Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

Mostrar mensagens com a etiqueta João Moutinho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta João Moutinho. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Adeus a João Moutinho e James… ?!

 

Passaram tão poucos dias, após a conquista do quão recente Tricampeonato de futebol conquistado pelo F C Porto, dando já saudades de jogos assim empolgantes como foi no final da prova, e já, também, volta a história das transferências e dominar atenções e a ofuscar algo do sentimentalismo clubista ainda efervescentemente de fresco. 

Transmite a comunicação social e depressa se propaga a saída de Moutinho e James, que o João Moutinho e James Rodriguez poderão estar em vias de passar a representar outro clube europeu, de menor dimensão histórica mas com forte poderio económico. E o que estará para vir, ainda, quanto a novidades e outras constatações, além também de contratações necessárias. 

Ora está então a fazer-se história dentro e fora do nosso clube, faltando saber se à medida das necessidades e anseios do mundo dragoniano. O que se regista, em tempo próprio, agora, na continuidade contemporânea, neste espaço vocacionado a deter atenções pela história azul e branca. 

Já adivinhávamos que alguém sairia… pois é um mal sem remédio, atendendo ao país que somos economicamente, sendo embora o F C Porto um caso de sucesso à parte, como se sabe. Mas estes casos doem e um tipo fica sem saber o que dizer. Apesar disso, confio na Direção. Mas há também que ter os olhos bem abertos, e restantes sentidos bem apurados, a nível de quem decide evidentemente, porque, bem vistas as coisas, nem todos os anos teremos os sucessos a caírem dos céus e em tempo de descontos... Este ano notou-se que havia algumas lacunas evidentes, a pontos da época não ser como poderia ter sido, obviamente; e então a nível internacional isso ficou patente. Por cá, por enquanto, ainda conseguimos superar as adversidades e campanhas do poder reinol do clube do regime, porque esse clube falha sempre nos momentos decisivos e ao chegar perto do fim dá-lhe a dor de burro... Mas há que ver que Moutinho foi um caso sério, cuja ausência contra o Málaga, por exemplo, teve o resultado que se sabe, assim como no ataque o Martínez teve um final de época e momentos importantes em que se eclipsou e até falhou, etc. etc. Acrescendo notar-se em muitas ocasiões que Hulk fez falta, naturalmente, assim como precisamos de outros valores capazes de entusiasmarem mais o ego clubista. Quer dizer, vai ter de haver uma análise e consequentes decisões muito a sério, se for para manter a liderança do futebol nacional. Até aproveitando a mudança de treinador, visto o Vítor Pereira parecer que poderá rumar à Velha Albion, o que inclusive é curioso atendendo às críticas de que foi alvo por cá, ao longo das duas épocas passadas. Enquanto dos que se falam, Domingos ou Paulo Fonseca, ou outros que possam surgir, para treinarem o FC Porto, aguardemos, pois Pinto da Costa, também, já deve ter tudo melhor que estudado. 

Então, com estas e outras, resta mesmo aguardar, embora com algumas esperanças de algo, mas com fé que Pinto da Costa continuará a ser o Jorge Nuno que todos conhecemos há muitos anos na Presidência do FC Porto. E, porque mais não é possível, fico grato ao Moutinho e ao James por tudo o que sentiram e deram pelo F C Porto, ficando bem na História Portista. 

Honremos sempre a memória Portista, que o F C Porto nos contempla! 

Armando Pinto

sábado, 1 de setembro de 2012

Memórias de Peito Ilustre Portista, na calha do Olhanense-F. C. Porto e da permanência de Hulk e Moutinho!


É já hoje que o F.C. PORTO entra em cena frente ao Olhanense, numa aguardada récita ao começo da noite deste sábado primeiro de Setembro. 

Tem esse jogo de futebol disputado no Algarve mais atrativo por estar em campo o Campeão Nacional. Mas também por na equipa Portista continuarem Hulk e João Moutinho, dois apreciados valores que os adversários tanto gostavam de ver sem a camisola azul e branca. Entre os futebolistas Dragões que vão continuar juntos a espalhar magia no campeonato nacional e a defenderem os símbolos do Clube Invicto.


Louvemos estes nossos representantes, que quiseram manter-se com a camisola do F. C. Porto, como homens dignos sucessores de nossos ilustres das gerações antecedentes, dos nossos maiores, de sempre.


Com tais sucessos bem presentes, na calha de mais uma ida ao extremo sul do país para defrontar o Olhanense, vem a talhe um avivar de memória sobre as deslocações até ao reduto do clube rubro-negro algarvio, tomando um jogo como exemplo, dentre os possíveis.


Nesta devoção de evocar tão grande e variada riqueza como é a Memória do F. C. Porto, vem ao caso, então, um jogo disputado ao começo do Outono de 1948, em cuja tarde domingueira de bola (outros tempos…) o F. C. Porto triunfou à justa, com dois golos marcados contra um sofrido. Curiosamente numa volta dada ao marcador, após os anfitriões terem estado a vencer desde o meio da 1ª parte, ripostando os homens das camisolas listadas de azul e branco, através de um golo de Sanfins ao começo da 2ª parte e outro de Araújo quase ao expirar da contenda. Valendo, para o caso, o bom desempenho desses e dos restantes intérpretes da simbologia alvi-anil. Dos quais, para constar, há que referir que por motivos particulares (...) se verificaram algumas mexidas na constituição da linha apresentada, na ocasião. Como foi o caso dum castigo federativo pouco ou nada justo que levou a alterações no setor defensivo, mas nem isso obstou a um bom resultado.

No entanto, para se aquilatar de certas situações que por vezes levam a confusões, repare-se no que foi publicado na revista Stadium, onde, numa página de “mosaicos nortenhos”, era “gozada” determinada troca de apelidos, conforme foi publicado então na comunicação… como se pode ver no recorte que respigamos, para aqui.


Da mesma publicação da Stadium, de 13 de Outubro de 1948, além deste retalho de reportagem, ficam (mais acima) as imagens de ilustração de tal contenda, cujos clichés exprimem algo da realidade desse tempo de antanho eternamente presente, como tudo o que fica sempre que o Porto ganha! 

Armando Pinto 
»»» Clicar sobre as imagens, para ampliar «««