Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

sábado, 15 de junho de 2013

Revista do F C Porto Tricampeão Nacional 2012/13


Quando há evidentes sinais de interesse sobre a memória coletiva, quanto aos variados temas que dizem respeito a comunidades e coletividades, entre diversificados exemplos, faltam por vezes publicações capazes de perpetuar e extensivamente permitir consultas à posteridade, sobre tais casos. Não será esse o sucedido, desta vez, com o sucesso da conquista pelo F C Porto do Tricampeonato de futebol nacional, e inclusive extensivo leque de títulos igualmente nas modalidades de hóquei e andebol, pois esses factos acabam de ficar impressos numa publicação chegada hoje ao público. Que naturalmente adquirimos e já ficamos a possuir.


Com efeito, numa edição d’ O Jogo, foi publicada uma pequena revista, distribuída como parte integrante da edição deste dia 15 de Junho do jornal O Jogo, sobre o tema em apreço. Numa agradável publicação, por meio dum formato quase de bolso, a tornar-se útil, pois essa revista, assim, pode ser guardada em estante, por exemplo, a ocupar por um lado pouco espaço e por outro em boas condições bibliotecárias, atendendo às características próprias. Servindo como mais um suporte documental, no caso, da História recente do F C Porto, para juntar a tudo o que regista ao longo dos tempos a Vida do F C Porto. 

Armando Pinto
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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Novo Treinador Principal do F C Porto: Paulo Fonseca assinou por duas épocas com o Clube Dragão!



Está formalizada a ligação de Paulo Fonseca ao F C Porto, através de contrato assinado e transmitido em direto no Porto Canal. 

Conforme vimos em tempo real, por meio de televisionamento durante o "Jornal das 13" do Porto Canal, foi posto no papel o acordo para que este jovem técnico de futebol passe, desde hoje, dia 10 de Junho, no dia de Portugal, a ser o novo treinador do Campeão Português.

Depois dos sucessivos folhetins que a comunicação social alimentava, está assim desfeita a dúvida.


Com efeito e já certeza, sabe-se desde o início da tarde desta segunda-feira que o treinador que levou o Paços à Liga dos Campeões é o sucessor de Vítor Pereira, tendo então assinado um contrato de dois anos com o FC Porto.

Após dois anos de comando de Vitor Pereira, treinador bicampeão mas deveras contestado entre grande franja de adeptos do F C Porto, segue-se novo período, agora com outra orientação e imagem, em mais uma aposta de Pinto da Costa.

O novo orientador técnico do clube será acompanhado pelos treinadores-adjuntos Nuno Campos e Pedro Moreira, que com ele trabalharam na última época, além de outros elementos escolhidos dentro da estrutura do clube.

Dizendo que "não podia estar mais satisfeito", quanto orgulhoso e motivadíssimo por esta nova etapa, Paulo Fonseca tocou o céu com a chegada ao FC Porto.


Paulo Fonseca não escondeu toda a felicidade por ter assinado pelo FC Porto. O novo treinador dos campeões nacionais confessou que "é um enorme orgulho" chegar ao Dragão. "É uma sensação maravilhosa poder representar o FC Porto, o campeão nacional.

Não podia estar mais satisfeito", foi mesmo uma frase forte do que discursou na cerimónia de apresentação, transmitida pelo Porto Canal. 

Fonseca já encarnou o espírito portista e declarou ter chegado a um clube onde "o compromisso com a vitória é permanente". "Aqui respira-se o ar contagiante da vitória", completa.

   

Agradecendo a confiança depositada pela Direção, o treinador disse estar "motivadíssimo para dar continuidade à sequência de vitórias".

Referindo-se a elogios dos ex-jogadores, conforme tem sido tornado público, ele reconheceu: "A maior recompensa que um treinador pode ter é ver reconhecida a sua competência por quem com ele trabalha ou trabalhou. Esse é o melhor prémio. Esta é uma atividade de relações intensas e gerir emoções não é fácil. Saber gerir as emoções é fundamental". Enquanto, sobre anterior passagem pelo F C Porto em 1995, como jogador, vincou: "Acredito mais no Paulo Fonseca como treinador do que como jogador. Sendo o mais honesto possível, ao jogador faltava-lhe alguma coisa para poder representar o F C Porto. Agora, sinto que este é o momento ideal, como treinador, para chegar a esta posição".

Aos 40 anos e depois de um ano de sonho, Paulo Fonseca chega então a um grande, ao maior clube português, presentemente, com a convicção de que terá que manter a sua ideia de trabalho.

"Sou ambicioso e isso vê-se nas minhas equipas. Gosto de ter equilíbrio nas minhas equipas. É fundamental gerir o jogo com bola. Temos que ser equipa dominadora e estar constantemente no meio-campo adversário", observa.

   

Outro fator destacado pelo treinador foi a necessidade de gerir a dimensão emocional do grupo de trabalho. "A principal tarefa de um treinador é saber gerir emoções dos jogadores", considera. 

Aos adeptos, Fonseca compromete-se a oferecer qualidade de jogo. Para que tal aconteça a receita passa por ter uma equipa "solidária e unida".

Paulo assinou contrato com o FC Porto, após experiências no Paços de Ferreira, Desportivo da Aves, Pinhalnovense, Odivelas, 1º Dezembro e juniores do Barreirense (por ordem inversa de seu percurso prometedor). 

Pelo prisma institucional, o Presidente do FC Porto confirmou ter plena confiança na capacidade do novo treinador e confessa admiração pela forma como actuam as equipas de Paulo Fonseca.

   

 Jorge Nuno Pinto da Costa está plenamente confiante que a aposta em Paulo Fonseca resultará em grande sucesso para o FC Porto. Apesar da inexperiência, o presidente do FC Porto considera que a contratação de Paulo Fonseca "não é uma aposta arriscada". Pinto da Costa acrescenta que "é uma aposta consciente" e explica: "É um jovem, mas tem competência e é pessoa madura. Não conheço nenhum treinador que tenha realizado o trabalho feito no Paços de Ferreira, esta temporada". 

É, portanto, nos resultados obtidos pelo técnico que o presidente do Porto se baseia para justificar esta contratação: "Não foi por simpatia pessoal que o contratei, mas sim porque sou admirador das suas qualidade e da forma como as suas equipas jogam. Equipas disciplinadas, bem organizadas", disse, em declarações ao Porto Canal. 


Longe vão os tempos em que nós, os adeptos, tínhamos de esperar pelos noticiários televisivos da noite, em situações destas, e como na maior parte das vezes a televisão do país apenas dava grande atenção ao que fosse de Lisboa, só nalguns jornais do dia seguinte se ficava melhor a par das ocorrências, quanto aos desenvolvimentos das atualidades do F C Porto, como realidade que sempre mais nos interessou, no caso.

Agora, mesmo para quem vive relativamente distante, tudo se sabe e conhece na hora. Ainda Bem. E com o Porto Canal ainda melhor!

Armando Pinto

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Revista "Dragões" - desta feita com capa para a História...!

 

Desta vez a capa da revista Dragões está mesmo à Porto...! Com magia artística, numa simbiose de levar à eternidade esse momento sublime que foi o golo que pôs os benfiquistas de joelhos...

Mas não só... Pois esse golo e o derivado resultado foi muito mais: porque com um só tiro matou mais coelhos, pondo todos os rivais invejosos do F C Porto a remoerem-se, a pontos de terem mais tarde de inventar desculpas para azelhices - como um tal Bruno, que já que não conseguindo cortar como e onde queria mandar, corta relações externas... esquecendo-se que o Porto ainda é mais forte em situações de afronta...

Ah, nesta capa bonita e sintomática, conta ainda que ficam eternizados, assim igualmente, na representativa pintura coeva, os símbolos das vitórias nos campeonatos nacionais de Hóquei em Patins e Andebol, modalidades em que o F C Porto também é de novo e atualmente Campeão Nacional, tal qual em Bilhar, Boxe e Natação. 

Ora é assim a mais recente edição da revista oficial do F. C. Porto, chegada aos escaparates nestes princípios de Junho. 

A revista "Dragões", com efeito, marca posição de relevo desta vez, relativamente ao que tem vindo a perder em matéria de pesquisa histórica em suas páginas (relacionando com desempenho dos seus primeiros anos, pelo menos, e até da revista Mundo Azul que já existiu no clube, além do próprio jornal O Porto - com efeitos de presentemente darem para recordar, através de suas crónicas, umas quantas parcelas interessantes da História Portista... Marcando a Dragões", desta feita, um cunho próprio e entusiasmante com a fixação artística dum momento marcante, daqueles que só de ver representado logo transporta a eufórica vitoriação, fazendo reviver um golo eterno e consequente vitória inesquecível, que deu para passar noites e dias a acordar e sonambular entre sonho e realidade. Só a capa da revista atual do clube (e ainda só vimos a capa, por ora, tal qual a imagem que nos chega), encarna uma visão tal e qual vale por mil palavras, perpetuando um quadro de chegar à eternidade! 

Armando Pinto

quinta-feira, 30 de maio de 2013

1ª Taça dos Campeões Europeus do F C Porto no Hóquei em 1986… e enquadramento histórico da modalidade no clube alvi-anil!

 

Decorreu muito tempo já, mas ainda estão bem presentes na memória as iniciais conquistas que deram maior visibilidade europeia e mundial ao F C Porto, a começar na Taça dos Campeões Europeus de futebol alcançada em 1987 numa célebre valsa de bola em Viena, na Áustria, em pleno centro do mapa-mundi, por assim dizer. Porém essa não foi a primeira Taça dos Campeões Europeus conquistada pelo F C Porto, pois a pioneira, com esse nome, aconteceu um ano antes, por meio do hóquei em patins, graças a uma brilhante campanha culminada numa inesquecível jogatana em Itália, desse desporto jogado com aléu sobre patins.

   

O hóquei em patins há muito era um desporto com inúmeros adeptos em Portugal, além naturalmente de diversos países onde esteve e se tem enraizado. Contudo até meados da década de sessenta, do século XX, estava demasiadamente concentrado a Sul do país, por via extensiva das políticas da nação. A Norte, por volta de década dos anos 40, começaram a aparecer algumas equipas, porém de clubes de menor expressão regional e nacional, visto o F C do Porto, por exemplo, nessas eras ter passado sobre os patins ainda a tentear-se tenuamente (como descrevemos e desenvolvemos documentalmente em anterior artigo, sobre a história hoquista do F C Porto), e apenas começou a patinar com mais equilíbrio só a partir dos anos 50, precisamente por outros clubes fazerem força para essa presença, ao tempo de Litos Gomes de Almeida, Acúrcio Carrelo, etc….

   
 = Equipa do tempo de Acúrcio (último à direita, em baixo, na foto) - que acumulava como guarda-redes internacional de futebol e como avançado no hóquei patinado, O qual foi o 1º Hoquista internacional do F C Porto na seleção portuguesa da modalidade.= 

… Até que, por fim, a meio dos anos sessentas passou o F C Porto a andar, melhor patinar, já com interesse. Perpassavam tempos em que a modalidade despertava atenções mais pelos relatos radiofónicos dos jogos da seleção nacional, levando as crianças a procurar imitar os hoquistas por meio de troços de couves ou cajatos de guarda-chuvas, assim mesmo, ou seja, usando os caules curvados nas pontas das couves das hortas, após se cortar a ramagem das folhas da mesma hortaliça, e à falta de melhor também as hastes e respetivos terminais das pegas dos guarda-chuvas, que eram então maneados a fazer de stiques. A não ser, como nalguns casos, que mão amiga, de algum artífice, fizesse um “stick” artesanal, parecido com os estiques modelados que os hoquistas a sério empunhavam a jogar.

   

Deu-se, entretanto, a meio da década de 60 o caso de num jogo para o campeonato nacional de hóquei o F C Porto ter vencido o Benfica, por volta de 1965. Ora os simpatizantes Portistas, pouco habituados a isso, rejubilaram e começou a haver alguma atenção, reforçada com a evolução do jovem Cristiano, um valor que começou a despontar no rinque da Constituição, ao lado de Alexandre Magalhães, Joaquim Leite e outros mais velhos, conhecidos dos adeptos que acompanhavam as equipas do clube nos próprios locais de jogo, mas também dos Portistas de outras paragens, através dos comentários semanalmente saídos no jornal O Porto, como aos domingos à noite e às quintas-feiras se conseguia ler n' O Norte Desportivo e, mais ao ouvido, pela alocução radiofónica quase rouquelha que emanava dum quadrante de rádio. Daí começando Cristiano a ser mais admirado, então como nome que ouvíamos com eloquência em relatos de rádio, pela difusão duma estação radiofónica portuense de que começamos a ter conhecimento, pese os soluços da fraca frequência com que chegava ao longe, através dos Emissores do Norte Reunidos…

   

Depois tudo se começou a transformar, quase a par com a queda de Salazar da cadeira e primeiros sintomas da primavera marcelista, enquanto, paulatinamente, também o hóquei se conseguiu ir impondo mais a Norte. Veio finalmente em 1968/69 um título nacional-continental, o chamado Metropolitano (que dava direito ao campeão continental português disputar o Nacional com as equipas campeãs das províncias do Ultramar)...

   
 = Equipa de hóquei em patins do F C Porto da conquista do Campeonato Metropolitano. Em cima, a partir da esquerda: Alexandre Magalhães, Hernâni Martins, Cristiano e José Ricardo; em baixo – Joel, Castro, Brito e Rui Caetano. = 

Desde aí o clube passou a andar na disputa das fases finais do Nacional, primeiro com as equipas ultramarinas e, a partir de 1974, com as do território português. Contudo vendo-se quase sempre o título maior fugir, algumas vezes por uma unha negra, como soe dizer-se, e outras por artes useiras e vezeiras do desporto luso. Passaram, assim, pelo serviço ao hóquei patinado alvi-anil homens como Pinto da Costa, Sampaio Mota e outros, na chefia da secção, e técnicos como Laurentino Soares, Correia de Brito, António Henriques, etc. etc. e especialmente, empunhando o stick pelos pavilhões, suaram a malha colada ao dorso, com a sagrada camisola das duas listas azuis à Porto bem junto ao corpo, tantos e bons valores, como Cristiano, Magalhães, Vitorino, Branco, Hernâni Martins, Brito, Fernandes, Leite, Ricardo, irmãos Barbot, António Júlio, Chalupa, Jorge Câmara, Campos, Augusto, etc. etc. sem que o tão desejado título viesse para as Antas. Até que em 1982, já sob comando diretivo do sr. Ilídio Pinto e com Vitor Hugo, Bruno, António Alves, Domingos Guimarães, Vale, Fanã, David Reis, Castro e Cª foi conquistada uma prova importante, e para mais a nível internacional, a Taça das Taças, seguindo-se depois outras e o primeiro campeonato nacional em 1983... 

   

Então sim, com uma equipa onde pontificava o jovem valor Vitor Hugo, aliando à experiência e natural valia dos outros, além  duma estrutura de retaguarda mais forte, foi elevado o nível com a obtenção da Taça dos Campeões Europeus, em 1986, sob o comando técnico de Cristiano e participação daqueles e outros dos mais jovens, juntando-se também nomes como Domingos Carvalho, Carlos Realista e Tó Neves.

E a partir de então foi todo um fartote, que nunca farta de mais, crescendo o lote de campeões, numa galeria extensa e valiosa, passando por Franklim, Castanheira, Almas, etc. etc. até Pedro e Paulo Alves, Allende, Felix, Filipe Santos, etc. etc. e tantos e tantos mais, como é da história.

   
= Filipe Santos - um dos históricos capitães do hóquei Portista ! =

Ora então, assim aí está, já no próximo fim de semana, a possibilidade de se juntar algo mais, com a Liga dos Campeões Europeus a disputar no Dragão Caixa, ao terminar desta época de 2012/2013.

Perante tudo isso, calha bem recordar a primeira Taça dos Campeões Europeus conquistada pelo F C Porto, corria o verão de 1986, quando vivemos então tamanha alegria e tivemos a ditosa possibilidade de guardar intimamente a consagração dessa inesquecível proeza dos hoquistas do F C Porto.

   
= Imagens dos dois jogos da final de 1986, a duas mãos: fases do jogo no Porto e do decisivo em Novara.=

 
 

Como tal, e por tanto que nos lembra e queremos sempre preservar na Memória Coletiva Portista, juntamos aqui e agora alguns testemunhos impressos, por via de notas de reportagem jornalística, no caso recortados da Gazeta dos Desportos, e algumas páginas coevas da revista Dragões, de 1986. Sem necessidade de mais descrições, que as que foram impregnadas no papel dessas publicações, cujas edições falam por si.

   

Agora, temos à mão a Taça dos Campeões Europeus na fase final deste ano. Têm a palavra Reinaldo Ventura e companheiros nos stiques, luvas, joelheias, patins, viseiras, cotoveleiras e demais apetrechos dos equipamentos e acessórios, sentindo bem a camisola azul e branca. Especialmente com cabeça confiante, mentalidade ganhadora, vontade férrea, valor desportivo e entusiasmante amor clubista ao hóquei Portista, de Edo Bosch, Nelson Filipe Magalhães, Pedro Moreira, Jorge Silva, Ricardo Barreiros, Hélder Nunes, Vitor Hugo, Reinaldo Ventura, Tiago Losna e Ricardo Oliveira "Caio", mais o Tó Neves no banco com visão, saber e psicologia empolgante. Enquanto o povo anónimo Portista vive mais isso, quer nas bancadas do Dragão Caixa, como através da transmissão por imagens à distância, agora a cores na televisão, por meio do Porto Canal.

Neste período entusiasmante, com a conquista do título de Campeões Nacionais obtido pelos hoquistas do Dragão, feito esse recente que tão bem completou as proezas do futebol, andebol, boxe, natação e bilhar, onde o F C Porto venceu a eito os títulos nacionais este ano, há ainda mais uma prova para conquistar, agora esta dos melhores do hóquei europeu, para maior esplendor, qual apoteose, no mundo vitorioso azul e branco.

   

 Vamos a isso, ok !!! 

Armando Pinto 

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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Recordando a 1ª Vitória Internacional da Era de Pinto da Costa na presidência do F C Porto…!

 

Está a chegar a ocasião de mais um grande acontecimento com lugar no Porto: A "final four" da Liga Europeia de hóquei em patins, que se realiza no pavilhão gimnodesportivo Dragão Caixa. Evento este ano com organização oficial a cargo do F C Porto, em reconhecimento do bom trabalho que a secção de hóquei patinado portista vem desenvolvendo. Cuja fase final ocorre este próximo fim de semana, incluindo as melhores equipas europeias de momento, num programa que irá começar no sábado, 1 de Junho, com um FC Barcelona-Benfica (15 h 00), seguindo-se no outro encontro de meia final o FC Porto Império Bonança-Valdagno (18 h 00), até que no Domingo, 2 de Junho, haverá a Final, para atribuição do título correspondente. 

   

Esta Liga dos Campeões da Europa de hóquei é uma prova há muito ansiada no seio do F C Porto, por já ter passado muito tempo desde a mais recente conquista da mesma, conseguida anteriormente pelo F C Porto, em duas ocasiões, há muitos anos já. 

Ora, associando-se esta modalidade à grande mística clubista, por o hóquei em patins ser uma das meninas dos olhos Portistas, calha a preceito uma curiosa e agradável recordação, na atualidade da reeleição de Pinto da Costa como Presidente do F C Porto. Pois foi, com efeito, no hóquei sobre patins que o Executivo de Jorge Nuno Pinto da Costa obteve o primeiro triunfo, em 1982, então através da Taça das Taças da Europa de hóquei em patins. Feito que no hóquei Portista se veio a repetir no ano imediato, diante do Benfica, e depois, sim, em 1986, ao cabo da época desportiva de 1985/86, se alcançou a primeira Taça dos Campeões Europeus, perante o Hockey Novara, de Itália, a que se seguiria a Supertaça Europeia em 1986/87, após isso ainda outra Taça dos Campeões em 1989/90, contra espanhóis  e mais duas Taças CERS em 1993/94 e 95/96, a nível internacional. Etc. e tal...!

   

Assim sendo, pese a importância da primeira Taça dos Campeões (que também recordaremos aqui proximamente), como não há amor quanto o primeiro damos primazia, nestas recordações, à pioneira obtenção duma prova europeia dentro do clube, por sinal no hóquei em patins e meses volvidos da entrada de Pinto da Costa na presidência diretiva do F C Porto, tal o cometimento da conquista da Taça das Taças  da Europa.

   

A final, disputada a duas mãos, teve como contendores o F C Porto e o Sporting, ambos a atravessar bom momento e os sportinguistas a passarem nesses ares por período áureo de sua atividade hoquista. Porém no primeiro embate, disputado no pavilhão gimnodesportivo das Antas, logo o F C Porto ganhou vantagem suficiente para depois ter ido a Alvalade arrebatar o trofeu. Isso tudo numa epopeia de que falam velhas páginas de jornais que temos guardados, e por meio de suas descrições e imagens deixamos falar a história dos acontecimentos. Estava-se em pleno verão de 1982, ao começo de Agosto, como se pode constatar nas reportagens que para aqui recortamos, quer do jornal O Porto, como do jornal Gazeta dos Desportos.


Feito tal, até então inédito, que levou a uma receção apoteótica, na chegada à gare de Campanhã, na Invicta. Aparecendo na imagem, que documenta esse emotivo regresso triunfante, o presidente Pinto da Costa de cachecol à Porto, rodeado por adeptos e tendo a seu lado os antigos dirigentes de hóquei srs. Fernando Barbot (pai) e Dinis Brites, entre uma mole humana a dar largas de satisfação coletiva.

   

Então, assim foi obtida, com Jorge Nuno Pinto da Costa como Presidente da Direcção do F C Porto, a primeira retumbante vitória da longa série que tem vindo a ser colecionada ao longo dos 31 anos entretanto ultrapassados. E já nessa era, como hoje, se entoava nas multidões euforicamente coloridas de azul e Branco: Pinto da Costa, olé, Pinto da Costa, olé, olé…!

   

Armando Pinto 

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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Mais um mandato da frutuosa gerência de Pinto da Costa no FC Porto: Boa continuidade, Presidente-Dragão!

 

O presidente Nuno Pinto da Costa assumiu a continuidade da sua gestão à frente dos destinos do F C Porto, ao tomar posse para mais um triénio da sua a gerência que segue de vento em popa no 13º mandato. Após ato protocolar da tomada de posse dos corpos gerentes, ocorrida esta segunda-feira, no seguimento da respetiva eleição. Cerimónia a que pudemos assistir, à distância mas em cima do acontecimento, através de imagens televisivas em direto no Porto Canal.

   

Recorde-se que Jorge Nuno Pinto da Costa foi, este sábado passado, reeleito presidente do FC Porto, com uma votação superior a 99% dos votos. Com um total de 1258 votos expressos, tanto para a Direcção como para o Conselho Superior, num sufrágio sem oposição, a que se apresentava apenas uma única lista, em sinal da grandiosa maioria da Família Portista continuar a confiar totalmente em Pinto da Costa. 

Nesta ocasião de grande satisfação pessoal e coletiva, por estarmos a viver grandes momentos e termos no horizonte anseios de outros e fundadas esperanças em mais cometimentos, associamo-nos a esta boa realidade, como mais um passo rumo à sublimação clubista que acontecerá com a concretização próxima do futuro Museu do Dragão, uma das certezas prometidas para este mandato (e sabemos que Pinto da Costa é Homem de Palavra!); bem como a manutenção da grandeza Portista perante os bons auspícios de continuidade de vitórias, e tudo o mais inerente.

   

Sabendo-se o que era o F C Porto até à chegada de Pinto da Costa e o que passou a ser depois, ao longo dos anos, e mais, é agora... prestamos aqui, dentro das nossas possibilidades, um justo tributo ao Presidente-Dragão, através da recordação de algumas páginas evocativas desses tempos de antanho, dos inícios de sua gerência, por meio de páginas de um dos livros que lhe foram dedicados…

   

 ...e com a primeira página do jornal O Porto, de Maio de 1982 (dividindo em duas imagens para melhor visualização parcelar), da edição então quinzenária de 12 a 25/5/1982 - que se podem ler clicando sobre as respetivas imagens.

 
 

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Armando Pinto

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Adeus a João Moutinho e James… ?!

 

Passaram tão poucos dias, após a conquista do quão recente Tricampeonato de futebol conquistado pelo F C Porto, dando já saudades de jogos assim empolgantes como foi no final da prova, e já, também, volta a história das transferências e dominar atenções e a ofuscar algo do sentimentalismo clubista ainda efervescentemente de fresco. 

Transmite a comunicação social e depressa se propaga a saída de Moutinho e James, que o João Moutinho e James Rodriguez poderão estar em vias de passar a representar outro clube europeu, de menor dimensão histórica mas com forte poderio económico. E o que estará para vir, ainda, quanto a novidades e outras constatações, além também de contratações necessárias. 

Ora está então a fazer-se história dentro e fora do nosso clube, faltando saber se à medida das necessidades e anseios do mundo dragoniano. O que se regista, em tempo próprio, agora, na continuidade contemporânea, neste espaço vocacionado a deter atenções pela história azul e branca. 

Já adivinhávamos que alguém sairia… pois é um mal sem remédio, atendendo ao país que somos economicamente, sendo embora o F C Porto um caso de sucesso à parte, como se sabe. Mas estes casos doem e um tipo fica sem saber o que dizer. Apesar disso, confio na Direção. Mas há também que ter os olhos bem abertos, e restantes sentidos bem apurados, a nível de quem decide evidentemente, porque, bem vistas as coisas, nem todos os anos teremos os sucessos a caírem dos céus e em tempo de descontos... Este ano notou-se que havia algumas lacunas evidentes, a pontos da época não ser como poderia ter sido, obviamente; e então a nível internacional isso ficou patente. Por cá, por enquanto, ainda conseguimos superar as adversidades e campanhas do poder reinol do clube do regime, porque esse clube falha sempre nos momentos decisivos e ao chegar perto do fim dá-lhe a dor de burro... Mas há que ver que Moutinho foi um caso sério, cuja ausência contra o Málaga, por exemplo, teve o resultado que se sabe, assim como no ataque o Martínez teve um final de época e momentos importantes em que se eclipsou e até falhou, etc. etc. Acrescendo notar-se em muitas ocasiões que Hulk fez falta, naturalmente, assim como precisamos de outros valores capazes de entusiasmarem mais o ego clubista. Quer dizer, vai ter de haver uma análise e consequentes decisões muito a sério, se for para manter a liderança do futebol nacional. Até aproveitando a mudança de treinador, visto o Vítor Pereira parecer que poderá rumar à Velha Albion, o que inclusive é curioso atendendo às críticas de que foi alvo por cá, ao longo das duas épocas passadas. Enquanto dos que se falam, Domingos ou Paulo Fonseca, ou outros que possam surgir, para treinarem o FC Porto, aguardemos, pois Pinto da Costa, também, já deve ter tudo melhor que estudado. 

Então, com estas e outras, resta mesmo aguardar, embora com algumas esperanças de algo, mas com fé que Pinto da Costa continuará a ser o Jorge Nuno que todos conhecemos há muitos anos na Presidência do FC Porto. E, porque mais não é possível, fico grato ao Moutinho e ao James por tudo o que sentiram e deram pelo F C Porto, ficando bem na História Portista. 

Honremos sempre a memória Portista, que o F C Porto nos contempla! 

Armando Pinto