Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Troféu Futebol Clube do Porto


É sabido que o FC Porto, pelo menos do que se conhece pela transmissão historiadora, teve já e tem como galardões de reconhecimento oficial o antigo Troféu Pinga e o atual Dragão de Ouro. Mas entre um e outro teve também o Troféu Futebol Clube do Porto.

Ora a gratidão é uma ação bem bonita e o reconhecimento não lhe fica atrás, como no caso do FC Porto que em muitas e boas ocasiões teve já gestos desses, felizmente. Por entre práticas de um género de agradecimento honorífico, como deve ser.

Lembra o caso o facto de nem sempre haver, no decorrer dos tempos, uma total simbiose entre representantes e defensores do clube perante os apoiantes portistas, atendendo aos sócios, adeptos e simpatizantes darem sua afeição sem esperar outra recompensa que não seja que quem deve defender o clube dê o máximo, para que o FC Porto seja grande e vitorioso. Lembrando-se que fora do clube, mas intimamente bem dentro, haja quem sinta o FC Porto. Como se nota até em como por vezes dentro do campo de jogo não se veja força de querer vencer e raça de saber o que representa isso para muita gente, assim como fora, de quem anda por dentro, o quão necessário é o que está subjacente. Dando ideia que quer atletas como dirigentes e agentes deviam sentir melhor o pulso dos adeptos fieis, como ainda há tempos, por exemplo e entre diversos casos, houve um Encontro de Portistas, denominado Dia de Clube, onde só estiveram antigos atletas (na ocasião ex-futebolistas e um ex-hoquista), mais um antigo dirigente e um vice-presidente da atualidade, além dos portistas anónimos, mas faria bem aos atuais desportistas do clube também vivenciarem esses casos.

De facto houve e há razões que a razão conhece, no caso do FC Porto já ter tido sucessivos ícones de apreço, como galardões oficiais. Do que mais dá valor ao sentimento clubista. Vindo a talhe recordar a existência desse Troféu Futebol Clube do Porto, criado em 1970, durante a presidência de Afonso Pinto de Magalhães, e que ainda existia pelo menos em 1976, quando foi agraciado o futebolista António Oliveira – conforme se comprova por imagem alusiva. Não sabemos, em boa verdade e com exatidão, quantos mais foram atribuídos, apenas temos ideia de ter sido visto em fotografias de uma estante de trofeus de alguém onde constava tal troféu. Até porque o mesmo símbolo escultórico foi concebido para distinguir não só atletas e dirigentes, mas também entidades com mérito correspondente. Sendo certo que existiu, quão mereceu espaço emoldurado no jornal O Porto a elucidar sobre a sua instituição, ao tempo, como distinção para quem a merecesse.


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Armando Pinto

terça-feira, 13 de setembro de 2016

"Onofre Tavares-Rei do Sprint": Livro dum Ás dos Pedais português, nortenho e portista, em tempo de regresso vitorioso do ciclismo do FC Porto


Com efeito, no ano em que o FC Porto voltou a ter ciclismo, modalidade desportiva que tanta popularidade deu ao FC Porto em tempos de menor fulgor futebolístico, tendo os ciclistas do FC Porto levado as cores do clube azul e branco em destaque pelos idos anos das décadas de quarenta, cinquenta, sessenta e mais, foi reeditado um livro biográfico dum antigo valor do ciclismo portista, o famoso “Rei do Sprint” Onofre Tavares. Um livro que há muito estava esgotado e pela procura que ainda provocava aparecia por vezes apenas a preços elevados.



Ora, o livro de Onofre Tavares republicado, entretanto apresentado ao público no museu do ciclismo, nas Caldas, está agora à disposição pública também na Feira do Livro do Porto.

É assim com apreço que partilhamos tal notícia, da presença do mesmo livro na tradicional Feira do Livro do Porto, a decorrer nos hs hjardins do palqriodo do ciclismo do FC Portojardins do Palácio de Cristal, no pavilhão da respetiva editora, Bubok Portugal. 

Estando agendado para o próximo sábado, pelas 16 horas, um encontro no correspondente stand com o mesmo antigo ídolo do ciclismo portista, que vai estar presente juntamente com Eduardo Lopes, mentor da mesma reedição.

Na atualidade vitoriosa do ciclismo no reino do clube Dragão, que bem poderia também dar um livro a historiar as façanhas da época, recordamos a supremacia retomada no mundo das bicicletas de corrida com um texto do número mais recente da revista Dragões – na calha da existência do referido livro, merecedor de constar nas bibliotecas portistas.


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Armando Pinto

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

A propósito da época das festas anuais pelo país: Curiosidades de outros tempos…


Estamos em período fecundo de festas tradicionais portuguesas, com a realização de festividades populares de cunho nacional, profusamente distribuídas pelo território português. Sendo por esta altura do ano que, durante alguns dias, se realizam as conhecidas festas de Lamego, terra de Pedroto, a cujos festejos da romaria de Nossa Senhora dos Remédios até por estes dias têm sido dedicados programas no Porto Canal, entre programação dos quentes dias de verão, calha a preceito recordar uma visita da equipa principal do FC Porto a essa região vinhateira do país, corria o primeiro ano dos inícios da década de cinquenta – como se pode ver por reportagem coeva da antiga revista Stadium, em seu número de 5 de Setembro de 1951. Em cujo conteúdo se notam curiosidades relacionadas com condicionantes editoriais por esse tempo da política situacionista, em que até as deslocações de clubes precisavam de autorizações superiores. E o mais que se recorda neste registo historiador.


Armando Pinto

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domingo, 4 de setembro de 2016

Outono azulado...


O Outono ainda não chegou, mas em certos aspetos mais parece caminhar na cronologia ambiental para esse tempo mais acabrunhante. Já não bastando o enfraquecimento da vida portuguesa, com as políticas de empobrecimento, mas também agora no desporto e no caso particular dos temas que versam a vida do FC Porto, está a passar-se certo retrocesso, como em tempos de outros senhores, para não dizer da outra senhora... política.

Falar ou ouvir falar, pelo menos como penso e sinto, tal como escrever ou ler sobre o FC Porto, deve ser como música para os ouvidos – sem precisar de letra, ao género de lai, larai, lai… ou então numa língua que se não entenda (para quem não domine essa linguagem estrangeira, por exemplo), interessando o que chega aos sentidos, a melodia e o que o som provoca. Numa ideia que muitas vezes nem convém pensar estar-se muito por dentro de questiúnculas, melhor dizendo a pensar que se sabe e entende mais que o que é, quando por fora não se sabe nada, para se não perder o sentido superior. Tal como na história pátria agora não adianta saber se o primeiro rei de Portugal foi D Afonso Henriques verdadeiro ou um substituto para ter direitos de sangue real e assim os espanhóis nem pensarem se foram levados na conversa da corda ao pescoço do aio paternal, no caso do então jovem fundador da portugalidade…pois valeu que Portugal ficou independente, pelo menos até à entrada na CEE...


Nestes tempos de mundo global, em que uma parte da população se relaciona e convive virtualmente, está a acontecer que aparecem diferentes formas de mentalizações da opinião pública, algo que no caso portista está a desencadear abordagens que nem sempre são de encontro à normalidade. Tal o que acontece com acasos mais ou menos recentes, na transformação de personagens que enquanto estiveram no clube eram alvos a abater e depois passaram a exemplares de miragens. Havendo quem acredite em muita coisa e outros que se deixam influenciar. Cá por mim, pensem outros o que pensarem, só interessa o FC Porto, sem importar inventonas do correio da manha, da bola que é mais bolha, do chamado record que é autêntico rascor, da sport tv que é o que se sabe, mais os canais exclusivos só existentes de dois clubes lisboetas, entre a comunicação rasca e outros meios onde vão andando infiltrados, também. Há que saber separar o trigo do joio!

Nota Bene:
- Esta mensagem particular também é como voz pessoal de associado do FC Porto. Por acaso dum sócio que já recebeu a roseta de prata há muito tempo e daqui a anos pode voltar a receber idêntica, por entretanto e por motivos particulares, como também por alterações das condições dos sócios correspondentes e mais, ter interrompido a associação clubista paga, mas depois retomada... Sendo assim sócio normal atualmente, que não aceita que na maioria dos casos outros afirmem vontades dos sócios que não são na totalidade, ou seja, que outros digam que os sócios esperam mais isto ou aquilo, quando isso pode ser vontade de alguns, mas não no meu caso - que não mandatei ninguém para falar em meu nome e ainda sei pensar por mim. Pois também sou um sócio do FC Porto! 

Armando Pinto

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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Mudança nos comandos do futebol portista: Sai Antero Henrique e entra o Engº Luís Gonçalves.


Comunicado do FC Porto, ao final da tarde de 1 de Setembro:

« Antero José Gomes da Ressurreição Diogo Henrique, por motivos de ordem pessoal e a seu pedido, deixa hoje de desempenhar quaisquer cargos no grupo FC Porto
Compreendendo as razões invocadas para esta decisão não podemos deixar de registar e agradecer todo o trabalho efetuado no grupo FC Porto, com total dedicação e disponibilidade ímpar ao longo dos últimos 26 anos.
No que ao futebol diz respeito será substituído, com efeitos imediatos, por Luís Manuel Beleza Vasconcelos Gonçalves, antigo vice-presidente e sócio número 2287.
Porto, 1 de setembro de 2016
O FC Porto »

Com efeito, por este comunicado, O F.C. Porto oficializou a saída do administrador com a pasta do futebol, "por motivos de ordem pessoal".

"A seu pedido, Antero Henrique deixa hoje de desempenhar quaisquer cargos no grupo F. C. Porto. Compreendendo as razões invocadas para esta decisão não podemos deixar de registar e agradecer todo o trabalho efetuado no grupo FC Porto, com total dedicação e disponibilidade ímpar ao longo dos últimos 26 anos", pode ler-se na nota portista.

"No que ao futebol diz respeito será substituído, com efeitos imediatos, por Luís Manuel Beleza Vasconcelos Gonçalves, antigo vice-presidente e sócio número 2287", acrescenta o comunicado, publicado no site oficial do F. C. Porto e também enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Luís Gonçalves desempenhava, até agora, a função de diretor de "scouting" do Shakhtar Donetsk, na Ucrânia.

= O Engº Luís Gonçalves nas suas funções enquanto diretor da revista Dragões =

Antero Henrique, transmontano, de 48 anos, chegou ao F. C. Porto em 1990, desempenhando inicialmente funções de coordenação na revista Dragões, de onde passou para a assessoria de imprensa, ainda durante a década de 1990. Com a criação da SAD, em 1997, foi o principal responsável pela reestruturação do departamento de Relações Externas, de que era diretor. Em 2005, foi promovido a diretor geral, passando a funcionar como braço direito de Pinto da Costa na gestão da pasta do futebol, com voz ativa, e por vezes decisiva, no que diz respeito a contratações, vendas e dispensas de jogadores. Foi a cara do projeto "Visão 611", que pretendia reforçar a aposta na formação e revolucionar todo o sistema de "scouting" do clube, acumulando títulos atrás de títulos no futebol durante quase uma década, com destaque para o tetracampeonato, conquistado pelos dragões entre 2005/06 e 2008/09, e para a vitória da Liga Europa, em 2010/11. Já este ano, antes de ter sido mais uma vez eleito vice-presidente do clube, na lista liderada por Pinto da Costa, Antero foi de novo promovido, desta vez a administrador da SAD portista, passando a ter o mesmo cargo de Adelino Caldeira, Fernando Gomes e Reinaldo Teles, sempre com a pasta do futebol profissional.

Entendendo as razões, depois de tanta contestação e campanhas, embora sabendo-se que ele é portista, contrariamente ao que certas campanhas transmitiram, está assim dado mais um passo rumo ao futuro. Sem ingratidão, sendo que ele esteve nos tempos recentes de insucessos como esteve antes nas épocas de vitórias, ficamos gratos pelo que de positivo proporcionou no FC Porto e ficamos a desejar que o sucessor tenha um frutuoso trabalho. Admirando o brilho que imprimiu na revista Dragões (quando sucedeu ao primeiro diretor Dr. Monteiro Pinho) e o cunho que deu ao futebol, a pontos de ter sido convidado para um clube estrangeiro, na Ucrânia.


Ora o Engenheiro Luís Gonçalves, depois de haver estado ligado ao futebol juvenil e de permeio ter sido diretor da revista “Dragões de 1986 a 1998, foi diretor e vice-presidente do clube de 1994 a 1997, tendo passado de seguida a diretor da SAD no setor da prospeção e observação de jogadores, até haver recebido convite para exercício correspondente no estrangeiro, pelo Shakhtar Donetsk. Regressando agora, como passa a ser do conhecimento público.


Se Antero Henrique não era muito dado a falar publicamente, pecando por se manter algo silencioso, quando um lugar desses requer muita ação verbal, também – à imagem do que Nuno Pinto da Costa conseguiu fazer como, ao tempo, chefe do Departamento de Futebol do FCP – ficamos esperançosos que o Engº Luís Gonçalves seja mais ativo publicamente, na defesa dos sagrados interesses do FC Porto. 

Felicidades sr. Engº Luís Gonçalves, no novo trabalho em prol do FC Porto!

Armando Pinto

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Completo o plantel do FC Porto para a estação Outono-Inverno, com o mais recente recente reforço - Bolly: bem-vindo, boa sorte!


Fechado o mercado de transferências futebolísticas com prazo findo em Agosto, está completo, dentro do possível, o plantel da equipa principal de futebol do FC Porto. Em situação que, apesar de tudo, mostra que ainda preocupa os adversários, a pontos que agora é referido em certos quadrantes um tal fair play financeiro, coisa que antes nunca vinha à baila, mesmo quando os poderosos de Lisboa estavam de tanga…

Quanto à atual realidade do FC Porto, olhando à formação com que vamos contar para o futuro desta época futebolística de 2016/2017: Poderia ser melhor a situação, se o trabalho visível fosse outro? Há aspetos que não são também de nosso agrado? ...ou gostaríamos que fossem de outra forma e feitio? Com interrogações deixamos algumas conexões de pensamento e alerta, mas com fé que tudo é possível.

O que nos interessa é que o FC Porto vença e para isso os responsáveis do FC Porto têm de estar alertados contra tudo e todos, como se sabe. Apitos e falsos apitos, jogadas de bastidores e conversores... fora dos campos, tem havido e obviamente irá continuar a haver. Resta lutar com todas as forças e na união, sem influências de infiltrados e descontentes.

Por mais que se diga ou escreva, não são os nomes que ganham jogos dentro do campo e campeonatos mas sim o que cada um põe de si no próprio jogo e se dedica a procurar ganhar. O atual plantel do FC Porto, seja ou não à medida dos anseios, deverá sê-lo na amplitude das necessidades, se todos derem o máximo. Assim sendo, quem jogar pelo FC Porto tem de deixar a pele no mesmo encontro. Ser jogador do FC Porto e à Porto é merecer jogar com a camisola azul e branca ou com o símbolo do clube ao peito. E para nós só contam os que temos, os que estão connosco!


Como ponto de vista, no sentido de marcação e pontos de referência, refira-se a situação que passa a ser real, quanto ao que mais nos importa portísticamente:

A partir de 1 de Setembro de 2016 (e até ao mercado de janeiro de 2017, pelo menos):

PLANTEL atual do FC Porto:
1 - Casillas
2 - Maxi Pereira
3 - Sérgio Oliveira
4 - Boly
5 - Marcano
6 - Ruben Neves
7 - Varela
8 - Brahimi
9 - Laurent Depoitre
10- André Silva
11- Adrian Lopez
12- José Sá
13- Alex Telles
15- Evandro
16- Herrera
17- Corona
18- João Teixeira
19- Diogo Jota
20- André André
21- Layún
22- Danilo
24- João Costa
25- Otávio
28- Felipe
30- Oliver Torres
33- Chidozie

EMPRESTADOS:
Fabiano Freitas - Fenerbahce (Turquia)
Ricardo Nunes - Desp. Chaves
Andrés Fernandéz - Villarreal (Espanha)
Ricardo Pereira - Nice (França)
David Bruno - Tondela
Rafa Soares - Rio Ave
José Angel - Villarreal (Espanha)
Igor Lichnovsky - Valladolid (Espanha)
Abdoulaye Ba - Alanyaspor (Turquia)
Vitor Garcia - Nacional da Madeira
Martins Indi - Stoke City (Inglaterra)
Diego Reyes - Espanhol (Espanha)
Kayembé - Belenenses
Tiago Rodrigues - Nacional da Madeira
Leandro Silva - Paços de Ferreira
Josué - Galatasaray (Turquia)
Pité - Tondela
Mikel - Setúbal
Chidera Ezeh - Portimonense
Fidelis Irhene - Portimonense
Kelvin - São Paulo (Brasil)
Sami - Akhisar (Turquia)
Mauro Caballero - Olimpia (Paraguay)
Gleison - Paços de Ferreira
Ivo Rodrigues - Paços de Ferreira
Zé Manel - Setúbal
Marega - Guimarães
Suk - Trabzonspor (Turquia)
Aboubakar -Besiktas (Turquia)
Hernâni - Guimarães
Gonçalo Paciência - Olympiakos (Grécia)
Ghilas - Gaziantepspor (Turquia)
Bueno - Granada (Espanha)
Bolat - Nacional da Madeira

VENDAS:
Maicon - São Paulo (Brasil) / por 8 milhões
Licá - Nottingham Forest (Inglaterra) / por 375 mil €

DUVIDAS:
Quintero (diz-se preferir o mercado sul-americano, ficando à espera…)
Helton (pediu rescisão do contrato, entretanto)
Kadú
 ...

ARMANDO PINTO

(apenas assinatura… e assim obviamente sem pertencer ao plantel, mas Portista !)

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domingo, 28 de agosto de 2016

Tempo a voltar para trás: FC Porto só conseguindo vencer quando e onde não há árbitros - Vitória em ciclismo e derrota num futebol de golos com mãos…!


Com efeito, o ciclista Rui Vinhas, da W52-FC Porto-Porto Canal, ganhou este domingo último de Agosto o Circuito Ribeiro da Silva, prova disputada em Lordelo, Paredes, terra natal do patrono da corrida. Tendo o recente vencedor da Volta a Portugal sido também vencedor aplaudido da festa de 49 quilómetros em honra daquele antigo ciclista titular de duas Voltas a Portugal.


Rui Vinhas cortou a meta com o tempo gasto de 1h 12m e 58s, ou seja 3 segundos antes do 2º classificado, João Benta, do Louletano-Hospital de Loulé; enquanto o 3º, a 26 segundos, foi o melhor sub-23 da corrida, Luís Gomes da Liberty Seguros/Carglass. A equipa W52-FC Porto-Porto Canal impôs-se também por equipas.

O Circuito Ribeiro da Silva encerrou a época de circuitos pós-Volta a Portugal, fechando a época desportiva para a maior parte do pelotão profissional português (ficando em aberto o chamado Campeonato de Rampa e um festival de pista em Tavira, até à participação nos Mundiais, para os que forem até ao Catar).


Enquanto isso, em futebol, o FC Porto saiu derrotado do primeiro clássico português disputado esta época, perdendo por 2-1 no estádio do Sporting, mediante dois golos obtidos de forma irregular pela equipa sportinguista. Isso perante mais uma arbitragem que continua na senda do retorno a tempos antigos, quando o FC Porto era sistematicamente prejudicado, mesmo roubado aos olhos do público - apenas que então não havia os meios que há hoje para se ver…

= Cotovelada de Coates em André Silva não assinalada. Na sequência do lance o árbitro assinala a falta de que resulta o primeiro golo do Sporting… depois até obtido com ajuda duma das mãos…

Ora, sabendo-se como antigamente o Benfica era favorecido no futebol, havendo quase um acordo vigente no sistema BSB (segundo transparecia na opinião pública) que deixava o Belenenses meter um ou dois jogadores nas seleções, como aconteceu no Mundial de 1966 e sobremaneira levava ao clube do regime deixar o rival Sporting contentar-se em ganhar um campeonato entre três que iam para antigo estádio da Luz, restando então ao FC Porto ficar na penumbra, normalmente “gamado”, era pois o ciclismo, onde não havia árbitros e contavam mais os músculos das pernas e cabeça de discernimento, para dar outro ar ao panorama do bem estar desportivo, quanto às gentes do Norte com paixão pelo maior símbolo desportivo com a cor espiritual do céu.. E agora parece estar a acontecer o mesmo, voltando o tempo para trás. Unicamente que se antes, em tempos do Estado Novo, não se podia levantar a voz contra o sistema, hoje não deve continuar a ser assim. A Direção do FC Porto tem de também regressar aos tempos em que Pedroto e Pinto da Costa ergueram a cabeça e se souberam fazer impor. Não com provocações internas, por haver entre a massa apoiante quem se importe com o chamado ADN Portista, tal o caso de se jogar em casa de adversários com cores diferentes das identificativas do clube… Mas sim com o coração portista de Porto Sentido, a lutarem contra os adamastores do desporto português!


Eis, numa resenha dos lances principais, algo como isto:
1 - No lance anterior ao golo do Sporting, houve agressão de Coates a André Silva; 2 - Primeiro golo do Sporting irregular (as imagens confirmam); 3 - Segundo golo irregular (idem); 4 - Agressão de Slimani a Layun;  5 - Falta feia de William sobre jogador do FC Porto, que daria segundo amarelo e expulsão…  6 - Agressão de João Pereira a Otávio.

- E a Direção do FC Porto fica a comentar só para dentro? Já se sabe que a comunicação social faz mais uma lavagem e os órgãos do poder assobiam para o lado…

É pena ser só no ciclismo que o corpo e a mente sã vençam só por si, sem influências de arbitragens…

Claro que, em futebol jogado, na própria equipa portista há casos a rever, de futebolistas que não têm lugar numa equipa com aspirações como a do FC Porto e alguns assuntos ainda pendentes... Mas se a arbitragem fosse imparcial o poder de fogo atual dava e sobrava para o que se viu.

Armando Pinto

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