Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Recantos Portistas


Em tempo de acalmia desportiva, enquanto não chega o início da nova época de atividade do mundo azul e branco, fazemos mais uma espécie de interlúdio, aqui e agora, com imagens de recantos portistas do espaço doméstico de passatempo de espírito Dragão... onde, com tal cenário, costumam ser escritas as postagens deste blogue.


Armando Pinto

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sábado, 1 de agosto de 2015

À Volta do Ciclismo Portista: mais algumas recordações…


O F C Porto, nos primórdios da existência de ciclismo no seio do clube e em tempos recuados da história do ciclismo em Portugal, pelos anos da década de trinta, do século XX, ainda chegou a ter equipa em tempos recuados de corridas simultaneamente comportando categorias de Fortes e Fracos - qualquer coisa como hoje seria o caso de profissionais e amadores, sensivelmente. Embora depois tivesse havido um hiato de interregno no tempo, até ao reaparecimento em força já na década de quarenta, para de seguida ter sido evidente um poderio dos corredores de bicicletas com camisolas do F C Porto, bem manifesto nas estradas pelas décadas de cinquenta e sessenta. Tal como houve boas prestações portistas pelos anos setentas e enquanto foi possível também pelos inícios dos anos oitenta, etc. e tal. 

Contudo, dos fracos não reza a história, como se costuma dizer, ficando nos anais de forma mais vincada os vitoriosos. Embora nem sempre, pois no caso do ciclismo portista, atendendo ao prestígio da maior prova ciclista nacional, a "Volta", muitos eram os valores de craveira elevada, enquanto poucos puderam ter  honra de vencedores, naturalmente.

Ora, na linha de não deixar desaparecer a memória, também, e porque o ciclismo foi uma modalidade que fez com que o F C Porto tivesse ganho muitos adeptos durante os tempos da ditadura (quando o futebol do F C Porto pouco ganhava, perante o panorama do sistema BSB, como se sabe), voltamos a bater na mesma tecla de vincar quanto representou o desporto dos pedais dentro do F C Porto.

= Artur Coelho e Joaquim Sousa Santos (pai) =

= Azevedo Maia e Ernesto Coelho =

= Manuel Jorge e Manuel Petiz =

Assim, lembramos mais alguns heróis das estradas em tempos idos, dos que muito honraram a camisola das duas listas azuis do F C Porto sobre as bicicletas. Através de algumas imagens: Em cima, diversas fotos individuais; e em baixo, gravuras coevas recortadas da imprensa, constantes de arquivo do autor. Dando agora vez à evocação de alguns ciclistas azuis e brancos do passado, entre os que não venceram a Volta a Portugal (prova que mais faz com que os nomes sejam lembrados), mas muito contribuíram no trabalho de equipa para a vitória de colegas de clube. Bastando os nomes e umas legendas para espicaçar memórias e rebobinar histórias… da história do ciclismo do F C Porto.


Armando Pinto

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quinta-feira, 30 de julho de 2015

A “Volta” ganha por José Pacheco do F C Porto


Já está em andamento pelas estradas, a percorrer serras e vales por este nosso país além, a Volta a Portugal em bicicleta. Pese no início esta importante competição ciclista estar ainda sem grande mediatismo, quando o futebol continua a ganhar por larga margem mesmo neste período de pré-época, com jogos de preparação. Nomeadamente por o ciclismo ter perdido atenções, sobretudo a partir do afastamento dos clubes grandes do desporto português.

Entretanto, porque o ciclismo foi uma modalidade que captou muita paixão entre a massa apoiante do F C Porto ao longo dos anos; e o clube azul e branco da Invicta, depois de ter deixado de ter equipa de ciclistas há muitos anos, ainda ser detentor do maior número de conquistas na história da grande corrida nacional, a Volta a Portugal; continuamos aqui a recordar algumas parcelas do rico historial do desporto das bicicletas enquanto teve representações das camisolas das listas azuis e brancas. Agora focando a memória na Volta a Portugal de 1962.


Assim, na linha de anteriores apontamentos evocativos, desta vez detemos uns vislumbres numa das vitórias portistas em tão carismática competição. No caso a "Volta" ganha por José Pacheco, enquanto ciclista do F C Porto. Através dalgumas imagens: ao cimo mais uma de arquivo pessoal; depois uma captada da coleção Ídolos do Desporto (também da biblioteca particular do autor destas linhas e do blogue), com Festa e Atraca, futebolisdtas do F C Porto da década dos anos sessentas, a dar apoio ao amigo do mesmo clube que, vestindo a camisola amarela, estava prestes a triunfar na classificação final da maior corrida portuguesa; de seguida alguns respigos do livro "História da Volta", de Guita Júnior...




...e, por fim, uma sequência digitalizada do álbum “OS HERÓIS DA ESTRADA”, edição Jornal de Notícias/O Jogo – onde fica ilustrada mais essa vitória individual dum ciclista portista e coletivamente também do F C Porto.


Armando Pinto

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Faleceu Gualter, um dos históricos números 2 do Futebol Clube do Porto


Faleceu Gualter, defesa direito de prestígio pelos idos finais dos anos sessentas, até meados dos anos da década de setenta.

Manuel Gualter Martins da Costa havia nascido a 6 de Agosto de 1945, em Oliveira-Guimarães.

A morte de Manuel Gualter deu-se ontem, quarta-feira, encerrando o seu fio de vida aos 69 anos de idade, vítima de doença prolongada. E logo correu nos meios informativos a triste notícia, da morte desse que foi um conhecido futebolista do F C Porto entre os anos de 1969 e 1974.

Depois de ter feito algumas épocas no Vitória de Guimarães, Gualter transferiu-se para o F C Porto no verão de 1969. Tendo então o clube das Antas conseguido desviar tal defesa das pretensões do Benfica e do Belenenses, havendo estado alguns dias hospedado em casa de Sebastião Ferreira Mendes, presidente honorário do F C Porto, até conclusão dos trâmites da sua transferência.


Internacional pelas seleções Militar e de Esperanças, jogou também pela seleção da Associação de Futebol do Porto. Entre o que era possível, à época, perante o estado do tempo de presidências federativas do sistema BSB... 

Segundo dados transmitidos em notas informativas publicadas através de diversos meios, nos cinco anos de azul e branco Gualter fez 105 jogos e marcou um golo. Durante essas cinco temporadas seguidas foi o dono do lado direito da defesa do F C Porto, jogando depois no F C Famalicão e no F C da Lixa.

Conforme informação da página informática do F C Porto, o funeral do antigo jogador dos Dragões realiza-se esta quinta-feira, pelas 10 h 30, na Igreja de São Mamede, em Guimarães.

Paz à sua alma. Mais uma estrela fica a brilhar no Infinito, no universo celeste azul.


Armando Pinto

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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Camisola de Pavão emoldurada


Sem necessidade de muitas palavras, aqui fica um post de atualização: 

- Entre recordações contidas em relíquias e objetos de afeto e estimação, eis a camisola do "Pavão do Porto" que há muito o autor deste blogue tem e se orgulha naturalmente de possuir. Agora devidamente emoldurada, como se pode ver nas imagens juntas, conforme temos no nosso remanso, em recanto particular, do escritório doméstico. 


Armando Pinto

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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Mundo Azul e Branco


É sabido que tudo o que gira em torno do Futebol Clube do Porto – do que é o grande clube com símbolo encimado pelo flamejante Dragão e personifica o colosso desportivo que albergou valores desportivos como uns Pinga, Hernâni, Virgílio, Barrigana, Pedroto, Américo, Cubillas, Fernando Gomes, João Pinto, Madjer, Deco, Vítor Baía, etc. e agora conquistou a preferência dum Casillas super estrela mundial e do Maxi Pereira que trocou o vermelho do clube protegido do regime português, pelo azul portista de carácter invicto, tal como este nosso F C Porto é universo com muitos e bons apoiantes e tudo mais – é tido por mundo azul e branco. E todos sabemos que o céu é azul, como vemos e apreciamos a abóboda celeste. Mas há mesmo o próprio mundo, o globo terrestre, com a mesma tonalidade, como por estes dias foi confirmado pelos especialistas das viagens pelo espaço.

Com efeito, neste mês de Julho de 2015 (43 anos depois da captação da fotografia mais conhecida da Terra, tirada em 1972 durante a missão da NASA Apollo 17; e após mais recentes imagens feitas por naves japonesas), a agência espacial norte-americana voltou a mostrar ao mundo como ele é a uma distância de 1,6 milhões de quilómetros do solo terrestre. Captado numa só imagem por uma câmara localizada no satélite Deep Space Climate Observatory (DSCOVR), o nosso planeta volta a revelar os seus tons de azul como há quatro décadas.

Essa fotografia tecnológica de um satélite meteorológico foi alcançada no dia 6 de Julho e a Terra, vista a distância suficiente, surge aos olhos humanos bem linda, em tonalidade azul e branca .

Como não pôr os olhos nisso, perante tal amplitude, se tudo o que paira sobre nós é azul…?!


Armando Pinto

domingo, 19 de julho de 2015

Umas recordações e curiosidades, de vez em quando…


« Há 11 anos, na sequência da histórica época 2003/2004, Vítor Baía, Ricardo Carvalho e Deco integram a equipa do ano para a UEFA. O FC Porto tinha-se sagrado campeão europeu há menos de dois meses e os jogadores do FC Porto eram naturalmente destaque nos balanços da temporada » – conforme é relembrado em “ Dragões Diário”.


Vem a propósito, na mesma linha, recordar também: Vítor Baía, que é ainda o futebolista português mais titulado, com 33 títulos conquistados, foi considerado pela UEFA o melhor guarda-redes europeu do ano de 2004. E, ele mesmo, tem a honra de ter sido incluído na “capsula do tempo”, enterrada pela UEFA para memória futura, com um par de luvas com seu autógrafo; assim como na mesma, além disso, o F C Porto, como único clube português considerado digno dessa glória, está representado por uma bola autografada pelo plantel que venceu a Liga dos Campeões Europeus em 2004. Tal como Deco, o “Mágico”, foi considerado pela UEFA o melhor jogador no ano 2004. E Ricardo Carvalho, depois, protagonizou um record nos números de sua transferência, a nível de futebolistas portugueses de um clube nacional para o estrangeiro, sendo a sua ida para o Celsea de Inglaterra, por 30 milhões de Euros, no defeso de 2004, uma das maiores de sempre.


Algumas outras curiosidades de marca perene, em dados estatísticos de jogos de séniores: João Pinto, antigo defesa lateral direito pelos anos oitenta e noventa do século XX e um dos célebres números 2, entre a honrosa lista de famosos defesas que vestiram a camisola com esse número, tendo disputado 407 jogos oficiais, foi o futebolista com mais jogos feitos ao longo dos tempos ao serviço do F C Porto. Bem como Fernando Gomes, avançado portista dos anos setenta, oitenta e princípios de noventa, é ainda o melhor goleador de sempre ao serviço do F C Porto, com 318 golos, entre 1974 até 1991.


(Estatísticas constantes do livro " 300 FACTOS - F C PORTO - PARA OS MAIS APAIXONADOS ", publicado em 2012. Produto Oficial F C Porto.)

Armando Pinto

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