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O último adeus a Pinga
Neste dia, em 1963, o país chorava a perda de uma das
grandes figuras da história do FC Porto: Artur de Sousa “Pinga” morreu aos 53
anos e deixou para trás um legado difícil de replicar. Nas 16 temporadas em que
vestiu de azul e branco, o avançado madeirense disputou 222 jogos, levantou as
bancadas em 149 ocasiões e escreveu as mais belas páginas da Constituição -
terreno em que só ele conseguiu superar a média de um golo por partida. Durante
as décadas de 30 e 40, destacou-se como uma das maiores referências desportivas
e levou os historiadores a descreverem-no numa frase: “Ninguém lhe chega aos
calcanhares”. »
Assim é lembrado nesta data pela newsletter "Dragões Diário",
boletim informativo digital de leitura diária da atualidade portista e informação
ao mundo azul e branco e não só, como se sabe. Vindo a propósito lembrar também anteriores artigos aqui publicados neste sítio de "Memória Portista", assinalando
o tema de evocação sobre Pinga, figura eterna do Futebol Clube do Porto e do
futebol português. Como se pode ver, clicando em
https://memoriaporto.blogspot.com/2022/07/efemeride-falecimento-de-pinga-12-de.html
mais
https://memoriaporto.blogspot.com/2023/07/homenagem-pinga-na-passagem-de-60-anos.html
ainda
https://memoriaporto.blogspot.com/2019/07/efemeride-do-falecimento-de-artur-de.html
e também
https://memoriaporto.blogspot.com/2019/09/homenagem-filatelica-ao-astro-do_3.html
((( Clicar sobre cada um dos links )))
Armando Pinto

Muito bem, em vez de aparecer a corrigir inconvenientemente números de jogos e golos, apresenta artigos com outros números. Isso é saber ser e estar. Abraço.
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