A 24 de abril, em 2009, faleceu Virgílio, o célebre defesa
que deu origem ao carisma da camisola n.º 2 do FC Porto. Desaparecido então do
número dos vivos no dia seguinte à inauguração do Pavilhão Dragão Caixa (depois
Dragão Arena), ele que em seus últimos tempos esteve na direção da casa do clube
para os atletas de formação do futebol, a Casa do Dragão.
Virgílio Mendes, que de sua terra do Entroncamento, onde nasceu a 17 de novembro de 1927, veio para o Porto e na cidade do Porto esteve muitos anos na defesa do FC Porto, faleceu a 24 de abril de 2009, quando contava 81 anos de idade. De permeio com sua residência na Póvoa de Varzim, onde casou, viveu e ficou sua descendência. Eternamente conhecido por “Leão de Génova”, por ter sido reconhecido como o melhor em campo num jogo disputado nessa cidade italiana com a camisola da seleção portuguesa, em tempo de poucos jogos de seleções. Havendo ainda com a camisola das quinas sido o Internacional de Portugal com mais jogos disputados em seu tempo.
Numa carreira glorificada com 39 internacionalizações pela
Seleção nacional A, mais 2 Campeonatos Nacionais e 2 Taças de Portugal com a
camisola azul e branca das duas listas azuis do FC Porto. Havendo jogado pelo
FC Porto de 1947/48 a 1962/63, continuando depois ainda no clube como treinador
de Juvenis e Juniores, com mais uma passagem como treinador principal interino da
equipa de honra, até ter ficado como responsável pela Casa do Dragão, o lar dos
jovens jogadores dos escalões de formação.
Na efeméride do dia de sua morte, aproveita-se a ocasião para
mais vincar sua aura de grande nome do FC Porto. Lembrando-o, desta vez, com a
recordação duma publicação a contar algo de sua história: na “Crónica
Desportiva”, no número de 1 de setembro de 1957 dessa revista publicada em
Lisboa - quando a carreira de Virgílio pouco passara ainda de meio do seu percurso
grandioso.
Armando Pinto
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