Na já habitual colocação pública de um objeto das reservas do Museu do FC Porto em exposição mensal, no espaço livre de passagem entre o museu e a loja do Dragão, está este mês de ABRIL de 2026 exposto no mesmo átrio, vulgarmente conhecido por Hall do Museu, um simbólico objeto típico da Galiza, representando o caldeirão da cultura galega-céltica. Tratando-se do “Caldeirão RC Celta de Vigo”, de oferta recebida pelo FC Porto num amigável FC Porto-Celta de Vigo realizado no princípio do ano de 1958.
Houve então, logo a 1 de janeiro
desse ano, a disputa de um encontro particular de cariz festivo no estádio das Antas, em pleno Dia de
Ano Novo, entre as equipas principais do Futebol Clube do Porto e do Real Club Celta
de Vigo, terminado com um empate simpático de 1-1. Tendo no final desse jogo
havido um convívio entre as representações dos dois clubes, celebrado também
com trocas de lembranças, havendo sido oferecido pelo presidente daquele clube da região irmã
da Galiza um pequeno caldeirão de ferro, com o emblema do clube galego e em
letras gravadas o respetivo nome do mesmo clube. Ficando assim como lembrança, na
troca de gestos de cortesia, do Presidente António Herrero ao homólogo portista
Dr. Paulo Pombo, essa peça que assinala o momento, com tal simbólico objeto.
Ora, esse caldeirão típico da região galega, em materiais diversos, é extensivamente um objeto algo simbólico que em tempos, pelo menos, costumava servir de recordação de visitas à região circundante de Vigo até Santiago de Compostela. Como pessoalmente ficou um exemplo, duma visita excursionista a Compostela em 1973, em que eu trouxe como recordação um caldeirão desses, de material mais leve, obviamente, e com decoração algo folclórica.
Cuja função decorativa, do artefacto singelo, ficou
a assinalar a lembrança desse passeio em tal momento de carácter particular.
Com extensivo significado, no caso, por ter sido em 1973, no ano em que entrei
para sócio do FC Porto.
Armando Pinto
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