Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

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quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Faleceu Joaquim Capela – antigo guarda-redes internacional e campeão do Andebol do FC Porto

 

Faleceu na segunda-feira, dia 29 deste mês de janeiro, o antigo guarda-redes de andebol do FC Porto Joaquim Capela, com 79 anos. Indo ter cerimónias fúnebres esta quarta-feira, 31, em Espinho.

Joaquim Manuel Pereira Capela, de seu nome completo, antigo guarda-redes de andebol, nasceu a 15 de março de 1944 em Espinho. Começou a jogar Andebol na equipa do Paramos, do seu concelho e depois no S.C. Espinho, clube representativo do mesmo concelho de onde era natural, até que passou a representar o F.C. Porto, onde foi campeão por diversas vezes. Tendo-se sobressaído com a  camisola do F.C. Porto e da seleção nacional. Havendo mesmo marcado presença na seleção nacional treinada por Matos Moura. Entretanto pelo Espinho ainda se sagrou campeão nacional da 2.ª divisão. Por fim jogou também pela equipa do União de Bancos.

= 1972 – Seleção Nacional de Andebol: Em cima, a partir da esquerda, dois do FC Porto: Joaquim Capela e Borges. Seguindo-se, em cima, também logo depois, Luís Sacadura, Carlos Correia, José Manuel e Bessone; em baixo: Ramiro Pinheiro, Alfredo Pinheiro, Frederico Adão, Manuel Brito e António Mendes. Tudo atletas históricos desse tempo.

Capela, como era mais conhecido, foi Campeão Nacional de Andebol de Onze da 1ª Divisão em 1968/69 e 1969/70 e em Andebol de Sete em 1967/68, sempre pelo FC Porto. Mais foi também vencedor da Taça de Portugal por quatro vezes com o emblema do FC Porto ao peito. Bem como por diversas vezes Campeão Regional, em ambas as variantes, enquanto defendeu as balizas pelo clube dragão.

De uma das vezes em que o FC Porto foi Campeão Regional de Andebol de Sete, com Capela, é a foto da equipa que se dá à estampa, com os Campeões Regionais de 1970.

Capela era um guarda-redes exemplar e deveras admirado em seu tempo, que ainda chegou a dividir a baliza da equipa portista com Ferra, outro nome bem conhecido da história andebolística do FC Porto (mais velho e depois treinador adjunto ainda com Capela na baliza). Tendo Capela passado pelo tempo de treinadores carismáticos como Armando Campos e Henrique Fabião, além dos sucessores Djebic e António Cunha.

= Plantel do FC Porto de Andebol de 7 da Época 1976/77, vencedores da Taça de Portugal.

Em cima da esquerda para a direita - Prof. António Cunha (Treinador), César Brites (Seccionista), Mesquita, Carlos Tavares da Rocha, Remelhe, Areias, Jonel, Joaquim Capela, Jorge Amorim, Santos, Lourenço e José Ferra (Treinador Adjunto); em baixo pela mesma ordem - Monteiro, Salvador Massada, Pinho, José Manuel, Rochinha, José Pinheiro, Leandro Massada, Loreto e Orlando Sousa.

Depois de deixar de jogar, Capela passou a ser treinador de guarda-redes, ao lado de António Cunha, no FC Porto e de José Magalhães. Assim como depois assumiu funções, também, de treinador no Boavista e no CPN.

Descanse em paz.

Armando Pinto

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sexta-feira, 7 de outubro de 2022

Dr. Leandro Massada: histórico andebolista e grande Portista, na captação duma grande entrevista ao Porto Canal

Por estes dias o Porto Canal trouxe diante de todos nós, Portistas, o Prof. Dr. Leandro Massada, revelando sua faceta de grande adepto do FC Porto, para lá de sua história de desportista e colaborador do clube.

Pois, então, foi uma agradável surpresa e encantadora hora de antena a entrevista dedicada a Leandro, o antigo atleta de andebol do FC Porto e depois Dr. Leandro Massada médico do clube, com lugar destacável na audiência do programa de entrevistas “Vencedores como sempre”, em mais uma entrevista televisiva também como sempre bem conseguida por Rui Cerqueira.

Com efeito, entre as diversas entrevistas que o Porto Canal já fez com grandes nomes do FC Porto, esta foi uma das que mais me entusiasmou (falando a escrever na primeira pessoa, para ser mais direto). Mesmo que de início aquela cara não me fosse estranha, mas me obrigou a fazer mentalmente comparações no tempo, depressa fiquei preso ao écran, pois logo o reconheci dos tempos em que pelo jornal O Porto seguia sua carreira, que é com quem diz o desenrolar do dia-a-dia do FC Porto pelos anos finais da década de sessenta e inícios dos anos setenta. Tal como, nesses idos tempos, me entusiasmava saber que o andebol portista tinha esses jovens valores como Leandro, Tavares da Rocha e outros, bem como no hóquei tínhamos o Cristiano, mais uns Hernâni, Fernandes, etc. Tendo agora, ao ouvir o Dr. Leandro, assim revivido esses mesmos tempos e de sua voz ouvido, de olhos e coração nos ouvidos, tudo o que ele tão bem soube descrever de como eram esses tempos do Porto ter de lutar ainda mais contra o poder do centralismo político-desportivo de Lisboa e arredores. Mais todo o desfiar de lembranças que são nossas também, desses tempos, ele lá dentro e eu cá fora e longe, mas com o mesmo sentimento azul e branco, afinal.

Na pertinência desta entrevista, vem a calhar lembrar de passagem algo da brilhante carreira de Leandro Massada, deitando olhos e mãos ao que primeiro me apareceu a desfolhar antigos jornais O Porto. Vindo assim a preceito recordar uma equipa sénior duma das vezes que o FC Porto foi Campeão Regional, em 1970, bem como do mesmo ano uma das equipas das camadas jovens com ele a treinador, quando foi precisamente ao mesmo tempo treinador de Juvenis e Juniores, no clube.

Por fim, como Leandro teve reconhecimento mais tarde, na consideração de ser tido como uma das “Lendas do FC Porto”, recorda-se a ficha oficial dele na narrativa que lhe foi dedicada, aquando da inauguração do pavilhão Dragão Caixa, na Primavera de 2009 – estando desde aí seu nome num dos círculos do passeio da fama no exterior do mesmo pavilhão, agora já denominado Dragão Arena.

O Dr. Leandro, com esta entrevista, em discurso tão sincero e até mesmo emotivo, na verdade, vincou os valores do FC Porto de sempre. 

Armando Pinto

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terça-feira, 1 de outubro de 2019

Obrigado Hugo Laurentino!


Hugo Laurentino, até agora guarda-redes do plantel sénior do andebol do FC Porto, muda de funções dentro da secção do desporto de balizas com bola jogada à mão.


A notícia chega ao público, dando conta que Hugo Laurentino, andebolista guarda-redes do FC Porto, termina a carreira de atleta de competição.


Hugo Laurentino vai terminar a carreira como atleta de andebol. O guarda-redes, capitão do FC Porto, não conseguiu recuperar de uma grave lesão contraída em outubro de 2018 e decidiu por isso dar um novo rumo à sua vida.


Aos 35 anos, um dos heróis do heptacampeonato do FC Porto (de 2008 a 2015) vai assumir as funções de Team Manager da equipa de andebol dos Dragões.


Ao longo de 15 temporadas ao serviço dos dragões, Laurentino venceu 13 títulos: oito campeonatos nacionais, uma Taça da Liga, duas Supertaças e duas Taças de Portugal, tendo vestido a camisola da seleção portuguesa várias dezenas de vezes.


Com efeito, o histórico guarda-redes do andebol portista abandona as balizas, conforme o próprio anunciou esta terça-feira (1 de outubro de 2019), pondo um ponto final no seu percurso profissional como atleta, em que no andebol começou em 1995 na sua cidade de Évora, onde nasceu. O guarda-redes, que tanto brilhou ao serviço do FC Porto, continuava a ter dificuldades em debelar uma grave lesão no joelho esquerdo e vai agora assumir funções como Equipa Manager do plantel azul e branco.


O andebolista deu os primeiros passos no Évora AC e transferiu-se para os Dragões em 2000 ainda como juvenil. Depois de haver sido campeão no FC Porto em 2002/03 e de seguida ter tido um curta passagem pelo Vitória de Setúbal entre 2003 e 2005, Hugo Laurentino integrou a formação principal do FC Porto no início da época 2005/2006 e ao longo de 15 temporadas venceu mais competições, somando 13 títulos: oito campeonatos nacionais, uma Taça da Liga, duas Supertaças e duas Taças de Portugal.


Hugo Laurentino é um dos heróis do heptacampeonato do andebol portista, conquistado entre 2008 e 2015, e era o único jogador do atual plantel que tinha alcançado esse feito.


Hugo Laurentino, entre marcas e pontos altos de sua brilhante carreira, tem também mais um facto deveras assinalável: É dragão de Ouro. Tendo sido agraciado com o galardão oficial de reconhecimento portista em 2010.


Em mensagem pessoal divulgada por ele mesmo, no dia em que anuncia o fim da carreira de jogador, deixou expresso toda a envolvência desta ocorrência:

«Foi tudo aquilo que eu queria e, ao mesmo tempo, muito mais do que imaginei. Cheguei ao FC Porto no ano 2000, com 16 anos. É o mesmo que dizer que passei aqui mais de metade da minha vida. Dei tudo de mim e, também sei, o FC Porto deu-me tudo. Abriu-me as portas, deixou-me cumprir o sonho de jogar andebol, fez-me sentir em casa. Cresci em cada treino e em cada jogo. Por todos os pavilhões onde passei, tentei sempre erguer bem alto o símbolo desta casa, mantendo o respeito e hombridade pelos quais norteei a minha carreira.
É chegada altura de deixar a baliza, fechar um ciclo, recordar todos os bons momentos e agradecer ao clube, aos meus colegas, os de hoje e os de outrora, à estrutura e também a todos os adeptos que me acarinharam, que me puxaram para cima e me fizeram dissipar qualquer dúvida de que este é um clube especial. Um clube de alma e coração.
Li algures que o final de uma etapa significa sempre o início de outra e é exatamente com esse espírito que encaro o que aí vem. Novos desafios em novas funções, onde, como sempre, darei o meu melhor para tentar estar à altura. Junto ao campo, junto à minha equipa e próximo da nação portista. É ali, afinal, que me sinto bem e é ali que quero estar.
Vemo-nos por aí.
Hugo Laurentino.»

A nós adeptos resta agradecer tudo o que fez na defesa do sagrado símbolo do FC Porto.


Habituamo-nos a vê-lo, confiando que ele lá atrás resolvia situações e ia fazendo com que a equipa superasse o que ia sendo possível. Agora continuamos a confiar que na sua nova e atual função continuará a dar confiança e a motivar tudo e todos, para que o andebol do FC Porto continue a viver na fase vitoriosa que tem vindo a acontecer.


Tal como antigamente houve os Campeoníssimos do Andebol de Onze e depois os Supercampeões do Andebol de Sete, tendo inclusive Hugo Laurentino estado também no período dourado da conquista dos sete campeonatos seguidos, homenageamos o seu referencial dentro da modalidade no clube, na sequência do significado que o andebol sempre teve e tem no FC Porto. 

Ora, recordando a história andebolista azul e branca ao tempo em que Hugo Laurentino começou a destacar-se no seio do andebol portista, repesca-se na recordação o que sobre o andebol do FC Porto foi historiado, pelo autor destas linhas, na revista "Mundo Azul", antiga publicação do Conselho Cultural do FC Porto:



Em nome pessoal e como sócio e adepto apoiante do FC Porto, lhe digo, aqui neste espaço pessoal de Memória Portista: - Obrigado Laurentino !


Armando Pinto
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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

FC Porto Vencedor da Supertaça de Andebol – troféu que a TVI 24 não quis que se visse o FC Porto a receber…


O FC Porto venceu este domingo a Supertaça Nacional de Andebol. Fazendo o “Pleno” na modalidade, ao juntar este trofeu aos que havia conquistado durante a época passada.


Sendo que este é disputado entre os vencedores do campeonato e no caso (como o FC Porto venceu tudo) o também finalista da Taça. Troféu assim disputado ao início de nova época. Em jogo que foi transmitido diretamente pelo canal televisivo TVI 24, cuja realização não deixou que fosse mostrado o trofeu a ser entregue ao FC Porto, terminado que foi o “direto” mal acabou o jogo. Coisas à portuguesa… do velho sistema centralista.

Assim, antes de mais, aqui como Memória Portista, eis a Taça da SUPERTAÇA que o FC Porto conquistou!


O caso traz à tona, num avivar de memória, casos antigos. Como foi paradigmático o que ainda por estes dias foi recordado, aquando da realização do clássico de futebol da vitória do FC Porto em casa do Benfica (por 2-0, mas podiam ter sido mais, tal o banho de bola que foi dado no nosso salão de festas da capital). Sendo então lembrado o que há muitos anos acontecera na altura da primeira vitória do FC Porto em Lisboa, ao tempo ainda dos jogadores de calções compridos, chuteiras de travessas e casacos de entrada em campo (tipo blusões de treino, de mais tarde)… fazendo ver como vem de longe e continua a mesma chula...


~~~ ***** ~~~

Posto isto, e voltando ao Andebol, assinala-se esta brilhante vitória plena.


Para registo de memória, junta-se a crónica respetiva, respigada da página informática oficial do Clube:

CAMPEÕES LEVANTAM A SUPERTAÇA
25 DE AGOSTO DE 2019 

FC Porto Sofarma levou a melhor sobre o Águas Santas (28-22) no Multiusos de Lamego

FICHA DE JOGO
FC PORTO SOFARMA-ÁGUAS SANTAS, 28-22
Supertaça
25/08/2019
Centro Multiusos de Lamego
Árbitros: Mário Coutinho e Ramiro Silva

Sendo essa a Final de apoteose dessa jornada andebolística ocorrida no interior do país, entre equipas masculinas, pois antes disputara-se a final de equipas femininas, na festa do andebol com lugar em Lamego, onde na véspera se realizara também a Gala Festiva de entrega de troféus da época, com o FC Porto a arrecadar os mais importantes a nível coletivo e individual.


FC PORTO SOFARMA: Alfredo Quintana e Thomas Bauer (g.r.); Victor Iturriza (2), Yoan Balazquéz, Miguel Martins (5), Djibril M’Bengue (1), Ángel Hernández (3), Rui Silva (2), Daymaro Salina (3), Rúben Ribeiro, Alexis Borges, Diogo Branquinho (3), António Areia (4), André Gomes (2), Miguel Alves (2) e Fábio Magalhães (1)
Treinador: Magnus Andersson

ÁGUAS SANTAS: Nuno Silva e Henrique Carlota (g.r.); Mário Rêgo, Fábio Teixeira, João Gomes (5), Vasco Santos (5), Pedro Cruz (4), Belmiro Alves, Gustavo Almeida, Mário Lourenço (1), João Ribeiro, Francisco Fontes (3), Mário Oliveira (4), José Rebelo, Diogo Pereira e Hugo Costa
Treinador: José António Silva

Ao intervalo: 14-12
No final: 28-22

O FC Porto Sofarma conquistou este domingo a Supertaça depois de bater o Águas Santas, por 28-22, no Centro Multiusos de Lamego. Foi o terceiro troféu consecutivo levantado pelo coletivo comandado por Magnus Andersson, depois do Campeonato e da Taça de Portugal, e foi também a sétima Supertaça da história do andebol portista.


Os campeões nacionais entraram bem no jogo e rapidamente assumiram a liderança do marcador, chegando ao intervalo a vencer por 14-12 com três Dragões a marcarem por três vezes: Miguel Martins, Daymaro Salina e Ángel Hernández. A diferença aumentou na etapa complementar e o FC Porto Sofarma não deixou fugir a oportunidade de agarrar mais uma Supertaça com as duas mãos. Miguel Martins, autor de cinco golos, foi o melhor marcador portista.


Como complemento, para melhor ilustração, juntamos parte da reportagem publicada no jornal O Jogo, em recorte da edição impressa desta segunda-feira dia 26 de agosto:


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Armando Pinto

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Efeméride Portista de 4 de Julho… recordando o 5º Titulo Nacional de Andebol de Onze conquistado em 1943 pelo FC Porto


Em tempo de ausência de novidades desportivas de monta, sobretudo por se estar em fase de não se poder acreditar em notícias publicitadas por canais do regime, tal o rol de mentiras sistemáticas na comunicação social portuguesa… há que olhar para outros assuntos, por quanto a história tem encontros mais interessantes com algo valorizável.

Assim, por se estar em época mais propícia a recordar feitos através da coincidência de datas, dando um vislumbre por algumas das efemérides merecedoras de evocação, consultando literatura desportiva do passado depara-se diante dos olhos alguma coisa atrativa entre outras de diversas curiosidades.

Assim, a 4 de Julho de 1943 o FC Porto vencia o Campeonato Nacional de Andebol, o 5º da história de vitórias do clube nessa modalidade, ao tempo ainda escrita "hand-ball", de jogo disputado em campos grandes ao ar livre (mais tarde chamado Andebol de 11, quando apareceu o de 7, jogado em rinques de pavilhões).

Assim de enfiada, juntar cinco títulos consecutivos de Campeão Nacional era já algo especial. E muitos outros se seguiram. Na peugada da equipa que posou à posteridade, na ocasião, em foto com que se encima esta memorização. Como chega ao conhecimento vindouro em imagem algo diluída pelo tempo – conforme aparece publicada no livro da Fotobiografia do FC Porto, em boa hora lançada por Rui Guedes.

Ora o FC Porto chegara à final depois de ter eliminado o Sporting nas meias finais. E na final venceu o clube Unidos de Lisboa por 7-6.


Desse encontro juntam-se, por fim, imagens ilustrativas, de pequena caixa então publicada dias depois, sem qualquer narrativa de reportagem, na revista lisboeta Stadium, em seu número de dia 7 seguinte.

Armando Pinto
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