalício do "Mário Silva do Porto".

Pois... como a seguir referimos mais pormenorizadamente.


Nascido a 5 de Outubro de 1939, está pois de parabéns Mário Silva,  nesta data. Assim sendo, como nome do F C Porto que foi referência do desporto das bicicletas e nosso ídolo de infância e adolescência, lhe prestamos hoje mais uma homenagem de parabéns, com votos de felicidades, quanto nos deu enquanto andou com a camisola do F C Porto pelas estradas.

De 1959 a 1969 foi ciclista do FC Porto. Tendo, em representação do F C Porto tido maior destaque com a vitória na Volta a Portugal em 1961. Além dessa vitória, na mais importante prova do ciclismo português, teve uma carreira brilhante, como se enumera de seguida:

Palmarés

- 1959 – Começou a carreira de ciclismo como popular no Futebol Clube do Porto.
- 1960 – Venceu o Grande Prémio da Malveira.
Como Amador-Júnior foi aos Jogos Olímpicos a Roma (na seleção nacional)
1961 – Participou pela primeira vez na Volta a Portugal e venceu a mesma edição da "Volta".
E  no mesmo ano de estreia como sénior (foi):
Campeão de Nacional de Perseguição Individual em Pista
- 1962 – Rei da Montanha na Volta a Portugal
- 1962/63/65/66 – Participou na Volta à Espanha
1962 – 3º na Etapa "Vitória-Bilbao" da Volta à Espanha
- 1962/1964 – Participou na Volta à França do Futuro – Venceu a montanha Tourmalet e Obisque; e foi 2º Classificado na Geral da Montanha
- 1964 – Venceu o II Grande Prémio do F C Porto
- 1965 – Venceu o Grande Prémio Robbialac - no qual venceu 2 etapas, uma em linha e outra em contra-relógio individual
3º Classificado na Geral da Volta a Portugal
- 1965-66-68-69 – Participou nos Campeonatos do Mundo de Estrada
- 1966 – 3º Classificado no Campeonato Nacional de Estrada
Venceu o Circuito de Rio Maior
 Venceu a 8ª etapa, de Contra-Relógio (Fundão-Castelo Branco) da Volta a Portugal
1967 – 2º Classificado na clássica Porto-Lisboa
 Venceu o Circuito de Tavira
 Venceu a 13ª etapa, "Covilhã-Viseu", da Volta a Portugal
1968 – 2º Classificado no Prémio Casal
1969 – 2º Classificado no Grande Prémio Philips
Venceu 16ª etapa "Alcains-Penhas Saúde-Torre-Seia" da Volta a Portugal
3º Classificado na Geral da Volta a Portugal

1970 – Como selecionador, treinador e ciclista foi para Lourenço Marques representar a Fagor
Ali venceu o Grande Prémio Fagor
Venceu a Volta à Rodésia.
E terminou a carreira como ciclista.

Ao longo desses anos, enquanto esteve no F C Porto - Venceu 5 Campeonatos Nacionais por Equipas de 200 km. E, entre diversas distinções, foi reconhecido com o Trofeu Roda de Ouro.

Armando Pinto
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domingo, 4 de outubro de 2015

Dover e Wilson Neves: Referências Portistas do ecletismo clubista de antigamente.


Começada a nova época desportiva do vasto panorama atlético em geral, e chegando a vez das modalidades de pavilhão ou de sala e salão, começam algumas novidades a surgir nesse campo de atividade, principiando no regresso do basquetebol do F C Porto ao convívio do escalão superior federado, bem como o aparecimento da variante de snooker no âmbito das atividades da secção de bilhar.

Essas e outras realidades, na vida do F C Porto, dentro do cenário do fenómeno desportivo e da amplitude da representatividade portista, fazem com que para já se mantenham expetativas, pelo menos, sabendo-se que a grandeza do F C Porto e todo o sentimento da família portista leva a preferir-se qualidade a quantidade. Pois, o F C Porto quando entra em qualquer competição tem de ter equipas capazes de lutar por títulos e não apenas para marcarem presença.

= Dale Dover =

Ora, tudo isso, e muito mais, leva a que não se possam esquecer algumas referências do passado, quanto a atletas que foram expoentes portistas da antiga importância das modalidades amadoras, ao tempo. Porque no prisma da grandeza que o F C Porto desempenha, houve nomes mais salientes que originaram maior atração e geraram intensos entusiasmos. Fruto da qualidade que colocou o F C Porto no cimo das tabelas, desse tempo. Quanto aconteceu no basquete através de Dale Dover, popularmente apelidado Flash Dover, considerado o melhor de todos os basquetebolistas que já atuaram em Portugal, tanto que fazia encher pavilhões e levou nessa era os responsáveis do F C Porto a resolverem construir o pavilhão das Antas (mais tarde chamado Gimnodesportivo Américo Sá). E no bilhar representou Wilson Neves, um senhor que deu uma valente tacada no cenário do bilhar do clube, fortalecendo bem o poder de tabelar empenho perante a organização levada a cabo por homens como Tavares Basto, Jacinto Sousa e alguns mais. A pontos de estar considerado uma das lendas do F C Porto, cujos nomes estão no passeio da fama do atual pavilhão do clube, Dragão Caixa.

= Wilson Neves =

Entre outros exemplos, estes dois nomes recordados, Dover e Wilson Neves (duo das imagens ilustrativas, aqui focados), servem assim de espécie de modelos, da qualidade apreciada, qual paradigma de desportistas do F C Porto que, por isso mesmo, permanecem na memória portista.

Armando Pinto

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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Mais uma “noite europeia” vitoriosa do F C Porto


UEFA Champions League/Liga dos Campeões Europeus, grupo G, 2.ª jornada: Futebol Clube do Porto, 2 - Chelsea Football Club,1 (Marcadores- André André, aos 39 minutos; Willian, aos 45+2m; e Maicon Roque, aos 52 m)



O F C Porto venceu o Chelsea de Londres, superando Mourinho, o tal que desde que não quis festejar a Liga dos Campeões pelo Porto costuma não ser feliz no Dragão.

Vencida mais uma vez essa poderosa equipa treinada por José Mourinho, o F C Porto continua a ser a única equipa portuguesa a derrotar essa formação londrina, voltando a ser Porto de excelência, como o vinho do mesmo nome que é nobre nas mesas inglesas.


Fica em boa memória este jogo em que, além da importante e valiosa vitória portista, também hoje Casillas se tornou o jogador com mais presenças na Liga dos Campeões, máximo em que presentemente é único (deixando assim de o dividir com o compatriota Xavi Hernandez, como até esta noite acontecia). Em Iker Casillas, quantidade é sinónimo de qualidade e ontem mesmo o “Goal.com” divulgava que os seus leitores consideraram o “nosso” espanhol como o melhor guarda-redes da história da Liga dos Campeões, à frente do italiano Buffon.


Desta forma, o FC Porto conquistou os três pontos em jogo, graças a uma grande segunda parte, materializada por um golo de Maicon, e a uma primeira quanto bastou, marcada por mais um golo de André André e um golo sofrido de livre, sem que o guarda-redes portista conseguisse ver a bola partir, por erro de comunicação acontecido entre os defensores. Fora isso, portou-se toda a equipa muito bem. Sendo uma equipa forte, como é, apesar de nem sempre conseguir ser e impor-se como o valor dos elementos deveria patentear.


Fica o sabor de mais uma boa vitória. Mais uma lição de como se deve poder (conseguir) ser…!


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Armando Pinto