Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Nova imagem dos equipamentos da equipa de Ciclismo W52-FC Porto


Iniciada a época de ciclismo português, com as primeiras pedaladas a experimentar máquinas e músculos, mais a inteligência tática e tudo o mais inerente, ficou a conhecer-se publicamente as novas camisolas e todo o equipamento que os ciclistas azuis e brancos vão apresentar este ano, no decurso das participações em que representarão o nome e simbologia do grande clube dragão.


Como tal, olhando a todo o percurso histórico que a modalidade tem no seio da coletividade alvi-anil, fixamos alguns aspetos da nova indumentária dos corredores que vestidos de azul e branco dão motivo para muitos apoiantes portistas irem às bermas das estradas aplaudir e incentivar quem corre em nome do Portismo entusiasmante de tanta gente. 


Neste andamento, entremeia-se um remirar de vislumbre histórico por aspetos de antigos equipamentos que entusiasmaram multidões de portistas ao longo dos tempos. Bastando, para o efeito, uma vista de olhos pela partilha de fotos que têm sido colocadas na Internet (sem desta vez ser sequer necessário ida ao arquivo pessoal). 


Isto porque o ciclismo competitivo é desporto que entusiasma adeptos que, gostem ou não de andar de bicicleta, gostam sobretudo que seja bem representado o clube de afeto pelos embaixadores do clube da paixão pessoal. Porque quem veste a pele de dragão, como tal, tem de saber o que é a chama à Dragão.

Armando Pinto
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sábado, 3 de fevereiro de 2018

“Roda” de boa disposição mostra como o ambiente do FC Porto continua… bom!


Contrariamente ao que tentaram inventar alguns jornais e estações televisivas, mais comentadores frustrados e freteiros, embora sem crédito diante de pessoas inteligentes, não passou a inventona dos cartilhados embuçados, dos que fazem o jeito aos clubes do regime de modo meio escondido, “tapados” como são. E a roda já tradicional criada pela equipa de Sérgio Conceição mostrou bem como continua bom o ambiente no seio de toda a equipa. Veja-se bem as imagens... e continuem a obrigar o plantel do FC Porto a jogar de raiva, com mais vontade ainda!


Ora, foi assim o final do jogo no Dragão, neste primeiro sábado de fevereiro, em dia de “fevreiradas” meteorológicas, a fazer jus ao calendário anual, mas com estado acalorado, fervilhando de entusiasmo portista, no estádio do FC Porto em plena noite de sábado – em que, quase 92 anos depois do primeiro jogo, o FC Porto defrontou o Sporting de Braga pela 150.ª vez na história e somou mais um grande triunfo. De modo especial por ser diante da equipa arsenalista que é associada popularmente ao Benfica, tal é a realidade que tem sido evidente pelo clube da cidade bracarense. Além de, naturalmente, com este desfecho, o FC Porto cortar cerce algumas veleidades que os adversários têm procurado, mais pelas ajudas arbitrárias.


Enfatizando a memória também associada, com este embate (como bem foi lembrado a propósito na missiva “Dragões Diário”, cujo teor agora aqui se atualiza após o desafio), vem a talhe algo mais, ainda.


Está assim ganha “mais uma batalha”, como referiu Sérgio Conceição na conferência de imprensa de apresentação ao jogo, após o encontro com que o FC Porto recebeu este sábado o Sporting de Braga, atual quarto classificado do campeonato: Na primeira volta, Jesús Corona foi decisivo ao marcar o golo que valeu a vitória em Braga (1-0), tal como há quase 92 anos foi Balbino, ao marcar dois dos três golos com que os portistas derrotaram os arsenalistas no primeiro jogo oficial entre ambos. É longa a história de duelos, cheia de protagonistas e de curiosidades, daí até hoje. Até a dar para recordar alguns ilustres nomes dos "nossos" de sempre.


Este foi assim o jogo número 150 entre os dois emblemas, 104 dos quais foram ganhos pelos Dragões, contra 20 dos guerreiros minhotos. No total marcaram-se 459 golos, sendo que 347 foram festejados pelos portuenses e 122 pelos bracarenses.


Foi há quase 92 anos que foi disputada a primeira partida oficial entre portistas e arsenalistas. Aconteceu a 16 de maio de 1926, no Campo do Covelo, onde o FC Porto venceu por 3-0, com um golo de Norman Hall e dois de Balbino, e garantiu o acesso à meia-final da quinta edição do Campeonato de Portugal, como era chamada a competição que tem sido conotada como precursora da Taça de Portugal, embora não fosse bem assim.

= Equipa do tempo de Soares dos Reis, Pinga, António Santos, Carlos Pereira e restantes da constelação azul e branca dessas eras...

Fernando Gomes é o maior goleador da história destes duelos: em 27 jogos e marcou outros tantos golos; bisou por cinco vezes e assinou dois hat-tricks.

= Fernando Gomes, o "BiBota" d'Ouro!

Em segundo lugar, ex-aequo, aparecem outros dois Dragões, com 12: Teixeira e Hernâni, o Furacão de Águeda.

= Hernâni  e António Teixeira

mais Monteiro da Costa!

O resultado mais desnivelado aconteceu há 89 anos, no Campo do Ameal, e contava para a primeira eliminatória da edição 1928/29 do Campeonato de Portugal. A vitória foi dos Dragões por 13-0 e a grande figura foi Valdemar, autor de oito golos. Norman Hall (2), Álvaro Pereira, Acácio Mesquita e Neto também entraram na lista de marcadores.

= Valdemar Mota - o primeiro Olímpico do FC Porto!

Seguiram-se-lhes muitos mais, de muitos que sempre farão parte da memória portista.

= Custódio Pinto e Nóbrega !

O 75.º jogo entre os dois emblemas no recinto portista, relativo à jornada 21 da Liga NOS, teve então lugar na noite deste sábado 3 de fevereiro, com a vitória portista por 3-1, perante moldura humana do mar azul que vem enchendo o Dragão esta época. Desta vez através de golos de Sérgio Oliveira, Diego Reys e Aboubakar, mais (mails... os e-mails cá da casa...) um punhado de boas defesas de José Sá e boa exibição de toda a equipa.



Armando Pinto
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domingo, 28 de janeiro de 2018

Joaquim Andrade (pai): Ciclista que honrou a camisola do FC Porto e representou bem o ciclismo nacional


No mundo do desporto das bicicletas de corrida, como era antigamente referido o ciclismo na via popular, quanto à modalidade ciclística de estrada e pista, Joaquim Andrade foi e é nome de referência. Embora tendo de se diferenciar entre pai e filho, já que os dois, das duas gerações da respetiva família, correram ao mais alto nível português. Vindo ao caso o pai, sendo que foi o patriarca desse núcleo familiar feirense que representou o FC Porto e como tal durante anos foi cabeça de cartaz da equipa azul e branca. No seguimento de já antes ter feito história, passando a representar o FC Porto já de valor consagrado e então sido mesmo chefe de fila da equipa profissional de ciclismo do FC Porto durante três épocas, na primeira metade da década dos anos setentas. Com a curiosidade de durante esses anos haver também, de permeio, corrido no estrangeiro (por equipas de países com forte tradição ciclista) quando representava o FC Porto em Portugal. Inicialmente tendo andado por estradas estrangeiras alguns dias com a camisola da equipa belga Flandria e depois correndo pela equipa francesa Gitane.


Calha a preceito assim evocar Joaquim Andrade, como grande ciclista de outrora, agora que o FC Porto tem ciclismo vai para três épocas também, voltando a ter ciclismo de alta competição e andando de novo pelas estradas as camisolas azuis e brancas com o símbolo portista ao peito a entusiasmar os adeptos do clube mais vitorioso no ciclismo português. Sendo de recordar que durante os anos que correu com a camisola alvi-anil o Joaquim Andrade foi sempre candidato aos primeiros lugares das provas em que a equipa das Antas participava, sem contudo ter conseguido repetir seu anterior feito de vencedor de uma Volta a Portugal, tendo no período que correu pelo FC Porto e nas 3 Voltas que fez de azul e branco vencido uma etapa (em 1974, na pista das Antas, contra-relógio de 2, 250 Km), mas compensando com boas prestações em diversas corridas em França, nesses tempos, além de títulos regionais e nacionais conquistados, mais algumas vitórias em provas do calendário do ciclismo associativo portuense e nacional, ao serviço do FC Porto, entre as quais o Grande Prémio Papéis Vouga/1974, o título de Campeão Regional de Fundo, mais títulos diversos de Campeão Nacional de Rampa (Montanha) e Perseguição (Crono), este individualmentge e por equipas, pelo FC Porto. Enquanto em França teve ponto alto com brilhante vitória numa etapa da clássica / Grande Prémio "Midi-Libre" (além de ele referir numa entrevista uma outra, da também  famosa clássica “Dauphine Liberé”, que porém não consta do oficial currículo internacional, embora seja habitual haver lapsos nos números e estatísticas).

= Recorte do jornal A Bola de 05-04-1973, referindo o facto de Joaquim Andrade ser mais um ciclista Português a ir correr para França, então para a equipa da “Gitane”, treinada pelo técnico Desvages. Em cuja referência Andrade agradece ao FC Porto ter-lhe facilitado a sua participação no estrangeiro. =

Nascido a 14 de junho de 1945 em Travanca (então Vila da Feira, atualmente Santa Maria da Feira),  Joaquim Pereira de Andrade começou por correr na Ovarense, equipa que posteriormente ao ser extinta o levou a representar o Sangalhos, sendo com a sua camisola toda azul que em 1969 obteve a honra de vestir a camisola amarela na Volta a Portugal e por fim declarado vencedor da correspondente edição. Entretanto em 1971 esteve a correr em Angola pela equipa da Fagor. Até que depois em 1972 passou a representar o FC Porto, desde princípios de 1972 até finais de 1974, havendo mais tarde ainda representado outras equipas portuguesas. De permeio com a referida campanha estrangeira.

= Primeiro Contrato assinado por Joaquim Andrade no Futebol Clube do Porto quando veio de Angola, por três temporadas. No total fez três contratos com este grande clube nortenho. Neste contrato o ordenado era de cinco mil escudos mensais, a que acrescia uns subsídios. Folha de rosto e verso do contrato (conf. “site” Ondas da Serra) =

Numa entrevista a “Ondas da Serra”, Joaquim Andrade recordou a “sua” Volta a Portugal, ganha pelo Sangalhos: «No ano de 1969 ganhei a Volta a Portugal. Cheguei a Alvalade (fim da etapa derradeira na pista desse estádio) com a camisola amarela, mas o falecido Joaquim Agostinho nesse dia “tirou-me” a camisola, mas depois veio a acusar doping e passados dois dias eu já era o vencedor da Volta. Oficialmente só passado um mês ou um mês e meio é que foi homologada. Tinha perdido a etapa final que era um contrarrelógio para ele por uns segundos.» Ao passo que depois, já dos tempos em que corria pelo FC Porto e fez algumas corridas em França por equipas estrangeiras, relembrou também, a propósito da sua participação efémera numa Volta a França: «…em 1972 não passei do primeiro dia porque tive uma infeção por causa do selim e tive que lá ficar internado num hospital. Alias eu já lá cheguei com a infeção contraída numa prova que vim cá fazer a Portugal, num campeonato nacional. Eu cheguei a França maltratado, corria eu por uma equipa Belga, estive três dias parado, fiz o prólogo e aquilo agravou-se e já não prossegui a volta. Nessa volta eu estava numa grande forma e deixou-me uma grande amargura, porque estava bastante moralizado; tinha andado nesse ano em várias corridas em França e tinha inclusivamente ganho talvez a etapa rainha duma prova que se chamava “Midi Libre” (vitória numa etapa da “clássica” Midi-Libre), onde cheguei também com quatro ou cinco minutos de avanço sobre os grandes corredores mundiais da atualidade (ao tempo), Luis Ocaña e Zoetmelk... »


«...Além de ter ganho no Midi Libre, também ganhei uma prova que era o grande teste para a volta a França que era a corrida “Dauphine Libere”. Nessa prova eu cheguei a estar atrás com o Joaquim Agostinho, com oito ou nove minutos de atraso, mas a certa altura eu arranquei, faltavam ainda duas montanhas muito duras, iam 14 ciclista na frente já com alguns minutos e eu primeiro só não apanhei os quatro da frente, ultrapassei-os a todos e fiz uma etapa fenomenal nesse dia. Essa prova tinha muita montanha e é onde se disputa geralmente a Volta a França, uma montanha chamada o "Galibier" e o "Tour Medley". Eu fugi e disse ao Agostinho que ia atacar e ele disse que era muito difícil, mas eu arranquei e ganhei minutos a toda agente.»


Ora, evocando esses tempos, ilustra-se esta menção honrosa, desse antigo representante do FC Porto, com imagens de postais dos contemporâneos Joaquim Andrade e Luís Ocanã: O do Andrade autografado na própria frente da gravura (com acrescento de correção pelo punho dele mesmo na parte de trás, também) e o do Ocaña no verso – como se pode verificar pelas imagens.


Juntam-se ainda outras imagens, sendo as do jornal O Porto e os postais de arquivo pessoal do autor destas linhas e as restantes, com a devida vénia, do “Site” Ondas da Serra.

= Fotografia de Joaquim Andrade Campeão Nacional de Pista, em perseguição individual e por equipas ao serviço do Futebol Clube do Porto, em Novembro de 1972. =


Oficialmente o seu palmarés enquanto ciclista do FC Porto, conforme consta da relação internacional, é:

Em Portugal:

1972
Campeão Regional de Rampa da Associação do Porto
Campeão Nacional de Rampa (escalada/montanha)
Campeão Nacional de Perseguição (pista)
Vencedor da 5ª etapa do “Grand Prix du Midi libre”
2º na clássica portuguesa Lisboa-Porto
3º no Campeonato Nacional de Estrada  
5º na Volta a Portugal

1973
Campeão do Porto / regional
Campeão Nacional de Perseguição
Campeão Nacional coletivo, em perseguição, por equipas,
2º no Campeonato Nacional de Rampa (Escalada)
5º na Volta a Portugal

1974
1º no Grande Prêmio Papeis Vouga
3º no Campeonato Nacional de Rampa / Escalada
3º no Nacional de Estrada

No estrangeiro:

Volta à França / Tour de France
1972: desistiu
1973: em 64º lugar

Volta à Espanha / Vuelta de España
1974: 26º classificado

=Recibo, referente a janeiro de 1974, do vencimento de Joaquim Andrade ao serviço do Futebol Clube do Porto. Segundo o mesmo «naquele tempo 7.000$00 (sete mil escudos) era muito dinheiro. Este foi o último ano do contrato.» =

Armando Pinto
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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Revista “Dragões” na frente da imagem de marca portista


Tempos houve em que o FC Porto foi um Dragão algo adormecido, mas de há anos a esta parte que tem vindo a empertigar-se, como todos sabemos, na ideia de querermos o melhor para o nosso clube. Vindo finalmente a acordar-se com a boa prestação de não mais deixar calar e passar em claro as jogadas de bastidores que ao longo dos anos tanto têm ajudado os rivais e prejudicado o colossal clube dragão. Tal a importância do que tem sido transmitido pelo Porto Canal, com relevante papel duns Francisco J Marques, Tiago Girão, Bernardino Barros, José Cruz, Pedro Bragança, Diogo Faria, etc. Além de outras ações, tendentes a fazer rentabilizar a imagem e o carisma azul e branco, como tem sido no avivar de memória, desde que na revista Dragões surgiram páginas dedicadas à memorização da história do FC Porto  inicialmente com Vítor Queirós e atualmente com Diogo Faria, entre outros elementos da estrutura informativa. Mais, de modo particular, Alberto Barbosa na qualidade de editor da Dragões, sendo este, segundo pensamos, o principal responsável por todos os conteúdos que têm sido publicados. Entre material que será muito útil a futuras consultas, donde ressalta de modo especial a rubrica Imortais, “coisa” com grande valor memorial, é evidente. Dando-se enfim razão ao que bons portistas vinham há muito fazendo na blogosfera portista, através de blogues de feição Pró-Porto, dedicados a elevar a boa memória do Portismo que corre nas veias de quem sente o clube que faz bater mais apressado o coração.

Atendendo a essa nova imagem que a revista Dragões vem transportando, como aliás está bem patente na capa do mais recente número editado (que se pode consultar seguindo a própria ligação informática, como o autor destas linhas por ora tomou conhecimento, sendo que depois e como de costume proximamente chegará aos interessados na versão de papel), perante a roda dos nossos jogadores e restantes membros da equipa que nos campos de futebol nos estão a encher as medidas portistas, fixamos desta feita uma menção honrosa a esse labor clubista, colocando uma apresentação da revista em apreço, por meio do que da mesma vem na missiva “Dragões Diário”:

Para ler e desfrutar  
«Está desde ontem disponível online a edição de janeiro da revista Dragões. Desta vez o destaque vai para a roda que reúne jogadores, equipa técnica e staff do FC Porto no final de cada jogo e que simboliza um balneário cada vez mais forte e coeso, abordada num trabalho que conta com os contributos de Sérgio Conceição, Herrera e Marcano. Mas há muito mais: a revisitação dos sete golos centenários já marcados no Estádio do Dragão, a partilha de memórias de cinco sócios que completaram 75 anos de filiação no FC Porto, a recordação de um treinador que morreu em serviço, a análise da recuperação da equipa de basquetebol e entrevistas a Carles Grau e a António Areia, entre outros conteúdos.» (Mais  agora pela perspetiva do autor deste blogue  uma boa evocação de um prélio disputado noutros tempos com o Liverpool, por ocasião em que Américo recebeu o Prémio Somelos-Hellanca, cuja crónica é das melhores que temos visto entre as evocações portistas, inclusive partilhando célebre foto que ao tempo foi impressa no jornal O Porto, em sinal de como as publicações podem fazer prevalecer memórias e mexer a história.)
~~ * ~~ 
Acresce ainda, nesta revitalização que se nota (mesmo em quem vive à distância física, mas em constante presença mental no mundo alvi-anil portista), que também está a ter um pendor acutilante, na defesa dos superiores interesses do FC Porto, toda a equipa da newsletter Dragões Diário, incluindo o núcleo redatorial da revista Dragões. Desde o assistente de redação Eduardo Silva, aos redatores Bruno Leite, João Pedro Barros, João Queirós e Rui Cesário Sousa, além dos já referidos Diogo Faria e Alberto Barbosa. Tudo gente – que só conhecemos de nome, falando na terceira pessoa como mandam os cânones, mas tratando-se obviamente do autor deste texto – que efetivamente fazem trabalho que pode não saltar para a ribalta mas muito dignifica e fortalece o que é afinal o FC Porto.

Armando Pinto
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