segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Haja paciência… e coerência! Não recado, mas constatação aos anti-Porto e a Portistas mais descontentes ou menos pacientes!!!


No sábado o FC Porto, no jogo em que esteve em campo a equipa principal de futebol portista, fez uma exibição plena de golos obtidos, com conta e medida, marcando quatro, contra dois sofridos. Ou seja, ganhou, que é o que interessa e marcou golos suficientes… mas apareceram logo comentadores da comunicação social a dizer, escrever e contar que marcou quase tantos golos como as oportunidades criadas (embora esquecendo a bola enviada à barra pelo Jota e mais um ou outro lance)…  enquanto antes, nalguns dos jogos anteriores, quando o Porto não conseguiu vencer, apesar de ter havido diversas oportunidades de golo em jogadas criadas, disseram que faltou eficácia…

Sábado passado também, sim este do meio deste mês, quando o FC Porto sofre o primeiro golo do Rio Ave, apareceram alguns infiltrados, daqueles que se querem fazer passar por portistas, mas sabemos não ser (como um que eu conheço como benfiquista daqueles que é como os touros que só vêm vermelho à frente!), e, quais aves agourentas, desataram a culpar o Casillas nas redes sociais, e de seguida não faltaram portistas, dos que pensamos que sejam mesmo, a ir na onda… E refiro apenas a rede social do facebook, por ser a única que sigo de modo mais atento (mas mais valerá deixar de seguir tanto em certas ocasiões, quando os aziados aparecem, pois noutras alturas perdem a ligação…), tal como nem vale a pena mencionar canais televisivos, por exemplo. Quão, pelo contrário, se esquecem de louvar o guarda-redes do Porto quando Iker Casillas salva a situação com defesas arrojadas e valorosas, em lances de possíveis golos. Além que no remate do jogo de sábado o facto da bola ter ressaltado no poste o impediu de safar aquilo de melhor forma - mas sem culpas, é preciso dizer, a bem da verdade.

No mesmo jogo, ainda, quando no primeiro golo do FC Porto, a bola aparece a beijar as redes pelo lado de dentro, ficavam logo uns tantos atentos às imagens, a ver se descortinavam alguma coisa, e, eis que vendo que o homem da camisola à Porto tinha meia cabeça à frente dos outros, toca de berrarem que o golo era ilegal… quando em cerca de 19 penaltis antes acontecidos nos jogos anteriores tiveram dúvidas ou nem viram, nos foras de jogo mal assinalados não estavam a ver o jogo de frente, mas talvez a conversar com alguém ao lado… Ah, e no mesmo jogo deste passado sábado não lembram o fora de jogo mal assinalado que cortou uma jogada que podia dar golo a favor do FC Porto.

Enquanto isso, portistas houve que no decorrer do jogo iam na onda, mais uma vez. Não na mexicana dos estádios, mas na de maldizer, só por dizer, embora também possivelmente a desabafar, mas não só.

Hoje, já em plena segunda-feira, o FC Porto contrata o Tiquinho Soares, que ainda no dia anterior, domingo, marcou um dos golos com que o Guimarães derrotou o seu rival Braga. E na primeira volta do Campeonato apontou sete golos, mesmo sem ter sido avançado principal em diversos jogos. Mas sendo um avançado de que até agora, sobre ele, só se ouvia e lia boas indicações… Ora, ele assina pelo Porto e não falta quem já venha apontar defeitos e levantar questões. O homem ainda nem entrou em campo com a camisola azul e branca e já parece que perdeu qualidades e deve ter havido alteração na situação de antes haver poucas alternativas no ataque…

Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. E quem gosta do FC Porto tem de saber distinguir o trigo do joio. Não falta quem pretenda fazer mal ao clube, que não sejam ao menos os que gostam do clube. Já é antigo o “slogan” verdadeiramente atual: - O FC Porto ama-se ou deixa-se.

Sabe-se que há portistas que estarão descontes com alguma coisa, talvez por uma situação ou outra acontecida ou não atendida, mas não se pode misturar leite com água, para não se criar nata esfarrapada. Nada pode agradar a todos e os homens passam e o clube fica. O FC Porto tem de estar acima de tudo e todos.

Armando Pinto

sábado, 21 de janeiro de 2017

Camisolas lindas do atraente novo equipamento do Ciclismo do FC Porto, na apresentação da Equipa W52-FC Porto-Mestre da Cor


A nossa equipa de ciclismo foi hoje apresentada no Estádio do Dragão. Com pública promessa de todos os elementos que vão retribuir o nosso apoio nesta nova época.


Foi assim, de modo agradável, dado a conhecer publicamente a nova camisola, na linha da camisola histórica, mesmo. Pessoalmente gostei de ver o equipamento para a nova época e como tal dou os meus… Parabéns.


Gosto desta camisola, e este padrão é lindo. À Porto!


Não resisto a partilhar desde já e, assim, registar memorialmente neste espaço.


- Vamos, força campeões, a mais uma grande temporada!

Armando Pinto

Obs.: o "Site" / Página oficial informática do FC Porto, acrescenta

- «DRAGÃO SAUDOU VERSÃO 2017 DA EQUIPA DE CICLISMO: W52-FC Porto-Mestre da Cor mostrou-se aos adeptos no intervalo do FC Porto-Rio Ave

Os 14 ciclistas que compõem a equipa W52-FC Porto-Mestre da Cor foram esta tarde apresentados aos sócios e adeptos portistas, numa cerimónia que decorreu no Estádio do Dragão durante o intervalo do jogo entre o FC Porto e o Rio Ave, relativo à 18.ª jornada da Liga NOS. Após um regresso muito feliz ao ciclismo em 2016, que teve como ponto alto o absoluto domínio e a conquista da Volta a Portugal 34 anos depois, os Dragões partem para 2017 com redobrada confiança e com iguais expectativas de vitórias.

Face a 2016, a formação liderada por Nuno Ribeiro sofreu algumas alterações, mas talvez a mais significativa seja mesmo o “naming”. À parceria com a W52 junta-se em 2017 a Mestre da Cor, compondo assim a W52-FC Porto-Mestre da Cor. No que respeita a corredores a grande base de equipa mantêm-se, continuando Gustavo Veloso como chefe de fila ao lado de figuras como Rui Vinhas, António Carvalho ou Ricardo Mestre. De saídas, o único nome a assinalar é o de Rafael Reis.

Assim, a equipa portista para 2017 é composta por: Gustavo Veloso, Rui Vinhas, Ricardo Mestre, António Carvalho, Ángel Sanchez Rebollido, Amaro Antunes, Daniel Freitas, Jacobo Ucha, João Rodrigues, Joaquim Silva, Juan Ignacio Pérez, Raúl Alarcón, Samuel Caldeira e Tiago Ferreira.»

(Nota Bene: Fotos da página oficial do FC Porto e mais da página Facebook da equipa W52 FC Porto Mundo da Cor.
A.P.)
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Luís Ferreira Alves: Outro Presidente Portista ligado à realização do antigo sonho do Estádio do FC Porto…


Luís Ferreira Alves tomou posse como Presidente do FC Porto a 21 de janeiro de 1944, quatro meses depois das eleições respetivas.

Ferreira Alves entrou para a frente dos destinos do clube quando já haviam sido adquiridos terrenos para o estádio (conforme se dá nota por um trecho da História do FC Porto, da autoria de Rodrigues Teles), mas sem o processo ter avançado conforme era desejado, a pontos que o terreno comprado da Vilarinha nem foi onde acabou por ser edificado o estádio, como se sabe, servindo porém para transação posterior na compra do sítio das Antas.


Ferreira Alves, como era mais conhecido popularmente em seu tempo, nos meios desportivos, fez um périplo pela Europa e América do Sul para captação de fundos junto das comunidades emigrantes antes de assumir a presidência do clube azul e branco e quando regressou tinha o dinheiro necessário para tornar realidade o sonho de construção do Estádio as Antas – mesmo assim ainda seria preciso esperar oito longos anos para o clube ter casa nova. O primeiro Estádio do FC Porto, como aliás sempre foi oficialmente chamado o até 2003 reduto desportivo do clube, mais conhecido como estádio das Antas, que substituiu em 1952 o velhinho Campo da Constituição… e em 2003/04 foi revezado pelo atual estádio “Fortaleza” do Dragão.

Como ilustração de mais este Ilustre Nome Histórico do FC Porto, respigamos da História do Futebol Clube do Porto, escrita por Rodrigues Teles na década de cinquenta, o que testemunhou o pioneiro historiador do FC Porto.


Armando Pinto
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Marca de Soares dos Reis no início do Campeonato Nacional, em 1935


Faz neste dia 82 anos que o torneio principal de futebol português começou a ser disputado como campeonato, então com o nome de Campeonato da I Liga (antecedendo o nome de Campeonato Nacional, considerado contudo a mesma competição, que passaria a vigorar com a denominação de Nacional a partir de 1938). Prova essa, da Primeira Divisão Portuguesa, que teve então início na época desportiva de 1934/35, mas iniciada já em Janeiro de 1935, em substituição do anterior Campeonato de Portugal (que por ser disputado em eliminatórias, é considerado antecessor da Taça de Portugal). Coisas de nomes, assim como agora o campeonato já  é outra vez Liga, mas continua a ter sequência numérica do Nacional da 1ª Divisão do tempo do sistema BSB…

Ora o Campeonato Nacional, sendo uma competição que, além de grandes jogadores de campo, como Pinga, por exemplo, inscreveu vários nomes que honraram as balizas dos seus clubes, teve no seu início uma marca inicial bem vincada dum guarda-redes desse tempo, com o primeiro número 1 a defender um penalti. Foi Manuel Soares dos Reis, nascido a 11 de Março de 1910 (e estreado no mesmo dia, 24 anos depois, pela Seleção Portuguesa), o qual foi o autor da primeira detenção da marca da grande penalidade em jogo que o FC Porto empatou 1-1 em Lisboa com o Belenenses, a 20 de Janeiro de 1935.


Campeonato esse em que também houve marca final Portista. Pois, tal como no Campeonato de Portugal, o FC Porto foi o primeiro clube a inscrever o nome como vencedor, sendo assim Campeão Nacional  da 1ª Liga de 1935.


Soares dos Reis continuaria a notabilizar-se na baliza do FC Porto por mais algumas temporadas, depois de ter começado a deixar a sua marca ao serviço do clube de Belém, ironicamente a equipa contra o qual deteve o remate de Bernardo, que tinha partilhado consigo o balneário.

Foi dele a frase sábia: “O lugar de guarda-redes foi sempre ingrato. Depois dele, só há a baliza, o golo.”

Pois Soares dos Reis, que fez história na baliza do FC Porto e da seleção portuguesa, além de ter sido mais tarde dirigente do FC Porto, foi também o primeiro guarda-redes internacional do FC Porto e deu início a uma dinastia de guarda-redes que vestiram a camisola do FC Porto. Seguindo suas pisadas Soares dos Reis II, seu irmão, mais novo seis anos e que antecedeu na baliza portista o “Mãos de ferro” Barrigana, e posteriormente o sobrinho e afilhado, Neca Soares dos Reis, que foi júnior e sénior pelo FC Porto, tendo sido titular da equipa de reservas ao início da década de sessenta, e companheiro de plantel com Américo e Rui, entre outros. Até que, cedido pelo clube, representou durante anos outros clubes e, mais tarde, se dedicou também ao ciclismo, sendo atualmente considerado o maior colecionador de artigos relacionados com a modalidade das bicicletas.

= O mais novo Soares dos Reis, junto ao Soares dos Reis II...

Um interessante caso que dará pano para mangas em artigo que terá proximamente lugar neste blogue…

Por hoje fica a efeméride de Soares dos Reis, o primeiro, ter sido o primeiro guarda-redes a defender um penalti no Campeonato Nacional!

Armando Pinto
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Ciclismo do FC Porto com nova parceria e acrescento ao nome desportivo: “W52 FC PORTO MESTRE DA COR”


A Equipa de Ciclismo do FC Porto passa a chamar-se W52 FC PORTO MESTRE DA COR: Tal parceria origina natural alteração  no nome desportivo, o popular “naming”, para a nova época.


A temporada da nova época do calendário de ciclismo aproxima-se do seu início e com ela surgem algumas novidades. Uma delas tem a ver com o “naming” da equipa portista que, em resultado de uma parceria com a empresa Mestre da Cor, passará a ser denominada “W52 FC Porto Mestre da Cor”.


«Sediada em Santa Maria da Feira, a Mestre da Cor é uma empresa de tintas multimarca e distribuidora das marcas mais prestigiadas a nível nacional que conta já com 15 anos de experiência na área, sendo detentora de 11 lojas distribuídas pelo norte e centro do país. Os diretores gerais da empresa, Hugo Mendes e Sara Costa, consideram que associar a Mestre da Cor à modalidade é motivo de grande entusiasmo, acreditando que esta parceria tem todas as condições para manter os Dragões no topo do ciclismo nacional.» E toda a gente seguidora das corridas em que participem as camisolas do FC Porto anseia que continue a força do sucesso ciclista azul e branco este ano, também.  


Sendo que o azul e branco listado do FC Porto tem muita força e as camisolas das duas listas portistas têm grande carga histórica, tal qual o FC Porto sempre foi mestre na modalidade das bicicletas, desde tempos de uns Aniceto Bruno, Fernando Moreira, Lambertini, Dias dos Santos, Moreiras de Sá, Onofre Tavares, Alberto Copi, Amândio Cardoso, Pardal, Barrendero, Emídio Pinto, Artur Coelho, Sousa Cardoso, Sousa Santos, Carlos Carvalho, Mário Silva, Ernesto Coelho, José Pacheco, Cosme de Oliveira, Joaquim Leão, Gabriel Azevedo, Hubert Niel, etc. etc. até ao Gustavo Veloso, Vinhas, António Carvalho, Mestre e Cª, será agora tempo de reforçar a posição de mestre da cor, igualmente, em tons de azul vivo pelas estradas e especialmente nas chegadas às metas.


Na associação desta realidade, à entrada da prestigiada marca para o mundo azul, juntando-se ao nome apaixonante do Futebol Clube do Porto e à denominação W52 de Adriano Sousa (Quintanilha), juntamos algumas imagens históricas do ciclismo portista ao longo dos tempos, em testemunho de camisolas ainda antes da era da publicidade e depois já com logotipos publicitários de algumas das marcas que se foram associando, ao longo dos tempos.


Armando Pinto

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Je suis Porto = Pinto da Costa ultrapassa Santiago Bernabéu, passando a ser o presidente de maior duração mundial !


A frase JE SUIS… andou por muito lado, a dizer que todos eram Charlie, como se sabe. Traduzindo apelo à liberdade, a propósito dos trágicos acontecimentos ocorridos em Paris, devido aos condenáveis ataques ao jornal francês Charlie Ebdo, de cujos atos resultaram mortes físicas e morais à liberdade de imprensa e opinião. Passando a ser uma máxima ainda atual o derivado conceito de que todos somos qualquer coisa, como afirmação de apoio.

Como tudo o que se passa no miolo da Europa acaba por cá chegar, qual nuvem passageira, transpondo a um campo que nos relaciona mais, o pensamento voa por assuntos da afetividade, do que fazemos parte. Podendo então dizer-se que todos somos portugueses, embora alguns sejam mais que outros em questões sociais e não só…e, quanto ao resto, tudo o que é do denominador comum afeto ao FC Porto, por cá, nosso, destes lados do coração e da massa cerebral, Somos Porto.

Noutros tempos, sem estrangeirismos, aqui pelas nossas bandas, em vez de se dizer assim, somente, o povo comum tomava o todo pela parte e era costume acrescentar-se por ou pelo, conforme o facto – como no caso do futebol popularmente dizíamos… somos pelo Porto. Tal como, além de sermos pelo nosso clube predileto nacional, representante de nosso distrito ou região e principal embaixador do país nos trinta anos mais recentes, também sou pela nossa freguesia e pelo meu concelho. Pelo telurismo que, em suma, está impregnado em todos os que se sentem felizes com suas ligações.

Assim sendo, sendo pelo Porto, Portista, naturalmente que admiro quem também é Portista e especialmente que se devota ao FC Porto, tal como quem suou a camisola azul e branca em defesa do FC Porto, quem trabalhou e se esforça em prol do FC Porto. E como tal sou admirador do trabalho de Pinto da Costa em todas as causas que abraçou ao serviço do FC Porto e eternamente grato por quanto elevou o FC Porto.


Como tal, registo aqui o facto de a partir desta data Nuno Pinto da Costa ser o máximo dirigente internacional de futebol. Ao haver ultrapassado Barnabeu em todos os números curriculares, ultrapassado que fica, de ora em diante, esse antigo presidente do Real Madrid.

Para efeito histórico, anoto o que é referido, a propósito, no jornal O Jogo, com dados referentes ao dia de hoje. Pois a partir de amanhã, naturalmente, passa a somar-se cada vez mais, em maior distância e alcance…

« Pinto da Costa conta (agora) com 34 anos, 8 meses e 19 dias à frente do FC Porto. Há vários presidentes que o mundo consagrou. O portista já era recordista de títulos e agora tem mais para contar.

Jorge Nuno Pinto da Costa deixa Santiago Bernabéu para trás e passa a ser o presidente com mais tempo consecutivo num clube na história do futebol mundial. São já 12.684 dias à frente dos destinos do FC Porto.


Os livros de história nem sempre são claros em relação à tomada de posse de Santiago Bernabéu no Real Madrid, em 1943. Há registos que apontam a 11 de setembro, outros a 14 e até a 15 do nono mês do ano. A morte, no cargo, foi a 2 de junho de 1978. De qualquer forma, é seguro que, tenha o presidente que deu o nome ao atual estádio da equipa de Cristiano Ronaldo tomado posse em que dia fosse, hoje Pinto da Costa já o deixou para trás.

São 12 684 dias como líder supremo do clube que ama. São quase 35 anos, a que se juntam outros 20 como seccionista, diretor e chefe do departamento de futebol. É o maior mito entre os líderes míticos que O JOGO recorda nas páginas da sua edição desta sexta-feira ».


Sendo Porto, como somos todos os que temos o FC Porto como parte integrante de nossas vidas, ainda ficamos mais orgulhosos com essa honraria. Por algum motivo se sabe que os adversários não gostam de Pinto da Costa, porque ele não é presidente de seus clubes, naquela máxima verdadeira de quem desdenha quer comprar… e eles, então, porque não têm alguém assim entre eles, compram os árbitros para ajudar… e compensar.

Somos pelo Porto e isso é grande honra, efetivamente. Com orgulho por bons motivos, incluindo gostar de vencer de forma honesta, tendo memória em valorizar a glória do triunfo. 

Para alguém se sentir bem é necessário haver sedução, importando haver propriedade, de modo a todos  nos sentirmos fortes no que é nosso, entre os nossos. E somos assim, entre Portistas, pelo Porto. Haja então união, em podermos ser felizes tendo raízes.

Armando Pinto
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Um dos históricos exemplos de “roubos de arbitragens” contra o FC Porto


Foi em Fevereiro e corria o ano de 1963, num período em que o país também estava silenciado aos desígnios do poder político reinol, ao tempo, e do sistema desportivo-social que campeava desde a capital do império. Um caso, que aqui e agora recordamos, para que conste e jamais passe despercebido ou seja riscado da memória histórica, entre exemplos vários do que foi sucedendo ao longo dos tempos, como em anos recentes está a voltar a acontecer.

Podia-se deixar isto para lembrar aquando da data correspondente do calendário, mas estes acontecimentos não são bem de memorizar como efemérides, sendo tão só como infelizes ocorrências que devem estar sempre presentes, como lições e provas de jurisprudência memorial… Tais os "roubos de igreja" que Pedroto combateu quando regressou ao FC Porto, junto com Pinto da Costa.


O caso mais lembrado foi na verdade o célebre passado com Calabote, por ter acontecido na última e decisiva jornada do Campeonato Nacional de futebol da 1ª Divisão do respetivo ano, em 1959, mas diversos outros existiram, infelizmente. Como um que teve lugar em pleno relvado das Antas na fase decisiva do Campeonato em 1963. Facto que, por ter sido mesmo no antigo estádio do FC Porto, teve anos depois referência num jornal desportivo fora da esfera da capital do país (pudera…!), aquando da comemoração das bodas de prata do estádio das Antas.


Assim, para todos os efeitos, repescamos esse infausto acontecimento, deitando olhos e mãos de trabalho historiador ao que narrou o jornal O Norte Desportivo, em seu número de 28 de Maio de 1977, comemorativo então da passagem de 25 anos da inauguração do mítico estádio das Antas.

Atente-se assim no devido recorte da correspondente “caixa” colunável, que fala por si e por nós…!


Armando Pinto
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= Nota: Como sempre, comentários "do contra"  serão eliminados… pois contra factos não há argumentos. Como dizia São João Crisóstomo, não se busque provas contra o que é sabido…