Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Entrada portista de pé direito no campeonato, com cartão amarelo na visão pública para a estrutura do futebol…



O F C Porto venceu concludentemente o primeiro jogo a contar para o campeonato principal agora iniciado, de 2016/17, num terreno sempre difícil. Tendo a equipa portista vencido onde noutros anos não conseguiu triunfar, obtendo assim um bom começo que nem sempre aconteceu em recentes épocas.


Começado com o pé direito este campeonato da Liga portuguesa, pela equipa do FC Porto, não começou tão bem na prestação da estrutura do clube, por mais que custe expressar. Íamos escrever na referência à equipa portista como azul e branca, mas temos de frisar apenas ser do FC Porto, pois ultimamente tem sido mais de outras cores que em tons azuis e brancos… Vem isto ao caso, especialmente, por se estar a perder a soberania do clube, deixando que sejam agentes ou marcas a impor vontades, como se vê no caso dos equipamentos. Tem acontecido demasiadas vezes e está a passar das marcas. Não se entende como neste jogo, diante dum adversário que equipa de verde e branco, suceda que a equipa do FC Porto use um dos equipamentos alternativos. Primeiro porque em caso de confusão cabe à equipa visitada essa alteração, e segundo porque não pode haver confusão entre verde e azul. Mas se houvesse, repete-se, teria de ser o clube da casa, neste caso o Rio Ave, a mudar para o equipamento alternativo. Porque raio então desta vez jogou a equipa do FC Porto de amarelo, quando do outro lado do campo estava uma equipa vestindo de verde e branco? Não se colocando em causa tanto a cor amarela, pois seria o mesmo se fosse o outro alternativo equipamento preto, mas o facto. Sendo isto como mero exemplo, entre o trabalho de casa que parece estar a ser feito de modo muito diferente do que era habitual nas presidências de Pinto da Costa e seus pares. Anda-se a facilitar demais em pormenores que mexem com os sentimentos e a brincar com coisas sérias. O FC Porto a que nos habituamos não costuma ser assim... Algo menor está a confundir a situação. Haja sentido de responsabilidades e bom senso, que no FC Porto conta o passado, presente e futuro, além de haver património histórico e humano, que vem de longe e com largo alcance.


Fica assim, à imagem do equipamento usado, um cartão amarelo para a estrutura do futebol portista, e sobremaneira para a presidência, porque não se pode andar sempre a deixar lá… É que alguém tem de mandar. Ao mesmo tempo que se deixa, como adepto, um outro cartão, esse mais avermelhado, para o sistema do futebol português, olhando à habilidosa arbitragem. Será que o andor vai continuar para o clube do sistema e a haver colinho para as bandas das aproximações às margens do Tejo?!


Foi positiva, em suma, desta feita a exibição da equipa do FC Porto e o que não esteve tão bem naturalmente pode vir a ser corrigido e melhorado. Ficando a sensação que a equipa portista pode fazer uma boa época, à medida de nossos anseios.

De realçar o apoio dos adeptos portistas à nossa equipa, tendo-se registado um mar de gente com as cores azuis e brancas no estádio dos arcos, mesmo com as entradas no recinto deveras dificultadas pela deficiente organização.  


Em suma, o F.C. Porto venceu, esta sexta-feira, no terreno do Rio Ave, por 3-1, no jogo inaugural da I Liga portuguesa de futebol da época 2016/17, disputado em Vila do Conde.

Depois do Rio Ave ter inaugurado o marcador, aos 36 minutos, o F.C. Porto deu a volta com tentos de Corona, aos 40 minutos, pouco depois, portanto, ainda na primeira parte, e depois já na segunda Herrera, aos 52, e André Silva, aos 60, estabelecendo o resultado.


Com os três pontos na estreia oficial de Nuno Espírito Santo como técnico, o F.C. Porto é o primeiro líder do campeonato português.

Posto isto, importa reter que o FC Porto obteve para já os primeiros três pontos, saiu vitorioso e está na frente, dando uma alegria aos apoiantes portistas e uma grande desilusão aos simpatizantes de outros clubes, dos normalmente contra o Porto. Isso já faz ser um bom começo. E arrebimba o malho… que em tempo de festas, a festa é nossa!

Armando Pinto

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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

No regresso do futebol à atualidade da paixão portista


Aí está o futebol na sua expressão a regressar ao nosso convívio, passado o tempo de defeso futebolístico. Neste tempo em que o Portismo foi bem tocado para a frente diante dos momentos vividos com os ciclistas que vestem a camisola com as cores e símbolo do FC Porto, no retorno do ciclismo ao seio do mundo azul e branco. Além de ter havido ténue presença portista no Europeu de futebol (coisa que leva a que as seleções oficiais não mexam muito com quem se sente) e mais ainda perante a prestação portuguesa através da equipa de futebol que está nos Jogos Olímpicos no Brasil, cuja formação, a que clubes como o Benfica e Sporting negaram jogadores, tem feito uma belíssima campanha com diversos futebolistas do FC Porto, desde um da equipa principal, outro também sénior mas de situação ainda indefinida, a outros da equipa B e até um júnior…

Isso e mais, de permeio com o labor da reorganização que Nuno Espírito Santo e sua equipa técnica vêm desenvolvendo e se augura venha a dar frutos, de novo à Porto.


Enquanto isso, está então o futebol a reaparecer oficialmente, com o campeonato prestes a ter o pontapé de saída precisamente com o primeiro jogo do FC Porto, em Vila do Conde diante do difícil Rio Ave no seu reduto e a equipa portista ainda a acertar o passo.

Ora, nos preliminares desta nova época futebolística nacional, tendo ocorrido no passado sábado a apresentação oficial do plantel que compõe a equipa principal do FC Porto, registamos o início da nova temporada com uma sequência de imagens reportadas a essa ocorrência sempre apreciável. Acrescido do facto de o autor destas linhas ter tido por vizinhos de cadeiras da bancada alguns andebolistas do FC Porto, facto logo agarrado por um sobrinho do autor para se colar a eles em imagens, conforme se registou na ocasião (em “selfies”, de poses, não de telemóvel mas de máquina fotográfica).

Disso tudo, eis alguns instantâneos, por quanto se espera e anseia pelo futebol do FC Porto. Na prática de Portismo – como foi sábado, entrado a gosto, no mundo do futebol portista e em plena casa do Dragão, na apresentação do plantel portista para 2016/2017.

Onde, connosco, estiveram 46.110 Portistas a puxar pela equipa do FC Porto!


Observação: O FC Porto está mesmo a precisar de voltar aos bons tempos. Desde a confiança necessária, até ao empenho e valor, tão precisos. Mas passando também por pormenores, como se nota na pose fotográfica da equipa, atualmente seguindo modas externas. Fica muito mal, ou pelo menos nada bem, colocarem-se quase derreados, todos a monte e vergando a cerviz… 


- Porque não voltar ao tradicional modo de os futebolistas que se colocam em primeiro plano porem o joelho no relvado, ou de cócoras como era antigamente, para não esconderem os que ficam de pé, formando um quadro em forma clássica?!


Armando Pinto

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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Futebol e ciclismo… em apreço portista.


O futebol, considerado desporto-rei, e o ciclismo, modalidade que entusiasma na passagem perto das pessoas, por assim dizer, são distintas formas de atração desportiva e especialmente complementos de interação clubista. Reinando o jogo da bola durante o ano, no decurso dos campeonatos nacionais e provas internacionais, até que o ciclismo, que se vai revezando em interesse ao longo do calendário, tem ponto alto no defeso do futebol, ao correr da Volta a Portugal.

Estando-se em tempo propício, no ano do regresso do FC Porto ao desporto dos pedais e vitória portista na prova rainha do ciclismo português, vem a propósito trazer aqui uma curiosidade relacionada, como espaço vocacionado a casos históricos de afeição portista.

Como adepto do FC Porto, escrevendo no caso pessoal, mas em geral entre boa parte dos apoiantes, o futebol e o ciclismo sempre foram modalidades queridas dentro do apreço clubista. No decurso do desenvolvimento patente pela evolução visível da passagem de pequenos campos de futebol ao estádio com pistas de ciclismo e atletismo, pelos idos anos cinquentas, sessentas até à década de setenta, sobretudo, e a entrar pelos anos oitentas quando voltaram as boas razões. Sendo que outras modalidades nunca tiveram tanta expressão dentro do clube, no sentido de forte aposta, ao passo que o futebol e ciclismo eram forças motrizes do desenvolvimento clubista. Aparecendo depois, já em finais dos anos sessentas, o crescimento do hóquei em patins no FC Porto, também, passando a cativar o entusiasmo portista a partir de então. Havendo aí particular predileção pelas modalidades em apreço. Além do basquetebol no apogeu da era de Flash Dover e a espaços o andebol. Embora haja quem queira separar as coisas, mas factos são factos. Tanto que quando o FC Porto deixou de ter ciclismo, esta modalidade ficou de lado nas atenções, a pontos que durante anos em grande maioria os adeptos nem sabiam os nomes dos ciclistas do pelotão, a não ser os mais badalados na comunicação social naturalmente. Ao passo que na atualidade, com a presença clubista, são conhecidos nomes e até as fisionomias dos ciclistas aplaudidos ao longo das corridas, como se viu na Volta a Portugal de modo especial.


Como enquadramento, será de recordar, para contextualizar, que tempos houve em que essa importância do ciclismo no âmbito clubista incluía a própria organização de provas à responsabilidade dos clubes, sabendo-se por exemplo que os três grandes chegaram a ter parte na organização de algumas edições da Volta a Portugal em bicicleta e inclusive existiram, entre as corridas oficiais do calendário velocipédico, alguns Grandes Prémios com os nomes dos clubes, como organizadores que eram, respetivamente. Sendo então os próprios clubes anfitriões a tratarem de toda a logística, obviamente.

Posto isto, vem o assunto que dá mote a esta memorização, na pertinência do tema. Tratando-se dum facto sugestivo e sintomático, ocorrido em plena década de sessenta, num tempo áureo dessa interessante cumplicidade entre futebol e ciclismo. Qual foi, na chegada de uma etapa então ganha pelo ciclista do FC Porto Ernesto Coelho, numa das edições do Grande Prémio do FC Porto, com a meta instalada na pista do estádio das Antas, o juiz de chegada (pessoa que sinaliza o corte da meta com a bandeira correspondente) ter sido um nome importante do futebol portista, em sintonia com a envolvência azul e branca no acontecimento – o famoso guarda-redes Américo, como referência maior do futebol do mesmo clube, nesse tempo.


Desta curiosa preciosidade memorial  se dá conta a preceito, através de recorte do antigo jornal O Norte Desportivo (com a imagem original, quer legendada, como de permeio em fragmentos para ajuste de visualização). Vendo-se o possante Ernesto Coelho a erguer o braço em sinal de vitória, na chegada à meta diante da bancada central vibrante de  público, enquanto Américo estava muito atento ao sprint vitorioso do colega de clube.

Armando Pinto
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domingo, 7 de agosto de 2016

F C Porto Campeão do Ciclismo Português: Vitória individual de Rui Vinhas da W52/FC Porto/Porto Canal e coletiva da mesma Equipa Portista na Volta a Portugal em Bicicleta / 2016!


O FC Porto vence a Volta a Portugal. Já está… É nossa mais esta vitória. O ciclismo volta a dar grande alegria à família Portista.


Andamos de bicicleta no entusiasmo de acompanhamento portista durante este ano, em pensamento e apoio. Se já antes, durante os últimos anos, aqui no blogue Memória Portista puxamos por não deixar esquecer o passado do ciclismo do FC Porto, a partir que se verificou o regresso houve constante acompanhamento e agora na hora da vitória rejubilamos naturalmente, pois a Volta a Portugal é o verdadeiro Campeonato Nacional do ciclismo, a vera Liga portuguesa das corridas de bicicletas. Rui Vinhas, ciclista do FC Porto, entra para a Galeria dos Vencedores da Volta, passando o FC Porto a ter 13 vitórias da classificação individual, ao passo que também a equipa W52/FC Porto/Porto Canal vence por equipas, aumentando o FC Porto para 14 as vitórias coletivas na história da Volta.


Ora, o FC Porto é Campeão da Volta a Portugal em bicicleta de 2016. Rui Vinhas é o Vencedor Individual. Gustavo Veloso foi vencedor do maior número de etapas e do contra-relógio final. Vários ciclistas do FC Porto ficaram nos primeiros lugares. Assim sendo, o F C Porto vence a Volta no ano do regresso ao ciclismo e aumenta a vantagem em número de vitórias, nas estatísticas históricas do ciclismo, de que já era recordista e agora passa a ser mais ainda.


Um caso que não pode passar sem reparo: Triste, infeliz, reprovável e lamentável a atitude da RTP, num mostrar de como é o serviço público no país centralizado, que não mostrou em direto a consagração de Rui Vinhas e do FC Porto, com desculpas esfarrapadas (se havia uma programação a cumprir, davam ao menos num dos outros seus canais)...  Ah se fosse um clube de Lisboa a ter essa superioridade... Mas foi e é o Porto o maior no ciclismo, por mais que custe a gente dessa! Valeu o Porto Canal para se poder acompanhar a parte final da cerimónia (embora com filmagem de lado do pódio, talvez a guardarem demasiado respeito a quem tinha os direitos de transmissão, mas não estava a cumprir) …!


Bem pode dizer-se que o FC Porto voltou ao ciclismo pela porta grande. Alicerçado naquela que já era a melhor equipa do pelotão nacional, a equipa W52 vencedora das três últimas edições, agora que este ano houve junção ao clube Dragão os azuis e brancos ganharam a mais importante prova do calendário do ciclismo português, a Volta a Portugal.


Era preciso recuar até 1982 para encontrar o FC Porto no topo do pódio da "Grandíssima", nos primeiros meses da primeira presidência de Nuno Pinto da Costa - que passara a presidente do clube em abril – e fora com Marco Chagas que triunfara um ciclista representativo do FC Porto, ao tempo.


Volvidos anos, Rui Vinhas passou este domingo sob o arco da capital do país, chegando desde a Rua Augusta ao Terreiro do Paço como vencedor da Volta a Portugal em bicicleta. Sendo assim em Lisboa que foi vitoriado o FC Porto como Campeão do ciclismo português.


Depois, à chegada à cidade do Porto (ao final da noite), houve a consagração portista em pleno, no pavilhão Dragão Caixa – como foi anunciado entretanto na reportagem do Porto Canal.


E então, depois, ficaria bem uma volta de honra no passeio circundante ao Estádio do Dragão, como circuito apoteótico - em dia de próximo jogo de futebol da equipa principal, além de natural ida ao centro do relvado antes ou no intervalo do jogo do dia.


Retumbante vitória esta de Rui Vinhas, camisola amarela final da Volta a Portugal. Jovem natural de Sobrado-Valongo, terra de famosos ciclistas como Fernando Moreira, Joaquim Leão e Nuno Ribeiro, junta seu nome aos 29 anos de sua vida a essa plêiade também portista. Ele, que tinha sido no ano passado 23º na Volta a Portugal (como ciclista da mesma equipa mas ainda sem a união com o FC Porto, contudo já com apoio do Porto Canal) e esta época, como ciclista da equipa W52/F C Porto/Porto Canal, trabalhando sempre em prol da equipa, havia ficado classificado em 31º na Volta ao Algarve, foi 18º classificado no Campeonato Nacional de Estrada e venceu o Prémio da Montanha do Grande Prémio das Beiras e Serra da Estrela, prova em que na classificação geral ficou em 12º, além da sua participação nas vitórias coletivas, que foram na maioria das corridas oficiais durante a época. E agora, tendo tido a possibilidade de vestir a camisola amarela à 3ª etapa da Volta, manteve a posição da frente até ao fim e é justo vencedor da mais importante prova do ciclismo nacional. Enquanto o FC Porto vence por equipas, também, terminando com os oito ciclistas que começaram, com toda a equipa unida e vencedora – desde o chefe de fila Gustavo Veloso, que terminou em 2º, ajudou Vinhas e se sacrificou pela equipa, passando por António Carvalho que é um Dragão de trabalho coletivo, Raúl Alarcón que até ficou destacado em 4.º da geral, mais Ricardo Mestre, Samuel Caldeira, Joaquim Silva e Rafael Reis, todos dando tudo pelo interesse coletivo. Um conjunto em que todos foram e são Dragões. Ciclistas merecedores de figurarem na História do ciclismo do FC Porto.


A Taça da Volta já é do FC Porto e será entregue ao Presidente do FC Porto, para ficar no Museu do FC Porto By BMG. Sendo este 7 de Agosto data que fica a ser mais um dia para a história e aqui se regista com sentido que é mais um importante facto histórico para a memória Portista!


Para a História Portista:

- Classificação geral final dos ciclistas do FC Porto:
1º (dorsal nº 5) - Rui Vinhas
2º (nº 1) - Gustavo Veloso
4º (nº 2) -  Raul Alarcon
12º (nº 4) - António Carvalho
13º (nº 3) - Ricardo Mestre
38º (nº 7) - Samuel Caldeira
79º (nº 6) - Joaquim Silva
 93º (nº 8) - Rafael Reis.

- Classificação por equipas – Coletiva
1º  W52 / FC Porto – (tempo) 122:54:24
2º  Rádio Popular / Boavista a (diferença) 16:46
3º  Efapel a 33:33
4º  LA Aluminios / Antarte a 41:53
5º AND Androni Giocattoli / Sidermec a 41:54
6º Caja Rural a 57:47
7º Louletano / Hospital de Loulé a 1:17:38
8º Sporting / Tavira a 2:12:50
9º Team Roth a 2:18:11
10º Funvic / Soul Cycles / Carrefour a 2:29:15
11º Drapac Professional Cycling  a 2:29:25
12º Boyaca Raza de Campeones a 2:57:45
13º Euskadi Basque Country / Murias a 3:25:19
14º  Lokosphinkx a 3:43:06
15º TSE Astana City a 3:53:51
16º ADT Armee de Terre a 5:19:53
17º  SGT Christina Jewelry Pro Cycling a 7:07:00

- Classificação por Pontos
1 º Gustavo Veloso
7 º Samuel Caldeira
8 º  Raul Alarcon

- Classificação do KOMBINADO
1º Gustavo Veloso
2 º Raul Alarcon
5 º Rui Vinhas
13 º Ricardo Mestre
19 º António Carvalho
22 º Samuel Caldeira

- Cl. Prémio da Montanha
4º Raul Alarcon
6 º Gustavo Veloso 
10 º Rui Vinhas
15 º António Carvalho


Armando Pinto

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