Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Historial Eclético do F C Porto


Segundo estudo recente, que tem sido divulgado a nível mundial, graças às redes sociais da Internet, há números concretos quanto ao volume humano das simpatias clubistas pelo mundo fora, dentro dos seguidores da grande corrente informática que é o “Facebook”. Pese nem todos os adeptos andarem pela Internet, contudo na noção que é já uma parte significativa. Ficando-se a saber, enfim, que em Portugal, afinal, não é nada como ao longo dos tempos quiseram fazer crer a comunicação social e a difusão de meios afetos aos clubes lisboetas. Resumindo tudo no que tem andado nas parangonas, porque tudo isso mais não era que um “mito do «mais maior grande» do mundo, do invejado clube de aldeia, e claro, o mito de grandeza e superioridade dos viscondes chorões”.

Pois então, olhando aos dados de “Seguidores facebook”, com data de 2/11/2013, e fora os grandes colossos europeus de países grandes em tamanho e população, detentores dum grande poder económico e político (que não referimos para não alongar o espaço e, a bem dizer, por pouco interessar ao caso), olhando-se aos clubes deste Portugal pequenino e encolhido na ponta da Península Ibérica, o F C Porto está já com uma boa presença na tabela respetiva, entre portentos mundiais e acima de outros grandes ainda, até já a pouca distância do clube do regime vermelhusco lusitano dos tais falsos seis milhões de pessoas e a ver o zbording a ficar para trás. Sendo então assim as respetivas posições: … em 32º - S. L. Benfica, de Portugal, com 1.409.988; em 36º - F. C. Porto, também de Portugal, com 1.203.488; e muito lá para o fundo da tabela (sem indicação do lugar) o Sporting, naturalmente de Portugal, com 659.162”.


Sabendo-se que para isto contribuiu essencialmente o futebol portista dos últimos 25 a 30 anos, essencialmente, com as grandes conquistas das taças europeias e mundiais que foram alcançadas a partir de 1987; e a regular longevidade de campeonatos e outras provas em Portugal, cujos títulos nacionais têm sido conquistados em séries regulares desde 1985, sensivelmente; há que ter em conta que, para que o clube se mantivesse em lugares cimeiros do panorama português durante longos períodos de anos em que nada se ganhava no futebol, foram as modalidades amadoras que captaram atenções e conquistaram apoiantes.

Atento o facto, damos aqui continuidade à colocação de páginas de história antiga do clube. Daí a colocação ilustrativa da cimeira vista parcial duma camisola ancestral do clube, das usadas pelos anos cinquenta e sessenta, pelo menos – retirada da Internet pelo grande Portista e "bloguer" Pedro Cardona – em comparação com uma atual, mais abaixo já com símbolo de reconhecimento europeu. De modo a explanarmos mais uma publicação, possibilitando exposição e partilha de mais algumas páginas do pequeno livro “Passado, Presente, Futuro”, desta feita com rememorações da importância das modalidades amadoras que muito enobreceram o ecletismo Portista, noutros tempos.

Assim sendo, ponha-se os olhos numa interessante comunicação pública feita em 1980, por um estudioso, Custódio Moreira de Castro, que estava a escrever (mas não chegou a publicar) a História do F C Porto em livro:







Armando Pinto

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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Verificação histórica


Nestes tempos em que se torna necessário uma verificação de validade numa grande maioria das situações, perante o estado a que chegou a era contemporânea, contrária à compreensão real, salvam-se casos de seriedade afetiva, como é a existência de agremiações de grande vitalidade e vínculo sacramental comunitário, tal como o F C Porto. Cuja subsistência apenas necessitará de verificação como apreço, diante da grandeza e funcionamento estrutural conseguido.

Nesta afetividade e dado o interesse que merece, colocamos à verificação apreciativa o passado histórico deste grandioso clube, permitindo acesso a um resumo feito há já alguns anos, mas que abre horizontes, porque sem passado nunca haveria presente e futuro.


Eis aí, então, umas páginas (apenas quatro, por ora) duma alocução proferida em inícios da década dos anos oitenta, do século XX, a que deitamos mão agora por haver tido publicação num opúsculo intitulado “PASSADO, PRESENTE, FUTURO”, da lavra do publicista portista Custódio Moreira de Castro.


Armando Pinto

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Passado, Presente e Futuro do F C Porto numa publicação antiga…


Estando estas rememorações numa sequência histórico-literária de preservação afetiva, em tempo natalício como o que passa, quando calham bem certas ofertas como as de livros, partilhamos então, por este meio, mais uma recordação apropriada. Trazendo até aqui uns trechos de leituras à vista dos confrades destas loas, no comum apego pela memória Portista.


Assim, desta feita recordamos um pequena publicação com a chancela do clube, numa edição publicada em 1980, feita ao tempo a registar o texto duma palestra oficial da cerimónia das rosetas de reconhecimento aos sócios, ocorrida nesse ano e proferida pelo associado Custódio Moreira de Castro – um antigo dirigente historiador, que tinha um grande e valioso espólio sobre a Vida do F. C. Porto. Trazendo nós até aqui, a este espaço público, umas simples amostras dessa curiosa publicação, colocando no entanto apenas algumas das cerca de 18 páginas em que se alongava o texto da dita comunicação. Não indo além disto, porém (evitando danificação da encadernação com a digitalização), para não estragarmos essa brochura que gostosamente possuímos. Mas, isto assim, já dá para ficar uma ideia de tal interessante narrativa impressa à posteridade.






Armando Pinto 
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