Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

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terça-feira, 20 de junho de 2017

Recordando Isolina Pinhel – uma recordista do FC Porto !


Corriam tempos de algum sentido enxabido na vivência desportiva, com o clube mor do sistema futebolístico a fazer sua normal interatividade, a que bastava um dos famosos levantarem um braço perante jogadas dos adversários para ser cortada uma transição e marcado fora de jogo ou se o resultado estivesse resvés bastava alguém cair na área contrária para ser marcado penalti a favor dos protegidos do regime… chegando dias de calor sem grandes mudanças na maneira de viver sócio desportiva, já que no resto era o que se sabia… 

Até que no meio disso tudo, além do caso do ciclismo em que o FC Porto ia conseguindo lutar na pedalada com os do sul, que nas bicicletas ainda contavam mais os músculos e jeito atlético, apareceu por fim uma alvazelha também no atletismo. Correndo o FC Porto contra tudo o que circunscrevia ao poder reinol também no desporto das corridas a pé, houve aí um certo tempo em que alguns valores se conseguiram impor, pelo grande valor que tinham, pois que então conseguiram suplantar tudo e todos. Como foi o caso surpreendente, para a época, de no FC Porto terem aparecido dois grandes velocistas como, por exemplo, foi Carlos Carneiro em masculinos, e em femininos a Isolina Pinhel. Honra seja feita a tais grandes atletas.   


Vem o caso ao caso por uma efeméride, que calha a preceito nesta data, para o efeito.

Lembra hoje o “Dragões Diário” que «há 48 anos, a 20 de junho de 1969, Isolina Pinhel, de apenas 17 anos, batia o recorde nacional dos 1.500 metros durante a Taça Cidade do Porto em atletismo. A atleta do FC Porto percorreu a distância em 5 m 09, 3s, retirando cerca de oito segundos à anterior melhor marca, que a benfiquista Fernanda Pinto tinha estabelecido 18 dias antes.»

Fica aqui esta lembrança, mais que justa, sobre tão importante valor desportivo que, nesse tempo, era uma das maiores referências do atletismo do FC Porto.
~~ * ~~
Nota: Recorde-se que Isolina Pinhel também já fora aqui lembrada, entre outros casos, no artigo referente ao (clicando sobre)

Armando Pinto

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Manuel França: primeiro recordista do atletismo portista


A propósito da efeméride do primeiro recorde conseguido por um homem do atletismo do FC Porto, facto acontecido a 27 de Abril da segunda década do passado século XX, vem a talhe agarrar a estafeta da memória para relembrar essa modalidade atualmente desativada do âmbito azul e branco mais forte.

O atletismo foi uma modalidade praticada no FC Porto desde os primeiros tempos do clube, mas que a partir de determinada altura passou a ter certa dificuldade de afirmação e sobrevivência, até que o poder federativo lhe deu um tiro, não de partida mas de morte, com o caso de não aceitação de inscrição de raparigas estrangeiras, após o FC Porto ter obtido o título nacional feminino já no século XXI. Ao invés de inscrições posteriores de outros clubes, como ocorre atualmente. Sendo que pela tradicional supremacia do sul nessa modalidade houve quem não gostasse que o FC Porto também molhasse a sopa… na senda dos escassos títulos de pista ao ar livre que tiveram vencedor nortenho, como o FC Porto conseguira no setor masculino em 1952 e 2001…

Derivado a isso tudo, o atletismo desapareceu do ecletismo do FC Porto e, no fim de contas, sem um clube de peso a competir nas pistas nortenhas, essa modalidade anda deveras esquecida a arrastar-se pelos trajetos de corrida no norte do país. Contudo continua a ser um desporto que deixou muitas recordações e faz parte da história do FC Porto.

Assim sendo, como anteriormente já lhe dedicamos algumas atenções e em breve aqui faremos uma resenha memorial sobre essa antiga modalidade desportiva dentro do FC Porto, desta vez e entretanto lembramos uma efeméride interessante, conforme vem relatada em “Dragões Diário”:

A 27 de Abril, «em 1924, Manuel França inscreveu o seu nome como primeiro 'recordman' do FC Porto no atletismo, na disciplina de 10.000 metros, com o tempo de 39.29,3 minutos. O resultado - hoje pré-histórico, bastando dizer que o recorde nacional atual é de 27.12,47 - valeu-lhe a vitória no Torneio de apuramento para ‘recordman’ do Norte.»

Como ilustração, para dar devido realce à rememoração, juntamos imagem fotográfica do referido atleta, retirada duma pose de conjunto dessa época, documento visual que também se coloca aqui à consideração memorial.

Armando Pinto

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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Aurora Cunha: na efeméride dum título mundial…


Há 30 anos, nesta data, a atleta do F C Porto Aurora Cunha renovava o título de Campeã do Mundo de Estrada. Na época seguinte, conquistaria o tricampeonato dessa especialidade atlética.

Aurora Cunha é um nome na história do F C Porto, como atleta histórica do Atletismo azul e branco, uma referência na identidade memorial Portista. Com direito até a figurar em artefactos relacionados com a marca F C Porto – como se pode ver por um exemplo dum tema de coleção do autor.


Armando Pinto


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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Efeméride histórica do ecletismo Portista: Medalha de Nuno Fernandes, do Atletismo do F C Porto


O Atletismo foi uma modalidade praticada no F C Porto desde os primeiros passos do grandioso clube com nome da cidade, distrito e diocese do Porto, entre as variantes que tornaram importante a grande coletividade que se foi formando, hoje representativa de muitos apoiantes espalhados pelo mundo e que atualmente é um baluarte desportivo, agora com mais incidência no fenómeno futebolístico, como se sabe.

Pois, apesar de o clube azul e branco presentemente não possuir Secção de Atletismo, o historial dessa modalidade atlética prevalece ainda na memória portista.

Assim sendo, recordamos um facto, no caso relacionado com um atleta que foi referência do atletismo do F C Porto, há anos. Acontecendo que neste final de Agosto perfaz 20 anos que Nuno Fernandes se sagrou  o primeiro saltador com vara português medalhado numa prova mundial.


Com efeito, em 1995 o portista Nuno Fernandes tornou-se no primeiro saltador à vara português a conseguir uma medalha numa grande competição internacional. Foi no Japão, em Fukuoka, nas Universíadas, que Nuno Fernandes conquistou uma medalha de bronze, ao saltar 5,55 metros.

Olhando essa efeméride no tempo, recordamos algumas devidas referências cronistas através de alusiva entrevista e uma reportagem respeitante, à época publicada na revista Dragões, na linha de como a publicação impressa oficial do F C Porto pode fazer história.


Armando Pinto

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