Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

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quarta-feira, 29 de outubro de 2025

De vez em quando - curiosidades portistas: pequena “pilha” de recordação da inauguração do “Dragão Caixa”

Recordação da inauguração do pavilhão Dragão Caixa, como inicialmente foi chamado o depois oficializado mesmo recinto como Dragão Arena.

Uma pilha, como popularmente se costuma chamar a uma lanterna de pilhas, no caso pequenina, esta mini-lanterna que foi recebida e depois usada na noite da inauguração, após ter sido distribuída pelos presentes, tendo servido para abrilhantar a coreografia da participação do público. Sendo desde aí guardada como lembrança, de ter podido viver essa noite no próprio Pavilhão do FC Porto, em su sitio, a 23 de ABRIL de 2009.


Armando Pinto

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terça-feira, 28 de outubro de 2025

De vez em quando - Curiosidades Portistas: Coleção pessoal de emblemas metálicos e esmaltados do FC Porto

Uma pequena coleção de pequenos emblemas metálicos, vulgo distintivos esmaltados de lapela ou de colocação noutros locais de uso pessoal, além de alguns pins. Pequena mas de estimação, de modo que pessoalmente vale muito. Só de distintivos alusivos ao FC Porto, naturalmente, e apenas emblemas/distintivos pequenos, quanto a esse género identificativo de clubes, além de outros de cariz pessoal.

Armando Pinto

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segunda-feira, 22 de julho de 2024

Curiosidades Portistas: Recordações da Loja Azul – entre lembranças dos postos de venda de artigos portistas na casa-mãe do FC Porto

Em Julho de 1983 passou a existir no estádio das Antas uma repartição de venda de artigos alusivos ao FC Porto, a chamada Loja Azul.

Foi a 22 de julho, desse verão de 1983, que então abriu no Estádio das Antas, como amplo espaço de vendas de artefactos azuis e brancos. Sendo essa uma das realizações a que ficou ligado o então diretor das obras Óscar Cruz. Como aliás também está referenciado no livro que ele publicou sobre sua atividade diretiva no FC Porto.

Antes tinha havido um postigo junto às bilheteiras, durante a presidência de Afonso Pinto de Magalhães, com especial ligação do antigo presidente e então vice-presidente Dr. Miguel Pereira, quando passou a existir na casa do FC Porto o primeiro posto de venda de artigos de identidade portista, num postigo ao lado da antiga bilheteira, na frente do estádio das Antas.

Sendo essa mais um contribuição clubista do Dr. Miguel Pereira, desde o ano de inauguração do estádio das Antas considerado Sócio Honorário do F C Porto, e mais tarde, em 1983, também oficialmente reconhecido como Presidente Honorário do F C Porto.

Até que já em 1983 passou a existir a Loja Azul, durante a primeira presidência de Pinto da Costa, com especial ligação do vice-presidente Óscar Cruz na sua concretização e contribuição de Luís César, tendo ficado como seu primeiro responsável o então vice-presidente Eng.º Armando Pimentel. Situada por baixo da bancada superior sul e junto a uma das entradas depois complementadas com torniquetes, a que ficou ligada a ação operativa do também então vice-presidente Alexandre Magalhães.

Foi aí deveras apreciada e concorrida a Loja Azul, criando ao tempo novas possibilidades de angariação de objetos de afetividade portista. Desde logo, conforme foi anunciado ao mundo portista - como no caso dum panfleto distribuído na época, guardado pessoalmente aqui pelo autor destas lembranças e que, como tal, faz parte da coleção particular.

Durante a sua existência houve diversas iniciativas da mesma loja, como Edições Loja Azul, conforme se exemplifica e recorda por exemplares de um desses casos, como foi a edição de calendários de bolso.

Mais tarde, como se sabe, com a mudança de casa para o estádio do Dragão, passou a existir no estádio a Loja do Dragão, na parte do passeio em volta do estádio (onde atualmente está a Academia de Bilhar e outras valências); depois transferida para junto ao museu, como Dragão Store, dentro do espaço que é casa-mãe do FC Porto.

Armando Pinto
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Curiosidades Portistas – de quando em vez… Caso narrado no JN (sobre Fernando Peixoto Correia)

Nem sempre é possível acompanhar tudo o que possa interessar pelos jornais (podendo outros casos porventura terem passado sem nosso conhecimento), mas desta feita em que calhou de ver, por haver bons motivos, ao ler o JN deparou-se diante dos olhos aqui do autor destas linhas algo que logo chamou mais a atenção. Tal o acaso da publicação duma curiosidade relacionada com um conhecido colecionador Portista. Como é o caso do sr. Fernando Peixoto Correia, colecionador já conhecido por algumas páginas que lhe foram dedicadas, por exemplo na revista Dragões, tal qual noutros meios de informação, incluindo locais da Internet e sobretudo da blogosfera portista.  

Assim sendo, desta vez trazemos a este espaçozinho de Memória Portista o seu exemplo, através do espaço que lhe foi dedicado no Jornal de Notícias, na rubrica “Protagonista”. Como foi bem considerado na respetiva edição desta quinta-feira 18 de fevereiro, no dia seguinte à grande vitória do FC Porto sobre a Velha Senhora Juventus e diante do Ronaldo, por quanto houve confusão de temas na comunicação social – em jornada que resulta num cartão vermelho ao sistema batoteiro do futebol português, perante a arbitragem exemplar do árbitro espanhol…

A história faz-se de tudo e mais alguma coisa, a começar por tudo o que fica subjacente a esta partilha de mais este bom exemplo.

Armando Pinto

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segunda-feira, 17 de junho de 2019

Curiosidades Portistas: Emblemas grandes nas camisolas de guarda-redes do futebol do FC Porto


A história tem curiosidades interessantes, quanto a descobrir-se algumas particularidades nem sempre lembradas ou parcamente conhecidas. Tal o caso dos emblemas nas camisolas de guarda-redes dentro das equipas de futebol do Futebol Clube do Porto.

Assim, sem esmiuçar muito, mas apenas pela simples raridade, vem ao caso lembrar esse facto, através de três exemplos, como ocorria então pelas décadas de quarenta e cinquenta, por exemplo.

Então, conforme se pode ver, entre diversos casos, por uma foto da revista Stadium, em 1946, pelo menos, Barrigana ostentava já um emblema grande pregado na camisola (conforme capa da revista Stadium de Outubro desse ano).


O mesmo se passou com Américo, quando ainda júnior, em plena época de 1950/51 – conforme foto do arquivo pessoal.


Também Pinho igualmente chegou a usar assim um emblema cosido na camisola ainda em 1952, conforme vem em foto desse tempo na revista sobre o FC Porto da Colecção Figuras do Futebol Nacional, de 1952/53.


Ficam aqui assim, através de imagens coevas, essas vistas do distintivo do clube  à imagem, que vem de longe, da grandiosidade do FC Porto.

Armando Pinto
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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Curiosidades Portistas: O que o FC Porto desperta…


Publicou a revista “Notícias Magazine” uma reportagem sobre Germano Silva, um dos atuais historiadores da cidade do Porto. Em cujo desenrolar chamou a atenção ao autor deste blogue uma coluna contendo narrativa a descrever como o jornalista e historiador em apreço conseguiu levar uma sua reportagem avante... Estando nessa coluna descrito como, a dado passo de sua vida, conforme Germano Silva conta nessas linhas, houve um daqueles momentos inesperados que alterou diversas “coisas”.


Essa curiosa narração dá conta, então, dum episódio onde fica patente o fascínio do FC Porto e o que chega a resultar da atração que o que é do FC Porto desperta nos bons portistas. Contrariamente ao que leva árbitros adversários a estarem condenados às penas eternas do inferno, sendo mais que certo que devem estar a arder muitos como no passado o Calabote e vão sentir a alma queimar-se nas profundezas os atuais membros da arbitragem, enfim todos os que estão a prejudicar descaradamente o FC Porto.

Como diz o Evangelho, haverá fogo e ranger de dentes…!

Enquanto isso, porque o FC Porto é realmente algo especial, atente-se num exemplo: Qual foi e é como o simples facto de se ver uma gravura ou poster duma equipa do FC Porto diante dos olhos pode mudar o rumo de alguns acontecimentos, daqueles a que a justiça humana ainda vai fazendo frente. Segundo a passagem que recortamos, pela interessante curiosidade que é.  Apondo uma legenda pessoal, para guardar… Tal como, no caso, uma imagem do F. C. Porto e a atração por tudo o que é F. C. do Porto, ajudou a resolver um crime, a dar motivos jornalísticos e a promoção…!


ARMANDO PINTO

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sábado, 21 de junho de 2014

Curiosidades Portistas: Futuro da antiga sede social do F C Porto


A História não é só o estudo, conhecimento e preservação memorial do passado, mas também a projeção para memória futura, na observação e investigação tendente ao que terá memoração.

Assim, na atenção que nos merece tudo o que se relacione com o F C Porto, por termos hoje tomado conhecimento de que há projeto novo para a antiga sede, será de fazer memória do futuro do edifício onde durante muitos anos funcionou a sede social do F C Porto, ao lado da Câmara Municipal do Porto, na anteriormente chamada Praça do Município, atualmente Praça General Humberto Delgado. Prédio que primeiramente existiu como local de reuniões e decisões diretivas, além de dependências de serviços administrativos, depois também espaços do museu, mais alguns gabinetes das diversas secções, até que, depois que a sede passou para os baixos da arquibancada do estádio das Antas, e mais tarde para o edifício da Torre das Antas, albergou ainda serviço extensivo de cotização de sócios e, por fim, a sala do bilhar. 

Entretanto, sabia-se que para aqueles apartamentos, dos diversos andares do edifício, estava em mente um destino condizente com a sua localização e importância histórica. 


Pois sabe-se agora publicamente qual será o futuro que lhe esta destinado, segundo interessante crónica publicada, este sábado, no jornal O Jogo. Através de cuja divulgação, na respetiva secção de “Observatório”, se passa a ter ideia de mais uma realização capaz de engrandecer ainda mais o património do F C Porto.

Eis aí a novidade, conforme a reportagem vinda a público na página 36 da edição d’O Jogo deste dia de início do Verão.


Armando Pinto

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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Curiosidades d’ O Porto…


O F. C. Porto não é nem nunca foi um clube só de futebol. Aliás, em tempos de menor fase de resultados das equipas principais de futebol Portista, até se dizia que o Porto não tinha só futebol, mas sim era um clube com cerca de vinte modalidades… Isso quando o ecletismo era maior. Agora que o futebol está a passar também por um período de enfraquecimento, pelo menos para o que estávamos habituados nas eras mais ou menos recentes, ainda se pode dizer algo do género, embora com menos modalidades desportivas.

Posto isto, como preâmbulo, temos mote para direcionar atenções a uma das nossas modalidades de pavilhão, umas das meninas de nossos olhos, como é o hóquei em patins.

Ora o hóquei patinado azul e branco, apesar de também viver uma época ainda não totalmente vitoriosa, caminha para alcançar o topo do campeonato vigente, além de já estar apurado para a fase seguinte da Liga dos Campeões Europeus. Assim, indo brevemente o F C Porto defrontar o Valongo, atual comandante da principal prova portuguesa (e que ainda este passado fim de semana derrotou o Benfica), aproxima-se jogo grande, num horizonte importante, para podermos de novo  alcançar o 1º lugar. Facto esse, a propósito de tal possibilidade ser diante do histórico rival nortenho Valonguense, que nos remete para recordações ternas e inesquecíveis, de há já quarenta e tal anos…

Pois então, graças às possibilidades que se vão abrindo com contactos e amizades derivadas da Internet, através da blogosfera e redes sociais, chegou-nos agora às mãos um exemplar do antigo jornal O Porto, como se sabe o órgão oficial do F C Porto durante muitos anos. Número aquele que naturalmente já havíamos tido no tempo próprio, mas, porque nessa ocasião recortamos uma parte de especial interesse pessoal, só agora voltamos a rever totalmente nesta nova oportunidade, passados tantos anos. E, lá está, relata um jogo do F C Porto diante do Valongo, conquanto que dessa vez tenha sido na terra da ardósia, enquanto desta feita será no Porto, em pleno Dragão Caixa.

In illo tempore… a equipa sénior de futebol do F C Porto também ia fazendo bons resultados, mas sem conseguir ganhar campeonatos. No ciclismo, modalidade que seguíamos apaixonadamente por causa das camisolas azuis e brancas andarem pelas estradas, as nossas esperanças eram para as corridas de Joaquim Andrade... E estava-se ainda em período de guerra colonial e poderio político-social e capitalista lisboeta. Motivando que diversos hoquistas da equipa principal do F C Porto tivessem rumado a paragens de além-mar, para prestação do serviço militar obrigatório em comissão nas diversas frentes da guerrilha do ultramar português. Ao passo que o campeonato nacional do Continente era chamado Metropolitano, sendo depois os dois melhores classificados da Metrópole apurados para uma fase final com os campeões das províncias luso-africanas. Por isso, pelas paragens quentes do além andavam uns Zé Fernandes, Castro, Hernâni Martins. Tendo a nossa equipa ficado ainda com valores como, especialmente, o Cristiano, e também os Ricardo, Brito, Leite, e ainda Jorge Câmara, Augusto, Júlio e Zé Manuel, entre outros.


Por conseguinte, perante essas realidades e diante dum panorama em que o autor era ainda um jovem entusiasta… atente-se no que nas páginas do jornal O Porto ficou registado, em seu número de 25 de Maio de 1972…


Armando Pinto


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terça-feira, 2 de julho de 2013

Curiosidades Portistas de pré-época… d' agora e tempos antepassados.


Chegado Julho, o mês normalmente considerado mais quente em território nacional deste país à beira-mar plantado, recomeçam também naturalmente os trabalhos de recomeço da atividade futebolística, com a fase chamada da pré-época de preparação das equipas para a nova época que se avizinha. E o F C Porto começou precisamente logo a 1 de Julho a arrancada para a próxima temporada, agora com novo treinador e equipa remodelada. Enquanto a nível logístico e sobretudo na simbologia que move as montanhas da fé também surgem novas camisolas, com um padrão ainda diferente do tradicional, embora até nem o pior de sempre, ou não esteja, contudo, o clube desde o início do século XXI sujeito a uma firma que não sabe fazer melhor, nem respeitar o passado, talvez por defeito - como aqueles artistas abstratos que não são capazes de fazer um boneco clássico. Sem menosprezo, entenda-se, para os bons artistas de características abstratas.


Nesta altura do começo de época desportiva são então diversas as novas caras que vêm compor o plantel azul e branco. Ora, porque as fisionomias dos atuais e futuros craques são deveras familiares aos olhos dos adeptos, vamos puxar algo em analogia temporal para recordar fisionomias de antigos arietes, pois, tal como agora, sempre houve novidades em quase todas as apresentações de começo de épocas. Assim, recuando aos inícios entre 1959/1960, recordamos alguns nomes que voaram no tempo e hoje são quase desconhecidos dos adeptos, mesmo dos mais atentos a toda a envolvência clubista.

Relembrando caras outrora famosas, damos particular atenção, desta feita, a Humaitá – o avançado, todo mandado a rematar e bem equipado com uma camisola dos tempos do bom gosto e arte idealista, com que ilustramos o cabeçalho do artigo. Humaitá nome de índio brasileiro em lendas romanceadas, mas bem real no tempo que passou pela Invicta, como se vê ainda numa fase dum treino, em pleno relvado do antigo estádio das Antas, marcando presença junto ao guarda-redes Armando, com Barbosa também pronto para o que der e vier… Tal qual ainda se revela interessante a lembrança de outros que nesses tempos eram ases dos estádios, como Perico e Luís Roberto, “caras” que se vêm também na outra foto, por fim, junto ao mesmo Humaitá.


Como o tempo passa… mas há sempre algo comum, na rebobinagem cronológica. 

Armando Pinto 
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