Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

W52-FC PORTO-PORTO CANAL É A EQUIPA DO ANO 2016, do ciclismo português, nas pontuações coletiva e individual.


W52-FC PORTO-PORTO CANAL É A EQUIPA DO ANO 2016. Vitória do FC Porto coletivamente e também na parte individual através da maior pontuação de Rafael Reis!

(Informação Oficial APCP-Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais - 06 / Outubro / 2016)

O FC PORTO É A EQUIPA DO ANO 2016 no plano coletivo. Efetivamente, a W52-FC Porto, esquadra do vencedor da Volta a Portugal, Rui Vinhas, dominou a temporada com 16 triunfos no colectivo das provas nacionais, assegurando com 2.854 pontos a vitória do Ranking APCP Equipa do Ano 2016, diante da Efapel com 1.849 e Louletano-Hospital de Loulé com 1.125 pontos.

EQUIPA DO ANO: 

1ª W52-FC Porto - 2854
2ª Efapel 1849
3ª Louletano-Hospital de Loulé 1125
4ª Sporting CP-Tavira 1032
5ª LA Alumínios-Antarte 1030
6ª Rádio Popular-Boavista 1030
7ª Liberty Seguros-Carglass 326
8ª Sicasal-Constantinos-Udo 258
9ª Anicolor 126
10ª Moreira Congelados-Feira-Bicicletas Andrade 15
11ª GoldWin-Team José Maria Nicolau 9

Enquanto a nível individual Rafael Reis é o CICLISTA DO ANO 2016.


Com efeito, Rafael Reis (W52-FC Porto) é o grande vencedor do Ranking APCP Ciclista do Ano 2016, totalizando 732 pontos. Com a mesma pontuação, Joni Brandão (Efapel) terminou no 2º lugar por deter um menor número de vitórias, primeiro critério de desempate. Gustavo Veloso (W52-FC Porto) fechou a temporada no 3º lugar com 726 pontos.

Na liderança da tabela nacional desde Abril, o ciclista português Rafael Reis protagonizou uma temporada de grande consistência obtendo 8 vitórias, 12 pódios e 24 lugares no Top 10 das competições nacionais. Esta regularidade no topo das classificações garantiu-lhe a vitória do Ranking Ciclista do Ano 2016, destacando-se a conquista da Clássica de Amarante, primeira corrida oficial da época, Volta à Bairrada e Grande Prémio Jornal de Notícias. Entre as 5 etapas ganhas assinala-se o prólogo da Volta a Portugal e entre os pódios alcançados destaca-se a medalha de bronze no Campeonato Nacional de Contra-relógio.

CICLISTA DO ANO: Época 2016
1º Rafael Reis (Por) W52-FC Porto - 732
2º Joni Brandão (Por) Efapel 732
3º Gustavo Veloso (Esp) W52-FC Porto - 726
4º Raúl Alarcón (Esp) W52-FC Porto - 666
5º Vicente de Mateos (Esp) Louletano-Hospital de Loulé 640
6º Amaro Antunes (Por) LA Alumínios-Antarte 461
7º Daniel Mestre (Por) Efapel 456
8º Daniel Silva (Por) Rádio Popular-Boavista 422
9º Rui Vinhas (Por) W52-FC Porto - 409
10º Rinaldo Nocentini (Ita) Sporting CP-Tavira 389
11º José Gonçalves (Por) Caja Rural-Seguros RGA 368
12º João Benta (Por) Louletano-Hospital de Loulé 332
13º António Carvalho (Por) W52-FC Porto - 316
14º Samuel Caldeira (Por) W52-FC Porto - 316
15º Juan Ignacio Perez (Esp) W52-FC Porto - 303
16º Henrique Casimiro (Por) Efapel 296
17º César Fonte (Por) Rádio Popular-Boavista 283
18º Luís Mendonça (Por) Sicasal-Constantinos-Udo 263
19º Nelson Oliveira (Por) Movistar Team 260
20º Jesús Ezquerra (Esp) Sporting CP-Tavira 244

Nota Bene: Agora fica-se com água na boca para a próxima temporada, desejando-se a continuidade desta boa fase a andar sobre rodas…

- Enquanto isso, está para ser publicado aqui um artigo sobre um dos bons ciclistas históricos do FC Porto, um dos nossos ídolos de outros tempos. Trabalho que ainda não foi acabado, como merece, porque de permeio tem havido outros bons motivos, como se vê, por via de serem intercaladas publicações de atualidade. O que está a originar que deixemos um bom naco de memórias para apresigar melhor, como é costume dizer-se por estas bandas do interior nortenho quando se deixa algo bom para depois.

Armando Pinto

terça-feira, 4 de outubro de 2016

S. Francisco de Assis: Tema de página cultural portista, in O Porto…!


Neste dia 4 de outubro, dia de São Francisco de Assis, como é dedicado pela Igreja no calendário litúrgico ao santo dos estigmas sagrados, vem a talhe lembrar uma crónica feita há muitos anos, numa evocação especial escrita nos primeiros tempos de colaboração do autor n’ O Porto, ao tempo órgão oficial do FC Porto. Tendo então, através desse artigo, correspondido a apelo do diretor do mesmo, o antigo presidente Dr. Paulo Pombo, que estava a dar um rumo também cultural ao jornal do clube.

Assim, recordamos agora, por meio de recortes desse texto inserto em O Porto, corria o ano de 1975, o artigo de fundo histórico-cultural que dedicamos ao fundador da Ordem Franciscana e patrono dos Frades Capuchinhos. Santo que nos é muito querido, por assim dizer, sendo um dos mais admirados, com uma aura especial na simpatia de devoção pessoal, também.


ARMANDO PINTO

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domingo, 2 de outubro de 2016

O "Baliza de Prata" Américo, a propósito duma efeméride


Numa das lembranças que de vez em quando calham na pertinência de efemérides, vem a propósito recordar que vai para meio século que no século passado se deu uma dessas ocorrências dignas de memoração.

Então, «a 2 de outubro de 1968, o FC Porto resolveu a seu favor uma eliminatória europeia muito difícil com o Cardiff. Depois de um prometedor 2-2 na primeira mão, no País de Gales, com um bis de Custódio Pinto, os Dragões confirmavam a passagem ao vencer por 2-1, novamente com Custódio Pinto a marcar o golo da vitória. O herói seria, no entanto, o guarda-redes Américo, ao defender um penalti ....» aos 88 minutos de jogo, prestes a findar. Em lance que se a bola tivesse entrado na baliza levaria a prolongamento, nessa eliminatória em que assim o FC Porto seguiu em frente na edição da então existente Taça das Taças, à época.

Nesse jogo, que o FC Porto venceu por 2-1 com golos de Pavão (1-0, aos 9 minutos), John Toshack (1-1, 51 m) e Custódio Pinto (2-1, 76 m), o FC Porto apresentou a seguinte constituição:  Americo, Valdemar, Bernardo da Velha, Atraca, Sucena, Pavão (aos 60 minutos substituído por Rolando), Lisboa, Eduardo Gomes, Custódio Pinto, Djalma (subst. aos 80' por Malagueta) e Nóbrega.
               
A propósito desse penalti, na altura chutado por Toschak e que Américo com grande concentração e classe conseguiu defender, levando o público das Antas a delirar em tal bela noite europeia, dá para se recordar o facto de o mesmo grande guarda-redes portista ter sido considerado um dos melhores guarda-redes que Di Stefano viu durante a sua assinalável carreira, como relembramos por um recorte jornalístico de tão interessante notícia desses tempos – e que ainda recentemente, aquando da vinda de Casillas para o FC Porto, levou um grupo de jornalistas espanhois, presentes no Porto à apresentação oficial do referido guardião recordista espanhol, a perguntarem pelo famoso guarda-redes Américo que Di Stefano tanto elogiou.


Armando Pinto
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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Às Voltas da história: A propósito da história de José Maria…


Relembra hoje a página comunicativa do FC Porto, através da missiva Dragões Diário desta sexta-feira última do presente setembro de evidente verão tardio, que efetivamente faz anos que neste dia se deu a estreia de José Maria com a camisola do FC Porto. 

Pois, «foi a 30 de setembro de 1949, que José Maria ingressou no FC Porto. O avançado esteve ao serviço do FC Porto oito épocas, tendo marcado 78 golos com a camisola azul e branca, entre eles o primeiro do nosso clube nas competições europeias, e conquistado a primeira dobradinha, em 1955/56.»


O facto dá azo a relembrar algo mais e ao mesmo tempo evocarmos algum do Portismo que sempre correu nas veias ao longo dos tempos. Tal o caso disso nos fazer lembrar um antigo portista a quem esse antigo avançado José Maria marcou mais que os golos que havia obtido ao serviço do FC Porto.

= José Maria na equipa do FC Porto (estando, no estilo clássico de fotos das equipas) de pé e da esquerda para a direita - Pinho, Virgílio, Porcel, Osvaldo, Vale, Eleutério e Barrigana; e em primeiro plano - Carlos Duarte, Pedroto, Hernâni, Perdigão e José Maria. =

Com efeito (passando a descrever na primeira pessoa para facilitar a narrativa) tive a felicidade de em pequeno, catraio ainda de escola, ter convivido em acompanhamento clubista com um tio que era um apaixonado portista. Um tio que nunca chegou a ver ao vivo o FC Porto no estádio das Antas, além de ouvir pelos relatos radiofónicos, a não ser num jogo particular acontecido em Felgueiras (quando a equipa do FC Porto andava a fazer jogos particulares pela província em eventos de angariação de receitas para o pagamento da construção do então novo estádio das Antas), pois naquele tempo a distância de coisa de sessenta quilómetros para o Porto cidade representava tormentas várias, além das possibilidades económicas dum trabalhador assalariado desses tempos dos anos cinquenta e sessentas, etc. e tal…

= Célebre linha avançada da equipa do FC Porto (em dia dum Porto-Benfica), contando, a partir da esquerda, com José Maria, José Pedroto, Monteiro da Costa, António Teixeira e Barros. =

Ora esse meu tio, o meu Tio Zé Moreira, ficou muito triste quando o José Maria trocou o FC Porto pelo Benfica, como ele dizia, tendo ingressado no clube rival lisboeta. Algo que ele, o meu tio, jamais esqueceu, até porque, como dizia também, isso fez com que diversos seus amigos adeptos desta região sousã tivessem começado nesses dias a simpatizar com os mouros vermelhos.

 

Aproveito agora o facto, então, para assim fazer uma homenagem a esse meu tio, portista da velha guarda, cujo Portismo ajudou muito ao Portismo que vem desses tempos. Relembrando essa ocorrência, que teve algum lenitivo naquele meu tio pela passagem do Zé Maria por Lisboa não ter tido sucesso e um ano volvido ter acabado enfim por rumar ao Braga. Como exemplo que qualquer história pode estar algo esquecida, mas será sempre lembrada.

E o FC Porto permanecerá sempre na memória pelos confins dos tempos.

Armando Pinto

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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Bolar de lembrança ao Voleibol portista


Como o ecletismo do FC Porto foi já orgulho dos portistas seguidores da vida da coletividade azul e branca e dando vez às modalidades com certo historial na vida gloriosa do FC Porto, retomamos aqui atenções às modalidades de pavilhão para lembrar o Voleibol, desporto que no ambiente portista deteve rica tradição, até haver deixado de ter lugar. Uma modalidade a que ficaram ligados tantos e bons valores, desde os antigos e dedicados timoneiros e atletas carolas, Fernando Castro, Aguiar, Pinol, Oliveira, Eduardo Almeida, Noronha Feio, até ao Professor Manuel Puga, Vilarinho, Salvador, Mota Freitas, Martins, Franqueira, Rui Faria, Silvio, Matos, Azevedo, Dória, Dr. Nelson Puga, atual médico do futebol profissional, e José Moreira, pai do atual andebolista Moreira, etc. Para só referir alguns dos muitos nomes que fizeram história na modalidade da rede ao meio, do FC Porto.

Entretanto deixou de existir no FC Porto, infelizmente, tal modalidade aqui e agora em apreço. Ficando no esquecimento clubista e consequentemente deixando de ter atenção dos adeptos portistas, na generalidade, a pontos que hoje em dia nem conhecemos bem as regras, de permeio alteradas, segundo nos apercebemos (falando em nome pessoal, pelo que vi numa recente transmissão, em que os pontos já não eram conquistados só após duas jogadas ganhas, como antigamente). Até que recentemente uma reportagem jornalística avivou memórias e anseios – como recordamos agora, transpondo para aqui recortes da mesma crónica que foi publicada há meses no jornal O Jogo.

Renasce assim alguma esperança no regresso também desta modalidade ao mundo portista, na certeza, porém, que seja com horizontes fortalecidos, sabendo-se que tudo o que possa existir no FC Porto tem de ser com estatuto vitorioso, através de meios que possibilitem competição à medida da grandiosidade do nosso clube. 


Aproveitamos o lance para evocar algo ainda do historial da modalidade, colocando uma retrospetiva de dados conforme ficou publicado no Anuário de 2004 do livro O Dragão no Mundo, editado pelo Conselho das Delegações e Filiais do FC Porto.


Não sabemos em que posição do campo vai esse possível jogo futuro, mas trazemos o caso para qualquer eventual possibilidade poder ser avivada, fazendo assim o nosso bolar, de bola de saída, ou volar de serviço ao vólei, como lembrança de manchete, passe e ataque – na esperança que aos poucos o FC Porto vá recuperando mais antigas valências, de fazer das tripas coração para engrandecimento do FC Porto. Quando com essas existências de amor à camisola havia mais carisma e mística nas diversas vertentes de Portismo, qual fé, como poetou Pedro Homem de Melo, de que andam nossas almas cheias.

Armando Pinto

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sábado, 24 de setembro de 2016

FC Porto conquista a Supertaça António Livramento, Super Nacional de Hóquei em Patins 2016!


"FC Porto Fidelidade" de grande nível levou a melhor sobre o Benfica (por 13-7), em hóquei patinado, na Mealhada.


Num emocionante jogo de hóquei, o FC Porto derrotou o Benfica concludentemente. Numa grande, mesmo grandíssima vitória em tal prova que opôs as duas  melhores equipas da época passada. Depois da temporada finda ter terminado com vitória do FC Porto na final da Taça de Portugal, esta agora iniciada oficialmente começa também com outra vitória do FC Porto diante do mesmo finalista, desta vez para a Supertaça Nacional, presentemente chamada António Livramento – em homenagem a esse que foi um grande hoquista do Benfica e Sporting, como sobretudo da seleção nacional; e como treinador foi campeão pela última vez quando estava ao comando da equipa principal portista, tendo falecido como treinador do FC Porto. 


Assim o FC Porto conquistou este sábado último de setembro a nossa 20.ª Supertaça António Livramento. Colhida que fica mais uma taça, em tempo de vindimas. Vencida em zona de espumante, na 34ª edição da prova.

Hélder Nunes e seus colegas levantaram a taça, que presentemente tem outra imagem, com a cara de António Livramento sobre outros motivos hoquistas, após grande exibição de todo o conjunto, notando-se o trabalho de Guillem Cabestany Vives, mais um treinador vitorioso que começa a juntar uma assinalável folha de serviço com o emblema do FC Porto ao peito. E vencemos os do clube rival vermelho, novamente. Em mais uma que eles levaram e têm que contar… !


Com efeito, o FC Porto Fidelidade venceu este sábado o Benfica (13-7), no Pavilhão Municipal da Mealhada, conquistando assim a 20.ª Supertaça de hóquei em patins da sua história, competição na qual é, de muito longe, o clube mais titulado em Portugal. Num jogo cheio de história e de golos, os Dragões mostraram ser mais fortes e ergueram justamente o troféu.


O clássico que abriu oficialmente a temporada em Portugal começou de forma verdadeiramente frenética, muito por culpa do FC Porto, que demorou apenas dez segundos a inaugurar o marcador, por intermédio de Reinaldo Garcia. A entrada fulgurante dos Dragões conheceu mais dois capítulos quase consecutivos, primeiro por Gonçalo Alves, de grande penalidade (aos 4 m), e logo a seguir por Hélder Nunes, numa stickada fulminante de fora da área (5 m). O Benfica reduziu distâncias segundos depois, por João Rodrigues (5m), mas a noite estava destinada a ser azul e branca.


Hélder Nunes bisou de livre direto (13m) e Vítor Hugo, servido por Rafa, aumentou para 5-1 antes de Miguel Rocha surpreender Nélson Filipe no mesmo minuto (16). Pouco depois, em grande jogada individual, Rafa fez o sexto dos Dragões (18m) e o cenário de goleada começou a ganhar contornos mais claros com o bis de Reinaldo Garcia (22m), que estabeleceu o 7-2 favorável aos azuis e brancos registado ao intervalo. Um score que espelhava fielmente a supremacia portista ao longo dos primeiros 25 minutos.


O reatamento mostrou uma face completamente diferente do clássico e o Benfica surgiu transfigurado, tal como o FC Porto, mas para pior. Num espaço de apenas oito minutos, os lisboetas reduziram de 7-2 para 7-6 e reentraram na discussão pela conquista do troféu, mas os Dragões reergueram-se e responderam a dobrar: hat-trick de Hélder Nunes (35m) e bis de Gonçalo Alves (36m) para o 9-6, reduzido instantes depois para 9-7 por Carlos Nicolia. Na sequência de um contra-ataque, Hélder Nunes surgiu isolado na cara de Diogo Almeida e fez o póquer com um remate por entre as pernas, um movimento pleno de classe e talento, ao alcance de muito poucos (39m).



Não querendo ficar atrás do companheiro de equipa, Reinaldo Garcia também assinou um póquer e aumentou para 12-7 a pouco mais de sete minutos do fim, abrindo excelentes perspetivas para o sucesso azul e branco na Mealhada, que se viria a confirmar com o final do encontro, mas não sem antes Vítor Hugo bisar de livre direto (47m). O resultado não sofreu mais alterações e a Supertaça António Livramento viajou com o FC Porto Fidelidade para a Invicta, pela 20.ª vez em 34 edições e depois de um dos clássicos com mais golos de que há memória.

FICHA DE JOGO

BENFICA-FC PORTO FIDELIDADE, 7-13
Supertaça António Livramento

24 de setembro de 2016
Pavilhão Municipal da Mealhada

Árbitros: Luís Peixoto (Lisboa) e Joaquim Pinto (Porto)

BENFICA: Guillem Trabal (g.r.); Valter Neves (cap.), Diogo Rafael, Carlos Nicolia e João Rodrigues
Jogaram ainda: Diogo Almeida (g.r.), Jordi Adroher, Tiago Rafael e Miguel Rocha
Treinador: Pedro Nunes

FC PORTO FIDELIDADE: Nélson Filipe (g.r.), Reinaldo Garcia, Hélder Nunes (cap.), Gonçalo Alves e Rafa
Jogaram ainda: Jorge Silva, Vítor Hugo, Ton Baliu e Telmo Pinto
Treinador: Guillem Cabestany


Ao intervalo: 2-7
Marcadores: Reinaldo Garcia (1m, 22m, 41m, 43m), Gonçalo Alves (4m, 36m), Hélder Nunes (5m, 13m, 35m, 39m), João Rodrigues (5m, 26m). Vítor Hugo (16m, 47m), Miguel Rocha (16m, 33m), Rafa (18m), Carlos Nicolia (27m, 30m, 36m)
Disciplina: cartão azul a Hélder Nunes (26m) e Diogo Rafael (47m)


Assim sendo, em conclusão e como moral da história, mesmo com a arbitragem contra o FC Porto, o FC Porto conseguiu superar tudo o que lhe apareceu à frente, no rinque! E esta Supertaça é nossa!!!


Armando Pinto
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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

FC Porto conquista a Taça Ibérica de Basquetebol


O FC Porto conquistou esta terça-feira, dia 20 de setembro de 2016, a Taça Ibérica de Basquetebol, diante do Cáceres, após ter jogado a segunda mão em Espanha, onde conseguiu manter vantagem derivado ao resultado da primeira mão, do jogo disputado anteriormente no Porto. Tendo no segundo jogo o resultado sido favorável ao Cáceres por 86-76, cujo desfecho deu supremacia final ao FC Porto pela diferença ao resultado dos 92-74 do Porto. Ganhando assim o FC Porto por 8 pontos.

Sem que este triunfo seja algo muito importante, mesmo porque o Cáceres não é de primeiro plano do basquetebol do país vizinho, e contando então mais como preparação para a nova época, é contudo de assinalar.

Sabendo-se que o FC Porto na época passada conseguiu recuperar o título de Campeão Nacional de basquete e esperando-se que na próxima temporada seja mantido o nível a que o clube faz jus, tal facto é propício a fazer recordar outros tempos, como quando ainda havia disputa do campeonato regional, a nível associativo. Conforme se relembra no caso do Campeonato Regional ganho em Janeiro de 1970, tal como se pode ver pela imagem dos campeões portuenses desse tempo em que no FC Porto pontificava um célebre americano, ao tempo importante no desenvolvimento da modalidade no clube, chamado Jeffrey – nome que este ano volta a evoluir no escalão principal do FC Porto, com o Jeffrey Xavier, também de origem dos Estados Unidos da América mas naturalizado por Cabo Verde, de onde seus pais são naturais – o Jef Xavier, como é mais conhecido, internacional cabo-verdiano que vem rotulado de bom valor do basquetebol espanhol.

Armando Pinto

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