Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Camisola nova do F C Porto para 2015/16


Foi hoje divulgada a imagem da nova camisola oficial do F C Porto para a próxima época desportiva. Informação esta transmitida dentro do período dos santos populares, quando os semblantes andam ainda esperançosos, por assim dizer. Mas já sem ser novidade, nem causar surpresas de maior, praticamente, a partir de uns antecessores flashes visuais que foram sendo publicados  porque logo que se viu que o emblema ficava em cima de área branca, se percebeu tratar-se de equipamentos do tipo dos que só haviam sido usados na final da derrota da Taça de Portugal de 1953 e depois só voltaram em 2000/01 e 2011/12. Nas linhas principais.

Desta vez estive para nem me referir aqui ao caso. Mas não posso ficar indiferente, contudo. Já sei que vão aparecer opiniões a gostar e outras nem tanto, mas para mim, resumo isto desta forma: - Na foto oficial (em que aparecem futebolistas seniores portistas do plantel da época passada…) a cara deles diz muito...


Refere-se a camisola como sendo a futura para a nova época, embora possa acontecer o aparecimento de algumas diferentes versões noutras modalidades e escalões, sabendo-se como este ano os escalões jovens do futebol usaram outros padrões diversificados e o basquetebol e as equipas do chamado Dragon Force têm camisolas diferentes da oficial do clube.

É triste o clube ter deixado de usar camisolas à Porto, de duas listas azuis, uma de cada lado, como era tradicional. Enfim. Desta nova camisola só gosto do emblema e das cores. Porém o importante é recuperar a linha de vitórias, pois as pessoas e suas marcas passam mas o clube fica.

Armando Pinto

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Um olhar ao porvir do F C Porto, mirando o passado e o presente...


Neste tempo de Primavera envergonhada, em que tanto faz sol como vem chuva, para lá da crise político-monetária que faz padecer o país em que vivemos e o povo ter de levar por tabela, enquanto as classes privilegiadas assobiam para o lado, também o desporto português sofre de profunda mesquinhez organizativo-arbitrária, imperando regras déspotas, de sistemas antigos a vir ao de cima.

É perante este panorama que o F C Porto tem de rever tudo, visando que sua organização não seja engolida pelos tentáculos malévolos e consequentemente o clube e respetiva SAD não se deixem ultrapassar, para que os dirigentes da estrutura azul e branca não sejam comidos por lorpas.

Quem não se lembra de na década de oitenta, do século XX, o F C Porto ter sido nº 1 mundial?!


De muito antes, como lembra aqueles tempos em que sabíamos os nomes dos jogadores todos pelos cromos dos rebuçados, em que vinham embrulhados. Recordo-me que, pelos inícios dos anos 60's, mais coisa menos coisa (pois ainda não andava na escola), o primeiro cromo que me saiu, logo que pude arranjar uns tostões, foi um tipo que me pareceu muito feio, de tez morena e cara de poucos amigos, que vim depois a saber (pois ainda não sabia ler) que era um fulano chamado Coluna, um gajo do Benfica. Ena, como fiquei de cara à banda, pois queria mas era um jogador do Porto… e logo tratei de o trocar, conseguindo de um amigo de brincadeiras uma troca por um de cara com ar mais agradável e com a camisola linda de que eu gostava, calhando ser o Serafim. Mas depois, quando consegui mais uns trocos para comprar uma mão cheia deles, apareceu-me finalmente o Américo, de quem já gostava, de tanto se falar bem dele… Depois o Pinto, mais o Azumir, que custava a sair. E outros, que mais tarde me apercebi serem de misturas de equipas, pois nesses cromos apareciam por vezes futebolistas que já nem jogavam na equipa, com outros posteriores. E foi assim que me veio ainda ter às mãos um, cujo nome eu ainda não conhecia, um tal Nóbrega. Jogador que na gravura aparecia quase sem pés, pois que aquilo era um género de arranjo gráfico (conforme se pode verificar na gravura, passando diante dos olhos imagens dessas eras). 

*
Ora, criança ainda, lembro-me que andavam uns pedreiros amigos a restaurar uma casa, aqui pelas minhas paragens, e eles todos os dias gostavam de puxar por mim para falar do Porto, de modo a passarem o tempo de costas mais direitas, nesses entretantos. Apesar de alertado para o facto, eu, criança mas não de olhos tapados, aparava-lhes o jogo porque também gostava de falar do Porto… Mas um dia, vendo o tal “macaco” (como chamávamos aos cromos de jogadores), com pés quase achatados, um desses amigos disse-me que aí entendia porque é que no jogo anterior, o Porto não tinha ganho, dias antes, porque o Nóbrega parecia que tinha os pés tortos… Ouvida tal coisa, desandei num instante e não mais os ajudei a passar o tempo. Dali em diante, por mais que me chamassem quando passava pela obra em que trabalhavam, fazia de conta e eles não tinham outro remédio senão continuar a trabalhar, para castigo.

*

Nunca gostei de me deixar levar, como se costuma dizer, nem gosto que tentem iludir e ludibriar algo com que me identifique e me toque, Como é o caso do F C Porto. Esperando que dentro do clube se empertiguem mais, ainda, de modo a não nos comerem a moleirinha.

= Uma formação da seleção portuguesa, com Américo...

Vê-se como tratam os nossos quando, entre outros exemplos, se deparam ocasiões de representações nacionais, em momentos importantes, como sucedeu com Américo e Pinto no Mundial de 1966, Baía no Euro 2004 e agora com Quaresma... não selecionado para o Mundial do Brasil, incompreensivelmente, ele que foi um dos expoentes da equipa do F C Porto e figura do campeonato...


Neste estado a que chegou o mundo desportivo indígena está-se em período de defeso, mas não de acalmia, verificando-se como lá pelo reino da capital do antigo império vão fazendo as coisas, não olhando a meios para atingir fins. Tal o que se constata no caso da Liga, a que os clubes do sistema ditatorialmente se agarram e não querem largar o poder, mesmo que tenham de usar, como aconteceu, artimanhas de bastidores. Deparando-se no horizonte nuvens medonhas, de escuridão sistemática.

Ora, depois de tudo o que foi acontecendo ao longo da época desportiva, tendo havido fatores extra a contribuir para o que se sabe, a temporada culminou com um final algo penoso, em que se misturaram culpas alheias com erros próprios, entenda-se – porque sabemos ver e reconhecer as situações e não vemos só uma cor como os touros…

Não só no futebol, mas até nas modalidades de pavilhão. Ainda no passado domingo, dia 8 de Junho, para cúmulo do estado de podridão que se verifica, também no jogo da final da Taça de hóquei em patins, entre o FC Porto e o Benfica, houve mais uma violação da verdade desportiva, gravíssima, ao ter sido permitido ao SLB utilizar um jogador expulso na véspera; enquanto depois e durante o jogo foi um chorrilho de habilidades arbitrárias, com aquilo que se viu de penaltis, livres diretos e expulsões sempre em prejuízo do mesmo ou seja do FC Porto. A pontos de Tó Neves ter apelidado aquilo mesmo como a Taça da vergonha.


Aliás, recorde-se (como aparece, unicamente, referido na comunidade informática Portista) «nos últimos três anos, a Federação Portuguesa de Patinagem tudo fez para retirar a hegemonia azul-e-branca, em busca de alterar os números com um título do SLB...que como se sabe, no jogo decisivo entre SLB e FCP terminou com bastante tempo ainda por jogar. Mesmo com o protesto do FCP, o campeonato foi "homologado". E este ano...em vésperas de decisão do campeonato...nomearam o mesmo árbitro para os jogos Candelária-FCP e o SLB-Valongo (jogado no dia seguinte!). Então agora, no passado fim de semana, na final four da Taça...reuniram de urgência para "despenalizar" um jogador do SLB que de outra forma nem poderia jogar. Lembram-se destes temas serem apresentados na comunicação social do regime? …Nós não.»

Pois nisso é que se vê o fito com que se cosem as pontas, pensando eles, os tais do sistema desportivo, que assim poderiam acabar com a prática do hóquei patinado no F C Porto, diante da possibilidade de acontecer uma possível tomada de posição como no basquetebol… Então não é que, com essa esperança, qual jogada de antecipação, em tentativa psicológica, procuraram cozinhar algo do género, através de violação informática, tendo sido pirateada a página do F C Porto na Internet com uma falsa notícia, a tentarem lançar confusão e sabe-se lá mais ou menos o quê…

Assim sendo, tem que se contar com tudo. Às tantas estavam a ver se, futuramente, atacando mais forte e feio o F C Porto também no futebol, não conseguiriam que o clube desistisse de se manter ao mais alto nível no desporto-rei…

Como nos recorda o tempo da dupla Pedroto-Pinto da Costa, quando foi travada luta acesa para alterar o sistema BSB…

É tempo de cerrar fileiras e, como um exército de ativos e elementos de retaguarda, voltarmos a ter comandantes audazes e valentes, especialmente, como tem sido até anos ainda de fresca memória, para que o nosso general forte faça mais forte a sua e nossa gente.

O tempo agora corre mais calmo, lentamente, sem tantas novidades inventadas na comunicação, por mor de haver muito com que encher páginas e programas com o Mundial de futebol.  Em cujo certame o F C Porto só tem na equipa portuguesa o extremo Varela, mas está bem representado em diversas seleções com mais oito valorosos arietes...

Enquanto por cá, dentro, a trilogia dos equipamentos novos do F C Porto prenda alguma atenção, diante da camisola principal um pouco parecida com a histórica, ao que diz a literatura oficial, numa aproximação do passado ao futuro, enquanto dos alternativos o azul de listas enviesadas do segundo se aceite e o terceiro escapa só por não ser vermelho.


Contudo, o mais importante é o que vai acontecer com esses equipamentos vestidos pelos nossos representantes, dentro do campo. Enquanto os nossos diretores terão de estar atentos, vigilantes e cuidadosos diante do que pode acontecer. Contando sobremaneira com a preparação e organização atempada e tudo o que seja inerente a uma boa campanha.

Então poderá e deverá ser mesmo a ligação do passado ao futuro, no engrandecimento clubista e fortalecimento da mística Portista.

Nestes comenos, assim, temos de pensar no porvir. Que futuro será possível neste presente?

Uma estrofe popular canta assim:

"Porque os meus olhos se afastem
Dos teus, não lhes queiras mal.
Que as andorinhas que partem
Voltam ao mesmo beiral"

É isso, queremos que volte o passado vitorioso ainda recente, ao futuro. Ao nomeado beiral, em que se aninham triunfos, em colheitas triunfantes.

Armando Pinto
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terça-feira, 3 de junho de 2014

Nova camisola principal do F C Porto: Versão final!


Foi agora divulgada a que será a definitiva representação visual da nova camisola oficial do F C Porto, com uma apresentação mais interessante, felizmente. Dando isso, assim, um novo ânimo, afinal de contas, ao interesse simbólico relacionado com a imagem do clube.

Com efeito, depois de acertos e retoques, após a primeira mostra surgida nos meios oficiais da comunicação clubista, a atual vista da nova camisola do F C Porto surge agora mais vistosa. De bom grado tomamos conhecimento do facto, embora apenas com informação, pelo que foi por ora possível, da frente da mesma camisola, sem vislumbre ainda da parte lateral e a parte das costas. Ou seja, especialmente, faltando noção das vistas de lado (onde consta também outra faixa), para melhor ideia quanto à camisola à Porto, tradicionalmente histórica – conforme recordamos numa fotografia dos tempos em que não se inventava e se faziam camisolas simplesmente com as características portistas de longos anos.

                  
Registamos, porém, a nova realidade com agrado, contudo sem esquecer certos comportamentos entretanto verificados, porque o clube é de todos os sócios e especialmente diz muito a quem o sente.

= Um curioso instantâneo fotográfico, dando para ver as camisolas tradicionais de frente e de costas, incluindo numeração; em tempos de afirmação afetiva  entre gerações Portistas...

De permeio, não nos referimos às camisolas dos equipamentos alternativos, porque o que interessa mais para o caso é a camisola principal. Porque no resto, em tempos mais recentes, já é costume haver algo mais esquisito, desde que, aqui há uns anos atrás, durante um ano tivemos de ver os nossos representantes com uma camisola laranja, quase avermelhada. Se entre quem gosta do azul, como naturalmente todos nós Portistas gostamos, há também quem aprecia uns tons mais a fugir ao encarnado, ok...

De qualquer modo, apesar das listas atuais ainda não serem mais largas que o distintivo, tal como essas duas riscas não ligarem pelos ombros da frente para trás e, assim, sem ainda serem em campo branco a camisola que irá vigorar para a próxima época  já está mais parecida com a tradicional. Ainda bem.


Armando Pinto

quinta-feira, 22 de maio de 2014

À espera da nova camisola principal…


Diz um rifão popular que quem espera sempre alcança. E um Dragão sabe esperar, como o mitológico símbolo que encima o emblema do F C Porto esperou longo tempo até ser associado à representatividade Portista.

Assim, quem esperou muitos anos para ver o F C Porto campeão português de futebol sénior, naturalmente Dragão, espera sempre o melhor para o F C Porto.

Ora, também como que a exorcizar anteriores desilusões, cá estamos à espera da nova camisola principal do F C Porto, entre a expetativa quanto aos equipamentos portistas para a nova época. Com esperança que seja desta que volte uma versão à Porto. Esperando poder voltar a vestir a camisola azul e branca, à nossa maneira. À dragão que há aqui, como esta casa gasta…!


Armando Pinto

sábado, 17 de maio de 2014

Questões de Identidade Portista


O brasão historicamente costuma representar as armas de uma estirpe. Sucedendo que os brasões desportivos, popularmente mais conhecidos por distintivos, são emblema de marca. Como no que concerne ao nosso F C Porto. Associando-se à camisola e bandeira como símbolos identificativos da comunidade que se irmana e revê em tudo o que seja Portista.

Tal como aconteceu com a camisola do tradicional equipamento do F C Porto, há alguns anos atrás, a passar já de cerca de década e meia, vem agora à baila o símbolo-mor clubista, o distintivo, vulgo emblema, e mais classicamente considerado brasão - a figurar nas camisolas e ao peito de nossos representantes. Não que desta vez, neste caso, seja tanto de acreditar, mas mesmo assim trazemos o tema mais pelo que se passou com a camisola.


Com efeito, um jornal dito desportivo trouxe agora a questão do emblema para a praça pública. Contudo como esse periódico é avesso a tudo o que se relacione com o F C Porto, sendo um autêntico papagaio com recados mandados pelos clubes de Lisboa, não se lhe pode dar muita credibilidade. Tão só faz ganhar outros contornos com esse avivar da simbologia Portista. Sendo assunto que toca de modo especial em quem sente o grande clube português com mais títulos internacionais, além de ainda detentor da maior soma total.

Pois o tema emerge derivado à questão anual das camisolas, por causa da vertente comercial provocadora da alteração sistemática da camisola oficial. Contra o que está nos Estatutos, frise-se, até. Transpondo ao presente por via da substituição da marca fornecedora dos equipamentos, pois para a época de 2014 / 2015 será a norte-americana Warrior (em vez da Nike, transformadora da camisola das duas listas azuis, numa retalhada camisola de risquinhas). Deparando-se então, para surpresa, a alegada situação de estar em cima da mesa a possibilidade de mexerem no distintivo, num recuo ao passado.


Para o efeito, foi novamente recordado o pioneiro símbolo das iniciais, sob desenho conhecido de Rui Saraiva, amigo da blogosfera Portista. Não sendo, porém, de acreditar nessa possibilidade, embora atualmente já nada seja impossível por quanto se tem visto na sociedade em geral. Bastando recordar, no nosso caso, o que sucedeu com as camisolas.

Como curiosidade (porque, relembre-se, o problema das camisolas começou a ser aflorado em 1996, com as primeiras notícias vindas a lume), recordamos o exemplo pessoal de então termos questionado a Direção do F C Porto, oficiando sobre a questão; tendo recebido perentória resposta (por ofício, conforme carta de que se junta imagem respetiva) a negar tal viabilidade. Só que, apesar disso, de que «embora o Futebol Clube do Porto dê um retoque todos os anos nos equipamentos… tem sempre em atenção não violar os estatutos»…  o que era negado tornou-se realidade, e…  afinal, apenas ficara a marinar, porque a partir de 2000, zás, estava consumado.


Ora, depois que a partir do ano 2000 a gerência do clube, desde que apareceu a extensiva SAD, aceitou comercialmente alterar a camisola histórica, que há décadas vinha enchendo os olhos dos apoiantes, ficou certa convicção de se estarem a perder valores. Resultando que, passados já coisa de catorze anos, tem havido uma mescla de equipamentos, todos os anos diferentes, e, assim sendo, a marca que durante esse período foi responsável, não foi capaz de respeitar a identidade Portista, nem teve capacidade de repor de vez em quando o padrão que em maioria os adeptos sempre preferiram. Chegando-se à atualidade com as bancadas, dos recintos onde joguem representações do F C Porto, pejadas de diferentes e variadas camisolas azuis e brancas, quase dando ideia de mistura de adeptos, tal a visão de camisolas tão diversificadas, dos mais diversos feitios, com riscas mais largas e estreitas, quando não de risca ao meio. Até que agora, neste tempo de defeso, enquanto não aparecem as camisolas que ficarão a vigorar, paira no ar alguma expetativa pela imagem de marca que virá com a nova camisola.


Dos palpites, opiniões, sugestões e indicações que todos os anos aparecem enquanto não há novidades, por estes dias surgiu uma notícia de poder vir a ser possível a reposição da verdadeira camisola à Porto. Aguardemos. E se realmente for assim, apetece dizer: Até que enfim… Aleluia! Mas sempre de pé atrás, a ver no que param as modas.

Quanto ao distintivo, o emblema que distingue o F C Porto e nos enche os olhos - tal como o Deco, quando assinou pelo F C Porto só acreditou quando teve a confirmação do presidente Pinto da Costa - embora não crendo em reduções, queremos confirmação oficial,  porque acreditamos no presidente Dragão.

Armando Pinto

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