Reconstituição Histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Reconstituição histórico-documental da Vida do FC Porto em parcelas memoráveis

Criar é fazer existir, dar vida. Recriar é reconstituir. Como a criação e existência deste blogue tende a que tenha vida perene tudo o que eleva a alma portista. E ao recriar-se memórias procuramos fazer algo para que se não esqueça a história, procurando que seja reavivado o facto de terem existido valores memorávais dignos de registo; tal como se cumpra a finalidade de obtenção glorificadora, que levou a haver pessoas vencedoras, campeões conquistadores de justas vitórias, quais acontecimentos merecedores de evocação histórica.

A. P.

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domingo, 31 de maio de 2026

De vez em quando… (Uma) Remembrança da campanha “UM PORTISTA, UM METRO QUADRADO” para pagamento de terrenos da Cidadela Desportiva das Antas em 1987!

 

Rememorando tempos da vida portista e pousando voo da memória nos inícios de 1987, vem à ideia uma histórica fase do então ainda crescimento da Cidadela a Desportiva das Antas, com uma lembrança da campanha então realizada para pagamento dos terrenos onde viriam a ser e foram implantados mais dois campos de treinos, os campos números 3 e 4, ao lado do estádio. Nessa ampliação verificada à Cidadela Desportiva que albergava campos de futebol, desde o do estádio aos de treinos e jogos, mais pavilhões de treinos e de jogos, pavilhão de ginástica, bingo e piscina.

Sabendo-se que oficialmente o campo n.º 1 era o do estádio das Antas, o n.º 2 era o relvado por trás da maratona, e o 5.º acabou por ser o pelado na parte baixa dos terrenos do clube, onde hoje está em parte o estádio do Dragão; enquanto os terrenos agora relembrados e comprados em 1986/87, que depois contiveram os dois então novos campos de treinos de futebol, estavam onde hoje passa a avenida direcionada ao estádio do Dragão, ou seja a atual Alameda do Dragão.

Pois então em 1987 foi lançada uma campanha para angariação de fundos destinados ao pagamento do terreno em apreço, que como grande que era e comportava mais que um número matricial, costumava ser referido por terrenos. “UM PORTISTA, UM METRO QUADRADO”, foi a campanha, para a qual foram emitidos bilhetes de comparticipação de sócios e adeptos, de quantias diversas, desde mil, 25 mil, 50 mil e 100 mil escudos (para efeitos legais referidas por milhares de dragões). Como se pode recordar deitando olhos ao que então foi noticiado na revista Dragões, numa entrevista prestada pelo Dr. Pôncio Monteiro, ao tempo vice-presidente responsável pelos Serviços Administrativos do FC Porto nas primeiras gerências presidenciais de Pinto da Costa. Tendo sido Pôncio Monteiro também que assinava os recibos das participações dos portistas aderentes, como no caso do recibo passado aqui ao autor desta lembrança - pois também colaborei, embora pessoalmente dentro do possível, com quantia que contava para a necessária coleta. Como consta dos respetivos documentos guardados, entre recordações portistas.

Armando Pinto

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segunda-feira, 9 de março de 2026

De vez em quando - Recordando: Um Benfica-Porto diferente numa homenagem de despedidas - em 1995…

 

De tempos distantes, já, e distante do ambiente vivido na Luz com lançamentos de isqueiros e pedras, de arremesso a representantes do FC Porto, como se viu no clássico Benfica-FC Porto disputado em Lisboa no Dia da Mulher de 2026… vem a calhar remexer em coisas de tempos em que até ainda podia haver homenagens particulares conjuntas a jogadores do FC Porto e do Benfica. Como foi o caso, agora e rememorar, ocorrido em 1995, numa organização dum agente de futebol que ao tempo ainda se não mostrara como era, verdadeiramente, também. Vindo então à lembrança um evento patrocinado pelos dois clubes, ocorrido em Vila do Conde, que serviu para uma despedida festiva de dois craques dos anos 80, como foram André e Veloso. Algo que está descrito em recorte jornalístico da época, cuja legenda descreve o que então se passou e dispensa mais comentários.

Armando Pinto

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segunda-feira, 24 de novembro de 2025

De vez em quando… - (Um ) Disco LP de vinil com o “sketch” «O Homem do Emblema» (do FCP) de Raúl Solnado!

Se de outras vezes aqui já tiveram lugar de memorização alguns discos de temática portista, entre outros asssuntos, desta feita chega a vez de um outro, não tanto mas também de conteúdo sonoro relacionado com o FC Porto. Como no caso de um disco sobre rábulas de Raúl Solnado, contendo uma cena cómica como foi o “sketch” de uma edição do célebre programa Zip-Zip, da RTP, dos finais dos anos 60 até princípios dos 70, o célebre “Homem do Emblema” do FC Porto. Número cómico, alegre e a dar algumas no sítio, como se diz, protagonizado por Raúl Solnado num programa do ZIP feito excecionalmente na cidade do Porto (sendo que era semanalmente realizado em Lisboa, mas nessa semana veio ao Porto, indo à cena pública e gravação televisiva na sala do Sá da Bandeira). Nesse tempo em que a figura maior do futebol portista era o Rolando, estando-se então na presidência de Pinto de Magalhães.




Sobre o mesmo caso há um artigo neste blogue, já publicado em 2013 (ainda antes da abertura ao público do novo e atual Museu do FC Porto), que agora calha rever, como lembrança de referência ao mesmo tema, agora transposto com o exemplar LP de vinil da coleção pessoal.

Armando Pinto

= Nota - Relembrando: artigo anterior com referência ao tema (clicando) em

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

De vez em quando - curiosidades portistas: pequena “pilha” de recordação da inauguração do “Dragão Caixa”

Recordação da inauguração do pavilhão Dragão Caixa, como inicialmente foi chamado o depois oficializado mesmo recinto como Dragão Arena.

Uma pilha, como popularmente se costuma chamar a uma lanterna de pilhas, no caso pequenina, esta mini-lanterna que foi recebida e depois usada na noite da inauguração, após ter sido distribuída pelos presentes, tendo servido para abrilhantar a coreografia da participação do público. Sendo desde aí guardada como lembrança, de ter podido viver essa noite no próprio Pavilhão do FC Porto, em su sitio, a 23 de ABRIL de 2009.


Armando Pinto

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terça-feira, 28 de outubro de 2025

De vez em quando - Curiosidades Portistas: Coleção pessoal de emblemas metálicos e esmaltados do FC Porto

Uma pequena coleção de pequenos emblemas metálicos, vulgo distintivos esmaltados de lapela ou de colocação noutros locais de uso pessoal, além de alguns pins. Pequena mas de estimação, de modo que pessoalmente vale muito. Só de distintivos alusivos ao FC Porto, naturalmente, e apenas emblemas/distintivos pequenos, quanto a esse género identificativo de clubes, além de outros de cariz pessoal.

Armando Pinto

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sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

De vez em quando... Um vislumbre pela biblioteca portista: livros pequenos desta vez!

Deitando olhos por alguns exemplares mais da biblioteca portista pessoal, desta vez calha um vislumbre por livros pequenos, pelo tamanho que não na importância. Contendo matérias apreciáveis e de estimação. Como se eleva e releva aqui, desde uma estante às imagens ilustrativas.  


Obs.: Os livros dos autógrafos estão completamente preenchidos pelas correspondentes assinaturas (rubricas) dos futebolistas dessas épocas, com autógrafos todos originais e escritos em esferográfica, como era mais usual ainda nesse tempo.

Armando Pinto

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sábado, 28 de dezembro de 2024

De vez em quando… Revista “F. C. PORTO 1978-1998 20 ANOS DE SUCESSOS” (entre exemplares da Biblioteca Portista)

 

Em tempo de balanços, como acontece nos finais de anos, também é tempo de lembrar avaliações de anuidades antepassadas, como em tempos idos foi feito em certos casos, por exemplo. Vindo a propósito relembrar o caso duma publicação portista de 1998, que faz parte da biblioteca portista pessoal  a revista “F. C. PORTO 1978-1998 20 ANOS DE SUCESSOS”, publicada pelo Conselho Cultural do FC Porto nesse tempo, em 1998, reportando ao período clubístico de 1978/1998.

Armando Pinto

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terça-feira, 15 de outubro de 2024

Lembrando… de vez em quando – Entre quem esteve no FC Porto e fez história do mundo portista: Martin Kalk, antigo treinador da Natação do FC Porto.

Já neste blogue houve algumas referências à história de algumas das modalidades do FC Porto, entre as quais a Natação. Uma das modalidades que aquando da criação do novo Museu do FC Porto ficaram em acanhado compartimento do Museu FC Porto By BMG, de modo muito simplificado, algo reduzido melhor dizendo, em que por junto ficaram as modalidades diversas. Realidade que agora levará tempo a compor e repor, naturalmente, com tantas questões urgentes a resolver. Mas se anseia que venha a ser alargada a exposição permanente e completada tal extensiva riqueza patrimonial e museológica, quando for possível.

Ora, também como durante os anos recentes no Museu do FC Porto quase só foram salientados maioritariamente feitos e intervenientes dos 42 anos da Direção iniciada em abril de 1982 e terminada em abril/maio de 2024, muitos outros foram passando ao esquecimento. Mas não só, mesmo mais casos ainda desses tempos, também. Não admirando que muitos e muitos nomes de antigos servidores do FC Porto sejam hoje desconhecidos, pelo menos das gerações mais novas. Como no caso desta vez a recordar.

Podia-se colocar como num exercício de memória a ver quem se lembrava ou acertava, mas não vale a pena e o melhor é ir diretamente ao tema. Sendo desta feita ocasião de lembrar o antigo treinador da Natação do FC Porto, Martin Kalk. Relembrando uma entrevista que lhe foi feita na Revista “Bancada”, em seu número de FEVEREIRO DE 1982. Através da qual se vislumbra o que ele foi então no FC Porto, no tempo dos célebres “Golfinhos das Antas”, ainda no tempo da presidência do Dr. Américo Sá.

Armando Pinto

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segunda-feira, 18 de março de 2024

Recordando… De vez em quando: a apresentação pública de Alberto Teixeira, ainda Principiante – depois histórico futebolista dos anos 60 no FC Porto e mais tarde elo importante de ligação de Pedroto ao Clube…

Em meados da década dos anos 60 o jornal O Porto tinha uma rubrica de apresentação de jovens valores do futebol portista, através de crónicas de Artur Baeta, treinador das camadas jovens do clube nesse tempo. Sendo por esse meio que houve a primeira entrevista a Artur Jorge (já relembrada e memorizada nesta blogue, há alguns anos e mais recentemente aquando de seu falecimento) e, entre tantas mais, também teve pública apresentação Alberto Teixeira, então capitão da equipa de Principiantes. O Alberto que, depois de seguidamente ter passado pelos Juniores, escalão em que foi Campeão Nacional pelo FC Porto ao lado de Pavão e outros, subiu ao plantel sénior com Pedroto no comando e fez parte da campanha que quase levou ao Título em 1968/1969. Mais tarde, após ter passado por outras equipas e quando estava a jogar no Boavista, foi quem apresentou o treinador Pedroto a Jorge Nuno Pinto da Costa. Facto interessante e importante, apesar do que por vezes tem aparecido referido de modo diferente, com importância apreciável quanto ao que resultou depois no regresso do Mestre ao FC Porto, quando Pinto da Costa era Chefe do Departamento de Futebol, ao tempo da Presidência do Dr. Américo Sá.

Pois antes de tudo isso, mas revelando já algo do que era esse então jovem futebolista, o Alberto passou a ser mais conhecido da Família Portista através da sua apresentação pública em letra de forma, no jornal O Porto, em março de 1964. Cuja crónica se recorda, aqui e agora.

Armando Pinto

NOTA: - A propósito, recorde-se aqui (clicando) em

https://memoriaporto.blogspot.com/2021/02/como-pinto-da-costa-e-pedroto-iniciaram.html

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quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

De vez em quando… entre nomes relevantes – In Memoriam dos Arquiteto Oldemiro Carneiro e Engenheiro Miguel Rezende: “Os homens que ergueram o Estádio” (das Antas)!

 

Na dimensão da obra levantada que foi o histórico Estádio das Antas, para além dos grandes dirigentes e colaboradores do FC Porto das decisões e organizações, tendendentes ao fim em vista, ficaram para sempre associados à edificação desse grande templo desportivo os arquiteto e engenheiro responsáveis pelo gigantesco empreendimento de engenharia civil. Sendo obra grandiosa em tempo de poucos recursos técnicos, comparativamente com tempos mais recentes. Acrescido do facto de ambos serem Portistas, como eram conhecidos.

Assim sendo, para acréscimo memorando, de modo que a memória permaneça, lembram-se esses dois “homens que ergueram o estádio” das Antas, o anterior Estádio do F C Porto, existente durante mais de meio século como Casa-mãe do grande FC Porto. Bastando para esta lembrança o que sobre eles ficou publicado na revista “Reportagem”, em seu “Número Especial”, de publicação contemporânea da inauguração do Estádio das Antas.  

Armando Pinto

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terça-feira, 5 de dezembro de 2023

(De vez em quando…) - Curiosidades da Memória Portista: Entre objetos memorandos – o "Relicário" com terra dos antigos campos do FC Porto

 

É conhecido e estimado na memória do mundo portista o “Relicário” que desde há muito faz parte do património portista e tem sido peça importante em todos os museus do FC Porto, ou seja nas diversas versões do Museu, desde a Sala-museu Afonso Pinto de Magalhães, na antiga sede da Praça do Município e depois no estádio das Antas, até ao atual Museu FC Porto by BMG no estádio do Dragão. O Relicário com terra dos antigos campos do FC Porto, Campo da Rainha, Campo da Constituição e Estádio das Antas.

O que nem será muito do conhecimento atual é a história recuada a que o mesmo remete, além da parte das simbólicas relíquias físicas nele guardadas. Sendo de elementar justiça que seja conhecida também a sua proveniência. Algo que está registado no jornal O Porto, em cuja edição de 12 de dezembro de 1962 ficou escrito ter sido legado pelo então sócio n.º 1 do FC Porto, José Bacelar.

= José Bacelar

Foi pois José Bacelar o grande Portista que, por testamento, deixou ao FC Porto vários objetos, entre os quais esse belo e precioso relicário com terra dos 3 campos do FC Porto, até esse tempo. Facto que, para constar, aqui se partilha, fixando melhor conhecimento à posteridade, como coisa importante da memória histórica do FC Porto.  

Armando Pinto

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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Um Livro - De vez em quando… Tal era uma vez… Lembrando Pedroto, figura nacional e Portista!


Escreveu um dia Eça de Queirós que «só um livro é capaz de fazer a eternidade de um povo». Sendo assim os livros dos maiores garantes de perpetuação do que merece perenidade.

Todos temos presente a heroicidade que “Os Lusíadas” traduzem ao Peito Lusitano, pela obra e graça cantada em verso por Camões; como a História do FC Porto escrita por Rodrigues Teles, primeiramente num volume pioneiro e depois em três volumes, conseguiram fixar imagens e narrativas das iniciais décadas de vida do grande clube nortenho, com a virtude duma distribuição de atenção por todas as modalidades e valências clubísticas; como mais tarde a “Fotobiografia do FC Porto” registada em livro por Rui Guedes teve teor de repercussão histórica; bem como foi bem enquadrada uma qualidade épica no livro “FC Porto-100 Anos de História”, da lavra de Manuel Dias e Álvaro Magalhães, entre tantos volumes que têm surgido em torno do mundo azul e branco, normalmente mais dedicados ao futebol, embora em certos casos também noutros aspetos da relação portista. Com alguma particularidade em determinados aspetos, como no caso ora em apreço – um livro biográfico em estilo romanceado.

Entre os livros da coleção portista do autor destas linhas, do que tem sido possível angariar e possuir na estimação pessoal, conta-se por exemplo, quanto a livros com nomes históricos do FC Porto, quase todos os dedicados a futebolistas e ciclistas portistas da célebre coleção original “Ídolos do Desporto”, publicada desde os anos cinquentas aos setentas do século XX (faltando infelizmente ainda alguns, poucos mas que representam muito, do que não foi conseguido adquirir durante a infância e depois também em tempos de juventude), enquanto tenho completa a posterior coleção com o mesmo nome mas diferente, essa dos anos setentas e oitentas; e, além de diversos livros mais sobre temas variados de ligação ao clube Dragão, também tantos outros de índole biográfica sobre atletas, dirigentes e treinadores. Havendo um caso raro, no meio desse acervo de tesouros histórico-literários, quais relíquias de escrita e ilustração documental. Como é o caso do livro “PEDROTO! HOMEM INSIGNE-ATLETA NOTÁVEL”. Tratando-se de ROMANCE – como foi escrito, em 1957, pela escritora Irene de Almeida.


Eram tempos gloriosos, então, ainda de perpetuamento de tudo o que merecia apreço, proliferando a publicação de livros que imortalizaram heróis e ídolos, da história pátria, cinema, música, e sobretudo do desporto. Ficando assim, aí, transmitida muita matéria de interesse para a memória perpétua de vultos famosos e admirados por muita e boa gente.

Estando ainda de fresco a lembrança memorial sobre a passagem de mais um aniversário do falecimento desse grande homem do futebol que foi José Maria Pedroto, vem a propósito evocar também o facto dele ter merecido tal honra, de haver sido protagonista dum romance escrito em livro. Restando ainda o facto de através do mesmo livro se ficar a saber da existência dessa escritora que, por entre alguns romances e novelas de sua lavra, escreveu esse romance sobre o futebolista Pedroto. Do qual, como exercício de tributo ao homenageado e à autora, pela raridade do feito, se juntam imagens digitalizadas e fotográficas da capa e da apresentação interior.


Assim, era uma vez um livro… Este que aqui se relembra, entre  temas memorados de vez em quando.

Armando Pinto
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domingo, 19 de julho de 2015

Umas recordações e curiosidades, de vez em quando…


« Há 11 anos, na sequência da histórica época 2003/2004, Vítor Baía, Ricardo Carvalho e Deco integram a equipa do ano para a UEFA. O FC Porto tinha-se sagrado campeão europeu há menos de dois meses e os jogadores do FC Porto eram naturalmente destaque nos balanços da temporada » – conforme é relembrado em “ Dragões Diário”.


Vem a propósito, na mesma linha, recordar também: Vítor Baía, que é ainda o futebolista português mais titulado, com 33 títulos conquistados, foi considerado pela UEFA o melhor guarda-redes europeu do ano de 2004. E, ele mesmo, tem a honra de ter sido incluído na “capsula do tempo”, enterrada pela UEFA para memória futura, com um par de luvas com seu autógrafo; assim como na mesma, além disso, o F C Porto, como único clube português considerado digno dessa glória, está representado por uma bola autografada pelo plantel que venceu a Liga dos Campeões Europeus em 2004. Tal como Deco, o “Mágico”, foi considerado pela UEFA o melhor jogador no ano 2004. E Ricardo Carvalho, depois, protagonizou um record nos números de sua transferência, a nível de futebolistas portugueses de um clube nacional para o estrangeiro, sendo a sua ida para o Celsea de Inglaterra, por 30 milhões de Euros, no defeso de 2004, uma das maiores de sempre.


Algumas outras curiosidades de marca perene, em dados estatísticos de jogos de séniores: João Pinto, antigo defesa lateral direito pelos anos oitenta e noventa do século XX e um dos célebres números 2, entre a honrosa lista de famosos defesas que vestiram a camisola com esse número, tendo disputado 407 jogos oficiais, foi o futebolista com mais jogos feitos ao longo dos tempos ao serviço do F C Porto. Bem como Fernando Gomes, avançado portista dos anos setenta, oitenta e princípios de noventa, é ainda o melhor goleador de sempre ao serviço do F C Porto, com 318 golos, entre 1974 até 1991.


(Estatísticas constantes do livro " 300 FACTOS - F C PORTO - PARA OS MAIS APAIXONADOS ", publicado em 2012. Produto Oficial F C Porto.)

Armando Pinto

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Camilo: Um valoroso defensor do F. C. Porto entre os Anos 30 e 40…

 

Inúmeros foram e são, felizmente, os desportistas que constam dos anais da história do F. C. Porto, por entre o amplo número de atletas da fina estirpe que define o que sempre será um “jogador à Porto”. No meio dos quais constam uns mais conhecidos e famosos e outros porventura menos recordados, contudo todos merecedores de fazerem parte do rol de nossos maiores.

Está nesse caso, por exemplo, um futebolista que teve algumas passagens pelo seio da equipa principal do F. C. do Porto, de seu nome Camilo, um defesa de rija têmpera. Ao qual desta vez dedicamos aqui espaço, como fazemos com Homens do F. C. Porto de vez em quando. 

Camilo, de nome completo Camilo Alves Barros (segundo dados constantes no livro “Almanaque Oficial do F C Porto/1893-2011”, onde não são referidos dados biográficos e é desconhecida sua data de nascimento) integrou em diferentes períodos o plantel do futebol portista, totalizando seis temporadas futebolísticas, primeiro nas épocas de 1930 a 1932, depois em 1934/35 e, por fim, entre 1943 a 1946. Em cujas presenças venceu pelo F. C. P. cinco Campeonatos do Porto. Num percurso em que, nos jogos das diversas competições regionais e nacionais, terá alinhado pela equipa principal do F. C. Porto em 46 jogos, nos quais foi colega de equipa de homens famosos como (enumerando alguns apenas) uns Araújo, Guilhar, Catolino, Alfredo, Barrigana, etc. etc. 

Assim, para darmos oportunidade a esta evocação, recordamos uma coluna que ao "nosso" Camilo foi dedicada na lisboeta revista Stadium, à página “na capital do norte”, na respetiva edição de 17 de Abril de 1946.

   
Armando Pinto 
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