Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Dois documentos (em Super-Posters) dos Campeões de 2019/2020!


Conquistado o Campeonato da atual Liga principal do futebol português, é tempo de começar a juntar lembranças documentais capazes de memorizar mais este feito de grande alcance. Tendo hoje sido publicado com os jornais O Jogo e Jornal de Notícias suas edições próprias a registar o caso, através de posters grandes que acompanham as respetivas publicações, em oportunidade de colecionamento de “superpósters” do FC Porto campeão 2019/20, grátis com a edição de sexta-feira dos referidos jornais. 


Ora, já cá cantam mais 2 super-posters dos campeões, em formatos grandes desdobráveis, ficando assim impressos com grande qualidade gráfica e documental estes documentos que farão memória de tão belo campeonato conquistado pelo FC Porto.  Para juntar a tantos outros de conquistas anteriores.


Armando Pinto
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quinta-feira, 16 de julho de 2020

Super boa disposição com o FC Porto Campeão!


Na serenidade com que gosto de viver, hoje é um dia ganho de vida, um dia a mais conquistado ao olear da máquina do coração. Pois estes bons momentos e estremecimentos de boa disposição são mesmo dos que fazem bem ao coração. No bem-estar e sentimento do bem ter superado o mal e haver valido a pena estar do lado das boas práticas, sem influências de lavagens cerebrais maquiavelicamente mafiosas. O FC Porto volta a ser campeão do desporto-rei em Portugal, conseguindo ultrapassar todas as minas burocráticas e regimentais do caduco sistema vermelho e verde, recebendo boa palma. Como um dia no além os corruptos verão os bem-aventurados ter a recompensa de bem ficar, diante do bom comportamento, enquanto figurões sinistros serão lançados no abismo, ficando a ranger os dentes.


Claro que assim como gostamos de nos rever em anjos que temos no firmamento, onde queremos sempre nos envolver, também nos vemos a voar nas asas dos bons desejos. Tal como no FC Porto, colosso desportivo nascido em 1893 e que particularmente é aqui algo especial do autor destas notas pelo menos desde inícios dos anos 60… foi bom o que apareceu a seguir a 1982, vingando injustiças anteriores… e também acabou por ser bom o que sucedeu no recente período eleitoral da primavera de 2020, por quanto mexeu com sensibilidades e alterou a estado de algum adormecimento. Pois que então voltou a ser acordado o dragão que larga fogo e chamusca adversários, enfrentando e vencendo contrariedades. Estando neste verão a sentir-ser entre nós todo o calor de boa compensação que o sol incide sobre a terra.


Só quem sente este ardor… (como diria Pedro Homem de Melo, no seguimento do Aleluia portista) poderá ver isto de olhos bem cuidados… Porto – palavra exata. Nunca ilude. Renasce nela a Ala dos Namorados (e como é bom namorar, enchendo o corpo de bons sentimentos e desejos)!


Nós somos campeões!
Armando Pinto

FC Porto Campeão Nacional de 2019/2020 derrotando o Sporting no jogo do título e deixando o Benfica a grande distância…!


Não há palavras que cheguem para descrever tudo, mas ao mesmo tempo bastando dizer: - Nós somos campeões! O FC Porto e nós Portistas somos campeões.


Agora há que saborear isto, com maior gosto por ver tanta gente aziada, desde benfiquistas, como já é costume, até sportinguistas que tiveram mau perder, apesar de tão habituados, e sobretudo os que deixam entrar público em touradas mas não no futebol, mesmo governantes que foram ao espetáculo do Campo Pequeno mas não queriam que a gente portista festejasse. Contudo assim dá maior prazer, porque o que é dificultado é mais apreciado. 


Ora, também porque, ainda a faltar jogar mais dois jogos do campeonato, este jogo da decisão final do título foi diante do Sporting, e sendo este um espaço de memória, recorda-se por imagem um outro título com os mesmos protagonistas num tempo distante – através de umas fotos que me foram enviadadas curiosamente por um sportinguista amigo, dos que ainda sabem apreciar o desporto pelo desporto.


Agora há que ver tudo o que seja reportagem, ler jornais e adquirir publicações que registem este feito. Porque é mesmo um feito, perante as contrariedades e dificuldades, mais as manobras e batotices com que tentaram levar o título para outra banda.  Mas no fim de contas foi o FC Porto o vencedor, o meu e nosso Porto é o Campeão Nacional de Portugal!


Ah, e então como estarão frustrados aqueles benfiquistas que neste jogo foram sportinguistas de ocasião, talvez também a pensar se ainda não vestirão algum dia um equipamento às riscas... quando (ou se) houver mesmo justiça...!

O FC Porto é Campeão, o Campeão voltou. Voltou a ficar atualizado o hino do FC Porto, plenamente.

A imagem pode conter: 22 pessoas, pessoas a praticarem desportos e ar livre

Armando Pinto

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Recordando: Vitória de Custódio Gomes e do FC Porto no II Prémio Indústrias Couto – em 1973


No pino do calor de verão de 1973 o domingo de meio de julho marcava no calendário o dia 14. Data que, tal como em França é dia comemorativo da Bastilha, em Portugal foi então, entre naturalmente outras ocorrências, dia de festejo final da segunda edição do Prémio Industrias Couto em ciclismo. Prova que, ao fim das duas etapas que a compunham, teve triunfo individual do portista Custódio Gomes e coletivamente do FC Porto, também.


(Sendo esta, afinal, mais uma efeméride de um triunfo portista que apraz relembrar por estes dias, e como na mesma data outras ocorrências se perfilaram dos registos do dia, anota-se esta outra no respetivo anuário memorando, agora igualmente.)

Foi então a 14 de julho que, triunfando na segunda etapa, Custódio Gomes conseguiu ser o melhor da classificação geral, vencendo esse II Prémio Indústrias Couto, do calendário de ciclismo em Portugal.


Dessa corrida regista-se sumária narrativa e classificações da etapa final e da geral individual e por equipas, conforme foi publicado no jornal O Porto a parte correspondente ao ciclismo portista, naturalmente. Entre anotações que ajudam a fazer história, como proporcionava esse ao tempo órgão do clube azul e branco, de publicação semanal.


Armando Pinto
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terça-feira, 14 de julho de 2020

Efeméride da inauguração do Pavilhão Gimnodesportivo das Antas


No seguimento de anterior lembrança das cerimónias da colocação da 1ª pedra do (antigo) Pavilhão de jogos do FC Porto, no longínquo ano de 1972, a 28 de maio (e nesse dia, mas já deste ano 2020, obviamente, relembrado o facto como efeméride, também), desta feita relembra-se a inauguração, no ano seguinte, desse grande empreendimento da presidência do Dr. Américo Sá (e que por tal motivo depois recebeu seu nome, em homenagem, já na gerência seguinte de Pinto da Costa).

Relembre-se que anteriormente apenas houvera o rinque da Constituição, de cimento e ao lado do campo de futebol, ao ar livre, onde se desenrolaram treinos e jogos ao longo de muitos anos; e mais tarde o Pavilhão de Treinos das Antas, construído durante a presidência de Afonso Pinto de Magalhães, na então Cidadela Desportiva das Antas (e que passados anos teve nome do então já presidente honorário Pinto de Magalhães, em honra significativa).



Porque a edificação do pavilhão principal foi, na verdade, um dos grandes feitos do mandato presidencial de Américo Sá, ao ter conseguido materializar tão velho anseio portista (de modo às modalidades do clube deixarem de andar por casa dos outros…), assinala-se essa concretização. Para cujo desiderato contribuíram inúmeras ações clubísticas. Como reza a história.


Em memória disso junta-se algo de recordação pessoal e ainda, como evocação natural, também, alguns recortes jornalísticos que falam por si.

Estava-se então a 14 de julho de 1973, quando isso aconrteceu festivamente.


Armando Pinto
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Efeméride da apresentação do treinador Pedroto regressado às Antas em 1976


A 14 de julho de 1976 iniciava-se novo ciclo na vida do FC Porto, com a abertura dos trabalhos da equipa sénior para a nova época do futebol do clube, sendo como é o desporto-rei mola mais forte da engrenagem desportiva e portista. Surgindo então, como depois se comprovou, um forte impacto no Universo Porto, com a entrada em funções do treinador José Maria Pedroto, que regressava assim ao FC Porto.

Pedroto, já se havia comprometido tempos antes através de conversações com Jorge Nuno Lima Pinto da Costa, e entretanto assinara contrato com o clube na presença do presidente Dr. Américo Sá, voltando então a entrar nas Antas como pessoa grata do FC Porto, depois de levantado em Assembleia Geral de sócios o processo anterior impeditivo que faz parte da história.


Com efeito, nesse dia do verão de 1976, o novo treinador e velho conhecido Pedroto era apresentado aos futebolistas e dirigentes do clube da bandeira de duas listas azuis ladeando a branca das “asas dos poetas”, «no sagrado balneário azul e branco». Por ação direta de Jorge Nuno Pinto da Costa, ao tempo recém-empossado como diretor do departamento de futebol, o treinador José Maria Pedroto «regressou às Antas para dar início a uma verdadeira revolução na instituição portuense e no futebol português. Lado a lado com Pinto da Costa, o Mestre reconduziu o FC Porto ao trilho das vitórias, reergueu a confiança tripeira e tornou o emblema da Invicta num dos mais respeitados do país, da Europa e do Mundo do futebol. Com Pedroto, acabou a hegemonia dos clubes da capital, acabou o síndrome da ponte e acabaram-se os bons rapazes do Norte»...


Nesta fase do campeonato atual (entenda-se época de confinamento da pandemia, que atrasou tudo e inclusive o desenrolar do campeonato de futebol de 2019/2020), quando o FC Porto está prestes a conseguir o 29.º título de vencedor do Campeonato Nacional (da Liga portuguesa, como agora se diz), e os fanáticos do regime na comunicação social andam a tentar fazer esquecer isso com novelas de novos treinadores para o clube dos corruptos e a procurarem passar outra esponja sobre os casos de tribunal do presidente encarnado… é pois uma boa oportunidade de evocar esse ato que foi o regresso de Pedroto ao FC Porto, em 1976. Dando-se aí, como sucedeu, um volte face na história.


Na oportunidade, recorda-se isso com imagens coevas de tal ocorrência, da apresentação do treinador, conforme ficou registado nas páginas do jornal O Porto.

Armando Pinto - 14 de julho de 2020

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domingo, 12 de julho de 2020

Uma crónica lapidar de ligação Sul-Norte em azul veraneante...


Entre leituras relaxantes de domingo, sob temperatura calorenta destes dias de maior naturalidade estival, damos de caras com um artigo mesmo à maneira de quanto andam nossas almas cheias. Uma crónica publicada no jornal O Jogo e escrita sob mote “Dragão do Sul” com que se identifica muito e bem o Dragão do Norte que, tendo gostado obviamente, aqui partilha isto. Sem necessidade de mais explicações, pois o que está expresso no texto diz tudo.

Assim sendo, com a devida vénia, eis o que exprime o conhecido comentador Paulo Baldaia, em sua coluna do jornal O Jogo, deste domingo 12 de julho, enquanto esperamos pela concretização do anseio de mais um título nacional de futebol, ainda na antecâmara da materialização.


Armando Pinto
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